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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

Acabar uma Relação, Sem (muito) sofrimento

Acabar uma Relação

O acabar uma relação é uma coisa que vai acontecendo em diferentes alturas.

 

Primeiro repara-se numa vaga sensação de descontentamento, de paragem ou estagnamento na relação e por vezes de solidão. Sente-se que as coisas estão diferentes, mas na maioria das vezes aceita-se como pertencendo aos baixos “normais” de uma relação. Por vezes justifica-se essa sensação com o facto da outra pessoa “ser assim”.

 

Depois torna-se mais consciência de que não se está feliz. Podem começar as primeiras tentativas para mudar a situação. E as primeiras resistências da relação à mudança.

 

Se alguma coisa não muda na relação, com o tempo o sentimento aumenta e começa-se a imaginar como seria se houvesse uma separação. Como seriam as vossas vidas e as dos filhos. E o resto da família.

 

E finalmente, ou encontra outra pessoa ou dá por si a fazer as contas e a procurar uma casa para viver. Entretanto, fica sempre a questão se o que está prestes a decidir é de facto a melhor opção.

 

Neste momento, vou presumir que tem uma certeza absoluta quanto a separar-se. Que dissipou as suas dúvidas, as suas incertezas. Que tem a certeza que o que está a decidir tem mais a ver com a escolha de vida que procura ter e não com o facto de ter encontrado outra pessoa que lhe preenche uma parte que precisa.

 

Partindo desse princípio, vem o princípio de aceitar que as coisas acabam, por muito triste e difícil que seja terminar um projecto que já foi comum, quando você tem essa decisão tomada a questão é, como o fazer com a maior dignidade possível, de forma que a ruptura seja o mais “limpa” e a recuperação o mais rápida possível.

 

A razão para querer que seja assim é porque dessa forma você limita a argumentação e as discussões, porque protege os seus filhos das reacções face à separação, porque evita danos maiores e sofrimento para além daquele que é necessário, porque não gasta uma fortuna em processos judiciais e porque poupa a sua energia para encarar a mudança como algo positivo na sua vida e da outra pessoa.

 

Clínica Psicologia Lisboa

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 17:49
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psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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