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Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013

Problemas de relação no casal?

 

Desequilíbrios de poder é um problema que se instala entre os casais quando um dos parceiros adquire mais poder de decisão que o outro, sobre as actividades, os amigos, as questões financeiras, questões de família, de férias, e assim por diante, o relacionamento pode se tornar instável. Se um senso de igualdade não existe, uma relação não poderia ser o resultado.

Aceitação de estereótipos. mitos de gênero Mistaken inclui crenças tais como "Os homens gostam mais de sexo do que as mulheres" ou "As mulheres são passivas" ou "Os homens fazem mais dinheiro do que as mulheres." Se um dos parceiros acredita que esses estereótipos, são criadas falsas expectativas - o que resulta em maiores chances de um relacionamento fracassado. Um equilíbrio de poder pode salvar seu casamento.

Isolamento. Um problema comum os casais enfrentam quando está recém no amor é o isolamento de amigos e familiares. relações de amor baseado no medo e insegurança (é por isso que os casais se isolam) não são estáveis, e agravar outros problemas - o que pode levar ao rompimento de um relacionamento romântico.

Falta de auto-conhecimento. Se um ou ambos os parceiros não estão em sintonia com seus interesses, necessidades, desejos, planos futuros, metas, valores, atitudes sexuais e preferências -, então é difícil para eles se envolver em um relacionamento saudável. O auto-conhecimento ajuda os parceiros comunicar quem são eo que eles querem - o que pode impedir o rompimento de um relacionamento romântico. Isso pode ser um problema comum os casais enfrentam quando se reuniam quando eram jovens.

Baixa auto-estima, insegurança e falta de auto-confiança. Uma razão comum terminar relacionamentos é porque um dos parceiros se sente indigno de ser amado. Esta insegurança pode levar à possessividade e dependência excessiva, que não é saudável para um relacionamento amoroso. Construindo a auto-estima e auto-confiança é uma forma de construir um relacionamento saudável (mas cada parceiro deve fazer isso para ele ou ela própria).

Ciúme excessivo. "Ciúme é apontado como uma das causas mais freqüentes do rompimento de relações amorosas", diz Roger Hock em Sexualidade Humana. o ciúme delirante pode desencadear o abuso ea violência, que pode (e deve) ser por isso que relacionamentos acabam. o ciúme delirante não é um problema comum face casal - mas o ciúme normal pode ser.

A comunicação ineficaz. Se ambos os parceiros não podem compartilhar seus pensamentos, sentimentos, opiniões, valores, necessidades, frustrações, ou mesmo as suas alegrias, de um relacionamento fracassado poderia resultar. Se esta foi a causa de uma separação, então aprender a amar de novo poderia envolver aprender a se comunicar de forma eficaz. Este é um problema comum face casais, por vários motivos.

Controle. Se um dos parceiros está a tentar controlar ou manipular o outro, o relacionamento amoroso pode tornar-se fraco - ou mesmo perigoso. Esta razão final relacionamentos podem ser vistos de formas diferentes, como verificar-se sobre o parceiro, chamar nomes, ameaçar o companheiro, requerendo a seleção de parceiros em todo o tempo, ou não permitir que eventuais desvios da programação do parceiro. Isso não é comportamento amoroso, e isso resulta em relacionamentos fracassados.

Violência. Esta é a maneira mais óbvia, infalível para destruir um relacionamento romântico. O abuso físico, abuso sexual e abuso emocional são tentativas de obter o controle total sobre o parceiro. Embora as relações como este deve terminar imediatamente, muitos parceiros permanecer por várias razões complicadas. Aprender a amar de novo pode ser difícil se a violência é a razão para o rompimento do relacionamento romântico.

Conflito e estresse fazem parte da maioria dos casamentos e relacionamentos amorosos - mas aprendendo sobre as razões comuns para relações não podem ajudar os casais a trabalhar no sentido de um relacionamento saudável.

 

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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013

SEJA FELIZ CONSIGO MESMA

Terapia de Casal - Aumente a Confiança

AUMENTE A SUA CONFIANÇA.

Repare no que a torna única e diferente das outras pessoas. Procure coisas pequenas, o seu gosto, a sua forma de falar, a maneira como enfrenta a adversidade, ou talvez o modo como se apresenta, os seus valores, gostos, particularidades pequenas que fazem a diferença.

 

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Quinta-feira, 18 de Julho de 2013

Psicologia da Comunicação

psicologia da comunicação

 

Na Terapia de Casal a outra pessoa aprende a não olhar para o lado certo ou errado do que você está a dizer. Aprende a ouvir apenas.

 

Na Terapia de Casal a outra pessoa aprende que Sentimentos não são factos, mas eles são essenciais para compreender porquê de você estar a responder de determinada maneira. Vocês não podem passar todo o tempo a discutir a razão das coisas, têm de aperceber-se dos sentimentos do outro.

 

Na Terapia de Casal você vai aprender a prestar atenção ao não-verbal, tanto ao seu como da outra pessoa. Vai aprender a reparar na posição dos ombros, no tom de voz, na posição dos braços cruzados, no acenar a cabeça, no evitar o olhar, no rolar os olhos, na expressão facial, no bater o pé. Tudo isso dá-lhe indicação da recetividade ou não da outra pessoa para ouvir o que você está a partilhar.

O tom de voz é a chave. Na Terapia de Casal as pessoas aprendem a ajustar o tom de voz à medida que comunicam. Faz uma grande diferença ser ouvida como estando a dar suporte, apoio e compreensão, ou como estando a ser crítica.

 

Na Terapia de Casal aprende-se a dar feedback. Dar a intender à outra pessoa que se compreende o que ela está a dizer. Pode-se dizer algo como “Penso que o que estavas a dizer era…” ou “Queres dizer com isso que…” ou “Acho que percebi que disseste…”

 

Na Terapia de Casal aprende-se a Mantenha abertura para poder ouvir o que provavelmente já se ouviu antes mas não se compreendeu.

 

Na Terapia de Casal é estimulado o Ouvir e responder com compreensão e preocupação face aos sentimentos da outra pessoa. Por vezes isso é a única coisa que é preciso fazer.

 

Na Terapia de Casal desenvolve-se a capacidade de ser um melhor Comunicador

 

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Quarta-feira, 17 de Julho de 2013

Saber Ouvir na Relação

terapia de casal: saber ouvir

Ouvir primeiro…Falar depois! Na Terapia de Casal a outra pessoa dá uma oportunidade a que você partilhe as suas opiniões e ideias. Ela ouve para compreender. Não ouve para se defender. Em primeiro ela aprende a colocar de lado as suas próprias opiniões, os seus pensamentos e as suas conclusões até que tenha ouvido e compreendido o que você está a tentar partilhar na relação de casal.

 

Não interromper! Na Terapia de Casal a outra pessoa deixa que você acabe o que estava a dizer, da mesma forma que você vai fazer isso com ela. A única forma de se perceber as necessidade na relação de casal é ouvir até ao fim o que tem para dizer.

 

Não saltar para conclusões! Na Terapia de Casal a outra pessoa vai aprender a manter a mente aberta e não se precipitar em conclusões e julgamentos antecipados.

 

Empatia! Na Terapia de Casal a outra pessoa vai aprender a colocar-se no seu lugar. A “calçar os seus sapatos” e a ouvir a sua perspectiva.

 

Pensar antes de Falar! Na Terapia de Casal a outra pessoa vai aprender a pensar antes de falar, especificamente se estiver sob o efeito de um forte estado emocional.

 

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Segunda-feira, 15 de Julho de 2013

Comunicação no Casal

comunicação no casal

 

A comunicação na relação pode ser clara ou vaga, aberta ou fechada, honesta ou desonesta, pode mesmo ser falada ou não falada, não no fundo não existe essa coisa de não comunicar.
Na verdade, qualquer coisa que façamos na presença dos outros é comunicação. A nossa linguagem corporal, as expressões faciais, o tom de voz, o nível de interesse, ou desinteresse, tudo é comunicar alguma coisa com a pessoa que esta a receber.

Porque as nossas ideias e interesses são transmitidos aos outros através da maneira como comunicamos, temos vantagem em satisfazer as nossas necessidades se formos comunicadores mias eficazes. O problema é que frequentemente pensamos que estamos a comunicar uma coisa, mas estamos na verdade a comunicar outra bem diferente. Ou estamos a comunicar de uma forma que ninguém entende o que tentamos dizer.

A comunicação tem duas partes: ouvir e expressar. Ambas têm que acontecer para que a comunicação na relação seja bem sucedida.

 

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Segunda-feira, 8 de Julho de 2013

O que é a Terapia de Casal?

terapia de casal

 

À Clinica Psicologia Lisboa chegam pessoas que enfrentam os mais variados problemas numa relação. Desde a comunicação que é negativa, às situações de infidelidade, falta de confiança, falta de desejo sexual, dificuldade na relação com as famílias de origem (sogros), dificuldade no equilíbrio da atribuição de tarefas domésticas, na dificuldade em quebrar a rotina e o hábito, na dificuldade em voltar a sentir satisfação, alegria ou prazer, na dificuldade em estabelecer objetivos comuns e prosseguir metas para os atingir, na dificuldade em conjugar o criar os filhos enquanto família com a vida privada a dois, entre outras situações. A Terapia de Casal serve exatamente para resolver estas questões antes que a relação acabe.

Na terapia de casal irá aprender a ver assuntos não resolvidos de forma diferente. A terapia de casal promove um ambiente seguro para a expressão da insatisfação que possa sentir. Você sabe que por vezes falar do que sente com a outra pessoa na presença de um psicólogo é a única coisa que precisa para encontrar a solução do problema. Porquê? Porque aí a outra pessoa vai ouvir.

Na terapia de casal irá desenvolver a sua assertividade sem ser ofensivo(a). As duas pessoas na relação precisam falar dos seus assuntos sem receio de ferir a outra pessoa.

Na terapia de casal irá desenvolver a capacidade para expressar as suas necessidades de uma maneira clara e simples sem ressentimento ou zanga.

Na terapia de casal irá desenvolver a capacidade de resolver conflitos de uma maneira saudável. Na terapia de casal, aprenderá formas de comunicação que ajudarão não só a ouvir e ver melhor a outra pessoa, como ainda sentir o que é estar no lugar dela.

 

 

 

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Terça-feira, 11 de Junho de 2013

Esteja Bem Consigo Acima de Tudo

confiança

 

“Só consigo ser feliz e completa se estiver numa relação.”

“É melhor ter uma má relação do que não ter relação nenhuma.”

 

Da mesma forma que existem benefícios claros em ter uma relação saudável, muitas pessoas podem ser felizes e completas por si mesmas, sem necessitar de uma relação. Estar só e sentir solidão não são a mesma coisa. Há pouca coisa pior que estar numa má relação.

 

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Terça-feira, 4 de Junho de 2013

O que faz uma Relação Saudável?

terapia de casal

Manter vivos os interesses e as Relações. Ninguém consegue satisfazer todas as suas necessidades, e esperar demasiado de uma pessoa pode colocar muita pressão na relação. Manter os amigos e interesses fora da relação não só promove a sua rede social como trás coisas novas e estimulantes para a relação.

 

Comunicar. Uma comunicação honesta e direta é uma parte fundamental de qualquer relação. Quando as pessoas se sentem à vontade para expressar as suas necessidades, os seus receios e desejos, são fortalecidos os laços de confiança. Aspetos críticos para uma comunicação eficaz são as questões relacionadas com a linguagem corporal que devem ser aprendidas e aperfeiçoadas.

 

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Terça-feira, 28 de Maio de 2013

Uma Relação Feliz

Uma relação feliz

 

Uma relação forte e saudável pode ser um dos melhores suportes da sua vida.

Uma boa relação melhora todos os aspetos da sua vida, aumentando a sua saúde, a sua mente, e as suas ligações aos outros. contudo, se a relação não está a funcionar bem, pode também ser uma das maiores fontes de problemas.

As relações são investimentos. Quanto mais colocamos nelas, mais temos de volta.

 

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Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

Comunicar e Sexualidade

saber falar de sexo

Pense antes de falar

Antes de falar de sexualidade com a outra pessoa, esteja certo(a) das suas intenções. A sua motivação deverá ser a de melhorar a sua vida sexual e desfrutar a sexualidade e não punir a outra pessoa por qualquer coisa que ela fez ou não fez. Uma vez certo(a) que as suas intenções são boas e genuínas, faça um plano mental acerca do que quer dizer à outra pessoa. Tenha em consideração os sentimentos da outra pessoa e pense especificamente "Como quer que a sua vida sexual seja?"

Reforce positivamente o outro

Quando durante o sexo a outra pessoa fizer algo que você gosta, diga-lhe. Toda a comunicação não verbal (os gestos, os gemidos, os movimentos) como a verbal ("Foi fantástico...", "Adoro quando fazes isso...") incentiva a outra pessoa a continuar. Desta forma está a promover um aumento da auto-estima da outra pessoa ao mesmo tempo que obtem a satisfação de desejos e necessidades.

Mantenha uma comunicação positiva

Transmita à outra pessoa as coisas que você gosta que ele/ela faça durante o sexo. Diga-lhe o que lhe dá prazer. Se continuar a transmitir o que gosta, a outra pessoa passará a adquirir esse comportamento.

 

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Quarta-feira, 13 de Março de 2013

Qual a sua Linguagem Afectiva?

Linguagem do amor

 

É a dificuldade em falar a linguagem do outro que causa a maioria dos problemas nas relações amorosas e familiares.

 

Nas relações de proximidade, podemos sentir por vezes uma certa desorientação devido a um desconforto pelas pessoas queridas. Ficamos surpreendidos quando pensamos que estamos a expressar todo o nosso amor, enquanto a outra pessoa diz se sentir não amada.

 

Neste casos podemos mesmo pensar que estamos presos naquela velha máxima "todos nós tendemos a dar amor da mesma maneira que gostamos de receber". Mas, e se a outra pessoa precisa de receber que outra maneira?

 

Existem várias formas pelas quais todos nós expressamos e interpretamos o amor. E apesar de podermos utilizar algumas dessas várias linguagens do amor, todos nós sentimo-nos mais confortáveis expressando na nossa linguagem nativa, naquela que nos é principal. É desta forma que também esperamos e necessitamos receber amor dos outros. De facto, parece que tendemos a ser mais exclusivos na linguagem amorosa junto daqueles que nos são mais importantes. Será que nos passa pela cabeça porque é que muitas das vezes apesar de sentirmos amor, nos sentimos desconectados da outra pessoa?

 

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Domingo, 3 de Março de 2013

Divórcio: a única solução?

 

Será o divórvio a verdadeira solução? As pessoas devem procurar ser felizes. Tem aqui a resposta, dada pela Clinica Psicologia Lisboa.

 

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Sábado, 2 de Março de 2013

Tem Vida Pessoal?

 

Com a ansiedade de construir uma carreira profissional bem-sucedida esquecemos que existe muito mais para além do trabalho, existe vida, os amigos e tempo para nós próprios. Afinal, onde está o equilíbrio? A Clinica Psicologia Lisboa responde-lhe.

 

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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013

Como fica o Casamento Depois do Nascimento dos Filhos

 

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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013

Ajude os Seus Filhos a Lidarem Com a Nova Relação

Relação depois do divórcio

 

Existem muitas mudanças a ocorrer entre o momento da separação ou divórcio e o momento em que a nova família se estabelece.

As crianças passam por tudo isso, juntamente com os seus pais.

 

Considere o seguinte se estiver a pensar juntar-se ou formar ou nova família com outra pessoa:

 

Fale pouco, Oiça bastante

 

Não é complicado: você quer juntar-se com alguém que não é pai ou mãe dos seus filhos. Uma frase pode transmitir essa ideia. Depois de dizer essa frase, permita que os seus filhos reajam. Oiça o que eles têm para dizer e acene com a cabeça antes mesmo de dizer alguma coisa. Continue a acenar. Quando finalmente você disser alguma coisa, não deve ser nada mais que um sumário do que a criança já disse, especialmente se a criança referiu sentimentos e pensamentos negativos em relação a isso.

 

Não há qualquer necessidade de aprofundar a conversa numa fase inicial. Deve dar espaço e tempo para a criança processar essa informação. Tempo para se adaptar à nova realidade. As reacções negativas são defesas receosas que procuram proteger e garantir a zona de conforto da criança. Isso não só é normal como necessário. A criança não está em luta consigo ou contra os seus desejos. Está a proteger o mundo afectivo dela. Outras crianças não reagem mal e muito pelo contrário reagem muito bem. Não têm necessidade de proteger esse mundo. Sentem-no seguro e estável mesmo perante o casamento ou união dos pais com outra pessoa. Isso é bom. É mais fácil assim.

 

Mas nem sempre assim é. A criança apercebe-se que vão acontecer alterações na vida dela. Não é altura para dizer "Habitua-te à ideia porque é isso que vai acontecer". Na verdade as primeiras conversas não deverão servir para educar, fazer promessas ou corregir mensagens. Especialmente, não é altura para explicar os seus motivos, justificar a sua opinião.

 

Por outro lado, lembre-se sempre que o adulto é você. Quem tomará as decisões e controla o destino dos acontecimentos é você. A criança tem que ser respeitada no tempo de adaptação à nova realidade, no entanto ela não tem, não tem que ter o poder de controlar a sua vida e ela sabe isso. Esse é o motivo pela qual ela reage tão negativamente.

 

Não necessite da aprovação dos seus filhos para tomar decisões na sua vida amorosa.

Mostre abertura para acolher as reacções negativas da criança.

Respeite a reacção negativa e agradeça a reacção positiva.

Dê o carinho que o seu amor por ela manda.

 

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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2012

Tenha uma Vida Rica e Completa - O Que a Relação Precisa

vida Rica Completa Terapia Casal 

O que atraí a maioria das pessoas é o facto que elas têm uma vida interessante.

O que isso significa é que a sua vida não se resume à vida da outra pessoa.

O que a maioria das pessoas faz no ínicio de uma relação é abandonar tudo da sua vida e estar totalmente disponível para a outra pessoa.

Posso dizer que isso não é uma decisão saudável e atraente.

A familia e os amigos são importantes e não devem ser postos de lado porque tem uma nova relação.

De facto, você pode estar próximo da outra pessoa, de uma forma confortável, e não sufocar com exigências que a outra pessoa não esta confortável para corresponder.

Não estou a dizer que não devam passar tempo juntos, muito pelo contrário. Estou a dizer que isso deve ser balançado com a capacidade que cada um tem para dedicar tempo à relação sem se sentir ameaçado que pode perder as outras coisas importantes da sua vida ou de se sentir culpado por não estar a corresponder às exigências da relação.

 

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012

Tempo de Qualidade - O Que a Relação Precisa

Tempo Qualidade Terapia Casal

 

Para que qualquer relação funcione, você precisa de passar tempo de qualidade com a outra pessoa.

Se está numa fase inicial da construção de uma relação, invista o tempo com a outra pessoa, não só porque está a demonstrar que ela é importante para si, como é uma excelente maneira de desenvolver a cumplicidade, o companheirismo e para perceber da compatibilidade dos dois.

 

Existem muitas maneiras de expressar o seu amor pela outra pessoa. Uma das maneiras é através de afirmações "Amo-te", uma outra maneira é passar tempo de qualidade.

Muita gente pensa que por passar muito tempo com a outra pessoa isso é tempo de qualidade, mas raramente o é. Existe uma grande diferença entre tempo de qualidade e quantidade de tempo.

 

Tempo de qualidade é algo muito mais envolvente, mais participativo, algo que envolve pensar e planear. Na maioria das vezes quando uma pessoa diz querer tempo de qualidade, o que tem é quantidade de tempo. Existe uma maneira de distinguir os dois tipos de tempo com a outra pessoa.

 

Robert Pirsig disse uma vez que a qualidade varia de pessoa para pessoa, e de facto precisamos ter isso em mente quando pensamos passar tempo de qualidade com a outra pessoa. Precisamos considerar o que é qualidade para o outro em vez de pensarmos o que é tempo de qualidade. A questão é aprender a amar a outra pessoa. Tempo de qualidade tem tudo a ver com o aprender a mostrar que se ama de uma maneira significativa a outra pessoa em vez de ser o que você pensa que é significativo. Tempo de qualidade pode significar coisas completamente diferentes para si de para a outra pessoa. A qualidade é o valor que coloca em cada coisa, nesse sentido saber o que a outra pessoa valoriza é muito importante.

 

Gary Chapman tem dito que tempo de qualidade é a atenção exclusiva. Tempo de qualidade não significa sentar juntos no sofá e prestar atenção ao que está a dar na televisão. Sim, por vezes é fantástico descansar e relaxar, sentados juntos a apreciar a proximidade e o calor do outro. Mas tempo de qualidade é mais do que estar junto e comer junto. Qualidade é dar atenção ao outro independentemente do que você estiver a fazer. Se estiverem a ver televisão juntos, podem dar as mãos, mexer no cabelo, descansar a cabeça no colo ou afagar no seu ombro, ao mesmo tempo que lhe diz "Amo-te muito".

 

Conversar é claramente uma das coisas mais importantes para o tempo de qualidade. Não me refiro ao perguntar "Como correu o teu dia?", mas antes a uma conversa profunda acerca dos objectivos, receios, desejos, sonhos e necessidades da outra pessoa. Mesmo que se converse acerca de coisas feitas recentemente, como o último livro, filme ou teatro é fundamental que atenda ao que a outra pessoa viu, ouvio e sentiu com isso. Preste especial atenção à forma como a outra pessoa fala, ao seu tom de voz, à postura do corpo, ao olhar, mais do que ao conteúdo do que é dito. Procure calibrar a sua percepção do que vê e ouve da outra pessoa com o que ela está realmente sentindo, perguntando "Como foi isso especificamente para ti?", "O que pensa especificamente?", "O que sentes especificamente?"

 

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Terça-feira, 30 de Outubro de 2012

Como Mantê-lo Interessado? Parte II

Psicoterapia Homem

 

Eis algumas maneiras de se promover numa relação e mantê-lo interessado:

 

  • Demonstre interesse pelos hobbies dele. Um homem pode perder-se de paixão por uma mulher que demonstre interesse nos seus interesses, seja jogar PlayStation ou fazer surf. O homem quer viver a sua vida com alguém que o compreenda verdadeiramente e que se interesse por ele.
  • Não o faça sentir-se inseguro. Fale com outras pessoas, mas nunca coloque em questão a segurança sentida por ele. Quando ele estiver por perto, abrace-o e ele retribuirá esse afecto por si.
  • Seja feliz e interessada. Seja interessada e criativa na sua vida. Veja o lado positivo da qualquer coisa, mesmo nas coisas mais superficiais e banais do dia-a-dia. Quando você se sente optimista, ele fica contagiado por si.
  • Faça com que ele sinta orgulho em si. Os homens podem parecer superficiais à primeira vista, no entanto continuam a querer alguém por quem sentem respeito e admiração. Conquiste esse lugar de ser admirada e invejada.
  • Não esteja facilmente disponível. Tenha tempo para a relação, mas não esteja imediatamente disponível assim que ele lhe liga. Esteja para ele, mas faça com que ele sinta a sua falta.

 

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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012

Como Mantê-la Interessada? Parte I

terapia casal mulher apaixonada

 

Saiba como manter a sua mulher interessada. Se seguir estas direcções, provavelmente terá uma óptima relação. Ela sentir-se-á feliz!

Ser um bom companheiro é exigente, mas vale o esforço se ela o merecer.

 

Eis algumas maneiras de se promover numa relação e mantê-la interessada:

 

  • Trate-a como uma princesa. Abra-lhe as portas, ofereça o casaco, estique-lhe a cadeira e levante-se quando ela entra. Ela adorará estes gestos. Quando a levar a saír, nunca a deixe pagar. Ela achará super sexy quando um homem assume a despesa do jantar como se não fosse nada.
  • Respeite-a. Lembre-se sempre que ela não é propriedade sua. Tenha a mente aberta em relação às opiniões e aos desejos dela, mesmo que sejam diferentes dos seus. Não a faça sentir-se estúpida só porque ela pensa de forma diferente de si. É suposto que você a faça sentir-se bem e não mal.
  • Defenda-a. Se alguém estiver a acusá-la, coloque-se do lado dela ou no mínimo não tenha lado (mesmo que seja face à sua família). As mulheres precisam saber que os seus companheiros as acompanham sempre. Como é que você se sentiria se ela optasse pelo lado dos amigos ou da família em detrimento do seu? Faça com que ela saiba que pode contar consigo. É dessa forma que as relações funcionam.
  • Oiça-a. Se ela se queixou em relação a algum comportamento seu procure mudar ou fazer com que ela o entenda a si, mas nunca a ignore. Não estou a dizer que deverá mudar a sua personalidade e deixar de ser quem é, mas as relações requerem compromissos de ambas as partes. Ela poderá já ter mudado alguma coisa por si.

 

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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012

Como Mantê-lo Interessado? Parte I

Terapia Casal Homem Apaixonado

 

A maioria das mulheres assume que os homens são superficiais e não querem compromissos.

Mas, na verdade, os homens não são assim tão diferentes das mulheres quando se trata da expectativa de felicidade numa relação.

 

Os homens, tal como as mulheres, adoram a novidade e de estarem com quem é desejável.

 

Eis algumas maneiras de se promover numa relação e mantê-lo interessado:

 

  • Seja espontânea. Capte a admiração dele, faça planos para uma tarde a dois ou elabore por si mesma um plano para o fim-de-semana. Surpreenda-o e nunca seja previsível.
  • Respeite-se. Você não é o tapete dele. Dê-lhe a entender que você tem a força necessária para seguir em frente se as coisas correrem mal. Dê sempre a entender que ele só ganha em estar consigo. Que você é o maior prémio da vida dele. Não precisa de lho dizer directamente na cara, pode simplesmente ignorá-lo ou mandá-lo embora quando ele fizer algo de errado consigo.
  • Aprenda a seduzi-lo. A sedução não termina na cama. Seja sempre sensual e criativa com a sua imagem.
  • Demonstre publicamente o seu afecto. Ele pode ser tímido, mas ainda assim gosta quando você se inclina para os braços dele. Isso faz com que ele se sinta protector e sensual.
  • Seja financeiramente independente. Tenha controlo nas suas finanças. Os homens gostam de mulheres que se preocupam com as questões financeiras e repartem com eles essa responsabilidade.

 

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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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