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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Vivo à Seis Meses Com o Meu Namorado

Clínica Psicologia Lisboa Viver Junto

Questão colocada: "Vivo à 6 meses com o meu namorado. As coisas não estão fáceis. Tudo aquilo que nós eramos antes, quando estávamos em casa dos nossos pais está a modificar-se. Estamos sempre a discutir, seja pela limpeza da casa, seja porque não concordamos com os gastos de cada um, seja por causa das nossas famílias se meterem na nossa vida. Até a nossa vida íntima está a correr pior porque basicamente o nosso tempo em conjunto é passado a discutir. Gostava de fazer alguma coisa para não perder esta relação mas sinto-me completamente perdida."

 

Cara Leitora

 

 

A vida a dois é realmente bastante diferente de um namoro. No namoro os tempos passados a dois são única e exclusivamente para namorar e
mesmo assim não existem namoros que não sejam permeáveis ao conflito.

 

Com a vida a dois e a partilha de uma casa, outros fatores não existentes no namoro tomam protagonismo e é necessário um maior ajustamento
de parte a parte.

 

É necessário partilhar as tarefas domésticas, que na maioria das vezes era tarefa inexistente na vida de ambos, principalmente se viviam com os pais. É
necessário gerir com alguma habilidade as finanças, sendo que os ordenados de cada um, deixam de ser apenas para os gastos individuais, para passarem a ter de fazer face à renda da casa, despesas de água, luz, gás, comida e todos os gastos inerentes a uma casa. A vida já é partilhada e é necessário ceder tempos, dinheiros e descansos. O simples facto de dormir requer uma adaptação, já que existem hábitos e horários que por vezes têm que ser modificados.

 

Eis algumas dicas:

 

  • Finanças: coloquem num caderninho todas as vossas despesas fixas e gastos diários. Devem somá-los ao final do mês e somar os vossos salários. O vosso dinheiro (deve ser vosso e não de cada um) deve servir para cobrir as despesas fundamentais, independentemente de quem ganhe mais ou menos. O remanescente deve ser dividido por dois, que cada um aplicará conforme entender, na maior das liberdades.
  • Tarefas domésticas: a cada um devem ser atribuídas determinadas tarefas, mediante prévio acordo, já que ninguém se tem que responsabilizar individualmente pela casa.
  • Famílias: cada um deve respeitar a família do outro, sendo que as famílias não devem ter a possibilidade de gerir a vida do casal, como se ainda fizessem parte da casa da família de origem. Cada membro do casal terá que controlar a sua própria família de modo a não prejudicar a autonomia e
    liberdade do seu cônjuge.
  • Tempos de lazer: os tempos de lazer devem ser utilizados da melhor forma possível, entre o casal e entre os amigos comuns ao casal. Os amigos de cada um e as respetivas famílias também não devem ser esquecidos. É necessária uma gestão inteligente do tempo, de modo a que o casal se possa
    fortalecer enquanto casal sem deixar de lado a sua rede de suporte social.
  • Em casa: procurem estar juntos sem ser só fisicamente. Os horários de descanso devem ser acertados para que ambos se deitem à mesma hora e acordem juntos. Assim poderão tomar o pequeno-almoço em conjunto e conversar e namorar à noite. Os fatores distrativos que levam à não comunicação como a televisão, o computador e as vídeo-consolas devem ser uma exceção e não uma regra. Não se esqueçam do “antes”, em que quando iam namorar, iam mesmo namorar e era isso que vos dava prazer.

Veja ainda a nossa sugestão para construir uma família feliz.

 

Fazer vida a dois deverá ser a continuação do prazer do namoro, mas para isso é necessário que ambos façam cedências no seu estilo de vida individual de
solteiro e se preocupem em construir um “nós”, que será construído na base do diálogo, do amor, da confiança e do respeito mútuo.

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 21:18
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psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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