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Sexta-feira, 30 de Março de 2012

Ciúme III

 

Algumas Dicas para o casal reflectir numa situação de ciúmes:

 

  • Confie no seu parceiro; saiba distinguir os factos reais e os factos que são fruto da sua imaginação.
  • Tenha segurança e confiança em si mesma e evite pensamentos destrutivos.
  • Converse com o seu parceiro sobre os seus fantasmas; se falar sobre o assunto a dimensão do mesmo minora.
  • Não justifique os seus ciúmes com factos da sua vida passada ou experiências amorosas anteriores; estará a aumentar o conflito.
  • Avalie a sua relação e veja se realmente tem motivos para ter ciúmes
  • Coloque-se no lugar do outro e tente evitar situações que possam provocar sentimentos negativos ao seu parceiro
  • Procure criar momentos de proximidade e atenção especial para dar confiança ao seu parceiro

 

As mulheres demonstram ciúmes com motivos específicos, saiba quais

Os homens por seu lado geralmente têm ciúmes , saiba quais

 

Quando se ama verdadeiramente o medo de perder é uma constante; é a outra face da moeda.

Saiba lidar com o amor no presente, aproveite o que tem e não se atormente com pensamentos de perda, que lhe poderão levar à destruição
da relação. E seja feliz!

 

 

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Quinta-feira, 29 de Março de 2012

Ciúme II

Clínica Psicologia Lisboa Ciúme

 

Normalmente as relações amorosas são nalgum momento da sua vida abaladas pelo ciúme. Parece ser mais forte do que nós mas na realidade procurar controlar os ciúmes é um esforço bem merecido, já que os mesmos podem provocar o inicio do fim de qualquer relação.

As mulheres demonstram ciúmes com motivos específicos, saiba quais

 

 

Os homens por seu lado geralmente têm ciúmes quando:

  • As mulheres se vestem de forma atraente: para quem é que elas se estão a vestir.
  • As mulheres são alvo da apreciação dos outros homens: os homens gostam de mulheres bonitas mas não gostam que os outros olhem para a sua
    mulher.
  • As mulheres são independentes a nível pessoal, financeiro e profissional: a independência feminina destrói a necessidade ancestral de ter um macho protector, o que pode causar alguma insegurança ao homem.
  • Quando as mulheres têm uma rede de amizades femininas e masculinas com as quais mantém uma relação saudavelmente próxima: a divisão de atenções nem sempre é bem-vinda.
  • Quando a família é muito absorvente e retira tempo à relação e/ou quando surgem os filhos e a atenção é dividida.

 

Sendo certo que o ciúme nasce sempre do amor, nem sempre morre com o amor, será importante que ambos se tentem controlar, para evitar esse “estragar da relação” que refere.

 

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Terça-feira, 27 de Março de 2012

Ciúme

Clínica Psicologia Lisboa Ciúme

 

Questão colocada: “Tenho uma relação perfeita com o homem perfeito, mas os ciúmes estão-nos a atrapalhar um pouco. Ambos somos extremamente ciumentos e temo que possamos estar a estragar a nossa relação. Eu não consigo deixar de querer controlá-lo e ele se por um lado reclama, por outro passa a vida a fazer-me o mesmo. Penso que é legítimo se gostamos um do outro termos ciúmes, mas às vezes gostava de me sentir mais livre e menos controlada e controladora.

Que posso, ou podemos fazer?”

 

 

Normalmente as relações amorosas são nalgum momento da sua vida abaladas pelo ciúme. Parece ser mais forte do que nós mas na realidade procurar controlar os ciúmes é um esforço bem merecido, já que os mesmos podem provocar o inicio do fim de qualquer relação.

 

Importa distinguir se os ciúmes que o casal tem são inocentes e saudáveis ou possessivos e patológicos. Importa ainda saber se os mesmos causam mal-estar e destruição da relação, e se os membros do casal deixam de ser eles próprio para evitarem o ciúme do outro, ou seja, se de alguma forma o ciúme condiciona a vida e aprisiona as pessoas e o seu modo de ser.

 

Normalmente as mulheres demonstram ciúmes com motivos específicos nomeadamente:

  • Saídas com os amigos: foco da atenção sai de si para os outros, possivelmente para outras mulheres.
  • Grupos de mulheres em torno do seu homem: as mulheres não suportam dividir a atenção com outras mulheres e que o seu homem fale, ria, ajude ou toque noutra mulher. Os ambientes de trabalho são locais de grande assédio, pelo que é natural que uma mulher tenha ciúme se o seu homem vive o seu dia-a-dia rodeado de mulheres.
  • Comparações: ser comparada com as outras mulheres da vida dele (mãe, irmã, ex-namoradas e amigas em geral) provoca sentimentos de grande insegurança.
  • Obsessividade no trabalho: trabalhar até tarde e não ter tempo para a mulher, coloca-a sempre numa posição secundária e muito pouco agradável.
  • Súbito interesse no visual: um homem que de repente passa a ir ao ginásio e demonstra uma maior preocupação com o seu visual, poderá fazer com que a mulher se pergunte para quem é que ele se está a produzir.

Os homens por seu lado geralmente têm ciúmes , saiba quais

 

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Domingo, 18 de Março de 2012

Paixão!

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Questão colocada: “Sinto-me extremamente apaixonada. Tão apaixonada que temo deixar de me sentir assim. As minhas amigas dizem-me que este é um estado passageiro e que mais cedo ou mais tarde, a paixão dará lugar a um amor mais calmo e sereno. Mas eu não queria perder esta adrenalina e este bem-estar. O que posso fazer para que nem eu nem o meu namorado deixemos de estar apaixonados?”

 

Compreendo a sua preocupação, porque quando estamos bem queremos manter-nos sempre bem mas tenha cuidado não vá essa preocupação prejudicar o seu estado de ânimo e esse mesmo bem-estar. É bem certo que a maioria das relações começa bem, mas muitas das vezes sem nos darmos conta, entramos numa rotina e num aborrecimento permanentes, que nos levam à exaustão e à quebra da relação. Por vezes quando questionados, os casais nem sabem o que lhe aconteceu nem aonde está o sentimento que primariamente os uniu.

 

Eis algumas dicas para manter a paixão, ano após ano:

 

  • Seja carinhosa e simpática; cada critica deve ser compensada com cerca de 5 elogios. Com o decorrer da vida a dois, é necessário que o casal se adapte aos hábitos e diferenças entre cada um e essa adaptação deve ser feita com carinho e gentileza e não apenas com crítica.
  • Preserve os seus momentos de intimidade, não deixando que factores externos, como a televisão e o computador entrem no seu quarto e quebrem a magia tão ansiada.
  • Nunca adormeça zangada com a pessoa que ama. Os conflitos são importantes mas é necessário sair dos mesmos de uma forma positiva e madura.
  • Saiba perdoar erros e não seja demasiado exigente; um casal é composto por pessoas diferentes que se adaptam um ao outro por Amor. Por vezes é necessário algum tempo e alguma paciência para que as pecinhas do puzzle se encaixem.
  • Dê Amor de todas as formas que se lembrar; tente fazer surpresas e ser criativa; a paixão não gosta de rotinas.  
  • Faça planos futuros e planos a curto prazo, sempre com a intenção de agradar. Sonhar em conjunto é também uma forma excelente de Amar.
  • Coloque todos os seus sentidos em activo, em nome da paixão. Olhe diariamente com atenção para o seu Amor; escute-o bem; aprecie o seu cheiro; dê-lhe a mão e toque-lhe no rosto. Sentiu aquele friozinho na barriga e uma sensação de vertigem?Bom trabalho, continua apaixonada!

 

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Quarta-feira, 14 de Março de 2012

Tive um Bébé. A Minha Relação Não é a Mesma

Clínica Psicologia Lisboa

 

Questão colocada: “Tive um bebé à 5 meses. Nós adoramos a Carminho, mas a minha mulher só vê a bebé. Deixou completamente de me ligar, dia e noite. A princípio achei que era normal pois falei com amigos que são pais e eles confirmaram que as mulheres ficam diferentes após o nascimento
dos bebés, mas agora já passaram 5 meses.

Posso fazer alguma coisa, ou perdi a minha mulher para sempre?

Bem na verdade ganhei uma bonequinha, mas será que há forma de ter as duas?”

 

Antes de mais Parabéns Papá. Nada mais bonito e especial que ter uma bonequinha de verdade!

Realmente quando nasce um bebé, as mamãs tendem a entrar num estado a que chamamos “loucura temporária”. O bebé é um ser muito frágil e totalmente dependente e é necessário cuidar dele. Junta-se o facto de que muitas das vezes a gravidez e o parto deixam a mulher, já por si, extremamente cansada e com as forças a sucumbirem. No regresso a casa, com o tesouro nos braços, a adaptação às noites mal dormidas e ao dia-a-dia sem grande espaço individual nem sempre é fácil. Tudo parece mais difícil ou quase impossível para a Mulher nestes primeiros tempos. Como arranjar tempo para um simples banho relaxante ou para ler um bom livro? Como dar conta das tarefas domésticas e das compras? Como gerir as horas das mamadas com as idas à rua? Como sair à rua com frio, calor, chuva? E como conseguir que as visitas se vão embora para aproveitar o tempo para fazer aquela sesta tão desesperadamente desejada?

A este adaptar ainda surge por vezes complicações pós-parto incomodativas e uma auto-imagem muito pouco gratificante. Se a Mulher aquando da gravidez não dava grande importância ao facto de estar gordinha, porque a barrigona aninhava o seu sonho, depois do nascimento as Mulheres tendem a ter pouca paciência para a gordura em excesso e para esperarem que o seu corpo volte ao lugar. Geralmente a sua auto-estima baixa, e têm vergonha de mostrar o corpo assim “deformado”.

 

Dicas para recuperar a sua Mulher:

 

  • Ajude-a com a bebé; tenha a iniciativa de dar banho e brincar com a bebé para que a mamã possa ter algum tempo para si mesma.
  • Ajude nas tarefas domésticas e nas compras; se a Mulher tiver mais tempo pode dedicar-se mais à vossa relação.
  • Sempre que puder, adormeça a bebé para dar folga à mamã; os passeios no corredor para acalmar as cólicas e as birrinhas de sono são extenuantes e não há desejo que sobreviva a tal cansaço.
  • Sugira tempos de descanso e passeios ao fim-de-semana, para tirar a mamã de dentro de casa; ver coisas e pessoas, normalizar a vida, permite uma mais rápida adaptação à nova condição.
  • Elogie a sua Mulher, e diga-lhe o quanto está bonita, mesmo que ela o contradiga; a Mulher tende a ver o seu próprio corpo deformado pelo que é importante que através dos seus olhos recupere a auto-estima.
    Adapte os seus hobbys e as suas rotinas à nova situação para que a sua Mulher não se sinta só e desacompanhada na parentalidade; dê a sua opinião sobre as coisas e faça sugestões.
  • Se possível, recorra à sua rede de suporte social para aliviar a tensão; de vez em quando proponha saídas a dois, onde a conjugalidade volte a emergir e não se aborreça se nas primeiras vezes a sua Mulher estiver muito ansiosa e sempre a telefonar para casa.
  • Seja o Marido afectuoso que sempre foi e seja compreensivo e verá que, mais rapidamente do que julga, terá a sua Mulher “de volta”.

 

Bom trabalho e Boa Sorte!

 

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Terça-feira, 13 de Março de 2012

Estou Numa Relação.

Clínica Psicologia Lisboa

 

Questão colocada: “Estou numa relação à cinco anos e neste momento sinto que o meu marido já não me deseja como antes. Prefere ver televisão a vir deitar-se comigo e nunca me elogia. A verdade é que também já não me esforço para o seduzir, mas acho que ao fim de cinco anos também posso relaxar e estar à vontade, já não me arranjo propositadamente para ele, porque sinto que ele deve gostar de mim, independentemente se estou mais ou menos arranjada. Estou certa ou errada?”

 

Minha cara.

Ainda bem que está atenta e reparou que o seu comportamento estava a ter consequências menos boas para a sua relação. Não entre no sistema de estar em casa à vontade, de chinelos, rolos na cabeça e com qualquer roupa velha que nunca vestiria para ir à rua. Se não se sente apresentável para sair à rua, para que as pessoas que nada lhe dizem a verem, decerto não deverá apresentar-se assim ao seu marido. O cuidado com a nossa imagem nunca é demais, até porque nada é certo na vida e as relações não são excepção. O gosto por agradar, por seduzir, por sentir-se bonita é muito importante para elevar a sua auto-estima, mas a primazia desse mesmo gosto deveria centrar-se nas pessoas que lhe são importantes, neste caso no seu marido.

É fundamental que se arranje todos os dias para se sentir bem consigo própria e para se sentir desejada, tal como fazia à cinco anos atrás.

 

Por outro lado, as rotinas que se instalam ao longo dos anos são nefastas para qualquer relação, principalmente a rotina de, por exemplo, dar prioridade a ver televisão em vez de aproveitarem o final da noite para a partilha de experiências e afectos. Se sente que o seu marido está menos interessado em si reconquiste-o.

 

-Não espere pela iniciativa do seu marido; vá ter com ele e seduza-o. O facto de ser a mulher a ter a iniciativa aumenta o desejo masculino.

 

-Não coloque a sua vida íntima no final da lista diária. À noite normalmente o casal está cansado e o desejo diminui. Seduza o seu marido de manhã e durante o dia, sempre que possível.

 

-Relaxe e tire as preocupações da cabeça. Entregue-se ao momento.

 

-Seja imaginativa e brinque. Deixe que saia de dentro de si a menina que existia à cinco anos atrás.

 

-Tenha sentido de humor e ganhe vantagem mesmo nas situações menos boas.

 

 

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Quinta-feira, 8 de Março de 2012

Amizades Desentendidas!

Clínica Psicologia Lisboa Amizade Desentendida

Questão colocada: “Zanguei-me com a minha melhor amiga. Sempre fomos confidentes uma da outra e sempre fizemos tudo em conjunto, mas um dia desentendemo-nos nem sei bem porquê e agora não nos falamos. Esta situação já dura à 1 ano e sinto-me triste e com saudades. Não sei se lhe devo ou não telefonar porque também não sei como é que ela vai receber o meu telefonema. A minha família diz-me para não o fazer porque me estou a rebaixar, mas tenho muita vontade de lhe ligar. Qual será a melhor atitude?”

 

Cara leitora

 

A melhor atitude será sempre aquela que tiver maior probabilidade de a fazer feliz. Efectivamente telefonar à sua amiga tem como risco esta não a receber bem e não ser possível a continuidade da vossa amizade. Por outro lado, se nada fizer, será mesmo impossível que a relação se volte a restabelecer.

Podemos pensar que a outra pessoa também poderia ter alguma atitude de aproximação, mas se a pessoa pensar na mesma forma, nenhuma das duas
empreenderá qualquer esforço de proximidade. Dar o primeiro passo não é um acto de humilhação ou rebaixamento, mas sim um acto de coragem e generosidade.

Se tem vontade de tentar, tente. Não tenha qualquer receio, já que o ganho será positivo ou nulo, pois o mais que pode acontecer é ficarem como estão agora, isto é, afastadas.

Por vezes as pessoas zangam-se por pequeníssimas coisas e o outro nem se apercebe, e é extremamente importante que queira criar mais uma oportunidade para puderem falar e esclarecer possíveis mal-entendidos.

Se vai telefonar à sua amiga, faça-o em nome da vossa amizade, da qual já tem tantas saudades.

 

Eis algumas dicas para estabelecer e manter as amizades:

 

  • Escute o outro com passividade e acolhimento; não interrompa o seu discurso e preste atenção ao que lhe estão a dizer.
  • Não faça perguntas em resposta a outras perguntas, pois esse tipo de atitude transmite frieza e distanciamento.
  • Não seja agressiva, irónica ou depreciativa nas suas palavras. Faça com que as suas palavras sejam mais benéficas que o seu silêncio.
  • Dê atenção ao outro e interesse-se pela sua vida e pelos seus problemas, mesmo que estes não lhe pareçam muito importantes.
  • A amizade é um dar e receber, mas não espere receber sempre primeiro para depois dar, nem contabilize o seu dar.
  • Lembre-se que não podemos mudar o outro, podemos sim mudar a nossa forma de estar com o outro.
  • Para estabelecer uma amizade saudável é preciso reconhecermos os nossos sentimentos e necessidades e ter em conta que estes não têm que ser coincidentes com os sentimentos e necessidades das outras pessoas. Torna-se ainda muito importante saber lidar com o medo da rejeição e da separação.
  • Não se esqueça que viver sem amigos é viver infeliz.

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Segunda-feira, 5 de Março de 2012

O Meu Filho Não Me Obedece Em Nada e Desafia-me Constantemente!

Clínica Psicologia Lisboa Crianças Desafiadoras

 

 

Questão colocada: “Tenho um menino de 6 anos que não me obedece em nada e que me desafia constantemente. Já não sei o que fazer. Ontem por exemplo estive até as 2h da manhã para que ele pusesse os brinquedos dentro do quarto e ele ia pondo os brinquedos fora do quarto à medida que eu punha dentro. De manhã, vai à mochila dele e tira o lanche que lhe preparo, faz birra a dizer que não gosta apesar de serem sempre alimentos da sua preferência, espalha o lanche pelo chão e grita. Não se quer vestir e embirra quase todos os dias com a roupa que lhe quero vestir. Estou cansada de tanta luta e temo que daqui a alguns anos este comportamento ainda piore. O que posso fazer?”

 

 

Cara leitora

 

Parece que o seu filho sofre da Perturbação de Oposição, que se caracteriza precisamente por um padrão geral de desobediência, desafio e comportamento hostil. Estas crianças têm dificuldade em aceitar regras e facilmente perdem o controlo face à frustração. São muito resistentes às
figuras de autoridade e são desobedientes e desafiadoras.

 

Uma vez que o seu filho já tem 6 anos, a face das birras e dos desafios já devia ter desaparecido e já devia ter dado lugar ao gosto por agradar aos pais. Era importante saber se ele apenas desafia a si, ou se também desafia outras figuras de autoridade, como pai, avós e professores. Era também importante saber se sempre foi assim ou se existiu ultimamente algum factor que possa ter perturbado a criança.

 

Este tipo de crianças necessita de Psicoterapia Infantil à base de técnicas de modificação de comportamento com implementação de disciplina e reforços positivos face a comportamentos adequados; a par disso os Educadores devem ser orientados para que toda a rede de suporte social da criança funcione numa mesma direcção.

 

Dicas para melhorar a relação:

  • Imponha limites de forma consistente e coesa; não induza culpa mas estabeleça a noção de responsabilidade.
  • Diga "Não"sempre que for necessário e não volte atrás. Estipule prioridades porque também não poderá de um momento para o outro passar a dizer "Não" a tudo.
  • Tenha paciência; justifique os seus motivos e caso seja necessário castigar a criança faça-o, mas nunca recorra à humilhação.
  • Seja afectuosa com o seu filho para que este perceba que está preocupada com ele e que gosta dele.
  • Sempre que o seu filho se portar bem, demonstre-lhe o quanto gostou da sua atitude e reforce-o bastante.
  • Tenha sempre em conta que o que está a fazer é para o bem do seu filho e da vossa relação e não se culpabilize de tomar atitudes mais rigorosas.

 

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Quinta-feira, 1 de Março de 2012

Gostava Que o Meu Marido Assumisse o Seu Papel na Família

Clínica Psicologia Lisboa Casal Feliz

 

Questão colocada: “O meu marido não me preenche como mulher. Não me ajuda com as minhas filhas, não me ajuda com a casa, nem tem iniciativa para nada. Gostava que ele assumisse o seu papel na família, mas não sinto que ele se esforce nesse sentido. Estou desesperada porque por muito que eu lhe diga ele volta sempre ao mesmo. Que posso fazer?”

 

Cara leitora

Vejo que está a olhar para a sua relação de uma forma negativa, talvez porque esta é pouco gratificante e não há mesmo nada que possa fazer, ou talvez porque apenas está a olhar para o que não tem e a esquecer o que tem.

É sempre desesperante quando a maioria das tarefas familiares e domésticas estão a cargo de um só membro do casal, mas será que já foram gastos todos os esforços no sentido de incentivar o seu marido? Será que a forma como o tem feito tem sido a melhor? Quer mesmo melhorar a relação e com
isso tornar-se uma mulher mais feliz?

 

Eis algumas dicas:

  • Fale com o seu marido sobre o que ele entende ser o seu papel de pai e de marido; oiça-o com atenção.
  • Reorganize as rotinas familiares com a ajuda do seu marido e inclua-o.
  • Faça planos antecipados de programas familiares onde cada membro da família escolhe a melhor forma de passarem juntos os dias.
  • Diga ao seu marido directamente o que espera dele e peça-lhe para ele lhe dizer também o que espera de si.
  • Divida as tarefas da casa por todos os membros da família, à medida das possibilidades de cada um.
  • Pergunte ao seu marido o que ele gostava de fazer e como. Deixe-o ter iniciativas próprias e não as menospreze, quando estas surgirem.
  • Reforce o esforço e centre-se na mudança e no presente, e nunca nos erros do passado.

 

As relações familiares não são fáceis, é um árduo trabalho de equipa. Premeie a sua equipa com afecto e tolerância. Se existir amor, os gestos agradáveis passam a ser mais constantes e a harmonia torna-se possível. Leia mais em O Que Precisa Para Ter Uma Família Ainda Mais Feliz – Parte I

Não desista de ser feliz.

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 17:20
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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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