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Consultório Psicologia Familiar

Bem-vindo(a) ao Consultório Psicologia Familiar. Aqui poderá expor as suas questões e obter informações úteis sobre Vida Familiar.

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Formas simples de se relacionar como um casal e reacender o amor

29.06.12, Clínica Psicologia Lisboa

Comprometerem-se a passar tempo de qualidade juntos de forma regular. Mesmo durante alturas exigentes e stressantes, alguns minutos de verdadeira partilha e ligação afectiva podem permitir que os laços se mantenham fortes.

 

Encontre algo que gostem de fazer juntos, quer seja um passatempo partilhado, uma aula de dança, um passeio diário, ou beber café juntos de manhã.

 

Tentem algo novo juntos. Fazer coisas novas juntos pode ser uma forma divertida de se ligarem e manter as coisas interessantes. Pode ser tão simples como tentar um novo restaurante ou faezr uma viagem a um lugar onde nunca tenham ido.

 

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Vida para além do Trabalho

25.06.12, Clínica Psicologia Lisboa

vida alem trabalho

 

Se por um lado as mulheres do século XXI são mais autónomas e independentes que nunca, muitas das vezes pergunto-me se serão mais felizes com uma vida de stress e de correria constante, principalmente aquelas que vivem nas grandes cidades.

Resposta: Sim, eu posso ser, se eu quiser.

A grande questão da actualidade é como é que mulheres que são mães de crianças pequenas e profissionais bem sucedidas conseguem conciliar o seu tempo para que todas as tarefas que fazem parte das suas responsabilidades sejam bem desempenhadas e nada fique para trás.

Estas mulheres têm as preocupações normais da gestão de uma casa, dos filhos e dos seus deveres escolares, e ainda têm que corresponder no trabalho, de forma a sentirem-se bem sucedidas. São mulheres que precisam do seu tempo para se arranjarem e se sentirem bem, e de conviver com a família e amigos. E ainda, por último, mas decerto o mais importante, têm que alimentar a relação conjugal para que esta não se deteriore, pondo em risco todo o equilíbrio do sistema familiar.

 

Já as nossas avós nos diziam para lidarmos com a vida com bom senso.

Viver nos tempos actuais para a mulher é uma dádiva, mas requer que exista um grande equilíbrio e uma gestão muito optimizada do tempo.

Se as mulheres de hoje trabalham e são completamente autónomas e independentes, isto não significa que estejam mais sozinhas e desamparadas, pelo contrário, quer dizer apenas que não dependem de ninguém para nada.

As mulheres normalmente gostam de ser ajudadas, mimadas, de partilharem a sua vida com o homem que amam, e que este partilhe as responsabilidades
familiares, seja a dar banho ou levar à escola as crianças, seja a fazer o jantar ou a aspirar a casa.

O tempo de partilha pode ser mais longo nas relações, apesar de existir menos quantidade de tempo em comum, porque tudo pode ser partilhado
afectivamente.

Após o trabalho, a mulher tem que repartir a sua atenção entre marido e filhos, não descurando nada nem ninguém, pelo que é completamente impossível e proibido levar trabalho para casa.

A família, na era moderna, tem que se agregar e organizar de modo a que todos lá em casa ajudem e tenham responsabilidades, para que a mãe/esposa tenha mais tempo de lazer e diversão com todos e com cada um.

Sendo você uma mulher da actualidade, com certeza gosta de sair e de se divertir: divida o lazer em actividades em família que agradem às crianças e saídas românticas a dois.

Não se minimize; você é capaz de conciliar muito positivamente o seu trabalho com a sua vida pessoal e ser mais feliz.

E já sabe: só uma mulher feliz pode dar felicidade aqueles que a rodeiam.

 

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Poupe sem Esforço... Viva com Tranquilidade

21.06.12, Clínica Psicologia Lisboa

poupar sem esforço

 

Hoje em dia, basta abrir os jornais ou internet, ou ligar a televisão para nos sentirmos no meio de um filme de terror. Crise, crise, crise.

Até os menos suscetíveis, ou porque a vida lhes corre de feição ou porque a sua forma de ver o mundo é muito positivista se assustam, deixando-se contaminar com medos e receio do presente e do futuro.

Casais jovens repensam se poderão arriscar e ter um filho, se poderão sair de casa dos pais, e até mesmo aqueles que têm um bom emprego temem perdê-lo a qualquer instante.

Realmente o cenário parece catastrófico e como em qualquer catástrofe o sentimento que nos inunda é a impotência. Sabemos no entanto que em momentos de desespero, as pessoas têm uma enorme resiliência e ultrapassam os mais sérios desafios, desde que psicologicamente estejam
conscientes e com a perfeita convicção que o têm de fazer.

Poupar está na ordem do dia pelo que lhe iremos fornecer, ao longo do mês de Junho, algumas dicas que ajudem neste propósito.

 

Dicas de poupança:

  1. Faça sempre uma lista antes de ir às compras. Para lhe facilitar o trabalho vá apontando o que lhe vai fazendo falta ao longo da semana. Se souber o que realmente precisa não fará gastos supérfluos.
  2. Faça menus semanais. Se tiver estabelecido o que vai cozinhar para a sua família, as compras serão de acordo com os menus e não de acordo com a impulsividade do momento.
  3. Quando for às compras saiba quanto pode gastar. Vá somando o valor dos produtos que vai colocando no seu carrinho de compras para não ter surpresas quando chegar à caixa.
  4. Compre em grandes quantidades apenas quando fizer sentido. Tenha em atenção que se por vezes comprar em grandes quantidades pode ser proveitoso, pode também resultar em gasto supérfluo se os produtos se estragarem ou não forem consumidos a curto, médio prazo.
  5. Guarde as faturas e faça uma tabela Excel. Se tiver sempre à mão o valor dos produtos poderá comparar preços entre vários estabelecimentos e optar assertivamente.
  6. Prepare uma merenda antes de sair de casa. Os lanchinhos diários são sempre muito apetecíveis e também muito dispendiosos. Reserve 10 minutos da sua manhã para preparar algumas frutas, iogurtes, sandes ou bolachas para ingerir ao longo do dia entre refeições, quando a fome apertar.
  7. Aproveite sobras para levar ao almoço. Se cozinhar em maiores quantidades ao jantar, fica com sobras para o seu almoço, bem como para o almoço dos seus filhos. Guarde as sobras imediatamente após o jantar para que a qualidade da refeição se mantenha.
  8. Aproveite horas livres e cozinhe em quantidade. Se cozinhar em maiores quantidades do que aquela que vai usar, por exemplo o dobro da dose, poderá congelar uma refeição e assim ter sempre refeições à disposição. Poupa em tempo, em combustível e em ingredientes.

 

Ao final do mês, veja como lhe correu bem a poupança e Sorria. Afinal você foi capaz…

 

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Se quer vá buscar…

19.06.12, Clínica Psicologia Lisboa

felicidade amor casal férias

 

 

Quantas vezes nos surgem amigos desesperados porque a pessoa que amam não lhes demonstra interesse, ou já não tem o mesmo interesse, ou a
relação entre ambos não é satisfatória apesar de existir amor.

 

Se na adolescência havendo atracção física entre duas pessoas surge uma relação, na idade adulta e com a atingir da maturidade emocional, as pessoas tendem a querer mais e melhor. Não é por acaso que as relações na adolescência são tão efémeras já que nessa fase de vida maçãs e laranjas colocam-se ao acaso no mesmo cesto.

Na vida adulta e principalmente a partir dos “trinta” citrinos querem-se com citrinos. Quero com isto dizer que as pessoas começam a “escolher-se” por diversos factores e não apenas pela atracção física: o status social, os valores, o nível de escolaridade, o trabalho, a forma de pensar, a educação, são entre outros, factores de grande peso para a escolha de um parceiro na idade adulta, pois serão factores que nos acompanharão para sempre durante o processo relacional.

Quem nunca ouviu queixumes sobre a família do cônjuge de determinada pessoa. E o quanto é difícil a adaptação a essa família.

Logicamente quanto mais “diferentes” forem as famílias de ambos, mais peso terá a herança transgeracional na relação. Mas acima de tudo e todos, estará sempre o amor e a generosidade do casal, que pode ou não ser suficiente para suportar as agruras do dia-a-dia.

Hoje em dia, homens e mulheres, numa postura muito própria nesta era, não mantêm relacionamentos negativos, a não ser que os mesmos lhes reforcem o ego e as defesas de alguma forma, preferindo perder o amor do que viver num estado de permanente mal-estar.

Numa actualidade onde raras são as mulheres que se mantêm como no passado, apenas como donas de casa, o que as fazia dependentes dos maridos ou pais, na actualidade as relações já não são simples estados, como se fossem relações sanguíneas e permanentes.

Hoje vemos a vida como única e especial e a nós mesmos como merecedores de mais e melhor.

 

-Quem se encontra em estado de vegetação na relação, deveria pensar se quer acordar e reinvestir na relação ou pelo menos em si mesmo.

-Quem se encontra numa relação difícil mas com muito amor, deveria dar prioridade em descobrir e resolver as questões que estão a minar a relação.

-Quem está sozinho deveria reflectir sobre o que quer realmente, sendo que caso prefira estar só deve continuar e caso queira encontrar uma pessoa com quem partilhar a sua vida deve iniciar um processo de mudança.

-Quem está bem, e tem uma relação 5 estrelas, deve recordar-se diariamente que foi abençoado, pelo que deve mimar a pessoa com quem comparte a
sua vida e alimentar constantemente a relação.

 

Claramente, no inicio das relações as coisas costumam estar bem, mas com o passar do tempo, a segurança instala-se na relação e deixa de haver um investimento tão forte no outro.

Quem não se recorda dos primeiros tempos, em que tudo era perfeito?  Onde você se sentia sempre em primeiro lugar?

Se tem saudades destes tempos, vá buscá-los. Traga-os de volta para a sua vida antes que seja tarde demais.

 

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Comece o Dia Sorrindo... Mesmo Que Lhe Apeteça Arrancar os Cabelos

16.06.12, Clínica Psicologia Lisboa

otimo dia clinica psicologia lisboa

 

De manhã começa o dia para todos, mas geralmente para si, que é mulher e mãe de família, o acordar não é suave nem pacífico.

Pode começar com o tocar do despertador, mas também pode começar com os gritos das crianças a chamarem ou dos bebés a chorarem.

É preciso levantar as crianças, lavá-las, vesti-las, dar-lhes o pequeno-almoço e preparar as mochilas da escola e as lancheiras. Se levam o almoço de casa é preciso começar a cozinhar logo de manhã. Camas para fazer, louça dos pequenos-almoços para arrumar, orientar almoços se os meninos
vão almoçar a casa e destinar o jantar. O que faz falta comprar para o dia e para o dia seguinte, se as roupas da escola estão preparadas, fatos de ginástica e de actividades desportivas. Se existem animais de estimação em casa, é preciso tratar da sua higiene, passear os cães quando existem, dar-lhes comida e água. Finalmente, o pequeno-almoço está tomado mas eis que a pequenota da casa entorna o leite com chocolate em cima. Novamente é preciso lavá-la, trocá-la e limpar os estragos na cozinha. E agora o seu telemóvel está a tocar; é uma colega que quer saber como se faz a inserção de dados para a reunião do meio-dia. Você explica-lhe enquanto olha de relance para o relógio.

Tudo pronto para sair.

-Esperem, Você ainda não está pronta. Ainda não se vestiu sequer. Nova corrida nova viagem. A família à porta, estão a ficar atrasados e você tem que tomar banho, vestir-se, arranjar-se. Onde está a minha roupa? Hoje afinal está a chover...

 

O stress apodera-se de si, logo pela manhã e por muito muititask que você seja, ou acorda 1 hora mais cedo ou vai estar sempre a correr e a falhar.

 

Na realidade é possível alterar a sua vida diariamente e passar a ter manhãs mais calmas se usar alguns truques muito simples, que fazem com que as suas horas "tóxicas" ou "de ponta" sejam horas mais calmas, com mais disponibilidade para a família.

 

Eis algumas dicas:

 

  • Prepare as roupas no dia anterior à noite, dos seus filhos e também as suas; verifique na internet qual o tempo que irá fazer-se sentir na sua cidade para que não tenha que fazer trocas de última hora
  • Os mais pequenos da casa podem tomar um banho mais calmo e relaxante à noite, em vez de tomarem ao acordar
  • Deixe o pequeno-almoço meio preparado, isto, é, deixe a mesa posta à noite e os alimentos à mão
  • Se possível prepare almoços e lanches de véspera, para que apenas tenha que aquecer os termos, se houver necessidade
  • Prepare sacos de ginástica e mochilas, bem como a sua carteira e pasta, e deixe-os na entrada da casa
  • Deixe preparadas as tigelas da comida e água dos animais
  • Quando preparar a sua roupa, prepare também adereços e maquilhagem de forma a ter tudo à mão de manhã
  • Penteie as crianças, principalmente as meninas de cabelos compridos, antes de irem para a cama, para que de manhã não se aborreçam muito
    com nós indesejados nos cabelos
  • Tome banho e maquilhe-se, se possível antes de as crianças acordarem, mas não se vista logo, para evitar “estragos irreparáveis”
  • Vista as crianças depois destas terem tomado o pequeno-almoço e lavado os dentes, para que não se sujem
  • Aos fins-de-semana, faça as compras para a semana, com o auxílio de listas, de forma a não se preocupar com compras durante a semana.
  • Faça menus semanais, de almoços e jantares e adeqúe as compras aos menus.
  • Não atenda o telefone a não ser que esteja à espera de uma chamada urgente

 

Posto isto, coloque uma música simpática e motivadora quando acorda, Relaxe e sente-se a tomar o pequeno-almoço com a sua família e deixe a limpeza da cozinha e arrumação dos quartos para último lugar; caso não tenha tempo para o fazer, não se sinta mal por isso.

 

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Trrim, está na hora…de ser mãe.

14.06.12, Clínica Psicologia Lisboa

Quero Ser Mãe Clínica Psicologia Lisboa

 

Se antigamente os projectos de vida das mulheres passavam quase inequivocamente por casar e ter filhos, e o sonho de ser “princesa por um dia” povoava a cabecita de quase todas as jovens, hoje o cenário apresenta-se muito diferente.

Homens e mulheres, na procura da igualdade de oportunidades profissionais e pessoais, em busca da individualidade de cada um e da autonomização dos pais e dos pares, cada vez rejeitam ou adiam mais o projecto de maternidade e de paternidade. São responsabilidades que têm que ser partilhadas, despesas que têm que ser tidas em conta, sacrifícios que requerem uma maturidade de dar e de dar incondicionalmente.

 

Mas eis que de repente as mulheres entram na faixa dos trinta anos; não têm compromissos afectivos, estabilidade financeira e de trabalho, mas surge-lhes sem estarem à espera, uma campainha vinda muito do interior de si mesmas a dizer “bebé”.

As prioridades mudam, as festas e as noitadas deixam de importar e surge a vontade de mudar de vida, rapidamente. Querem encontrar a estabilidade e um companheiro que queira ser pai.

 

Séculos diferentes criam hábitos diferentes, mas a fisiologia persiste igual, século após século.

Querer ser mãe e experienciar uma gravidez entra para o pódio da vida das mulheres e a insatisfação instala-se nos seus dias.

 

Como ultrapassar serenamente esta fase de vida, sem stress e sem pressa?

Como retirar importância a um projecto tão importante e com contagem decrescente?

 

  • Concentre-se naquilo que você é verdadeiramente
  • Você é muito mais segura hoje do que aos 20 anos pelo que agora sabe verdadeiramente o que quer
  • É segura do seu corpo e do seu espaço
  • Sabe vestir-se e maquilhar-se com um encanto especial e gasta mais dinheiro porque tem mais dinheiro
  • Se aos 20 a mulher é escolhida aos 30 é a mulher quem escolhe e quem contra-ataca
  • É sábia, natural e arrojada, e conhece os seus humores de tal forma que não os deixa escapar quando não são apropriados
  • Domina sem deixar o companheiro sentir-se dominado
  • Aos trinta anos você sabe dar a um homem muito mais que aos 20 anos

 

Ansiosa? Porquê? 

Você está na melhor fase da sua vida e não tem nada a temer.

Desenhe o seu projecto, levante-se e vá buscá-lo: ele está à sua espera!

 

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Compromisso ou Não, eis a Questão.

13.06.12, Clínica Psicologia Lisboa

Relação Compromisso Consultório Clínica Psicologia Lisboa

 

Muitas vezes deparo-me com a tristeza de homens e mulheres, entre a faixa dos 35-55 anos, que se encontram num vazio relacional. Vivem com os pais, com amigos, com os filhos ou sozinhos numa casa sonhada que agora parece enorme, vazia e sem alma. Querem acima de tudo encontrar alguém, viver a dois, partilhar as suas vidas.

 

Mas será que estão aptos/as para pagar o preço?

 

Pessoas nesta faixa etária ou nunca tiveram uma relação séria ou já experienciaram a angústia de relações falhadas onde sonhos e projectos a dois caíram por terra, pelas mais diversas razões.

Será que estão prontos para tentar, ou tentar de novo?

Para assumirem compromissos de fidelidade e de dádiva constante?

Será que os hábitos cristalizados de individualidade e de ocupação única de espaço são fáceis de mudar?

 

Cada um de nós é capaz de fazer tudo aquilo a que se propõe, se lhe for importante. O que é difícil é percebermos o que realmente precisamos e queremos para a nossa vida, identificarmos qual o caminho que pretendemos seguir e a meta que queremos atingir.

 

Se queremos viver a dois é necessário que nos descentremos do nosso modo de funcionamento habitual e entremos no modo de “dar”.

 

Se pretendemos viver de um modo mais independente sem relações sérias, devemos assumir a nossa vontade sem medo de preconceitos ou costumes sociais.

 

Seja o que for que sonhe para a sua vida, seja genuíno e honesto consigo próprio e opte sempre pela vida e pela felicidade, ainda que a felicidade seja a soma de pequenos grandes momentos.

 

 

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Maneiras dos Homens Agradarem as Suas Mulheres

12.06.12, Clínica Psicologia Lisboa

Mulher Felicidade Casal Homem Relação

 

Nos tempos de hoje vejo e oiço cada vez mais as mulheres a expressarem a insatisfação na vida conjugal. Vejo e oiço com clareza que as mulheres não estão dispostas na maioria das vezes a viverem com quem não as aprecia, não elogia, não as faz sentir especial. Vejo e oiço que as mulheres estão mais conscientes do seu valor enquanto mulheres, mães e profissionais.


Não sei se os homens estão a acompanhar esta mudança da mentalidade feminina. Era bom que estivessem. Afinal são as suas companheiras.

 

Este post tem uma única finalidade: relembrar os homens mais esquecidos de como apreciar a mulher. A lista não se esgota aqui e futuramente publicarei mais, as necessidades dos homens também não são esquecidas e voltaremos a isso noutra ocasião. Sendo assim aqui vai, especialmente para os homens e a pensar nas mulheres:

 

  • Abrace-a e beije-a todas as manhãs antes de sair de casa. E logo que se vêem à tarde/noite.
  • Coloque as crianças na cama.
  • Quando estiver junto de muita gente, arranje uma maneira de estarem sempre juntos e próximos.
  • Quando se aperceber que ela passou por uma situação difícil, elogie-a pela forma como ela lidou e saiu da situação.
  • Não tenha problemas em ser cavalheiro: segure a porta para ela passar, dê-lhe o braço, puxe a cadeira para ela se sentar.
  • Escreva-lhe uma carta de amor, dizendo o quando ela contribuiu para que neste ultimo ano você melhorasse como pessoa.
  • Partilhe as tarefas do casal (habitualmente chamadas tarefas domésticas, mas estamos a fazer um esforço para mudar a designação).
  • Faça-lhe um pequeno-almoço romântico.
  • Ligue-lhe ou envie sms durante a tarde e pergunte-lhe como está a correr o dia dela.
  • Desligue a televisão do quarto quando ela se vier deitar.
  • Elogie-a quando ela se estiver a ver ao espelho.
  • Vá para a cama ao mesmo tempo que ela, deixe o computador para amanha, largue o jogo na consola e desligue a televisão.

 

Não existe 100% garantia mas estou convicto que se fizer metade do que aqui vem escrito, a sua mulher vai amá-lo mais.

 

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Familias Recompostas. Como fazer para ser Feliz.

08.06.12, Clínica Psicologia Lisboa

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As Famílias Recompostas são aquelas famílias em que um dos membros do casal ou os dois têm filhos de relacionamentos anteriores. Podem existir os filhos de um, os filhos de outro ou os filhos de ambos. As crianças têm irmãos, meios-irmãos e quase irmãos, uma vez que alguns não têm qualquer
laço de sangue face aos outros.

 

A dinâmica destas famílias é muito diferente da dinâmica das famílias ditas tradicionais e são famílias que têm tido um grande crescimento neste século pelo que importa debruçarmo-nos um pouco sobre as mesmas.

 

Nas famílias recompostas as relações de afeto são prioritárias às relações sanguíneas e a vivência em comum é mais importante que a biologia. Assim  quando uma mulher que já tem filhos se volta a casar, leva para a sua família um novo companheiro e uma nova família. As crianças passam a lidar com um padrasto e com a família de origem deste. Se o padrasto tem por sua vez filhos de uma relação anterior, as crianças de ambos têm de adaptar-se a uma invasão de espaço físico e psicológico e a partilhar afectos e atenções com pessoas diferentes de origens diferentes.

 

A complexidade das relações é muita, pelo que a gestão das relações tem que obedecer ao bom senso, tentando que esta adaptação seja benéfica para todos os membros da família e atenda à necessidade de cada um. Padrastos e madrastas normalmente são tratados pelo nome próprio, à exceção de uniões onde existam crianças pequenas que imediatamente os adotam como “pai ou mãe do coração”.

 

Quando a união surge no período da adolescência dos filhos, podem surgir relações conflituosas devidos à dificuldade de interiorizar regras e valores diferentes, já que até os valores e as normas de sempre são difíceis de assimilar nesta fase de vida.

Nas famílias recompostas o dia-a-dia é uma permanente construção na busca do equilíbrio e do bem-estar de todos.

 

Após o terminus de uma relação conjugal, importa que se racionalize e interiorize que a separação é apenas entre os progenitores e que as crianças continuam a ter pai e mãe. Por diversas razões que não importa por ora referir, os tribunais conferem às mães o poder paternal, o que pode limitar de forma clara o contacto diário com os pais, se as mães assim o entenderem.

 

Nas famílias recompostas, o casal tenta colmatar essas falhas de tempo e partilha impostas pelas mães e pela sociedade, através da integração dos mesmos com amor e carinho. Saudavelmente estas crianças devem vir a casa do pai como se tivessem saído no dia anterior criando-se-lhes um ambiente de pertença e não um ambiente de exceção. A dinâmica da família e do casal deve ser mantida integrando dessa forma aqueles que chegam e aqueles que estão, com naturalidade e muito amor.

 

Não é fácil mas é fundamental criar espaço para todos e criar condições para que cada individualidade se desenvolva. Não é fácil mas é fundamental criar condições para que as crianças sintam a circulação entre a casa do pai e a casa da mãe como um enriquecimento afetivo e não como uma fonte
de conflito e competição.

Hoje em dia, paredes e tetos não separam famílias, pois apesar de não ser possível aconchegar todas as noites as crianças que estão fora de portas, todos estão debaixo do mesmo céu, onde cada piscar de estrelas é um batimento cardíaco de proximidade.

 

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Intimidade no Casal.

05.06.12, Clínica Psicologia Lisboa

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O toque é uma parte fundamental da existência humana. Estudos em crianças mostraram a importância dos abraços e do toque carinhoso regulares para o desenvolvimento cerebral. Estes benefícios não acabam na infância. Viver sem contacto físico é de facto uma vida solitária. Estudos mostraram que o toque afectivo aumenta os níveis de oxitocina no corpo, uma hormona que influencia a ligação e o afecto. Numa relação entre dois parceiros adultos, as relações sexuais são muitas vezes o pilar da relação. No entanto, as relações sexuais não devem ser o único método de intimidade sexual numa relação. O toque regular e carinhoso - um dar de mãos, abraçar, ou beijar - é igualmente importante.

 

Seja sensível face àquilo de que o seu parceiro gosta. Embora o toque seja uma parte crucial de uma relação saudável, é importante tirar algum tempo para aprender aquilo de que o seu parceiro realmente gosta. O toque indesejado ou impróprio pode fazer com que a outra pessoa fique tensa e se retraia - o que é precisamente aquilo que não quer.

 

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