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Consultório Psicologia Familiar

Bem-vindo(a) ao Consultório Psicologia Familiar. Aqui poderá expor as suas questões e obter informações úteis sobre Vida Familiar.

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O Dinheiro Pode Ser Um Problema na Relação. Saiba Como Resolver

21.08.12, Clínica Psicologia Lisboa

psicoterapia casal problemas financeiros

Um dos assuntos pelos quais os casais mais se desentendem é o dinheiro. A raiz do problema é geralmente a diferente forma como cada um vê as questões financeiras. Habitualmente um tem uma propenção para achar que se pode gastar mais e o outro uma propensão que se devia poupar e que quase tudo é desperdicio de dinheiro. Por outras palavras, vocês estão a divergir na forma como gastam o dinheiro.

 

Solução - O primeiro passo é aprender a falar e expressar os pontos de vista pessoais com o outro; por vezes este problema é agravado pelos diferentes estilos de comunicação. É um assunto delicado que gera frequentemente emoções fortes e troca acerrima de argumentos, sendo frequente utilizar-se nestas situações um mediador para ensinar a comunicar eficazmente, habitualmente um terapeuta de casal experiente para estas circunstâncias. Se não souber como comunicar com o(a) companheiro(a) acerca de dinheiro, os problemas tendem a crescer dramáticamente com o passar do tempo. Existem inúmeras soluções disponíveis. Por exemplo, contas bancárias conjuntas ou separadas; partilha de todas as despesas pelos dois em igual proporção ou repartição de umas despesas para um e outras para outro; estabelecimento de quantias semelhantes para os gastos de cada um, independentemente do vencimento, ou estabelecimento de uma quantia proporcional ao vencimento auferido por cada um. Seja qual for a solução o mais importante é a clarificação dos pontos de vista. A solução encontra-se sempre seja entre os dois ou na privacidade de um consultório de psicoterapia.

 

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Perdoar ou Zangar-se?

20.08.12, Clínica Psicologia Lisboa

Casal Zanga

 

De acordo com as novas pesquisas, para um casamento saudável nem sempre o melhor será perdoar e esquecer.

Por vezes expressar a revolta pode ser necessário para resolver problemas na relação conjugal, apesar de no prazo mais imediato existir o custo do mal-estar gerado pela revolta, existe o benefício a longo prazo de um diálogo saudável e esclarecedor.

As pesquisas avançam neste momento para compreendermos porque é que algumas relações são bem sucedidas e outras não.

Uma corrente muito popular nos ultimos anos tem sido a psicologia positiva, que de alguma forma tem espalhado a promessa de que com o perdão, o optimismo, a bondade e o pensamento positivo, as pessoas podem dar a volta aos revezes negativos das suas relações, mesmo aqueles que são percebidos como muito graves como a falta de respeito, a falta de atenção e a infidelidade.

Mais recentemente, alguns investigadores começaram a ver as coisas de forma diferente e concluiram que os pensamentos e comportamentos que se suponham estar associados a um maior bem-estar estão na realidade associados a um maior mal-estar principalmente naquelas pessoas que procuram mais bem-estar.

Tem-se descoberto que o perdão no casamento pode ter efeitos negativos indesejados.

Todas as pessoas têm a experiencia de que na relação por vezes o parceiro ultrapassa os limites. Por exemplo, o parceiro pode ser financeiramente irresponsável, infiel, ou não dar o apoio necessário. Quando estas situações se dão, temos que decidir se nos vamos zangar e agarrar essa revolta, ou se devemos perdoar.

Os recentes estudos têm mostrado que existe uma variedade de factores que complicam a eficácia do perdão, nomeadamente o quanto agradável é o parceiro e a frequencia da transgressão. Por exemplo, quando uma pessoa é agradável e acredita que a outra o vai perdoar por qualquer deslize essa pessoa tende a ter mais atenção e cuidado e a ofender menos a outra, sendo que o contrário também se verifica, ou seja quando uma pessoa é menos agradável para a outra e esta tende a criticar mais, essa pessoa tende a ter menos atenção e cuidado para não ofender.

É desta forma que se começa a entender que a revolta e a zanga servem um princípio mais importante, que é o de sinalizar que a transgresssão do parceiro não é aceitável. Só desta forma é possível que o parceiro se aperceba que está a cometer uma transgressão aos valores e necessidades da outra pessoa e possa fazer algo para resolver esse problema, de outro modo é muito provável que continue a afectar negativamente a relação, por vezes sem se aperceber.

 

 

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Dinheiro Não Compra Relações Felizes

17.08.12, Clínica Psicologia Lisboa

relação amorosa

Um novo estudo confirma que o dinheiro não compra relações felizes e estáveis.

Investigadores da Universidade de Brigham Young estudaram 1.734 casais nos Estados Unidos.

Cada casal completou uma avaliação ao relacionamento, na qual se perguntava o quanto é valorizado o casal ter dinheiro e muitas coisas materiais.

A análise mostrou que os casais que dizem que o dinheiro não é importante na relação obtiveram mais 10 a 15 por cento nos indices de estabilidade e qualidade da relação comparativamente aos casais que dão mais importancia a aspectos materiais e ao dinheiro na relação. Estes ultimos mostraram que as relações mais materialistas apresentam maiores problemas de comunicação, pobre capacidade de resolução de conflitos e baixa capacidade de resposta às necessidades emocionais do outro.

O estudo mostra ainda que um em cada cinco casais admite a forte convicção que o dinheiro é extremamente importante para o relacionamento. Apesar desses casais estarem em melhor situação financeira, o dinheiro era muitas vezes uma maior fonte de conflito na relação.

 

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