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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014

Trabalho a Mais, Relação a Menos

trabalho e relação

 

No clima de economia actual, quando falamos de trabalhos geralmente referimo-nos à falta de emprego, ou de oportunidades, ou às baixas remunerações. Mas começa a existir um fenómeno cada vez mais frequente que é o impacto que o trabalho tem nas relações e na família.

O aumento das exigências, da precariedade, da fraca economia e as questões de personalidade contribui para que se coloque o trabalho como factor prioritário face às relações. O trabalho está em risco de se torna um dos principais factores de ruptura nas relações. Seja pelo tempo que consome, seja pela proximidade com os colegas e o afastamento da relação, seja pela necessidade de sobreviver num ambiente competitivo e incerto, o trabalho está neste momento a roubar a energia, a atenção e a paciência da relação de casal.

 

Queiramos ou não, somos muito influenciados pelo ambiente que vivemos. Vivemos num ambiente altamente tecnológico, de decisões rápidas, instantâneas, em que os resultados são esperados com prontidão e diligencia. Neste ambiente é difícil estabelecer barreiras apropriadas entre a vida profissional e a vida pessoal.

 

É esperado que as pessoas trabalhem mais, cumpram prazos, por vezes remetam para ultimo lugar o contacto com a família e os amigos. E o mais curioso é que isto é muito bem aceite e valorizado pela sociedade, ou seja todos nós. Rapidamente e consoante as oportunidades que as pessoas têm, começam a sentir que através do trabalho as pessoas aumentam a sua auto-estima, tornam-se respeitadas e consideradas, vêm-se como importantes, especiais e imprescindíveis. Isso é bom. Muito bom mesmo.

 

Mas quando a prioridade do trabalho se sobrepõem à relação pode acontecer um pesadelo. Esta visão do mundo e de si mesmo pode levar a outra pessoa a sentir-se ignorada, sem importância na sua vida.

 

Então o que fazer se sentir que a outra pessoa está a colocar o trabalho à frente da relação?

 

  • Explique à outra pessoa que para si uma relação faz sentido quando é possível confiar a satisfação de necessidades de uma forma reciproca. Ou seja, você tem determinadas necessidades afectivas e amorosas que espera que sejam satisfeitas pela outra pessoa. Se isso não acontecer é muito provável que surja um vazio emocional, um vácuo afectivo.
  • Lembre-se sempre que uma relação tem sempre duas perspectivas. Tende perceber qual a necessidade que a outra pessoa tem para trabalhar daquela maneira.
  • Ajude a outra pessoa a trabalhar menos uma hora por dia. É uma hora que a vossa relação precisa. Ajude a outra pessoa a perceber que aquela hora é um ganho, um investimento que está a fazer na vida dela, cuidando da relação.
  • Tenha interesses, actividades, prazeres fora do trabalho. Procure ter coisas para fazer que estimulem a criatividade, a evasão  e a espontaneidade.
  • Construa uma vida interessante para si. Aprenda, cresça, cultive-se e use o tempo que não está com a outra pessoa para ser melhor, ter mais, fazer mais, conhecer mais e preencher a sua vida. Isto irá fazer com que você sinta mais sentido e menos ressentimento em relação à incapacidade da outra pessoa em lhe dar o que você está a precisar. 

 

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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Alimentar o Amor, Exercício para alimentar uma boa relação

Amor no Casal

Apesar de ser muito agradável sentir amor e apreço por parte da outra pessoa, a maioria de nós confessa que se sente desconfortável e estranho quando lhe fazem um elogio. Na verdade, quase conseguimos ouvir-nos a negar, contradizer e a recusar os elogios como sendo verdadeiros, genuínos e honestos.

Faça o seguinte exercício:

  1. Escreva as coisas que gosta, aprecia e acarinha na outra pessoa. Pensa nos aspectos físicos, emocionais, personalidade, nos comportamentos e atitudes da outra pessoa que lhe inspiram em si a admiração, confiança, segurança e vontade de ser melhor.
  2. Com essa lista à sua frente, façam algum contacto físico, como darem as mãos, estarem muito próximos e olhos nos olhos. Um de cada vez diz ao outro, cada um dos itens da lista, referindo todas as coisas que aprecia e gosta no outro. Enquanto uma das pessoas está a dizer o elogio, o outro tem que ouvir com atenção e receber de coração, não deve analisar ou questionar a verdade do que está a ser dito. Lembre-se que este é um exercício de como receber amor.
  3. Quando ambos acabarem de dizer tudo o que está nas listas, partilhem quaisquer sentimentos ou pensamentos que ocorreram enquanto estavam a receber esse elogio.
  4. Agora individualmente completem pelo menos 5 comportamentos da sentença seguinte: Eu senti-me amada(o) quando tu …. (ou) Eu apreciei muito quando tu … . Um de cada vez diz ao outro uma sentença.
  5. Pense em que comportamentos ou atitudes referidas pela outra pessoa estará você disposta(o) a repetir mais frequentemente.

 

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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

Intimidade Emocional, Como desenvolver

intimidade emocional

A Intimidade Emocional não deve ser confundida com intimidade sexual.

A intimidade emocional é a capacidade para aceitar o outro tal como é e não o que ele se pode tornar. É a capacidade para se sentir confortável um com o outro até ao ponto em que não sente avaliação ou julgamento na relação.

A intimidade emocional é o sentimento de aceitação, respeito, admiração e reconhecimento que existe um lugar em que se pode recolher quando esta mal.

 

É exigente para ambas as pessoas desenvolver essa relação tão enriquecedora. Implica que você e a outra pessoa mude aspectos da personalidade o que implica que tem que reconhecer primeiro o que sente e pensa, o que acredita ser importante e ver, ouvir e sentir a “verdade” da outra pessoa.

 

É importante que reconheça os padrões de comportamento e sentimento. Precisa de estar consciente do seu verdadeiro Eu.

Intimidade emocional é o contrário de ter dificuldade em “abrir o jogo” com a outra pessoa, porque receia ou “sabe” que vai receber criticas?

Intimidade emocional é o contrário de ter receio ou de “saber” que os seus sentimentos, desejos, vontades e expectativas são diferentes e inconciliáveis com os da outra pessoa.

 

A intimidade emocional é algo que se consegue com o tempo e com o conhecimento de si próprio e da outra pessoa.

Para isso é necessário que haja tempo em comum, que haja coisas comuns para fazer, que haja situações vividas em comum. O desafio é manter este interesse comum conciliado com as exigências das rotinas diárias.

 

A intimidade emocional implica aproximação e toque.

Gestos amorosos, carinhosos, que expressem afecto. Se existem crianças na relação é importante para elas que vejam os pais a ter gestos de afecto um para com o outro. Apesar dos ciúmes que naturalmente os miúdos possam expressar por essa aproximação entre os pais, os pais têm que compreender que é importante que as crianças percebam, entendam e sintam que são únicas e exclusivas em determinados contextos da vida e noutros contextos existem outras pessoas que também o são. Quando os pais expressam esse carinho e afecto através de gestos estão a ensinar que a intimidade emocional não é garantida é construída e mantida. Que o amor é um processo de manutenção e não uma dádiva espontânea que encontramos por sorte.

 

A intimidade emocional implica ouvir o outro.

Mesmo com o cansaço da rotina das tarefas diárias ou do trabalho e mesmo que a vontade seja abstrair, descansar e isolar, ter o tempo merecido para si, é importante ouvir a outra pessoa, estar junto a ela. Mesmo que a conversa seja a mesma, mesmo que não haja novidades, alterações, mudanças significativas na vida. Mesmo que seja um dia “normal”, habitual e nada extraordinário. Esses são os dias em que tem que se aproximar e ouvir a outra pessoa. Os homens precisam perceber que as mulheres precisam de atenção, tempo para falar das suas coisas. Diz-se que os homens são de Marte e as mulheres são de Venos. Bem o que isso quer dizer é que os homens dão mais atenção às grandes coisas, às grandes mudanças, às viagens uma vez por ano, ao dia de aniversário, aos grandes presentes, aquelas coisas que são raras e grandes. As mulheres dão importância à continuidade, à constância, à permanência, às pequenas coisas mas frequentes. A pequena lembrança muito frequente é muito mais importante que o grande presente uma vez por ano.

Os homens têm que se esforçar para corresponderem a esta diferença e meter na consciência que pouco e frequente é mais importante que muito e raro. Desta forma a intimidade emocional cresce na relação.

 

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Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2014

Confiança na Relação, É preciso Intimidade Emocional

Confiança na Relação

Muitos casais procuram saber como podem construir ou reconstruir confiança na relação.

Quando estamos a conhecer alguém não fazemos a mínima ideia se aquela pessoa nos tratará com honestidade e integridade. À medida que o tempo passa, a confiança desenvolve-se, mas nem sempre. Mesmo nas relações mais longas pode haver uma quebra de confiança se houver falta de intimidade emocional. No entanto, se as duas pessoas na relação conseguirem aprender a serem honestas na comunicação das suas necessidades, desejos, espectativas e receios, existe uma boa hipótese dessa comunicação ser sentida como amor e respeito pela outra pessoa e isso salva muitas relações do seu fim.

A intimidade emocional é um aspecto importantíssimo na construção de se ter confiança na relação com outra pessoa.

Algumas pessoas passam muito tempo e energia a preocuparem-se com o que a outra pessoa irá pensar se elas comunicarem o que querem verdadeiramente, outras pessoas desligaram-se dessa preocupação. Tanto umas como outras enviesam a comunicação verdadeira e genuína. Começa a surgir muito “ruido” e passado pouco tempo a comunicação é difícil.

 

É surpreendente como a relação muda para melhor quando se muda a comunicação. Quando se tem a oportunidade para dizer o que verdadeiramente se pensa e sente, o que se quer e deseja. E apesar dessa comunicação poder ser interpretada de outra forma pela outra pessoa, o facto é que a transparência na comunicação dissipa receios, resistências e desconfianças.

 

Estar sintonizado com a comunicação da outra pessoa é um processo que se aprende. Não é algo inato. Por vezes, em algumas fases da relação as pessoas entendem-se melhor, compreendem-se melhor e estão mais sintonizadas. Acontece quando os sonhos, aspirações e vontades são semelhantes. Mas quando são diferentes o que faz a diferença é se as pessoas conseguem manter a intimidade emocional e isso é feito através da forma e modo como comunicam.

 

A confiança e a intimidade emocional são mantidas através da ferramenta que é a comunicação. 

 

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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

Acabar uma Relação, Sem (muito) sofrimento

Acabar uma Relação

O acabar uma relação é uma coisa que vai acontecendo em diferentes alturas.

 

Primeiro repara-se numa vaga sensação de descontentamento, de paragem ou estagnamento na relação e por vezes de solidão. Sente-se que as coisas estão diferentes, mas na maioria das vezes aceita-se como pertencendo aos baixos “normais” de uma relação. Por vezes justifica-se essa sensação com o facto da outra pessoa “ser assim”.

 

Depois torna-se mais consciência de que não se está feliz. Podem começar as primeiras tentativas para mudar a situação. E as primeiras resistências da relação à mudança.

 

Se alguma coisa não muda na relação, com o tempo o sentimento aumenta e começa-se a imaginar como seria se houvesse uma separação. Como seriam as vossas vidas e as dos filhos. E o resto da família.

 

E finalmente, ou encontra outra pessoa ou dá por si a fazer as contas e a procurar uma casa para viver. Entretanto, fica sempre a questão se o que está prestes a decidir é de facto a melhor opção.

 

Neste momento, vou presumir que tem uma certeza absoluta quanto a separar-se. Que dissipou as suas dúvidas, as suas incertezas. Que tem a certeza que o que está a decidir tem mais a ver com a escolha de vida que procura ter e não com o facto de ter encontrado outra pessoa que lhe preenche uma parte que precisa.

 

Partindo desse princípio, vem o princípio de aceitar que as coisas acabam, por muito triste e difícil que seja terminar um projecto que já foi comum, quando você tem essa decisão tomada a questão é, como o fazer com a maior dignidade possível, de forma que a ruptura seja o mais “limpa” e a recuperação o mais rápida possível.

 

A razão para querer que seja assim é porque dessa forma você limita a argumentação e as discussões, porque protege os seus filhos das reacções face à separação, porque evita danos maiores e sofrimento para além daquele que é necessário, porque não gasta uma fortuna em processos judiciais e porque poupa a sua energia para encarar a mudança como algo positivo na sua vida e da outra pessoa.

 

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Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2014

Mau Comportamento, Nas Crianças

mau comportamento

Todas as crianças têm fases de mau comportamento, algumas mais que outras e algumas mais mal que outras.

Estes três passos irão diminuir o mau comportamento da criança e reduzir a frequência e intensidade dos problemas de comportamento.

Mau comportamento – A base é a Relação

Uma relação estável e amada entre pais e filhos é a base para um desenvolvimento saudável da criança. Diga ao seu filho/a que que a ama e mostre esse amor com o tempo que lhe dedica a ouvir, brincar e a ensinar. A relação pais-filhos é feita com base nas palavras que se vão dizendo e pelo tom da voz, é fortalecida pelo riso que é partilhado nas brincadeiras e é para sempre circunscrita e definida pelos valores e capacidades que você passa à sua criança todos os dias.

Mau comportamento – Planear é Sempre a Melhor Solução

Planear é o segredo de uma boa parentalidade. Corrija as suas expectativas de forma que elas estejam adequadas a exigir bons resultados mas que sejam alcançáveis pela criança e prepare-se sempre para reforçar os resultados que pretende. A maioria do mau comportamento das crianças ocorre em fases de transição e ajustamento face à mudança. Todas as pessoas estão habituadas a fases de transição e mudança. Todo o crescimento é feito dessa adaptação e as crianças estão no centro dessa aprendizagem. Nesse sentido percebe-se que o mau comportamento é sempre uma reacção negativa, não esperada ou desadaptada da criança a essas transições da vida. O mau comportamento significa que a criança ainda não adquiriu as competências que necessita para ultrapassar essa transição na sua vida. Competências que nós adultos temos que lhes ensinar.

Planear significa que temos que conhecer bem a criança, o seu temperamento, as suas capacidades, as características do seu ambiente e os seus desafios.

Utilize instruções directas, acompanhamento continuo e aproveite todas as oportunidades para ensinar as competências que ela precisa para aprender a lidar com os desafios ao longo da jornada da vida.

Mau comportamento – A Solução está na Sua Resposta

Atenção e respostas são as melhores ferramentas para eliminar o mau comportamento. A compreensão do porque a criança mudou o seu comportamento ajudará a planear a sua resposta e diminuir o mau comportamento. No fundo, sabemos que tudo se resume a acções e consequências. Quando uma criança obtém reforço positivo ela aumenta a frequência de um comportamento adequado. Quando a criança obtém um reforço negativo ou um castigo ela muda o mau comportamento.

Todas as pessoas e as crianças em especial aprendem a fazer uma associação entre um mau comportamento e a sua consequência quando o reforço ou o castigo é logica e imediatamente aplicado. É dessa forma que se muda o mau comportamento da criança.

 

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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014

Como fazer para lidar com o comportamento de oposição?

comportamento de oposição

O comportamento de oposição da criança às regras educativas dos pais e da escola é um problema cada vez mais comum na infância nos dias de hoje.

Como fazer para lidar com o comportamento de oposição?

Lidar com o comportamento de oposição – Responder ser revolta ou zanga

É importante dar resposta ao comportamento da criança mas sem expressar zanga, revolta ou ressentimento, por muito difícil que possa ser, deve antes expressar-se o mais calma possível e restringir-se ao que está a acontecer. Isto é não fazer considerações futuras acerca daquele comportamento futuro. Identifique e reconheça o comportamento de oposição, restrinja a sua observação a esse comportamento, explique, clarifique como esse comportamento de oposição precisa de mudar e deixe-se de argumentos que procure que a criança compreenda a falha moral. Isso será numa outra ocasião.

Lidar com o comportamento de oposição – Seja consistente e Claro

A natureza do comportamento de oposição é deixar os pais tão em baixo acabam por desistir e a criança passa a ditar as suas regras. Você precisa de ser forte, clara e consistente com os seus objectivos de educação. E os seus objectivos não é desafiar e opor-se ao comportamento opositor e desafiante da criança. O seu objectivo é educa-la.

Lidar com o comportamento de oposição – As coisas não são pessoais

Não pode levar a peito o comportamento de oposição. Ou seja, não o encare como uma coisa de ataque pessoal ao seu papel de pai ou mãe. Quando a criança tem um comportamento de oposição e desafiante, por muito que lhe custe, mantenha-se neutro, distanciado e o mais objectivo possível. A pior coisa que pode acontecer é entrar na luta pelo poder. Repare, se você sente ou pensa que tem que entrar na luta pelo poder é porque sente e pensa que não o tem ou tem receio de o perder. Nada disso. A questão fundamental não é a disputa de poder, a questão fundamental é o que a criança precisa de aprender e como ensina-la. Para isso, você por vezes tem que ser uma excelente atriz.

Lidar com o comportamento de oposição – As coisas não são pessoais

Lembre-se sempre que ser pai/mãe não é um concurso de popularidade. Há alturas em que as crianças não pensam o melhor dos pais. Sejam porque acham que são injustos, egoístas, maus, não cooperantes, etc. Mas continue a manter os limites e exerça as consequências adequadas quando os limites são ultrapassados.

 

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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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