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Terça-feira, 27 de Novembro de 2012

Medos na Infância e na Adolescência

Medo das Crianças

 

Já todos vivemos algum tipo de medo na nossa vida. Por vezes ainda hoje, em determinados circunstâncias continuamos a senti-los.

As crianças sentem uma variedade de medos ao longo do seu crescimento, que podem ser de carácter leve e passageiro ou que podem instalar-se de forma mais duradoura.

Normalmente até ao 1º ano de vida o desconhecido e estranho provoca medo nos bebés.

Na faixa etária dos 2 aos 4 anos surge o receio dos barulhos muito fortes e dos animais.

Entre os 4 e os 6 anos aparece o medo dos fantasmas, das bruxas, do escuro e da separação dos pais.

Pela altura do início das aprendizagens escolares surgem os medos das agressões físicas e do bullying.

A pré-adolescência é marcada pelos conflitos com as figuras de autoridade (pais e professores) e na adolescência surgem as questões e os medos ligados à auto-estima e às relações interpessoais.

 

O que fazer para ajudar as crianças a lidarem com os seus medos:

 

Geralmente quando os pais se vêem e sentem frente a este tipo de problema tendem a procurar convencer os filhos através da racionalidade de que não existe razão válida para sentir tal medo. Invariavelmente a eficácia desta estratégia é nula.

Deve-se procurar:

  • ensinar a identificar e a reconhecer os sinais e as pistas que indicam que o medo pode surgir
  • aprender a conter os medos dando oportunidade à criança de se expressar livremente sobre a situação que a incomoda
  • deixar que a criança alivie a tensão de uma forma adequada e não agressiva
  • ajudar a passagem de um meio conhecido para um meio estranho
  • estimular a comunicação espontânea e divertida para criar um meio confortável para a criança comunicar os seus receios
  • elogiar a criança de uma forma assertiva e reforçar positivamente todos os esforços em enfrentar os seus medos
  • auto-controlar-se ainda que a reacção da criança lhe pareça totalmente disparatada e exagerada
  • procurar ajuda profissional se a criança se começar a afastar de uma vida considerada normal e saudável.

 

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Terça-feira, 13 de Novembro de 2012

Sucesso! Quero Ter!

Psicoterapia para o Sucesso

 

Sucesso é:

quando se sente confortável consigo,

quando ganha o suficiente para dormir bem todas as noites,

é quando a sua relação íntima é boa,

é quando você é uma boa influência para as pessoas à sua volta,

é quando consegue lidar com a adversidade,

é quando planeia o que quer ter no futuro e tem acção sobre isso,

é auto-controlo,

é desafiar a inércia e alimentar a motivação e a paixão pelas relações e pelo trabalho

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 11:10
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2012

Tenha uma Vida Rica e Completa - O Que a Relação Precisa

vida Rica Completa Terapia Casal 

O que atraí a maioria das pessoas é o facto que elas têm uma vida interessante.

O que isso significa é que a sua vida não se resume à vida da outra pessoa.

O que a maioria das pessoas faz no ínicio de uma relação é abandonar tudo da sua vida e estar totalmente disponível para a outra pessoa.

Posso dizer que isso não é uma decisão saudável e atraente.

A familia e os amigos são importantes e não devem ser postos de lado porque tem uma nova relação.

De facto, você pode estar próximo da outra pessoa, de uma forma confortável, e não sufocar com exigências que a outra pessoa não esta confortável para corresponder.

Não estou a dizer que não devam passar tempo juntos, muito pelo contrário. Estou a dizer que isso deve ser balançado com a capacidade que cada um tem para dedicar tempo à relação sem se sentir ameaçado que pode perder as outras coisas importantes da sua vida ou de se sentir culpado por não estar a corresponder às exigências da relação.

 

Clínica Psicologia Lisboa

publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 11:43
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012

Tempo de Qualidade - O Que a Relação Precisa

Tempo Qualidade Terapia Casal

 

Para que qualquer relação funcione, você precisa de passar tempo de qualidade com a outra pessoa.

Se está numa fase inicial da construção de uma relação, invista o tempo com a outra pessoa, não só porque está a demonstrar que ela é importante para si, como é uma excelente maneira de desenvolver a cumplicidade, o companheirismo e para perceber da compatibilidade dos dois.

 

Existem muitas maneiras de expressar o seu amor pela outra pessoa. Uma das maneiras é através de afirmações "Amo-te", uma outra maneira é passar tempo de qualidade.

Muita gente pensa que por passar muito tempo com a outra pessoa isso é tempo de qualidade, mas raramente o é. Existe uma grande diferença entre tempo de qualidade e quantidade de tempo.

 

Tempo de qualidade é algo muito mais envolvente, mais participativo, algo que envolve pensar e planear. Na maioria das vezes quando uma pessoa diz querer tempo de qualidade, o que tem é quantidade de tempo. Existe uma maneira de distinguir os dois tipos de tempo com a outra pessoa.

 

Robert Pirsig disse uma vez que a qualidade varia de pessoa para pessoa, e de facto precisamos ter isso em mente quando pensamos passar tempo de qualidade com a outra pessoa. Precisamos considerar o que é qualidade para o outro em vez de pensarmos o que é tempo de qualidade. A questão é aprender a amar a outra pessoa. Tempo de qualidade tem tudo a ver com o aprender a mostrar que se ama de uma maneira significativa a outra pessoa em vez de ser o que você pensa que é significativo. Tempo de qualidade pode significar coisas completamente diferentes para si de para a outra pessoa. A qualidade é o valor que coloca em cada coisa, nesse sentido saber o que a outra pessoa valoriza é muito importante.

 

Gary Chapman tem dito que tempo de qualidade é a atenção exclusiva. Tempo de qualidade não significa sentar juntos no sofá e prestar atenção ao que está a dar na televisão. Sim, por vezes é fantástico descansar e relaxar, sentados juntos a apreciar a proximidade e o calor do outro. Mas tempo de qualidade é mais do que estar junto e comer junto. Qualidade é dar atenção ao outro independentemente do que você estiver a fazer. Se estiverem a ver televisão juntos, podem dar as mãos, mexer no cabelo, descansar a cabeça no colo ou afagar no seu ombro, ao mesmo tempo que lhe diz "Amo-te muito".

 

Conversar é claramente uma das coisas mais importantes para o tempo de qualidade. Não me refiro ao perguntar "Como correu o teu dia?", mas antes a uma conversa profunda acerca dos objectivos, receios, desejos, sonhos e necessidades da outra pessoa. Mesmo que se converse acerca de coisas feitas recentemente, como o último livro, filme ou teatro é fundamental que atenda ao que a outra pessoa viu, ouvio e sentiu com isso. Preste especial atenção à forma como a outra pessoa fala, ao seu tom de voz, à postura do corpo, ao olhar, mais do que ao conteúdo do que é dito. Procure calibrar a sua percepção do que vê e ouve da outra pessoa com o que ela está realmente sentindo, perguntando "Como foi isso especificamente para ti?", "O que pensa especificamente?", "O que sentes especificamente?"

 

Clínica Psicologia Lisboa

publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 13:08
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TORNE-SE FÃ DA NOSSA PÁGINA
psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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