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Sábado, 23 de Novembro de 2013

O Sono dos Filhos e o Casal

Filhos e Casal 

Muitos casais reportam que a sua vida de casal sofreu uma profunda alteração com o nascimento dos filhos. De uma vida a dois, centrada na relação e com tempo para tudo, passa-se a uma vida totalmente dedicada aos filhos onde o casal passa de apaixonado a amigo, de amoroso a funcional. Tarefas e mais tarefas, horas de sono trocadas e por vezes perdidas tornam a relação entre o casal distante e fria.

Se por um lado aquando do nascimento de um bebé este cansaço é normal e compreensível, é importante que cada membro do casal se continue a preocupar com o conjugue e procure adaptar a criança ao casal e não o contrário.

Desde cedo as crianças devem habituar-se ao seu espaço e a respeitarem o espaço dos pais e os pais não podem esquecer-se que antes de serem pais eram pessoas apaixonadas.

Promover a higiene do sono nas crianças irá permitir que o casal tenha o seu tempo de qualidade, para conversarem, partilharem mimos e amarem-se, sendo que pais felizes gerarão crianças e adolescentes felizes, equilibrados e autónomos. Nem sempre é fácil, mas o sucesso é garantido se houver constância nas rotinas e perseverança.

Homem e mulher deverão revessar-se nas dificuldades do sono das crianças, para permitir que ambos descansem, pois o desejo sexual e a motivação para estarem um com o outro são claramente preteridos quando o cansaço se instala.

O casal que ansiava pela experiência da parentalidade, pode desmembrar-se se o foco “casal” for subestimado.

Assim sendo, você que é pai ou mãe, lembre-se de olhar para o seu conjugue como antes, como um ser com necessidades de afeto, carinho e atenção e promova a relação saudável do casal… como era antes.

 

 

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Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

O casal e os filhos

casal e filhos 

Nada mais aceitável na nossa sociedade que um casal ter filhos. Os filhos são o fruto de um amor adulto e saudável e uma bênção para os pais e para toda a família.

Mas é importante que os jovens pais se consciencializem, quando a nova vida entra no seu seio familiar, que a vida de casal se vai alterar e muito, e que o sonho de consolidarem o seu amor com um filho pode tornar-se numa realidade em que marido e mulher passam apenas a ser pai e mãe, e em que o espaço de intimidade física e psicológica do casal diminui drasticamente podendo mesmo tornar-se inexistente.

 

Como evitar que esta situação se torne definitiva no tempo e que possa inclusive acabar com a relação?

 

É compreensível que um bebé ocupe toda atenção e energia de uma jovem mãe, mas também é compreensível que se o pai também se ocupar do bebé, deixará mais espaço e tempo para que a sua mulher tenha tempo para ela e para o casal.

 

Dicas para integrar um bebé na família sem beliscar a relação do casal:

 

  • Pai, ajude a mãe nas tarefas que lhe for possível, desde os banhos, as refeições, o acordar durante a noite e as tarefas domésticas, e não brinque apenas com o bebé. Brincar é ótimo, mas é a tarefa menos cansativa e é preciso ser mais activo no processo. Seja carinhoso e compreensivo com a sua mulher e faça-a lembrar-se de que está lá para ela.
  • Mãe, deixe o pai fazer as coisas à maneira dele e não critique tudo o que ele faz, senão este irá desistir rápido e será você quem vai arcar com a pesada consequência. Tome conta de si como antes, arranje-se e procure sair de casa. Tenha sempre um restinho de energia para dar afeto ao seu marido, que continua a precisar de si.
  • Avós, familiares e amigos, este casal precisa de espaço e tempo para garantir uma união duradoura e saudável. Ajudem com o bebé, proporcionando que o casal se escape de vez em quando para um tempo a dois, tão necessário para o bem-estar familiar.

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Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013

Problemas de relação no casal?

 

Desequilíbrios de poder é um problema que se instala entre os casais quando um dos parceiros adquire mais poder de decisão que o outro, sobre as actividades, os amigos, as questões financeiras, questões de família, de férias, e assim por diante, o relacionamento pode se tornar instável. Se um senso de igualdade não existe, uma relação não poderia ser o resultado.

Aceitação de estereótipos. mitos de gênero Mistaken inclui crenças tais como "Os homens gostam mais de sexo do que as mulheres" ou "As mulheres são passivas" ou "Os homens fazem mais dinheiro do que as mulheres." Se um dos parceiros acredita que esses estereótipos, são criadas falsas expectativas - o que resulta em maiores chances de um relacionamento fracassado. Um equilíbrio de poder pode salvar seu casamento.

Isolamento. Um problema comum os casais enfrentam quando está recém no amor é o isolamento de amigos e familiares. relações de amor baseado no medo e insegurança (é por isso que os casais se isolam) não são estáveis, e agravar outros problemas - o que pode levar ao rompimento de um relacionamento romântico.

Falta de auto-conhecimento. Se um ou ambos os parceiros não estão em sintonia com seus interesses, necessidades, desejos, planos futuros, metas, valores, atitudes sexuais e preferências -, então é difícil para eles se envolver em um relacionamento saudável. O auto-conhecimento ajuda os parceiros comunicar quem são eo que eles querem - o que pode impedir o rompimento de um relacionamento romântico. Isso pode ser um problema comum os casais enfrentam quando se reuniam quando eram jovens.

Baixa auto-estima, insegurança e falta de auto-confiança. Uma razão comum terminar relacionamentos é porque um dos parceiros se sente indigno de ser amado. Esta insegurança pode levar à possessividade e dependência excessiva, que não é saudável para um relacionamento amoroso. Construindo a auto-estima e auto-confiança é uma forma de construir um relacionamento saudável (mas cada parceiro deve fazer isso para ele ou ela própria).

Ciúme excessivo. "Ciúme é apontado como uma das causas mais freqüentes do rompimento de relações amorosas", diz Roger Hock em Sexualidade Humana. o ciúme delirante pode desencadear o abuso ea violência, que pode (e deve) ser por isso que relacionamentos acabam. o ciúme delirante não é um problema comum face casal - mas o ciúme normal pode ser.

A comunicação ineficaz. Se ambos os parceiros não podem compartilhar seus pensamentos, sentimentos, opiniões, valores, necessidades, frustrações, ou mesmo as suas alegrias, de um relacionamento fracassado poderia resultar. Se esta foi a causa de uma separação, então aprender a amar de novo poderia envolver aprender a se comunicar de forma eficaz. Este é um problema comum face casais, por vários motivos.

Controle. Se um dos parceiros está a tentar controlar ou manipular o outro, o relacionamento amoroso pode tornar-se fraco - ou mesmo perigoso. Esta razão final relacionamentos podem ser vistos de formas diferentes, como verificar-se sobre o parceiro, chamar nomes, ameaçar o companheiro, requerendo a seleção de parceiros em todo o tempo, ou não permitir que eventuais desvios da programação do parceiro. Isso não é comportamento amoroso, e isso resulta em relacionamentos fracassados.

Violência. Esta é a maneira mais óbvia, infalível para destruir um relacionamento romântico. O abuso físico, abuso sexual e abuso emocional são tentativas de obter o controle total sobre o parceiro. Embora as relações como este deve terminar imediatamente, muitos parceiros permanecer por várias razões complicadas. Aprender a amar de novo pode ser difícil se a violência é a razão para o rompimento do relacionamento romântico.

Conflito e estresse fazem parte da maioria dos casamentos e relacionamentos amorosos - mas aprendendo sobre as razões comuns para relações não podem ajudar os casais a trabalhar no sentido de um relacionamento saudável.

 

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Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013

Namoro à distância.

namoro

 

Como contornar as dificuldades quando a paixão se instala por alguém que vive a muitos quilómetros de distância.

 

A Elsa vive em Portugal mas o namorado vive em França. Conheceram-se em Erasmus e apaixonaram-se, mas ambos seguiram as suas vidas e voltaram para os seus países de origem.

A Tânia vive em Lisboa e o namorado vive em Aveiro. Ambos são de Aveiro mas a Tânia veio trabalhar para Lisboa.

O Rodrigo e a Teresa são do Algarve mas a Teresa está a trabalhar em Lisboa.

Como é que estes casais de namorados conseguem colmatar o facto de viverem separados toda a semana, ou no caso da Elsa e do Nuno, ao longo de todo 1 mês?

 

Como sabemos a paixão nem sempre pede licença para se instalar no nosso coração e por vezes fá-lo de uma forma bastante imprudente.

Se a vida a dois já não é fácil, comunicar apenas por SMS, vídeo conferencia e telemóvel torna-se um fardo bastante pesado para os casais, pois nem todos os sentidos podem estar presentes na comunicação.

A comunicação não verbal, através do olhar e do toque é retirada da equação e surge uma comunicação quase exclusivamente verbal.

A partilha do dia-a-dia e o estabelecimento de rotinas entre o casal apenas não existem dando lugar às saudades e ao sentimento de solidão.

A espera pelo SMS tao desejado ou de ver e/ou ouvir a voz do/a namorado/a, ainda que à distancia, tornam os momentos de comunicação carregados de expectativas e por vezes de algumas exigências.

Os encontros físicos são um misto entre o prazer de estarem juntos e a tristeza da eminente partida.

Que fazer então quando a nossa cara-metade não vive ao alcance de um abraço?

  • Tentem fazer coisas que ambos gostam, mesmo separados, para depois puderem falar sobre as mesmas
  • Falem por skype todos os dias e façam desse momento um ritual obrigatório e prazeroso. Completem com SMS e emails ao longo do dia, como forma de marcar presença e minimizar a ausência
  • Conversem sobre o vosso futuro como casais e sobre as vossas perspetivas de uma vida a dois, onde e quando.
  • Visitem-se frequentemente. O amor carece de proximidade.
  • Tenham confiança um no outro. Lembrem-se que estão numa relação e evitem as tentações
  • Ofereçam objetos pessoais e carinhosos um ao outro, para que o mesmo possa ser gratificante em momentos menos bons.
  • Porque os momentos a dois são raros, quando estão juntos, sejam egoístas para com os amigos e família e fujam do mundo. Aproveitem cada segundo e disfrutem em pleno da intimidade, da excitação e dos sentimentos de paixão que estiveram encarcerados por tantos dias.

 

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Domingo, 10 de Novembro de 2013

Sono nas crianças

Problemas de Sono nas Crianças

As crianças e os adolescentes precisam de pelo menos nove horas de sono por noite. Os problemas e a falta de sono podem ter efeitos negativos sobre o desempenho escolar das crianças na escola bem como afectar as suas relações sociais. Por consequência afetam a vida familiar e a relação do casal.

 

A diminuição da qualidade e quantidade de horas de sono podem provocar problemas comportamentais e de estabilização do humor, e comprometer a memória, a concentração e a aprendizagem no geral.

 

Dicas para melhorar a qualidade e quantidade de sono das crianças:

  • Estabelecer rotinas com um horário de deitar mais ou menos fixo. Essas rotinas não se devem alterar mais do que uma hora durante o fim-de-semana para evitar mudanças bruscas no ritmo biológico da criança.
  • Promover uma hora de deitar calma e relaxante, que pode ter como rotina um banho quente e/ou a leitura de uma história.
  • As refeições antes do deitar devem ser de fácil digestão e aconchegantes.
  • Depois do jantar não criar actividades excitantes e promover brincadeiras calmas.
  • Criar um ambiente relaxante no quarto da criança, com uma temperatura agradável e com pouca luminosidade.
  • Não fazer ruídos elevados nem demasiado bruscos após o deitar das crianças.
  • Os bebés e as crianças devem ir para a cama ainda acordados, para o seu próprio quarto.
  • É de evitar adormecer as crianças ao colo, num outro quarto ou na cama dos pais. Também não se aconselha que os pais se deitem com a criança até esta estar a dormir, pois estarão a comprometer a sua autonomia no adormecer.

 

 

 

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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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