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Sexta-feira, 8 de Junho de 2012

Familias Recompostas. Como fazer para ser Feliz.

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As Famílias Recompostas são aquelas famílias em que um dos membros do casal ou os dois têm filhos de relacionamentos anteriores. Podem existir os filhos de um, os filhos de outro ou os filhos de ambos. As crianças têm irmãos, meios-irmãos e quase irmãos, uma vez que alguns não têm qualquer
laço de sangue face aos outros.

 

A dinâmica destas famílias é muito diferente da dinâmica das famílias ditas tradicionais e são famílias que têm tido um grande crescimento neste século pelo que importa debruçarmo-nos um pouco sobre as mesmas.

 

Nas famílias recompostas as relações de afeto são prioritárias às relações sanguíneas e a vivência em comum é mais importante que a biologia. Assim  quando uma mulher que já tem filhos se volta a casar, leva para a sua família um novo companheiro e uma nova família. As crianças passam a lidar com um padrasto e com a família de origem deste. Se o padrasto tem por sua vez filhos de uma relação anterior, as crianças de ambos têm de adaptar-se a uma invasão de espaço físico e psicológico e a partilhar afectos e atenções com pessoas diferentes de origens diferentes.

 

A complexidade das relações é muita, pelo que a gestão das relações tem que obedecer ao bom senso, tentando que esta adaptação seja benéfica para todos os membros da família e atenda à necessidade de cada um. Padrastos e madrastas normalmente são tratados pelo nome próprio, à exceção de uniões onde existam crianças pequenas que imediatamente os adotam como “pai ou mãe do coração”.

 

Quando a união surge no período da adolescência dos filhos, podem surgir relações conflituosas devidos à dificuldade de interiorizar regras e valores diferentes, já que até os valores e as normas de sempre são difíceis de assimilar nesta fase de vida.

Nas famílias recompostas o dia-a-dia é uma permanente construção na busca do equilíbrio e do bem-estar de todos.

 

Após o terminus de uma relação conjugal, importa que se racionalize e interiorize que a separação é apenas entre os progenitores e que as crianças continuam a ter pai e mãe. Por diversas razões que não importa por ora referir, os tribunais conferem às mães o poder paternal, o que pode limitar de forma clara o contacto diário com os pais, se as mães assim o entenderem.

 

Nas famílias recompostas, o casal tenta colmatar essas falhas de tempo e partilha impostas pelas mães e pela sociedade, através da integração dos mesmos com amor e carinho. Saudavelmente estas crianças devem vir a casa do pai como se tivessem saído no dia anterior criando-se-lhes um ambiente de pertença e não um ambiente de exceção. A dinâmica da família e do casal deve ser mantida integrando dessa forma aqueles que chegam e aqueles que estão, com naturalidade e muito amor.

 

Não é fácil mas é fundamental criar espaço para todos e criar condições para que cada individualidade se desenvolva. Não é fácil mas é fundamental criar condições para que as crianças sintam a circulação entre a casa do pai e a casa da mãe como um enriquecimento afetivo e não como uma fonte
de conflito e competição.

Hoje em dia, paredes e tetos não separam famílias, pois apesar de não ser possível aconchegar todas as noites as crianças que estão fora de portas, todos estão debaixo do mesmo céu, onde cada piscar de estrelas é um batimento cardíaco de proximidade.

 

Clínica Psicologia Lisboa

publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 14:39
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psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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