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Segunda-feira, 30 de Dezembro de 2013

Crianças, Pais na Relação com os Filhos

crianças

O principal preditor de como bem a sua criança se sairá na escola e na vida é a força da relação que estabelece consigo.

Esta relação determina o futuro mental, físico, social e emocional da criança. Este tipo de relação está muito ligada à comunicação não verbal e é conhecida como vínculo.

Porque é tão importante o vínculo dos Pais como as Crianças.

O vínculo dos pais com a criança é uma forma de comunicação que promove o desenvolvimento da criança tanto a nível mental, como físico, emocional e social. Este vínculo com a criança desenvolve-se naturalmente à medida que os pais promovem a satisfação das necessidades da criança, no entanto a qualidade desse vínculo varia podendo ser um vínculo seguro ou inseguro.

Vinculo seguro entre a criança e os pais.

 Um vínculo seguro garante que a criança se sente segura, compreendida e consegue estar calma o suficiente para ter um desenvolvimento óptimo do seu sistema nervoso. Desta forma o cérebro da criança desenvolve-se de uma forma que promove as bases para no futuro ela se sentir um adulto seguro da sua capacidade de aprendizagem, da sua auto-imagem, da sua confiança e da sua capacidade para estabelecer relações com outras pessoas.

Vínculo inseguro entre a criança e os pais.

Um vínculo inseguro falha no sentido de conseguir promover as necessidades de segurança, compreensão e calma da criança, não conseguindo conduzir a um desenvolvimento cerebral organizado e inibindo o futuro adolescente e adulto das suas melhores capacidades mentais, emocionais e de aprendizagem.

Para que se estabeleça um bom vinculo com a criança não tem que se ser uma mãe ou pai perfeito. Só precisa de ter atenção à comunicação não verbal. Gestos, tom de voz, olhares, toques, carinhos, tudo o que não seja linguagem com letras.

 

 

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Quarta-feira, 18 de Dezembro de 2013

Oiça a Família

oiça a família

Sem dúvida que a sua família é uma das mais importantes relações que alguma vez terá na sua vida. Para ter uma boa relação com a sua família deve estar disponível para ouvir o que cada membro tem para dizer. Em ocasiões diferentes, em posições diferentes, consuante seja pai, mãe, filho ou filha terá sempre um papel muito importante na vida dessas pessoas.

Por isso oiça a família…

Coloque-se numa boa posição na qual seja apropriado ouvir o que se passa com cada membro. Qual a realidade que estão a viver neste momento? Quais os motivos que os motivam a agir de determinada maneira? Que expectativas têm face à vida e a si?

É igualmente importante respeitar também a relação que as pessoas têm entre si. As diferentes formas de percepcionar a mesma coisa, que gera diferentes opiniões e comportamentos. Coloque-se primeiro numa posição de observador e retire o máximo informação possível sobre o mundo interior das pessoas da sua família e depois poderá avaliar as situações e os contextos com os seus próprios valores.

Quando estiver a falar com alguém da sua família, olhe directamente para ela, sem haver intrusão, o contacto ocular e a proximidade física é o indicador que muitas pessoas têm para perceber que alguém lhes presta atenção.

Dê feedback sobre o que está a ouvir. Não precisa de expressar a sua opinião se não a tiver. Por vezes as pessoas nem precisam da opinião dos outros, até porque à coisas que estão fora de controlo e não se pode fazer nada, mas o que realmente aas pessoas precisam é de serem ouvidas.

Se a pessoa da sua família está com dificuldade em tomar decisões, diga-lhe para ela ver mais à frente as diferentes opções. Repare que você não lhe está a dizer o que fazer. Está-lhe a dizer para ela ver o que ela já tem na cabeça dela e o seu papel não é resolver o problema dela é facilitar essa resolução.

 

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Terça-feira, 17 de Dezembro de 2013

Casal e os Filhos de outra Relação

casalO casal que se junta e tem filhos de outra relação enfrenta desafios por vezes difíceis de resolver.

Quando o Amor acontece, um casal apaixonado enfrenta tudo e todos para puder ficar junto. De início tudo são rosas, mas quando se trata de um casal onde já existem filhos de outras relações, se não tivermos muita sensatez e paciência, as pétalas da rosa podem cair e ficamos apenas com os espinhos.

É o caso do João e da Rita, casal apaixonado que se juntou há 4 alguns anos. A Rita foi viver com o João e com uma bebé de 2 anos, a Matilde, o João já vivia com os seus dois filhos, o Manuel e a Paula.

A Matilde a bebé de 2 anos, por enquanto está bem adaptada à família recomposta, já que ganhou mimos de mais 3 pessoas, do João e dos seus filhos.

A Rita está com imensa dificuldade em lidar com os filhos do João, que têm 18 e 14 anos, pois acha que estes não a amam como amam a mãe deles, não a respeitam e não a ajudam nas tarefas domésticas.

O Manuel e a Paula, os filhos do João, são jovens equilibrados e bons estudantes, mas têm o comportamento típico dos adolescentes, isto é, fecham-se no quarto, jogam consola e computador, falam muito ao telemóvel e querem sair com os amigos.

O João, esse, está ensanduichado entre gerir a relação com os seus filhos, com a namorada Rita e entre estes.

O resultado divido às dificuldades em gerir tudo: o João e a Rita estão neste momento separados enquanto casal.

casal em familiaO que pode esta casal fazer?

Será importante que as regras da família sejam ditadas pelo casal, sendo que as mesmas não devem diferir muito das regras impostas pelo João antes de a Rita surgir na sua vida, caso contrário os adolescentes tenderão a recusá-las.

O João tem de criar um espaço para o casal, já que os filhos de ambos estavam habituados a terem o pai só para eles e agora a atenção dos pais não incide apenas nos próprios filhos.

É bom que a Rita entenda que não tem o papel de mãe e que surgiu na vida destes jovens quando o seu crescimento já ia a meio caminho, mas pode começar por ser uma boa amiga e uma pessoa de confiança, e até mesmo mediadora entre pai e filhos, quando se justificar.

Paciência e calma estão na ordem do dia, pois se o João e a Rita se apaixonaram, têm de compreender que os filhos de um e de outro não se apaixonaram por ninguém, mas as suas vidas alteraram-se drasticamente com a introdução de membros desconhecidos na família.

É preciso dar tempo ao tempo, permitir uma adaptação equilibrada de cada um dos 5 membros da família aos outros 4, e perceber ao mesmo tempo quais as necessidades de cada jovem para que esta adaptação seja saudável e enriquecedora para o seu crescimento individual, para o crescimento da relação do casal e para o florescer desta família recomposta, onde todos importam individualmente e onde queremos que todos se entrelacem familiarmente.

Terapia de Casal na Clínica Psicologia Lisboa

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Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013

Casal Feliz, Como ser?

 

Você sabe sabe tudo o que há para saber sobre como o casal feliz lida com as situações difíceis, comunicam, têm projectos em comum, alimentam o romance, etc.

Mas se tiver curiosidade em saber mais, leia a seguir e talvez descubra alguma dica

Casal Feliz – Querem saber como foi o dia do outro.

É tão fácil ficar apanhado na rotina do cansaço do dia que esquecemos como terá sido o da outra pessoa que já chamamos amor. Antes de começar o final do dia a falar de como lhe correu mal e como o seu patrão não valoriza, quando chegar a casa dê um abraço aquela pessoa e dê-lhe um beijo.

Casal Feliz – Aproximar da Confiança e Afastar do Ciúme.

Felizmente o local aonde trabalhamos e vivemos não é local de segregação de género. Por isso, não é possível não trabalhar com pessoas de sexo diferente. Para que se aproxime da confiança e afaste o ciúme deve ter em mente o corolário “Inocente até prova em contrário”. Deve também colocar-se “nos sapatos” da outra pessoa e pensar que incentivo está a dar à outra pessoa para ter fidelidade se a está a acusar sem razão. Por outro lado, deve procurar esclarecer quaisquer dúvidas, inseguranças ou incertezas que lhe possam surgir pelo caminho,

Casal Feliz – encontram caminhos comuns.

Aquela chama inicial que aproxima as pessoas, as deslumbra, as faz vibrar, as faz sentir especiais, tende a afrouxar com o tempo. Todos sabemos isso. Mas não se trata de uma inevitabilidade, de um fado, de um pesadelo no fim de uma noite de sossego. Muito pelo contrário, o desafio não é apaixonar-se, é manter-se apaixonada(o). Para manter a relação interessante encontre fazeres e interesses comuns. Se as pessoas se aproximam é porque têm algo em comum.

Casal Feliz – Compromisso é a chave.

Sabemos que não podemos ter imediatamente tudo o que queremos. Podemos tentar ter com o tempo, trabalho e investimento. O compromisso é o investimento que a relação precisa. Compromisso que o caminho é feito a dois – mais os filhos e o resto da família – norteado pelo desejo de viver bem no presente e ainda melhor no futuro.

Casal Feliz – Aqueles de se ouvem.

Precisamos de falar, de ser compreendidos, de sentirmos apoio, suporte e que alguém nos cuida. Quer saber uma coisa? O outro também precisa disso. Claro que passados um anos todos temos razões válidas e dadas pelo outro para não lhe prestarmos essa atenção. Mas como em tudo na vida as nossas escolhas são nossas não são do outro e se escolhemos trata-lo dessa forma escolhemos ser tratados de igual maneira.

Casal Feliz – Crescimento é coisa que se faz com o outro e não sozinho.

Os sonhos, espectativas e desejos de um devem ser do outro também. O empenho que uma pessoa tem em conseguir coisas, superar dificuldades e procurar uma vida melhor devem ser partilhados num casal feliz.

Casal Feliz – Não guardar ressentimentos.

Você é humano. A outra pessoa também. Todos fazem disparates, erros, falhas ou omissões graves. Por vezes quando menos se espera ou não vem nada a calhar. No entanto, sabemos que um casal feliz ultrapassa essas questões falando delas, debatendo intenções, subtraindo ao sentimento as razões que estavam na origem. Ressentimentos fazem rugas e criam cabelos brancos. Minam a disposição e toldam o discernimento. Por isso, encha o peito de ar, eleve-se aquela posição de aceitação da condição humana do outro e desculpe.

 

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Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2013

Família Unida

Família Unida

Podemos sempre escolher os amigos e por vezes até os colegas de trabalho, mas não podemos nunca escolher quem é a nossa família. Estamos ligados a eles para sempre, no melhor e no pior.

 

Enquanto indivíduos, somos todos e cada um de nós únicos e diferentes. Devido a isso os membros de uma família nem sempre se dão bem e os desacordos chegam quando menos se espera. De qualquer das formas ter alguém como familiar não precisa de ser sempre um pesadelo.

Um passo atrás, Reflectir na situação que trouxe conflito

 

Esta é uma das formas de começar a reparar na riqueza que é o facto dos outros serem diferentes de si. É com semelhantes a si que você se dá bem, mas é com diferentes que você aprende mais. Repare um pouco melhor e pode ainda ver algumas diferenças que até aprecia, ou de todo odeia e quer ser diferente. Já está a aprender. A enriquecer o seu reportório. Se não tiver cuidado ainda pode começar a gostar dessa pessoa mesmo que não a compreenda e ela a deixe em nervos.

 

Repare na dinâmica familiar. Como os elementos se atraem ou repelem, como se juntam ou se afastam, como se acalmam ou exaltam. Pode até começar a achar divertida como aquela loucura e agitação.

 

Pode até reparar que já não sente tanto desconforto como antigamente, ou que o desconforto é muito suportável. Repare um pouco melhor como se fosse observador de uma peça de teatro. Veja e ouça as personagens e o papel que elas representam. Repare que por vezes representam um papel quando outra pessoa esta presente, representando  outro quando não está. Talvez comece a notar que as pessoas não são somente aquilo que são connosco. Também são algo diferentes com os outros. Claro que existem sempre traços ou papeis mais fixos, mais rígidos e transversais a todas as pessoas com quem estão. Mas talvez, apenas talvez, possa começar a reparar na riqueza dessa massa de gente que de alguma forma está ligada a si.

 

Pense também naqueles que já não estão, mas estiveram e deixaram a sua herança. Umas vezes uma herança rechiada de tesouros, outras uma herança de dividas emocionais difíceis de pagar.

Seja como for é essa a pessoa maravilhosa que você é. Perfeita na imperfeição das relações.

 

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 16:08
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TORNE-SE FÃ DA NOSSA PÁGINA
psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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