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Consultório Psicologia Familiar

Bem-vindo(a) ao Consultório Psicologia Familiar. Aqui poderá expor as suas questões e obter informações úteis sobre Vida Familiar.

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Educar Filhos: Consequências que Funcionam

21.02.13, Clínica Psicologia Lisboa

Educar Filhos: Castigos e Recompensas

Por vezes os pais sentem que por muito que tentem, as consequências (ou castigos) não são eficazes. A primeira coisa a lembrar é que as mudanças demoram tempo. A consequência pode não mudar um comportamento logo após ser aplicada. Enquanto pai ou mãe você tem que ser paciente e ver ou escutar pequenos melhoramentos, dando desta forma tempo para a consequência funcionar.

Em alguns casos, os pais dão muitas consequências negativaspensando que dessa forma a aprendizagem será mais eficaz. Noutros casos, dão consequências positivas para fazerem extinguir o comportamento que querem parar. Provavelmente nenhuma das estratégias estará correta tendo em conta que na primeira a criança poderá achar que perdido por cem perdido por mil e continuar a ter o comportamento e na segunda pode resultar em que a criança aprenda a ter muito merecendo menos.

A minha opinião é, consequências positivas moderadas em intensidade e duradouras para promover o comportamento que se pretende que surja. Consequência negativa, aplicada muito poucas vezes e circunscrita ao comportamento que se pretende extinguir.

As consequências que promovem mais mudanças na personalidade, temperamento, atitudes e formas de pensar nas pessoas são as de natureza emocional. As que provocam menos mudança são as consequências físicas.

As consequências terão de ser dadas imediatamente e consistentemente para fazerem o efeito pretendido. Se forem espaçadas no tempo ou não tiverem consistência, ou seja, umas vezes a criança tem consequência noutras vezes para a mesma coisa tem uma consequência diferente ou não tem consequência então não se verifica associação entre a consequência e o comportamento.

Os pais devem antes de tudo acordar no que consideram consequências positivas e negativas e em que circunstâncias aplicá-las. 

 

 

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Início da Adolescência: Crescimento Emocional e Transição

18.02.13, Clínica Psicologia Lisboa

Adolencência

A aproximação da idade da adolescência está cheia de mudanças na criança. A tarefa dos pais em saberem o que contar de um momento para o outro pode parecer um jogo de adivinhas. Enquanto pai é bem capaz de ver mudanças na forma de pensar assim como mudanças físicas.

Nesse sentido, para aonde estão as nossas crianças a irem nesta fase das suas vidas? Já reparou que a sua criança começou a pensar mais no abstrato, mais nas ideologias. Já reparou que ela consegue fazer relações entre as coisas sem ter que saber todos os caminhos. Reparou que ela se começou a ver como um agente social, o que a leva a comportar-se diferenciadamente nas questões de género sexual.

As crianças no início da adolescência estão em constante transição emocional quando estão focalizadas na escola, no desporto e na convivência com os amigos. Elas recebem muita informação acerca das suas capacidades ou falta delas dos seus pares e professores. E acredite, elas começam a ouvir os outros melhor que a si. É natural. É igualmente natural não retirar esse credito que a terceiros, a final eles são importantes para a criança. Mas se não concorda com essa informação, exponha a sua ideia enquanto pai ou mãe, dê suporte e apoio e deixe a criança decidir. Ela começa a querer esse espaço de decisão do que está certo, errado, justo ou injusto, bonito ou feio, de generosidade ou inveja.

 

 

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