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Sexta-feira, 27 de Março de 2015

Ansiedade Social

Ansiedade Social

 

ansiedade social.jpg

 

Ansiedade Social é o receio de que em situações sociais e de relação com outras pessoas possam surgir sentimentos de julgamento, avaliação ou crítica negativa por parte dos outros.

Colocando de outra forma, ansiedade social é o medo e a ansiedade de ser julgado e de causar uma impressão negativa nos outros. Este medo conduz a sentimentos de inadequação, embaraço, humilhação e depressão. Se habitualmente uma pessoa fica ansiosa em situações sociais, mas está bem quando sozinha, então pode estar com um problema de ansiedade social.

ansiedade social é um problema de ansiedade que é muito mais comum do que habitualmente as pessoas acreditam. Milhões de pessoas em todo o mundo sofrem todos os dias as consequências deste problema devastador e traumático, seja devido à ansiedade perante uma situação social específica, seja perante uma situação de desempenho ou seja perante múltiplas e generalizadas situações sociais.

Sabe-se hoje, que a ansiedade social é o terceiro problema psicológico mais frequente que afecta as pessoas.

Quando as situações de relação social são muito específicas, as pessoas facilmente identificam a causa da ansiedade social, tornando-se mais claro a sua resolução.

Um tipo de ansiedade social específica é o receio de falar na presença de outras pessoas, por exemplo em reuniões de trabalho ou familiares, em jantares ou almoços, em esperar para ser atendido nas filas, entre muitas outras.

Quando a ansiedade social é mais generalizada, torna-se muito difícil para as pessoas identificarem as causas que lhes provocam ansiedade, o que gera mais confusão perante a resolução da ansiedade. Na maioria das vezes, só passados anos de evitamento e fuga de situações, é que se entende que este problema de ansiedade não passa com o tempo e não passa com o evitamento. Não se trata de um problema de fraqueza pessoal, ou de falhanço perante as dificuldades. A única coisa necessária é tomar consciência sobre como a ansiedade social funciona, o que leva a pessoa a pensar e a sentir, e o que a obriga a fazer.

O controlo que as pessoas precisam vem com esta tomada de consciência e com a alteração de uma forma de se verem a si mesmos e à relação com os outros. Na grande maioria das vezes este trabalho de mudança só pode ser feito em psicoterapia. Aliás a psicoterapia é isto mesmo, mudar formas habituais de pensar, sentir e agir, que foram erroneamente moldadas durante anos de más experiências. Tudo isto feito num curto período de tempo.

Situações que levam a sentir Ansiedade Social

As pessoas com ansiedade social sentem habitualmente um desconforto muito grande nas seguintes situações:

  • Ser apresentado(a) a outras pessoas.
  • Ser apontado(a) ou criticado(a) por outras pessoas.
  • Ser o centro das atenções.
  • Ser observado(a) enquanto faz qualquer coisa.
  • Ter de enfrentar pessoas que são consideradas autoridade ou que são pessoas avaliadas como importantes.
  • Na maioria dos encontros com outras pessoas, principalmente com pessoas pouco conhecidas ou que sentem pouca proximidade.
  • Na maioria das situações em que têm que fazer conversa de circunstancia.
  • Na maioria das situações em que se sentem obrigadas a marcar uma imagem positiva perante as outras pessoas.

As sensações físicas que acompanham a ansiedade social incluem um receio muito aumentado, muitas vezes inexplicável, como se a pessoa se sentisse em perigo sem saber porquê, o corar, a boca seca, os tremores, a dificuldade em engolir, e a tensão nos músculos.

As pessoas que sentem ansiedade social sabem que o que sentem é irracional, sem sentido e sem explicação (ou seja, não têm ainda a consciência dos “porquês” de isso estar a acontecer). Contudo, “saber” uma coisa, nomeadamente, que não faz sentido é muito diferente de “acreditar” ou de sentir. É por isso, que os sentimentos, pensamentos e a ansiedade não desaparecem, o que aumenta o estado de confusão e alimenta a ideia errada de que se a pessoa não consegue livrar-se desses pensamentos e sentimentos então deve ser fraca.

As boas notícias são que a psicoterapia para a ansiedade social tem sido alvo de evolução científica nos últimos anos, sendo unânime a ideia de que hoje a psicoterapia é de facto eficaz na resolução deste tipo de problema. As pessoas que sofrem com este tipo de ansiedade desde à muitos anos, restringiram muito a sua qualidade de vida. As pessoas referem que depois da terapia as suas vidas mudaram, no sentido de que a mesma já não é controlada pelo receio e pela ansiedade.

ansiedade social, assim como outros problemas de ansiedade, pode ser tratada com sucesso, e hoje não se justifica a afirmação “Aprender a viver desta maneira”. Não tem que viver assim e dessa maneira. Existem coisas para mudar em si e na relação com os outros, não sabe o quê, então procure um psicólogo especialista nesta área que lhe diga, alguém que compreenda bem o problema e saiba como ajudar a resolver.

Certifique-se que o psicólogo compreende quando você diz que é muito auto-consciente, que sente que os outros estão a observar ou que estão a formar opiniões negativas de si. Certifique-se que o psicólogo não minimiza ou desvaloriza o que lhe está a dizer, dizendo que você está a exagerar. As pessoas com ansiedade social já sabem que estão a exagerar, no entanto, sentem na mesma que os outros as estão a observar e a avaliar. A consciência de si mesmo está muito aumentada e é real.

Se o psicólogo não entender isto deve questionar-se se o mesmo consegue ajudar a resolver o problema.

Lembre-se ainda de que um profissional de psicoterapia recebe sempre bem as suas dúvidas e questões. Se lhe parecer que o psicólogo está contra a sua visão do mundo pode não ser a sua escolha. O psicólogo pode devolver-lhe os paradoxos e contradições acerca da sua forma de ver a si e as relações, mas sempre envolvido em compreensão, empatia e respeito por si.

As pessoas com ansiedade social precisam de suporte, encorajamento e de um ambiente de terapia relaxante.

Vencer a ansiedade social não é fácil, contudo milhares de pessoas já o conseguiram. Enquanto está no centro do problema, a vivê-lo, sente desespero e sem esperança de ficar bem. A vida passa a ter como objectivo vencer a ansiedade, que ora é de uma maneira, ora é de outra. Mas isto pode terminar.

O que precisa para vencer a Ansiedade Social

As coisas principais que precisa para vencer a ansiedade social são:

  • Compreender e ter consciência acerca do que é verdadeiramente a ansiedade social
  • Compromisso de levar em frente a sua mudança mesmo que por vezes seja um pouco difícil.
  • Insistência, insistência, insistência para que a nova informação fique bem gravada no seu cérebro e se torne automática.
  • Procurar terapias que funcionam. Numa primeira fase a psicoterapia individual depois a psicoterapia de grupo. A terapia com medicamentos é muitas das vezes necessária quando a ansiedade é muito elevada e incapacitante.
  • A psicoterapia deverá servir sempre para encorajar a mudança, trazer algo positivo à vida da pessoa e deverá ser acolhedora.

Que situações aumentam a Ansiedade Social?

  • Estar, conversar e participar nas actividades de um grupo.
  • Comer ou beber em público (p.ex. restaurantes, festas, reuniões familiares).
  • Ser o centro das atenções num grupo de pessoas.
  • Levantar-se e fazer um pequeno discurso, sem preparação prévia, numa festa.
  • Representar, agir ou falar perante outras pessoas.
  • Estar com num grupo de amigos (principalmente se no grupo “existir” alguém que domine a situação).
  • Trabalhar enquanto se está a ser observado/a.
  • Escrever enquanto se está a ser observado/a (p.ex. nas repartições públicas, na escola, no trabalho).
  • Atender o telefone a alguém que não conhece bem.
  • Falar com alguém que não conhece bem ou ser apresentado a alguém.
  • Voltar a encontrar-se com pessoas que não conhece bem.
  • Conduzir (devido à vergonha antecipada de fazer alguma coisa “errada”).
  • Fazer um teste às suas capacidades, competências ou conhecimentos.
  • Expressar desacordo ou reprovação (p.ex. dizer não).
  • Olhar directamente para alguém que não conhece muito bem.
  • Apresentar oralmente um trabalho.
  • Conhecer alguém para um relacionamento romântico/sexual.
  • Reclamar uma compra, produto ou serviço.
  • Entrar numa sala aonde os outros já estão presentes.

O que as pessoas fazem para evitar a Ansiedade Social?

  • Desviar ou evitar o olhar perante as pessoas (p.ex. usar óculos para evitar que as pessoas saibam que olhou para elas; usar MP3 para dissuadir as pessoas de lhe falar).
  • Falar rápido e sem pausas.
  • Falar devagar, baixo e com um tom inseguro, reduzindo ao mínimo o que tem para dizer.
  • Evitar atrair atenções, evitando estar com pessoas que puxam para si a atenção.
  • Manter o distanciamento do que se está a passar.
  • Parar o que estava a fazer quando se sente observado.
  • Rir para esconder que está nervoso.
  • Verificar repetidamente se está apresentável (p.ex. pentear, ajeitar a roupa).
  • Pensar muito no que vai dizer ao ponto de passar a oportunidade de o fazer.
  • Aumentar a distância entre si e a outra pessoa.
  • Esforçar-se por parecer à vontade junto de alguém.
  • Observar passivamente o que se está a passar.
  • Na interacção com alguém, estar irrequieto com os braços e mãos, não sabendo como os colocar.
  • Tentar disfarçar o tremor e o rubor (corar).
  • Ficar no lugar mais escondido possível.
  • Ao andar na rua, estar sempre à procura de pessoas que possa conhecer para poder desviar o olhar e fingir que não as viu.

O que pensa uma pessoa com Ansiedade Social quando está na relação com outras pessoas?

  • Não vou dizer nada de jeito, vão achar que só digo banalidades e que não percebo nada disto.
  • Vou ficar embaraçado e vão notar que não me sinto à vontade.
  • Tenho que me acalmar.
  • Tenho que prestar atenção ao que digo.
  • Vão pensar que sou ridículo.
  • Não estou a ser natural e vão notar que estou ansioso.
  • Estou a corar, a voz está a tremer.
  • Vão achar que sou inseguro e está toda a gente a olhar para mim.
  • Vou bloquear, não sei o que hei-de dizer e vão-me gozar.
  • Vão notar que estou a suar.
  • Tenho que causar boa impressão.
  • É melhor calar-me antes que diga asneira.
  • Tenho que dizer alguma coisa de interesse.
  • Vou ser o centro das atenções.

 

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Terça-feira, 24 de Março de 2015

Ansiedade Generalizada

Ansiedade Generalizada

Ansiedade Generalizada.jpg

 

A principal característica da ansiedade generalizada

que é o tipo mais comum de ansiedade, é a preocupação excessiva, incontrolável e persistente acerca de coisas do dia-a-dia, sejam muito ou pouco importantes. Para uma pessoa com ansiedade generalizada tudo assume proporções catastróficas, tudo é muito negativo, o resultado final ou o desfecho das situações é sempre o pior que pode acontecer.

Como a ansiedade generalizada se confunde com a preocupação normal, a pessoa que tem ansiedade generalizada desvaloriza quando as outras pessoas lhe dizem para não ser tão negativa, para não ser assim, para parar de ver sempre o lado pior das coisas. A pessoa que se preocupa desta maneira acredita inclusive que a sua preocupação é muito legitima e que irá prevenir que algo mau aconteça. No entanto, as pessoas que têm

Ansiedade generalizada

apresentam outros sintomas que as fazem pensar duas vezes. Queixas como cansaço, dificuldade em dormir, desregulação hormonal com alterações no peso ou na libido, dores musculares, dores gástricas (muito frequente a ocorrência de síndrome do Cólon Irritável).

É importante que a pessoa faça uma consulta de psicologia mesmo quando apresenta todos estes sintomas físicos e depois de ter consultado o médico.

A psicoterapia para a ansiedade generalizada utilizada na Clínica Psicologia Lisboa assume uma forma especialmente eficaz, uma vez que os nossos psicólogos têm uma formação diversificada.

A psicoterapia para a ansiedade generalizada

é uma forma de psicoterapia ansiedade que trabalha os pensamentos ansiosos da pessoa utilizando uma variedade de técnicas para alterar esses pensamentos. A base da psicoterapia ansiedade é aprender a controlar e a modificar esses pensamentos ansiosos. Fazendo isso altera-se o modo de ver o mundo e o que se sente.

É dada uma especial importância ao “como” se aprender a pensar. As influências de uma vida de experiências que ensinou que preocupar, mesmo que excessivamente é melhor do que não se preocupar de todo. Na psicoterapia ansiedade aprende-se a encontrar o meio caminho este estes dois pólos.

 

 

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Sábado, 21 de Março de 2015

Ansiedade Desnecessária

Ansiedade Desnecessária

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É importante reduzir ansiedade desnecessária?…

Com certeza… a ansiedade é normal mas quando é em excesso tem que ser reduzida.

A ansiedade é uma disposição natural de toda a espécie humana. Assim ditou a lei da sobrevivência e da adaptação. Aqueles que têm ansiedade foram outrora os mais aptados a lidar com os perigos e as incertezas…

Mas nos tempos de hoje torna-se imprescindível reduzir a ansiedade desnecessária.

O cérebro humano adaptou-se a reagir automaticamente às situações que eram percebidas como perigosas. Adaptou-se ainda por criar mecanismos automáticos de memória para as situações temidas. Esse foi uma das maiores defesas psico-biológicas da nossa espécie. Mas esse mesmo mecanismo funciona hoje de um modo muito exagerado e automático de forma que se torna necessário reduzir a ansiedade desnecessária.

A ansiedade desnecessária de hoje serviu outrora como mecanismo de alarme…

de chamada de atenção para perigos que eram percebidos ou antecipados. Hoje esse alarme e essa antecipação que gera ansiedade desnecessária tem que evoluir e adaptar-se novamente às exigências dos tempos modernos. O cérebro não parou de evoluir. Aquilo que se faz em psicoterapia é uma forma de evolução mais rápida. Não existem quaisquer duvidas que um futuro passa por uma humanidade mais clama, tranquila e baseada na certeza das coisas. O presente parece desmentir esse futuro, no entanto a necessidade do homem é ter cada vez menos ansiedade desnecessária.

É importante que aprenda a utilizar outros mecanismos para reduzir a ansiedade desnecessária….

nomeadamente, mecanismos como a respiração profunda, o relaxamento instantâneo ou o relaxamento progressivo, alterar padrões automáticos de pensamento, como o pensamento negativo, a preocupação excessiva, o perfeccionismo.

Reduzir a ansiedade desnecessária é importante porque mantém os níveis e cortisol e adrenalina num balanço químico ideal ao bom funcionamento…

Nem muito baixo, nem muito alto. Ótimo funcionamento intelectual e emocional.

 

 

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Quinta-feira, 19 de Março de 2015

Agravar Depressão

Agravar Depressão

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Quando uma pessoa esta deprimida tem a tendência para fazer algumas coisas que vão agravar depressão.

Esses comportamentos que vão agravar depressão, não são instantâneos ou imediatos mas instalam-se de uma forma gradual e insidiosa, sendo na maioria das vezes difíceis de mudar.

Que comportamentos promovem o agravar depressão e que devem ser gradualmente dar lugar a outros mais saudáveis?

Agravar depressão - Abuso de álcool

Recorrer ao álcool ou drogas para fugir à realidade da tristeza, da perda, da falta de interesse ou de motivação, é um padrão que surge muitas vezes na depressão. Apesar de o álcool aliviar ligeiramente a ansiedade (principalmente a ansiedade social), tem um efeito depressivo do sistema nervoso central que provoca alterações no sono acabando por geral para além de habituação orgânica uma habituação psicológica ao alivio artificial e temporário do mal-estar depressivo.

O que fazer para não agravar depressão: não deve guardar para si esse problema. Se notar que existe uma alteração no padrão de consumo, ou se esse padrão estiver a alterar o seu funcionamento na vida social, familiar e laboral, deve falar com o médico ou com o psicólogo. O álcool interfere sempre com a medicação para  a depressão e ansiedade.

Agravar depressão - Fugir ao exercício físico

Se gosta de ir ao ginásio ou praticar alguma atividade física com frequência, a falta de vontade de as praticar pode ser um sinal de que pode existir um agravar depressão a caminho. Quando se está deprimido há alguma dificuldade em manter as atividades físicas que costumava fazer apesar de saber que isso seria positivo. O exercício físico é um dos tratamentos de eleição para a depressão e promove o contrário do agravar depressão, isto porque aumenta os níveis de serotonina e dopamina que são dois químicos cerebrais que estão em falta na depressão. Apesar de o corpo estar apto para praticar exercício físico, o cérebro parece não ser capaz de começar e nestes casos é necessário fazer psicoterapia para "convencer" o cérebro a tomar as acções necessárias para melhorar.

Agravar depressão - Refugiar-se no açúcar

Quando se sente mais deprimido pode dar por si a desejar doces ou comida menos saudável. Os doces tem propriedade que elevam o humor mas é apenas temporário e uma vez passado esse efeito, volta o sentimento depressivo.

Agravar depressão - Pensamento negativo

Quando está deprimido é mais comum surgirem pensamentos negativos que o levam a não tentar coisas novas e isto faz agravar depressão. Os pensamentos negativos são o resultado da depressão e que fazem entrar num ciclo que promove o agravar depressão tornando-se cada vez mais difícil sair desse estado.

O que fazer para não agravar depressão: não se agarrar a expetativas tão rigorosas e elevadas. Controlar mais o que faz em vez de tentar controlar os resultados que as ações poderão ter.

 

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Quarta-feira, 18 de Março de 2015

Acabar com Stress

Acabar com Stress

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Acabar com Stress – Elimine a desorganização

É natural haver algum nível de desorganização na vida de todos nós. Mesmo que se esforce muito e implemente um sistema de controlo altamente eficaz assegurar a organização e acabar com stress é garantido que o sistema tenda para a desorganização, para o caos. Mas a desorganização é um poluente visual muito forte e tornar-se cada vez mais difícil acabar com stress quando começamos a ter dificuldade em fazer opções. Disponha de algum tempo para organizar, limpar e colocar em ordem as coisas. Mas perceba os limites e se a organização das coisas o estiver a stress, tem que acabar com stress da organização e arrumação.

Acabar com Stress – Chegue a horas

O tempo é um dos fatores de maior stress. Chegar atrasado ou não corresponder um prazo é algo que tem que desaparecer para acabar com stress. Estamos sempre à pressa com qualquer coisa. É para chegar lá, é para fazer aquilo, é para ter isto. Aprenda o hábito de se antecipar. De chegar mais cedo. O hábito de não colocar tantas coisas na lista de fazeres. Repare bem no tempo que as coisas levam a fazer. Não subestime o tempo das coisas e não sobrestime o seu tempo disponível. Repare que não existe falta de tempo. Todos temos o mesmo tempo, podemos é ter mais coisas que achamos importantes fazer naquele tempo. Acabar com stress é encontrar prioridades para as coisas no tempo que existe e respeitando o tempo que cada coisa precisa para ser cumprida.

Acabar com Stress – Acabar com o controlo

 Tentar controlar as situações, pessoas e até o que sente, só serve para aumentar a ansiedade e o stress. Acabar com stress é deixar ir. É aceitar as coisas tal como elas são quando não podem ser alteradas. Acabar com stress começa por aprender a distinguir o que pode ser alterado por si, do que não pode ser modificado na vida.

 

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Quinta-feira, 15 de Maio de 2014

Boa Relação, Como ter uma?

Boa relação

O que é preciso para ter uma boa relação?

As pessoas que têm uma boa relação fazem isto:

Boa relação – Dar e Receber

As pessoas que têm uma boa relação valorizam mais o que a outra pessoa faz bem do que falha. Todas as pessoas falham, ninguém é perfeito e ajustar as expectativas pessoais à capacidade da outra pessoa fazer e dar de si à relação é uma das mais fortes características de uma boa relação.

Boa relação – Cuidado e Carinho

Numa boa relação as pessoas têm um cuidado permanente com o outro. Uma atenção especial. Tratam o outro com carinho e dedicação. Claro que se pode ser exigente quando a outra pessoa não está a corresponder às necessidades do próprio, mas esta exigência tem que ser equilibrada através de uma comunicação assertiva e suportada pelo dar ao outro, cuidado, protecção, segurança e carinho. Se não, como ter legitimidade para reclamar o que quer que seja?

Boa relação – Abraçar e Beijar

Todos temos memória. Memória visual, auditiva e do que sentimos. As pessoas que têm uma boa relação abraçam-se e beijam-se frequentemente e isso cria-lhes memórias afectivas positivas em todos sentidos. Funciona muito melhor do que aquele “amo-te muito” escrito num cartão de aniversário e oferecido uma vez por ano.

Boa relação – “Tem um bom dia” pela manhã e “Dorme bem” pela noite

As pessoas que estão numa boa relação têm por hábito tomar o pequeno almoço juntas e desejar um bom dia quando cada uma vai para o seu trabalho. Quando isto acontece com frequência as pessoas levam uma memória positiva do outro durante pelo menos grande parte da manha. Ao fim da tarde cumprimentam-se sempre com um beijo, deitam-se juntas e desejam uma boa noite à outra pessoa. Desta forma, a ligação afectiva está sempre mantida e é garantido que apesar dos altos e baixos existe sempre uma boa relação.

Boa relação – Mantenha contacto durante o dia

Numa boa relação as pessoas mantêm algum tipo de contacto durante o dia. Por SMS, mail ou facebook as pessoas vão trocando palavras que expressam como está a decorrer o seu dia-a-dia. Claro que quando estes contactos são intrusivos e sufocantes são mal recebidos e rejeitados. Mantenha a proporção e o equilíbrio.

 

 

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Quinta-feira, 8 de Maio de 2014

Relacionamento, O que é preciso para ter um bom

relacionamento

O que é preciso para ter um bom relacionamento?

Está empenhado(a) em ter um bom relacionamento ou melhorar o relacionamento que já tem e quer saber como?

Relacionamento - Vão para a cama ao mesmo tempo

Lembra-se de como era no início do relacionamento. Você não podia esperar para ir para a cama para fazer amor com pessoa amada. Um relacionamento feliz é aquele que resiste à tentação de não irem para a cama ao mesmo tempo. As pessoas que estão num relacionamento feliz deitam-se ao mesmo tempo. Passam esse tempo de intimidade juntos. É um tempo só para eles, sem tarefas e afazeres. Nem precisa de haver sexo todos os dias. Basta que haja intimidade, aproximação e partilha emocional. Isso acontece mesmo que um das pessoas se levante depois porque não tem sono ou porque quer ver um filme.

Relacionamento – Partilhar de interesses comuns

Quando as pessoas estão apaixonadas o relacionamento é sempre bom. Não porque as coisas corram sempre bem, mas porque a intensidade do interesse mútuo é elevada. Quando a paixão passa e dá lugar a um sentimento mais tranquilo e menos intenso é necessário cultivar esse interesse comum no relacionamento. Os interesses comuns até podem mudar. Numa fase é conhecer a outra pessoa em todos os aspectos, outra fase é a companhia, outra fase é o desenvolvimento do projecto comum que pode ser a casa, os filhos, as viagens, etc. Seja que fase for, o importante saber que a ligação emocional à outra pessoa é feita através de interesse comum e partilhado no relacionamento.

Relacionamento – Toque, mãos dadas e lado a lado

As pessoas que dizem ter um bom relacionamento têm uma relação de igual para igual, caminham na vida lado a lado e dão a mão ao outro quando ele precisa. O que é que isto quer dizer? Quer dizer que as pessoas que têm um relacionamento feliz sabem que podem contar com a outra pessoa, confiam nela, sentem-se emocionalmente protegidas e seguras. Existem duas formas de transmitir esse sentimento no relacionamento. Uma é quando uma pessoa está numa situação difícil e precisa muito da outra pessoa. Felizmente essas situações são pouco frequentes na vida, mas acontecem sempre. A outra forma é todos os dias através do toque carinhoso, do dar a mão na rua, do sentar lado a lado, etc.

 

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Terça-feira, 1 de Abril de 2014

Psicologia da Família, O que é?

psicologia da família

 

Psicologia da Família é uma especialidade da psicologia que está focalizada nas emoções, pensamentos e comportamentos das pessoas em contexto familiar.

 

A Psicologia da Família é uma especialidade fundada nos princípios da teoria sistémica, encarando a família como um sistema dinâmico, vivo e em constante desenvolvimento.

 

Já são muitos os contributos científicos para o entendimento da psicologia da família. Assim como são bastante alargadas as formas de intervenção neste grupo especial de pessoas. A psicologia da família é um mundo emocionante e complexo que muitas vezes escapa à racionalidade directa do comum mortal. É de facto necessário ter um entendimento intelectual e uma experiencia pessoal com a psicologia da família e para isso muito enriquece a vida e o conhecimento do terapeuta. Não existe uma forma correcta ou errada de entender a psicologia da família, existe sim a facilidade ou dificuldade em desbloquear enredos familiares.

 

Por princípio a psicologia da família fundamenta-se na premissa que a dinâmica da família desempenha um papel vital no funcionamento psicológico dos membros que a constituem.

 

As consultas em psicologia da família levam em consideração a história da família nuclear e da família alargada, o ambiente actual, a forma de comunicação e o projecto comum.

 

Os terapeutas são psicólogos especializados em psicologia da família que mantêm o seu foco, entendimento e empatia na dinâmica familiar e traduzem as necessidades e dificuldades relacionais em questões práticas passiveis de serem resolvidas.

 

A psicologia da família está especialmente indicada para as situações de:

  • Problemas de comunicação
  • Problemas relacionados com os filhos
  • Sexualidade
  • Problemas relacionados com as prioridades familiares versus outras prioridades de algum membro da família
  • Problemas de gestão de relações entre as diferentes famílias, do origem e actual
  • Dificuldade na gestão dos conflitos depois da separação ou divórcio

 

 

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Sexta-feira, 21 de Março de 2014

Má Relação, como evitar

má relação

 

Existem algumas regras para evitar cair numa má relação.

Para evitar uma má relação tem que haver amor, intimidade emocional e sexual e romance.

Estes são os pilares de um relacionamento amoroso e a forma de evitar uma má relação. Haver uma grande sintonia na cama não basta, tem que haver o desejo de estar junto e partilhar a vida com a outra pessoa. Esse desejo é o combustível para o amor.

Para evitar uma má relação tem que haver partilha de objectivos, metas e desejos mútuos.

Acredite que para evitar uma má relação você vai ter que tornar os seus sonhos como objectivos do casal. Vai ter que ter um projecto comum que é a soma dos sonhos individuais de cada um. O compromisso é trabalharem juntos. A desvantagem é que a liberdade está mais condicionada. A vantagem é que o trabalho de equipa – a dois – é mais gratificante que o trabalho solitário.

Para evitar uma má relação tem que haver compaixão, aceitação e perdão.

São muitos os erros, as falhas e as omissões que as pessoas cometem umas com as outras quando estão numa relação. É quase impossível evitar isso. Por isso é imprescindível que haja compaixão pelas dificuldades do outro, aceitação pelas insuficiências e perdão com os erros.

Para evitar uma má relação tem que haver um desejo mutuo de intensificar a relação com coisas fora da relação.

As relações que se tornam pouco gratificantes são aquelas que habitualmente as pessoas se fecham sobre elas próprias ou sobre as questões da relação. É necessário que a relação esteja aberta ao mundo que rodeia cada uma das pessoas. Mas suficientemente protegida para que não haja influencia que coloque em perigo a consistência e a unicidade do casal.

Para evitar uma má relação tem que haver a capacidade para admitir erros e falar sobre eles.

Tem que se ter uma boa capacidade para se colocar no lugar do outro. Estar aberto a outras perspectivas. Ter a capacidade para não abdicar das suas convicções mas ter a flexibilidade para mudar de ideias. Estar numa relação implica que se tenha essa postura. Apesar da outra pessoa poder ter uma forma de ser e pensar diferente da sua ela não é o inimigo. É suposto que existam diferenças entre os dois e é suposto admitir que por vezes você está errado e aprender com isso.

 

 

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Terça-feira, 18 de Março de 2014

Bom relacionamento

Bom relacionamento 

 

Um bom relacionamento não sobrevive se for deixado ao sabor do vento.

Um bom relacionamento precisa de cuidados e carinho que as duas pessoas vão dando um ao outro de forma a criar uma ligação reciprocamente benéfica.

Para promover um bom relacionamento, profundo e intimo, é preciso que a relação tenha determinadas que as pessoas não se podem esquecer.

Um bom relacionamento implica que haja uma comunicação carinhosa, constante e honesta.

Se não houver conversa, comunicação e diálogo é difícil haver um bom relacionamento. Quanto mais se comunicar, o mais ligação se vai sentir, mesmo que alguns temas possam ser desagradáveis. Não pare de comunicar.

Um bom relacionamento implica que haja uma verdadeira e sincera vontade de trabalhar os desentendimentos e as diferenças.

Tenha consciência que se desistir de resolver as diferenças e de encontrar as semelhanças você estará a desistir de ter um bom relacionamento. As situações até podem ser tensas, desconfortáveis e frustrantes, mas tem que acreditar que o afecto positivo – o amor - está do outro lado da moeda. A dificuldade nestas alturas é virar a moeda

Um bom relacionamento implica que haja sentido de humor, diversão e distração das obrigações da vida.

Um bom relacionamento precisa de ar fresco para respirar. Esse ar fresco é a capacidade que as pessoas têm de implicar bom humor, diversão, novidade e distração, nas rotinas do dia-a-dia. Traga a outra pessoa para as coisas que você gosta de fazer, não faça sozinho, mesmo que precise daquele tempo só para si. Inclua a outra pessoa. Faça-a tornar-se parte dessa parte da sua vida.

Um bom relacionamento implica que você partilhe as lições que a vida vai ensinando.

Quem está na vida para viver percebe rapidamente que existem muitas lições a aprender. Porque existem muitos erros que se fazem e muitas falhas que se cometem, também existe muita oportunidade para aprender. Para um bom relacionamento, partilhe com a outra pessoa essas aprendizagens e perceberá o quanto a outra pessoa fica gratificada por lhe estar a proporcionar esse enriquecimento.

Um bom relacionamento implica que você dê e receba apoio emocional, validação e valorização incondicional e exclusiva.

Um bom relacionamento tem por base a troca reciproca de necessidades. Algo que um precisa é provido pelo outro. Todas as pessoas têm as suas necessidade pessoais, no entanto é unanime considerar que todas as pessoas precisam de valorização, apoio emocional e validação como sinal de unicidade e consistência da relação.

 

 

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Quarta-feira, 12 de Março de 2014

Para uma Relação Fantástica

relação fantástica

Qual a diferença entre uma relação fantástica e uma relação assim-assim?

Na verdade, as diferenças são muito pequenas. Não são necessárias coisas inacessíveis, difíceis ou estranhas para transformar a uma relação numa relação fantástica.

Relação Fantástica – Compreender e Conhecer as Necessidades do Outro

A principal razão pela qual as relação podem não resultar bem não é tanto por existirem conflitos, falta de comunicação ou diferenças na dinâmica sexual. A principal razão tem a ver com a frustração, com o desapontamento diário, pelo vazio de entendimento entre as duas pessoas face às necessidades uma da outra.

Para limpar essa frustração tem que começar a falar das necessidades, desejos e objectivos que não estão a ser realizados. A outra pessoa tem que ter a capacidade para ouvir, compreender e indicar alternativas para que se consiga atingir o que a pessoa quer se for humanamente possível.

Relação Fantástica – Dar e Receber Carinho Amoroso

Os homens que recebem mais reconhecimento das suas mulheres dizem sentir-se mais felizes. Reconhecimento como palavras e gestos que demonstram apreço, respeito e amor. E é provável que os homens precisem de mais reconhecimento que as mulheres, uma vez que as mulheres obtêm de outras formas e mais frequentemente, através de amigas, conhecidos ou desconhecidos, reconhecimento. É extremamente raro que os homens obtenham esse reconhecimento por parte dos outros, por isso precisarem tanto do das suas mulheres. Por outro lado, os homens também estão mais disponíveis a responder com reconhecimento, atenção e valorização quando são reconhecidos ou apreciados.

Relação Fantástica – Falar e Estar um com o Outro

É importante para uma relação fantástica que as pessoas possam e consigam estar uma com a outra a falar sobre assuntos que não tenham a ver com os filhos, contas e responsabilidades. Falar do dia-a-dia, dos objectivos, das vontades, dos desejos. Falar de banalidades, frivolidades e coisas menos sérias.

 

 

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Terça-feira, 4 de Março de 2014

Relação Amorosa...Duas Verdades, Duas Realidades

Relação Amorosa

 

A relação amorosa tem a ver com o envolvimento de duas pessoas, são o equivalente a “estradas afectivas” de dois sentidos. Por isso, quando as coisas não estiverem a correr bem não se coloque o extremo que o problema é exclusivamente da outra pessoa, nem se coloque no outro extremo em que a culpa é só sua.

A relação amorosa são duas pessoas, duas verdades, duas realidades.

Na relação amorosa ambas as pessoas têm que participar activamente na relação mantendo-a positiva, construtiva e saudável. Como em qualquer organismo dinâmico, com vida, existem momentos em que a relação amorosa não está saudável, isso não é grave. Sabemos que quando um sistema dinâmico sobrevive a uma ameaça ou crise, ele fortalece-se, torna-se imune a essa ameaça. Na relação amorosa é a mesma coisa, quando as pessoas conseguem ultrapassar a crise a relação amorosa fica mais forte, mais resistente. O problema é conseguir ultrapassar a crise, a ameaça.

 

Toda a relação amorosa é diferente. Não existe a forma certa para que uma relação funcione bem ou funcione mal. Existem indicações acerca do que costuma ser importante na relação amorosa, mas no fim cada casal tem as suas próprias regras, hábitos, rotinas e verdades. A questão é se conseguem comunicar isso um ao outro dentro da relação amorosa e manter a dinâmica viva.

 

Neste sentido é importante compreender que toda a relação amorosa é diferente de outra. Não é útil comparar a sua relação amorosa com a dos seus pais, amigos, colegas, familiares ou mesmo com relações amorosas passadas, nem mesmo com aquela relação amorosa que parece perfeita.

 

A sua relação amorosa é única e se precisa ser melhorada então tem que se perceber o que lhe falta.

 

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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014

Trabalho a Mais, Relação a Menos

trabalho e relação

 

No clima de economia actual, quando falamos de trabalhos geralmente referimo-nos à falta de emprego, ou de oportunidades, ou às baixas remunerações. Mas começa a existir um fenómeno cada vez mais frequente que é o impacto que o trabalho tem nas relações e na família.

O aumento das exigências, da precariedade, da fraca economia e as questões de personalidade contribui para que se coloque o trabalho como factor prioritário face às relações. O trabalho está em risco de se torna um dos principais factores de ruptura nas relações. Seja pelo tempo que consome, seja pela proximidade com os colegas e o afastamento da relação, seja pela necessidade de sobreviver num ambiente competitivo e incerto, o trabalho está neste momento a roubar a energia, a atenção e a paciência da relação de casal.

 

Queiramos ou não, somos muito influenciados pelo ambiente que vivemos. Vivemos num ambiente altamente tecnológico, de decisões rápidas, instantâneas, em que os resultados são esperados com prontidão e diligencia. Neste ambiente é difícil estabelecer barreiras apropriadas entre a vida profissional e a vida pessoal.

 

É esperado que as pessoas trabalhem mais, cumpram prazos, por vezes remetam para ultimo lugar o contacto com a família e os amigos. E o mais curioso é que isto é muito bem aceite e valorizado pela sociedade, ou seja todos nós. Rapidamente e consoante as oportunidades que as pessoas têm, começam a sentir que através do trabalho as pessoas aumentam a sua auto-estima, tornam-se respeitadas e consideradas, vêm-se como importantes, especiais e imprescindíveis. Isso é bom. Muito bom mesmo.

 

Mas quando a prioridade do trabalho se sobrepõem à relação pode acontecer um pesadelo. Esta visão do mundo e de si mesmo pode levar a outra pessoa a sentir-se ignorada, sem importância na sua vida.

 

Então o que fazer se sentir que a outra pessoa está a colocar o trabalho à frente da relação?

 

  • Explique à outra pessoa que para si uma relação faz sentido quando é possível confiar a satisfação de necessidades de uma forma reciproca. Ou seja, você tem determinadas necessidades afectivas e amorosas que espera que sejam satisfeitas pela outra pessoa. Se isso não acontecer é muito provável que surja um vazio emocional, um vácuo afectivo.
  • Lembre-se sempre que uma relação tem sempre duas perspectivas. Tende perceber qual a necessidade que a outra pessoa tem para trabalhar daquela maneira.
  • Ajude a outra pessoa a trabalhar menos uma hora por dia. É uma hora que a vossa relação precisa. Ajude a outra pessoa a perceber que aquela hora é um ganho, um investimento que está a fazer na vida dela, cuidando da relação.
  • Tenha interesses, actividades, prazeres fora do trabalho. Procure ter coisas para fazer que estimulem a criatividade, a evasão  e a espontaneidade.
  • Construa uma vida interessante para si. Aprenda, cresça, cultive-se e use o tempo que não está com a outra pessoa para ser melhor, ter mais, fazer mais, conhecer mais e preencher a sua vida. Isto irá fazer com que você sinta mais sentido e menos ressentimento em relação à incapacidade da outra pessoa em lhe dar o que você está a precisar. 

 

 

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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Alimentar o Amor, Exercício para alimentar uma boa relação

Amor no Casal

Apesar de ser muito agradável sentir amor e apreço por parte da outra pessoa, a maioria de nós confessa que se sente desconfortável e estranho quando lhe fazem um elogio. Na verdade, quase conseguimos ouvir-nos a negar, contradizer e a recusar os elogios como sendo verdadeiros, genuínos e honestos.

Faça o seguinte exercício:

  1. Escreva as coisas que gosta, aprecia e acarinha na outra pessoa. Pensa nos aspectos físicos, emocionais, personalidade, nos comportamentos e atitudes da outra pessoa que lhe inspiram em si a admiração, confiança, segurança e vontade de ser melhor.
  2. Com essa lista à sua frente, façam algum contacto físico, como darem as mãos, estarem muito próximos e olhos nos olhos. Um de cada vez diz ao outro, cada um dos itens da lista, referindo todas as coisas que aprecia e gosta no outro. Enquanto uma das pessoas está a dizer o elogio, o outro tem que ouvir com atenção e receber de coração, não deve analisar ou questionar a verdade do que está a ser dito. Lembre-se que este é um exercício de como receber amor.
  3. Quando ambos acabarem de dizer tudo o que está nas listas, partilhem quaisquer sentimentos ou pensamentos que ocorreram enquanto estavam a receber esse elogio.
  4. Agora individualmente completem pelo menos 5 comportamentos da sentença seguinte: Eu senti-me amada(o) quando tu …. (ou) Eu apreciei muito quando tu … . Um de cada vez diz ao outro uma sentença.
  5. Pense em que comportamentos ou atitudes referidas pela outra pessoa estará você disposta(o) a repetir mais frequentemente.

 

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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

Intimidade Emocional, Como desenvolver

intimidade emocional

A Intimidade Emocional não deve ser confundida com intimidade sexual.

A intimidade emocional é a capacidade para aceitar o outro tal como é e não o que ele se pode tornar. É a capacidade para se sentir confortável um com o outro até ao ponto em que não sente avaliação ou julgamento na relação.

A intimidade emocional é o sentimento de aceitação, respeito, admiração e reconhecimento que existe um lugar em que se pode recolher quando esta mal.

 

É exigente para ambas as pessoas desenvolver essa relação tão enriquecedora. Implica que você e a outra pessoa mude aspectos da personalidade o que implica que tem que reconhecer primeiro o que sente e pensa, o que acredita ser importante e ver, ouvir e sentir a “verdade” da outra pessoa.

 

É importante que reconheça os padrões de comportamento e sentimento. Precisa de estar consciente do seu verdadeiro Eu.

Intimidade emocional é o contrário de ter dificuldade em “abrir o jogo” com a outra pessoa, porque receia ou “sabe” que vai receber criticas?

Intimidade emocional é o contrário de ter receio ou de “saber” que os seus sentimentos, desejos, vontades e expectativas são diferentes e inconciliáveis com os da outra pessoa.

 

A intimidade emocional é algo que se consegue com o tempo e com o conhecimento de si próprio e da outra pessoa.

Para isso é necessário que haja tempo em comum, que haja coisas comuns para fazer, que haja situações vividas em comum. O desafio é manter este interesse comum conciliado com as exigências das rotinas diárias.

 

A intimidade emocional implica aproximação e toque.

Gestos amorosos, carinhosos, que expressem afecto. Se existem crianças na relação é importante para elas que vejam os pais a ter gestos de afecto um para com o outro. Apesar dos ciúmes que naturalmente os miúdos possam expressar por essa aproximação entre os pais, os pais têm que compreender que é importante que as crianças percebam, entendam e sintam que são únicas e exclusivas em determinados contextos da vida e noutros contextos existem outras pessoas que também o são. Quando os pais expressam esse carinho e afecto através de gestos estão a ensinar que a intimidade emocional não é garantida é construída e mantida. Que o amor é um processo de manutenção e não uma dádiva espontânea que encontramos por sorte.

 

A intimidade emocional implica ouvir o outro.

Mesmo com o cansaço da rotina das tarefas diárias ou do trabalho e mesmo que a vontade seja abstrair, descansar e isolar, ter o tempo merecido para si, é importante ouvir a outra pessoa, estar junto a ela. Mesmo que a conversa seja a mesma, mesmo que não haja novidades, alterações, mudanças significativas na vida. Mesmo que seja um dia “normal”, habitual e nada extraordinário. Esses são os dias em que tem que se aproximar e ouvir a outra pessoa. Os homens precisam perceber que as mulheres precisam de atenção, tempo para falar das suas coisas. Diz-se que os homens são de Marte e as mulheres são de Venos. Bem o que isso quer dizer é que os homens dão mais atenção às grandes coisas, às grandes mudanças, às viagens uma vez por ano, ao dia de aniversário, aos grandes presentes, aquelas coisas que são raras e grandes. As mulheres dão importância à continuidade, à constância, à permanência, às pequenas coisas mas frequentes. A pequena lembrança muito frequente é muito mais importante que o grande presente uma vez por ano.

Os homens têm que se esforçar para corresponderem a esta diferença e meter na consciência que pouco e frequente é mais importante que muito e raro. Desta forma a intimidade emocional cresce na relação.

 

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Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2014

Confiança na Relação, É preciso Intimidade Emocional

Confiança na Relação

Muitos casais procuram saber como podem construir ou reconstruir confiança na relação.

Quando estamos a conhecer alguém não fazemos a mínima ideia se aquela pessoa nos tratará com honestidade e integridade. À medida que o tempo passa, a confiança desenvolve-se, mas nem sempre. Mesmo nas relações mais longas pode haver uma quebra de confiança se houver falta de intimidade emocional. No entanto, se as duas pessoas na relação conseguirem aprender a serem honestas na comunicação das suas necessidades, desejos, espectativas e receios, existe uma boa hipótese dessa comunicação ser sentida como amor e respeito pela outra pessoa e isso salva muitas relações do seu fim.

A intimidade emocional é um aspecto importantíssimo na construção de se ter confiança na relação com outra pessoa.

Algumas pessoas passam muito tempo e energia a preocuparem-se com o que a outra pessoa irá pensar se elas comunicarem o que querem verdadeiramente, outras pessoas desligaram-se dessa preocupação. Tanto umas como outras enviesam a comunicação verdadeira e genuína. Começa a surgir muito “ruido” e passado pouco tempo a comunicação é difícil.

 

É surpreendente como a relação muda para melhor quando se muda a comunicação. Quando se tem a oportunidade para dizer o que verdadeiramente se pensa e sente, o que se quer e deseja. E apesar dessa comunicação poder ser interpretada de outra forma pela outra pessoa, o facto é que a transparência na comunicação dissipa receios, resistências e desconfianças.

 

Estar sintonizado com a comunicação da outra pessoa é um processo que se aprende. Não é algo inato. Por vezes, em algumas fases da relação as pessoas entendem-se melhor, compreendem-se melhor e estão mais sintonizadas. Acontece quando os sonhos, aspirações e vontades são semelhantes. Mas quando são diferentes o que faz a diferença é se as pessoas conseguem manter a intimidade emocional e isso é feito através da forma e modo como comunicam.

 

A confiança e a intimidade emocional são mantidas através da ferramenta que é a comunicação. 

 

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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

Acabar uma Relação, Sem (muito) sofrimento

Acabar uma Relação

O acabar uma relação é uma coisa que vai acontecendo em diferentes alturas.

 

Primeiro repara-se numa vaga sensação de descontentamento, de paragem ou estagnamento na relação e por vezes de solidão. Sente-se que as coisas estão diferentes, mas na maioria das vezes aceita-se como pertencendo aos baixos “normais” de uma relação. Por vezes justifica-se essa sensação com o facto da outra pessoa “ser assim”.

 

Depois torna-se mais consciência de que não se está feliz. Podem começar as primeiras tentativas para mudar a situação. E as primeiras resistências da relação à mudança.

 

Se alguma coisa não muda na relação, com o tempo o sentimento aumenta e começa-se a imaginar como seria se houvesse uma separação. Como seriam as vossas vidas e as dos filhos. E o resto da família.

 

E finalmente, ou encontra outra pessoa ou dá por si a fazer as contas e a procurar uma casa para viver. Entretanto, fica sempre a questão se o que está prestes a decidir é de facto a melhor opção.

 

Neste momento, vou presumir que tem uma certeza absoluta quanto a separar-se. Que dissipou as suas dúvidas, as suas incertezas. Que tem a certeza que o que está a decidir tem mais a ver com a escolha de vida que procura ter e não com o facto de ter encontrado outra pessoa que lhe preenche uma parte que precisa.

 

Partindo desse princípio, vem o princípio de aceitar que as coisas acabam, por muito triste e difícil que seja terminar um projecto que já foi comum, quando você tem essa decisão tomada a questão é, como o fazer com a maior dignidade possível, de forma que a ruptura seja o mais “limpa” e a recuperação o mais rápida possível.

 

A razão para querer que seja assim é porque dessa forma você limita a argumentação e as discussões, porque protege os seus filhos das reacções face à separação, porque evita danos maiores e sofrimento para além daquele que é necessário, porque não gasta uma fortuna em processos judiciais e porque poupa a sua energia para encarar a mudança como algo positivo na sua vida e da outra pessoa.

 

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Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2014

Mau Comportamento, Nas Crianças

mau comportamento

Todas as crianças têm fases de mau comportamento, algumas mais que outras e algumas mais mal que outras.

Estes três passos irão diminuir o mau comportamento da criança e reduzir a frequência e intensidade dos problemas de comportamento.

Mau comportamento – A base é a Relação

Uma relação estável e amada entre pais e filhos é a base para um desenvolvimento saudável da criança. Diga ao seu filho/a que que a ama e mostre esse amor com o tempo que lhe dedica a ouvir, brincar e a ensinar. A relação pais-filhos é feita com base nas palavras que se vão dizendo e pelo tom da voz, é fortalecida pelo riso que é partilhado nas brincadeiras e é para sempre circunscrita e definida pelos valores e capacidades que você passa à sua criança todos os dias.

Mau comportamento – Planear é Sempre a Melhor Solução

Planear é o segredo de uma boa parentalidade. Corrija as suas expectativas de forma que elas estejam adequadas a exigir bons resultados mas que sejam alcançáveis pela criança e prepare-se sempre para reforçar os resultados que pretende. A maioria do mau comportamento das crianças ocorre em fases de transição e ajustamento face à mudança. Todas as pessoas estão habituadas a fases de transição e mudança. Todo o crescimento é feito dessa adaptação e as crianças estão no centro dessa aprendizagem. Nesse sentido percebe-se que o mau comportamento é sempre uma reacção negativa, não esperada ou desadaptada da criança a essas transições da vida. O mau comportamento significa que a criança ainda não adquiriu as competências que necessita para ultrapassar essa transição na sua vida. Competências que nós adultos temos que lhes ensinar.

Planear significa que temos que conhecer bem a criança, o seu temperamento, as suas capacidades, as características do seu ambiente e os seus desafios.

Utilize instruções directas, acompanhamento continuo e aproveite todas as oportunidades para ensinar as competências que ela precisa para aprender a lidar com os desafios ao longo da jornada da vida.

Mau comportamento – A Solução está na Sua Resposta

Atenção e respostas são as melhores ferramentas para eliminar o mau comportamento. A compreensão do porque a criança mudou o seu comportamento ajudará a planear a sua resposta e diminuir o mau comportamento. No fundo, sabemos que tudo se resume a acções e consequências. Quando uma criança obtém reforço positivo ela aumenta a frequência de um comportamento adequado. Quando a criança obtém um reforço negativo ou um castigo ela muda o mau comportamento.

Todas as pessoas e as crianças em especial aprendem a fazer uma associação entre um mau comportamento e a sua consequência quando o reforço ou o castigo é logica e imediatamente aplicado. É dessa forma que se muda o mau comportamento da criança.

 

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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014

Como fazer para lidar com o comportamento de oposição?

comportamento de oposição

O comportamento de oposição da criança às regras educativas dos pais e da escola é um problema cada vez mais comum na infância nos dias de hoje.

Como fazer para lidar com o comportamento de oposição?

Lidar com o comportamento de oposição – Responder ser revolta ou zanga

É importante dar resposta ao comportamento da criança mas sem expressar zanga, revolta ou ressentimento, por muito difícil que possa ser, deve antes expressar-se o mais calma possível e restringir-se ao que está a acontecer. Isto é não fazer considerações futuras acerca daquele comportamento futuro. Identifique e reconheça o comportamento de oposição, restrinja a sua observação a esse comportamento, explique, clarifique como esse comportamento de oposição precisa de mudar e deixe-se de argumentos que procure que a criança compreenda a falha moral. Isso será numa outra ocasião.

Lidar com o comportamento de oposição – Seja consistente e Claro

A natureza do comportamento de oposição é deixar os pais tão em baixo acabam por desistir e a criança passa a ditar as suas regras. Você precisa de ser forte, clara e consistente com os seus objectivos de educação. E os seus objectivos não é desafiar e opor-se ao comportamento opositor e desafiante da criança. O seu objectivo é educa-la.

Lidar com o comportamento de oposição – As coisas não são pessoais

Não pode levar a peito o comportamento de oposição. Ou seja, não o encare como uma coisa de ataque pessoal ao seu papel de pai ou mãe. Quando a criança tem um comportamento de oposição e desafiante, por muito que lhe custe, mantenha-se neutro, distanciado e o mais objectivo possível. A pior coisa que pode acontecer é entrar na luta pelo poder. Repare, se você sente ou pensa que tem que entrar na luta pelo poder é porque sente e pensa que não o tem ou tem receio de o perder. Nada disso. A questão fundamental não é a disputa de poder, a questão fundamental é o que a criança precisa de aprender e como ensina-la. Para isso, você por vezes tem que ser uma excelente atriz.

Lidar com o comportamento de oposição – As coisas não são pessoais

Lembre-se sempre que ser pai/mãe não é um concurso de popularidade. Há alturas em que as crianças não pensam o melhor dos pais. Sejam porque acham que são injustos, egoístas, maus, não cooperantes, etc. Mas continue a manter os limites e exerça as consequências adequadas quando os limites são ultrapassados.

 

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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014

Nunca Pare de Comunicar

nunca pare comunicar

 

Uma relação saudável assenta sobre uma boa comunicação. Quando as pessoas deixam de comunicar, deixam de se relacionar e nas alturas de mudança ou de stress pode surgir a sensação de caminhos diferentes. Desde que o casal continue a comunicar podem sempre enfrentar quaisquer problemas que surjam.

 

Cada um de nós é diferente do outro no modo como recebe e dá informação. Algumas pessoas respondem melhor ao que veem, outras ao que ouvem e outras ao que sentem. A forma do cérebro da outra pessoa perceber a informação pode muito bem ser diferente da sua e as dificuldades de comunicação podem começar por esse simples facto.

 

Repare a que é que a outra pessoa dá mais importância. Se dá mais importância aos gestos, expressões faciais, posturas, aproximação ou afastamento. Ou se dá mais importância ao tom de voz, ao volume e à velocidade daquilo que está a ser dito. Ou ainda se dá mais importância ao que sente e ao toque. Por exemplo para uma pessoa que é mais visual, a comunicação passa pelo que ela vê… por isso se você quer que ela o entenda procure “mostrar” de forma que ela veja. Se a pessoa for mais auditiva na forma de comunicar então ela dará mais importância ao modo como as palavras saem da sua boca. Não é o conteúdo. É o modo. Se a pessoa for mais sensorial dará mais importância ao que sente e a forma de comunicar deverá passar mais pelo toque.

 

Por isso, uma grande parte da nossa comunicação é não verbal. É uma comunicação corporal que temos que dominar tanto para as relações emocionais como para as profissionais.

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 17:33
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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


CONTACTOS:
Morada: Av. João XXI, nº. 28, 2º.Dir, Lisboa
Telefone: 96 140 49 50
Telefone: 91 437 50 55
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Site: www.clinicapsicologialisboa.com

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