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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2015

Tipos de Ansiedade

tipos de ansiedade

 

Tipos de Ansiedade

Tipos de Ansiedade: Fobias

A fobia é um medo intenso de algo. Esse tipo de ansiedade é um medo desproporcional à realidade da situação. Estar perto da situação temida causa ansiedade. Por vezes só de pensar na situação faz disparar o medo e desta forma são evitadas todas as situação que possam expor a pessoa a esse sofrimento. A consequência ultima deste evitamento fóbico é uma restrição daquilo que a pessoa faz, das suas actividades e até das relações.

Tipos de Ansiedade: Ansiedade Social

A Ansiedade Social é provavelmente o mais comum dos tipos de ansiedade. Na ansiedade social a pessoa fica muito ansiosa com o que as outras pessoas pensam dela, ou como é que as outras pessoas a julgam. É nesse sentido que se evita conhecer pessoas, ou fazer coisas em frente ou para outras pessoas. Na ansiedade social existe o receio de embaraço, o sentimento de vergonha, o medo que as outras pessoas achem que é desadequado, fraco ou que não vai corresponder às expectativas. As pessoas com ansiedade social evitam todas as situações em que antecipam que isso possa acontecer, o que provoca uma retracção e restrição enorme na vida social e afectiva da pessoa.

Tipos de Ansiedade: Agorafobia

A Agorafobia é um dos tipos de ansiedade mais comuns. Muitas pessoas pensam que a agorafobia signiifica o receio de espaços públicos e abertos, mas isso é apenas um aspecto desta ansiedade. Se a pessoa tem agorafobia tem uma ansiedade que se pode manifestar em várias situações, como por exemplo:

  • Ir a shoppings, entrar em espaços com muitas pessoas e sítios públicos
  • Viajar em comboios, metro, autocarros e aviões
  • Passar em pontes
  • Ir ao cinema, ao restaurante ou qualquer outro sitio em que a pessoa perceba que a saída possa ser difícil

Estes tipos de ansiedade têm todos um receio comum. Que é o receio de que se precisarem de ajuda ela possa não estar disponível, possa não existir naquele momento. Devido a este receio as pessoas com agorafobia tendem a escolher sítios que consideram seguros e restringem a sua vida a esses sítios

 

 

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Terça-feira, 24 de Novembro de 2015

Problemas de Ansiedade

Problemas de Ansiedade

 

Problemas de Ansiedade

 

A maioria das pessoas sente ansiedade de vez em quando. No entanto, pode haver um problemas de ansiedade se ela interferir na vida dia-a-dia. A ansiedade é um conjunto de sinais e sintomas que ocorre em vários problemas de ansiedade.

Todos os problemas de ansiedade têm tratamento. Os tratamentos mais eficazes para os problemas de ansiedade são a psicoterapia e por vezes juntamente com medicação.

 

Quais são os Problemas de Ansiedade

Existem vários problemas de ansiedade, mas basicamente tem a ver com o sentir sintomas de ansiedade ou com ter a preocupação e medo de vir a ter sintomas de ansiedade.

 

Problemas de Ansiedade: Reacção Aguda ao Stress

A Reacção Aguda ao Stress é um dos problemas de ansiedade que se desenvolve muito rapidamente em resposta a um acontecimento stressante, como por exemplo, um acidente, uma noticia de infidelidade, um acontecimento de saúde, um despedimento.

Por vezes estes problemas de ansiedade acontecem antes dos acontecimentos, numa espécie de ansiedade de antecipação, por exemplo, na antecipação a um exame ou um encontro ou uma reunião.

Neste tipo de problemas de ansiedade os sintomas aparecem muito depressa, mas por vezes duram horas, dias ou semanas. Para além da ansiedade é frequente haver uma quebra no estado de humor, irritabilidade, instabilidade emocional, dificuldade em dormir, dificuldade de concentração e vontade de estar sozinho.

 

Problemas de Ansiedade: Reacção de Adaptação

Neste tipo de problemas de ansiedade os sintomas aparecem muito depressa, mas por vezes duram horas, dias ou semanas. Para além da ansiedade é frequente haver uma quebra no estado de humor, irritabilidade, instabilidade emocional, dificuldade em dormir, dificuldade de concentração e vontade de estar sozinho.

Estes problemas de ansiedade são semelhantes aos anteriores, mas os sintomas ocorrem dias ou semanas depois do acontecido como adaptação e reacção ao acontecimento. Os sintomas são semelhantes ao anterior mas já podem incluir depressão.

 

Problemas de Ansiedade: Stress Pós-Traumático

O Stress Pós-Traumático é um dos problemas de ansiedade que pode surgir depois da pessoa ter presenciado um acontecimentos traumático severo. Os sintomas estão presentes pelo menos durante um mês, mas na maioria dos casos estão muito mais tempo. A ansiedade é apenas um dos sintomas e pode surgir e desaparecer, para voltar a surgir mais tarde.

No Stress Pós-Traumático os sintomas são:

  • Voltar a viver o acontecimento traumático.
  • Evitar tudo o que lembre o acontecimento traumático.
  • Ansiedade aumentada e emoções exacerbadas.
  • Memórias intrusivas e angustiantes acerca do acontecimento traumático.
  • Imagens intrusivas ou Flashbacks (agir ou sentir como se o evento estivesse a acontecer de novo).
  • Pesadelos sobre o acontecimento evento ou outras coisas assustadoras.
  • Sentimentos de angústia intensa quando lembrado do trauma.
  • Reacções físicas intensas a lembranças do acontecimento (batimento cardíaco acelerado, respiração ofegante, náuseas, tensão muscular, transpiração).
  • Evitamento de acontecimentos, pessoas e momentos.
  • Sensação de dormência física e emocional.
  • Evitamento de actividades e lugares.
  • Evitamento de pensamentos ou sentimentos que o lembrem do trauma.
  • Amnésia selectiva ou incapacidade para lembrar aspectos importantes do trauma.
  • Perda de interesse em actividades ou na vida em geral.
  • Sentir-se desligado de outros e emocionalmente dormente.
  • Sensação de ter um futuro limitado (não espera viver uma vida normal, casar, ter uma carreira).
  • Dificuldade em adormecer ou manter o sono.
  • Raiva, irritabilidade ou ataques de fúria.
  • Dificuldade de concentração.
  • Hipervigilância ou constante alerta.
  • Sentir-se nervoso e facilmente assustado.
  • Sentimento de culpa e vergonha. Como se a responsabilidade do que aconteceu fosse da pessoa.
  • Abuso de drogas e álcool.
  • Sentimento de falta de confiança em si e nos outros.
  • Pensamentos de desconfiança e perseguição.
  • Depressão e desespero.
  • Pensamentos acerca de suicídio.
  • Sentimento de alienação dos outros e solidão.
  • Dores físicas.

Problemas de Ansiedade: Stress Pós-Traumático

 

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Terça-feira, 9 de Junho de 2015

Perturbação Bipolar

Perturbação Bipolar

 

Perturbação Bipolar - Quem está em risco?

A perturbação bipolar afecta tanto homens como as mulheres.

Na maioria dos casos os sintomas surgem entre os 15 e os 30 anos.

As pessoas que têm familiares em primeiro grau têm maior risco de ter Perturbação Bipolar. Mas a perturbação bipolar não tem unicamente uma base genética para se manifestar.

Acontecimentos de vida stressantes, abuso de substâncias e instabilidade emocional são factores que podem desencadear perturbação bipolar em pessoas com pré-disposição

 

A vida dia a dia com Perturbação Bipolar

A perturbação bipolar é uma condição psiquiátrica e psicologia que provoca grandes alterações no trabalho, na vida familiar e social. Quase 90% das pessoas com perturbação bipolar não consegue manter uma estabilidade financeira e profissional. As alterações de humor criam igualmente uma forte instabilidade na família e colegas das pessoas com perturbação bipolar. Principalmente quando as pessoas estão numa fase de humor maníaco em que as famílias e colegas ficam assustados com os comportamentos desadequados e exagerados característicos da perturbação bipolar nesta fase.

 

Perturbação Bipolar e o Consumo de Substâncias

Mais de metade das pessoas com perturbação bipolar que não estão a receber o tratamento médico e a fazer psicoterapia têm problemas com o consumo de álcool ou outras substâncias. Habitualmente o padrão de consumos tem como função a regulação e o alivio do estado do humor. Estes comportamentos são especialmente danosos durante a fase maníaca.

 

Diagnostico na Perturbação Bipolar

Um passo fundamental para diagnosticar perturbação bipolar é a exclusão de outras causas que provoquem alterações de humor. Outras causas como abuso de substâncias, problemas da tiroide, HIV, Hiperactividade, efeitos secundários de medicação e outras complicações psiquiátricas.

Apesar de não haver nenhum meio auxiliar de diagnóstico para a perturbação bipolar, o psiquiatra é o elemento mais bem qualificado para fazer essa avaliação e diagnóstico.

 

Psicoterapia para a Perturbação Bipolar

A psicoterapia para a perturbação bipolar ajuda as pessoas a manterem uma adesão à medicação e a lidarem com as situações da vida que lhes provoca alterações do humor, que por sua vez influencia a forma como as pessoas se relacionam com ela.

A Psicoterapia Cognitivo Comportamental dá conta da prioridade em alterar os pensamentos e comportamentos que derivam das alterações do humor.

 

A Psicoterapia Interpessoal dá conta da complexidade das relações que se estabelecem entre as pessoas e que influenciam as alterações de humor.

 

Familiares, Amigos e Colegas

Os familiares, amigos e colegas podem não compreender a perturbação bipolar. Os periodos depressivos são habitualmente longos e causam frustração por as outras pessoas sentirem impotencia em não conseguir ajudar a pessoa com perturbação bipolar. Nos episódios maníacos as outras pessoas ficam muito assustadas pois os comportamentos exagerados e desadequados são resistentes à racionalidade e neste sentido as outras pessoas não os conseguem fazer mudar. Ter um ambiente social e familiar que compreenda as fases da perturbação bipolar é fundamental. É fundamental saber quando e como conduzir a pessoa com perturbação bipolar ao médico e à psicoterapia.

 

Quando é que é necessário ajuda na Perturbação Bipolar

A maioria das pessoas com perturbação bipolar não se dá conta da necessidade do problema que têm e evitam receber tratamento médico e psicológico. Se é um familiar ou amigo, não evidencie que a perturbação bipolar é uma falha no carácter, na personalidade ou no mau feitio da pessoa, mas antes refira que as alterações de humor são bastantes frequentes e que afectam a maioria das pessoas, no entanto, essas alterações de humor estão a trazer problemas de relação com os outros. Se a pessoa achar que tem toda a razão do mundo para fazer o que faz, não tente chama-la à "razão" pois não vai funcionar. Chame a atenção para o facto de apesar de a pessoa poder ter razão existem formas diferentes de explicar isso às pessoas porque nem sempre elas entendem à primeira. Coloque como objectivo levar a pessoa com perturbação bipolar ao psiquiatra e seguidamente à consulta de psicologia.

 

 

 

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Quarta-feira, 6 de Maio de 2015

Ataques de Pânico

Ataques de Pânico

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Apesar dos sintomas de pânico não causarem qualquer colapso no organismo, o sentimento de Pânico é sempre terrível. Imagine um súbito, extremamente elevado e descontrolado sentimento de medo e falta de controlo, acompanhado por sintomas físicos como tremores, dormências, batimento cardíaco super acelerado, sensação de desmaio e dificuldade em manter a respiração calma, calor intenso e dores de estomago ou barriga. Nada agradável.

Nem todas as pessoas que têm ataques de pânico desenvolvem um problema de ansiedade.

Porquê? Porque não evitam as situações aonde tiveram ataques de pânico. Com o tempo os ataques de pânico acabam por desaparecer. A questão é que todos temos um nível de tolerância ao mal-estar e num ataque de pânico esse nível é facilmente ultrapassado porque o mal-estar é extremo. Novamente digo, que nada de mal pode acontecer com um ataque de pânico, mas a mente dispara com pensamentos de fuga e evitamento e parece não conseguir pensar noutra coisa.

O ataque de pânico pode ocorrer apenas uma vez…

mas a maioria das pessoas passa por vários ataques de pânico uma vez tenha sentido os sintomas físicos do primeiro e isso porque se desenvolve um medo natural de voltar a ter ataques de pânico.

Os ataques de pânico recorrentes são muitas vezes provocados por situações específicas, como atravessar pontes, falar em público ou estar em sítios fechados.

Após o primeiro ataque de pânico…

a pessoa fica presa no medo de voltar a ter ataques de pânico, o que faz com que a sua ansiedade ande sempre elevada, e quando se encontra em situações em que se sente ameaçada, por exemplo a ameaça de vergonha, embaraço, de parecer fraca ou incapaz de sair e uma determinada situação, o ataque de pânico dispara.

O tratamento para os ataques de pânico existe e é eficaz!

É possível ter uma vida perfeitamente feliz, mesmo quando já se teve ataques de pânico ou Perturbação de Pânico.

 

 

 

 

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Quarta-feira, 22 de Abril de 2015

Ansiedade, O que é?

Ansiedade

 

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Ansiedade é o termo utilizado para definir alguns problemas que causam nervosismo, medo, apreensão e preocupação.

Os problemas da ansiedade afectam a forma como pensamos, sentimos e agimos na medida em que se manifesta através de sintomas físicos reais.

Enquanto a ansiedade leve e moderada é caracterizada por sensações vagas de mal estar quando a ansiedade é forte e severa esta causa habitualmente uma grande incapacidade para fazer as coisas do dia a dia.

A maioria das pessoas tem um sentimento generalizado de preocupação e apreensão antes de fazer um teste ou falar em público. Este tipo de sintomas é completamente justificado e normal. No entanto, quando a pessoa sente um mal estar que a impede de fazer aquilo que tinha para fazer, ou quando a única opção que a pessoa parece ter é evitar a situação então está com um problema de ansiedade.

Os problemas de ansiedade podem ser entendidos em vários tipos, dois dos mais comuns são descritos em baixo.

Ansiedade – Ansiedade Generalizada

É um problema serio de ansiedade e é caracterizada pela excessiva preocupação e sintomas físicos, acerca de situações específicas do dia-a-dia, nomeadamente com a saúde, dinheiro, família ou trabalho. No entanto, apesar das situações serem especificas a fonte de preocupação é pouco especifica ou difusa. A pessoa não sabe porque se preocupa, simplesmente preocupa-se. A ansiedade é quase sempre desproporcionada em relação às situações. As pessoas que têmansiedade generalizada esperam sempre o pior, o mais catastrófico das situações que lhes causam preocupação e essa ansiedade interfere com o seu modo de vida.

Ansiedade – Ataques de Pânico

Os ataques de pânico são um tipo de ansiedade caracterizada por sentimentos de terror e apreensão ao mesmo tempo que surgem de uma forma muito intensa e rápida sensações de tremores, tonturas, sensação de desmaio, descontrolo, batimento cardíaco acelerado e sensação de dificuldade em respirar. Este tipo de ansiedade surge muito rapidamente em situações novas, mas mais frequentemente em situações aonde já ocorreram outros ataques de pânico. O ataque de pânico leva a que a pessoa passe a ficar com muita atenção aos sintomas no seu corpo o que eleva a apreensão de voltar a ter novos ataques de pânico aumentando desta forma a sua ansiedade.

Ansiedade – Ansiedade Social

É um tipo de fobia que é caracterizada pelo receio e medo de ser negativamente julgado e avaliado pelos outros, assim como uma sensibilidade muito grande à possibilidade de ser humilhado, criticado, rejeitado ou ignorado. Quase todas as situações sociais são tidas com o potencial perigo de algo de mau acontecer. Tudo começa com a timidez na infância, mas na idade adulta a ansiedade social toma a forma de evitamento e receio de intimidade emocional e física.

 

 

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Quarta-feira, 8 de Abril de 2015

Ansiedade, O que é

O que é Ansiedade?

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Preocupa-se excessivamente com coisas improváveis de acontecer, ou sente tensão e ansiedade durante o dia sem aparente razão para isso?

Todas as pessoas sentem ansiedade ocasionalmente, mas se as suas preocupações e receios são tão constantes que interferem com a sua capacidade para lidar com as coisas da vida de uma forma tranquila, você pode ter um problema de ansiedade..

A ansiedade é física e mentalmente esgotante. Esgota a energia mental, impede que durma tranquilamente e cansa o seu corpo. Mas não tem que viver sempre assim. Você pode libertar-se da prisão da preocupação crónica e aprender a acalmar a sua mente ansiosa.

A ansiedade é um problema comum que envolve preocupação crónica, nervosismo e tensão.

No caso de uma fobia o receio está associado a uma coisa ou situação específica, mas por vezes os motivos da ansiedade são mais vagos, podendo parecer um sentimento geral de inquietação perante as várias situações da sua vida. Este tipo de ansiedade é muito menos intenso do que um ataque de pânico, mas muito mais duradouro, tornando-se difícil e esgotante levar a vida com calma, apreço e relaxamento.

Com ansiedade as pessoas podem preocupar-se com as mesmas coisas que os outros se preocupam: assuntos relacionados com a saúde, pobreza ou crise, problemas familiares, dificuldades no emprego, mas estas preocupações são levadas a um nível diferente, mas catastrófico e negativo. A pessoa leva para a sua vida do dia-a-dia uma preocupação e tensão exagerada, mesmo que haja pouco ou nada que a provoque.

Mesmo que se aperceba que a sua ansiedade é mais intensa do que a situação mereceria ou mesmo que acredite que a sua preocupação está a evitar que alguma coisa corra mal, o resultado final é o mesmo. A pessoa não consegue virar as costas aos seus pensamentos de ansiedade. Eles voltam sempre para dentro da cabeça.

Pensamentos na Ansiedade

Veja se tem alguns dos seguintes pensamentos. A melhor forma de perceber se tem alguma propensão para ter problemas de ansiedade é identificar o que acredita ser a importância de se preocupar. Se acreditar nas seguintes afirmações é muito provável que venha a ter ou tenha Ansiedade.

  • Se não me preocupar, serei descuidado e irresponsável.
  • Se me preocupar, estarei mais preparado quando surgirem acontecimentos imprevisíveis.
  • Preocupo-me para saber o que fazer.
  • Se estiver sempre preocupado, ficarei menos desiludido quando acontecer algo sério.
  • O facto de me preocupar ajuda-me a planear o que devo fazer para resolver um problema.
  • Só o facto de me preocupar pode prevenir que os imprevistos aconteçam.
  • Se não me preocupar, serei uma pessoa negligente e descuidada.
  • O facto de me preocupar confirma que sou uma pessoa prudente.
  • É com a preocupação que me empenho no trabalho que tenho que fazer.
  • Preocupo-me porque me ajuda a encontrar uma solução para os problemas.
  • O facto de me preocupar mostra que sou uma pessoa que toma conta dos assuntos.
  • Pensar demasiado em coisas positivas pode evitar que elas ocorram.
  • Se um azar acontecer, sentirei menos responsabilidade e menos culpa se me tiver preocupado com isso.
  • É através da preocupação que encontro a solução para fazer as coisas.
  • A preocupação estimula-me e faz-me ser mais eficiente.
  • O facto de me preocupar incita-me a agir e motiva-me a fazer as coisas que necessito fazer.
  • O próprio facto de me preocupar reduz o risco de que alguma coisa séria possa acontecer.
  • Através da preocupação, faço determinadas coisas que não decidiria fazer se não me preocupasse.
  • Se me preocupar menos, diminuo as possibilidades de encontrar a melhor solução.

Como se pensa quando se tem Ansiedade?

As seguintes afirmações expressam atitudes que habitualmente as pessoas com ansiedade demonstram ter face à preocupação. Se tiver estas atitudes é muito provável que venha a ter ou tenha ansiedade.

  • Preocupando-me, reorganizo e planeio melhor o meu tempo.
  • Preocupar-me começa como um processo de me preparar para enfrentar novas situações.
  • A preocupação clarifica os meus pensamentos e a concentração.
  • A preocupação funciona como um estimulante.
  • A preocupação desafia-me e motiva-me, sem isso não conseguiria muito na vida.
  • No fundo sei que não necessito de me preocupar tanto, mas não consigo evitar.
  • A preocupação dá-me a oportunidade para analisar as situações e trabalhar os prós e contras.
  • A preocupação permite-me trabalhar o pior que pode acontecer, portanto quando isso não acontece, as coisas são melhores.
  • A preocupação faz-me fazer coisas porque aumenta os meus níveis de adrenalina.
  • Se tenho que fazer alguma coisa, tenho que me preocupar com isso.
  • A preocupação faz-me reflectir na minha vida quando me coloca questões que normalmente não me colocaria se estivesse tranquilo.
  • A preocupação acrescenta apreensão ao problema e como tal conduz-me a explorar diferentes possibilidades.
  • A preocupação aumenta a minha consciência, o que faz aumentar o meu desempenho.

Consequências da Ansiedade

As seguintes afirmações expressam as consequências que habitualmente as pessoas com Ansiedade demonstram ter face na sua vida diária. Se tiver estas atitudes é muito provável que venha a ter ou tenha Ansiedade.

  • Preocupar-me distorce o problema que tenho e portanto sou incapaz de o resolver.
  • Preocupar faz-me sentir deprimido e portanto dificulta-me a concentração e o empenho nas coisas.
  • Quando estou preocupado, estou impedido de agir decididamente.
  • A preocupação enfraquece o meu nível de energia na resposta aos acontecimentos que me preocupam.
  • A preocupação faz-me sentir tenso e irritado.
  • A preocupação faz-me sentir stress.
  • A preocupação impede-me de lidar com certas situações.
  • A preocupação torna-me irracional.
  • A preocupação põe-me agitado.
  • A preocupação aumenta a minha ansiedade e portanto diminui o meu desempenho.
  • A preocupação impede-me de pensar claramente.
  • A preocupação faz-me focar nas coisas erradas.
  • Torno-me paranoico quando me preocupo.
  • A preocupação dá-me um ar pessimista e fatalista.

A diferença entre Ansiedade “Normal” e um problema de Ansiedade

Preocupação, duvidas, incertezas e receios fazem parte da vida. É normal sentir ansiedade perante algo importante no futuro ou preocupação com as finanças ou com a saúde do próprio ou de alguém. A diferença entre ter ansiedade “normal” e um problema de ansiedade é que num problema de ansiedade a preocupação é:

Ansiedade “Normal” tem as seguintes características:

  • A ansiedade não impede que faça as suas actividades e responsabilidades diárias.
  • A pessoa sente um controlo sobre a ansiedade.
  • Apesar da ansiedade ser desagradável a pessoa sente que não desorganiza o raciocínio.
  • A ansiedade está circunscrita a um certo número de coisas.
  • Os acessos de ansiedade são limitados no tempo.

Um Problema de Ansiedade, tem as seguintes características:

  • A ansiedade impede frequentemente que faça as suas actividades e responsabilidades diárias.
  • A pessoa sente que a ansiedade é incontrolável.
  • A ansiedade é extremamente desgastante e desorganizadora.
  • A pessoa preocupa-se com todo o tipo de coisas desde as mais significativas às menos importantes e tende sempre a esperar que aconteça o pior.
  • A ansiedade é uma constante quase todos os dias.

Queixas na Ansiedade

As queixas na Ansiedade tendem a mudar e a apresentar-se de formas diferentes. É frequente a pessoa sentir-se melhor nuns dias que outros, e melhor em algumas alturas do dia e pior noutras. E apesar do stress diário não provocar ansiedade pode no entanto acentuar os sintomas.

Nem todas as pessoas com Ansiedade apresentam as mesmas queixas. No entanto, a maioria das pessoas com Ansiedade refere queixas dos seguintes sintomas:

Queixas emocionais quando existe ansiedade:

  • Preocupações constantes que não saem da cabeça.
  • Sentimento que a ansiedade é incontrolável.
  • Sentimento que não há nada que consiga fazer para parar a preocupação.
  • A pessoa sente que os pensamentos de preocupação aparecem sem a pessoa querer tê-los, esforçando-se ao máximo para se “ver livre” deles sem conseguir.
  • A pessoa sente uma grande dificuldade em lidar com a incerteza. Como se necessitasse de saber exactamente como as coisas vão acontecer.
  • A pessoa sente quase constantemente um sentimento de apreensão.

Queixas físicas quando existe ansiedade:

  • Sensação de tensão. Rigidez muscular. Músculos presos.
  • Dificuldade para adormecer ou manter um sono tranquilo, porque a mente não para de pensar.
  • Sensação de cansaço.
  • Sensação de “estar à beira do esgotamento”.
  • Sentimento de inquietação.
  • Problemas de estômago, náuseas ou vómitos.

Outras queixas na ansiedade:

  • Dificuldade em relaxar, divertir, aproveitar o tempo.
  • Dificuldade em ser o mesmo. Como se a pessoa usasse uma mascara o tempo todo.
  • Dificuldade de concentração.
  • Frequentemente a pessoa coloca as coisas de lado porque se sente esmagada e cansada pela ansiedade.
  • Na maioria das vezes a pessoa evita situações que a deixem ansiosa.

 

 

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Sexta-feira, 27 de Março de 2015

Ansiedade Social

Ansiedade Social

 

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Ansiedade Social é o receio de que em situações sociais e de relação com outras pessoas possam surgir sentimentos de julgamento, avaliação ou crítica negativa por parte dos outros.

Colocando de outra forma, ansiedade social é o medo e a ansiedade de ser julgado e de causar uma impressão negativa nos outros. Este medo conduz a sentimentos de inadequação, embaraço, humilhação e depressão. Se habitualmente uma pessoa fica ansiosa em situações sociais, mas está bem quando sozinha, então pode estar com um problema de ansiedade social.

ansiedade social é um problema de ansiedade que é muito mais comum do que habitualmente as pessoas acreditam. Milhões de pessoas em todo o mundo sofrem todos os dias as consequências deste problema devastador e traumático, seja devido à ansiedade perante uma situação social específica, seja perante uma situação de desempenho ou seja perante múltiplas e generalizadas situações sociais.

Sabe-se hoje, que a ansiedade social é o terceiro problema psicológico mais frequente que afecta as pessoas.

Quando as situações de relação social são muito específicas, as pessoas facilmente identificam a causa da ansiedade social, tornando-se mais claro a sua resolução.

Um tipo de ansiedade social específica é o receio de falar na presença de outras pessoas, por exemplo em reuniões de trabalho ou familiares, em jantares ou almoços, em esperar para ser atendido nas filas, entre muitas outras.

Quando a ansiedade social é mais generalizada, torna-se muito difícil para as pessoas identificarem as causas que lhes provocam ansiedade, o que gera mais confusão perante a resolução da ansiedade. Na maioria das vezes, só passados anos de evitamento e fuga de situações, é que se entende que este problema de ansiedade não passa com o tempo e não passa com o evitamento. Não se trata de um problema de fraqueza pessoal, ou de falhanço perante as dificuldades. A única coisa necessária é tomar consciência sobre como a ansiedade social funciona, o que leva a pessoa a pensar e a sentir, e o que a obriga a fazer.

O controlo que as pessoas precisam vem com esta tomada de consciência e com a alteração de uma forma de se verem a si mesmos e à relação com os outros. Na grande maioria das vezes este trabalho de mudança só pode ser feito em psicoterapia. Aliás a psicoterapia é isto mesmo, mudar formas habituais de pensar, sentir e agir, que foram erroneamente moldadas durante anos de más experiências. Tudo isto feito num curto período de tempo.

Situações que levam a sentir Ansiedade Social

As pessoas com ansiedade social sentem habitualmente um desconforto muito grande nas seguintes situações:

  • Ser apresentado(a) a outras pessoas.
  • Ser apontado(a) ou criticado(a) por outras pessoas.
  • Ser o centro das atenções.
  • Ser observado(a) enquanto faz qualquer coisa.
  • Ter de enfrentar pessoas que são consideradas autoridade ou que são pessoas avaliadas como importantes.
  • Na maioria dos encontros com outras pessoas, principalmente com pessoas pouco conhecidas ou que sentem pouca proximidade.
  • Na maioria das situações em que têm que fazer conversa de circunstancia.
  • Na maioria das situações em que se sentem obrigadas a marcar uma imagem positiva perante as outras pessoas.

As sensações físicas que acompanham a ansiedade social incluem um receio muito aumentado, muitas vezes inexplicável, como se a pessoa se sentisse em perigo sem saber porquê, o corar, a boca seca, os tremores, a dificuldade em engolir, e a tensão nos músculos.

As pessoas que sentem ansiedade social sabem que o que sentem é irracional, sem sentido e sem explicação (ou seja, não têm ainda a consciência dos “porquês” de isso estar a acontecer). Contudo, “saber” uma coisa, nomeadamente, que não faz sentido é muito diferente de “acreditar” ou de sentir. É por isso, que os sentimentos, pensamentos e a ansiedade não desaparecem, o que aumenta o estado de confusão e alimenta a ideia errada de que se a pessoa não consegue livrar-se desses pensamentos e sentimentos então deve ser fraca.

As boas notícias são que a psicoterapia para a ansiedade social tem sido alvo de evolução científica nos últimos anos, sendo unânime a ideia de que hoje a psicoterapia é de facto eficaz na resolução deste tipo de problema. As pessoas que sofrem com este tipo de ansiedade desde à muitos anos, restringiram muito a sua qualidade de vida. As pessoas referem que depois da terapia as suas vidas mudaram, no sentido de que a mesma já não é controlada pelo receio e pela ansiedade.

ansiedade social, assim como outros problemas de ansiedade, pode ser tratada com sucesso, e hoje não se justifica a afirmação “Aprender a viver desta maneira”. Não tem que viver assim e dessa maneira. Existem coisas para mudar em si e na relação com os outros, não sabe o quê, então procure um psicólogo especialista nesta área que lhe diga, alguém que compreenda bem o problema e saiba como ajudar a resolver.

Certifique-se que o psicólogo compreende quando você diz que é muito auto-consciente, que sente que os outros estão a observar ou que estão a formar opiniões negativas de si. Certifique-se que o psicólogo não minimiza ou desvaloriza o que lhe está a dizer, dizendo que você está a exagerar. As pessoas com ansiedade social já sabem que estão a exagerar, no entanto, sentem na mesma que os outros as estão a observar e a avaliar. A consciência de si mesmo está muito aumentada e é real.

Se o psicólogo não entender isto deve questionar-se se o mesmo consegue ajudar a resolver o problema.

Lembre-se ainda de que um profissional de psicoterapia recebe sempre bem as suas dúvidas e questões. Se lhe parecer que o psicólogo está contra a sua visão do mundo pode não ser a sua escolha. O psicólogo pode devolver-lhe os paradoxos e contradições acerca da sua forma de ver a si e as relações, mas sempre envolvido em compreensão, empatia e respeito por si.

As pessoas com ansiedade social precisam de suporte, encorajamento e de um ambiente de terapia relaxante.

Vencer a ansiedade social não é fácil, contudo milhares de pessoas já o conseguiram. Enquanto está no centro do problema, a vivê-lo, sente desespero e sem esperança de ficar bem. A vida passa a ter como objectivo vencer a ansiedade, que ora é de uma maneira, ora é de outra. Mas isto pode terminar.

O que precisa para vencer a Ansiedade Social

As coisas principais que precisa para vencer a ansiedade social são:

  • Compreender e ter consciência acerca do que é verdadeiramente a ansiedade social
  • Compromisso de levar em frente a sua mudança mesmo que por vezes seja um pouco difícil.
  • Insistência, insistência, insistência para que a nova informação fique bem gravada no seu cérebro e se torne automática.
  • Procurar terapias que funcionam. Numa primeira fase a psicoterapia individual depois a psicoterapia de grupo. A terapia com medicamentos é muitas das vezes necessária quando a ansiedade é muito elevada e incapacitante.
  • A psicoterapia deverá servir sempre para encorajar a mudança, trazer algo positivo à vida da pessoa e deverá ser acolhedora.

Que situações aumentam a Ansiedade Social?

  • Estar, conversar e participar nas actividades de um grupo.
  • Comer ou beber em público (p.ex. restaurantes, festas, reuniões familiares).
  • Ser o centro das atenções num grupo de pessoas.
  • Levantar-se e fazer um pequeno discurso, sem preparação prévia, numa festa.
  • Representar, agir ou falar perante outras pessoas.
  • Estar com num grupo de amigos (principalmente se no grupo “existir” alguém que domine a situação).
  • Trabalhar enquanto se está a ser observado/a.
  • Escrever enquanto se está a ser observado/a (p.ex. nas repartições públicas, na escola, no trabalho).
  • Atender o telefone a alguém que não conhece bem.
  • Falar com alguém que não conhece bem ou ser apresentado a alguém.
  • Voltar a encontrar-se com pessoas que não conhece bem.
  • Conduzir (devido à vergonha antecipada de fazer alguma coisa “errada”).
  • Fazer um teste às suas capacidades, competências ou conhecimentos.
  • Expressar desacordo ou reprovação (p.ex. dizer não).
  • Olhar directamente para alguém que não conhece muito bem.
  • Apresentar oralmente um trabalho.
  • Conhecer alguém para um relacionamento romântico/sexual.
  • Reclamar uma compra, produto ou serviço.
  • Entrar numa sala aonde os outros já estão presentes.

O que as pessoas fazem para evitar a Ansiedade Social?

  • Desviar ou evitar o olhar perante as pessoas (p.ex. usar óculos para evitar que as pessoas saibam que olhou para elas; usar MP3 para dissuadir as pessoas de lhe falar).
  • Falar rápido e sem pausas.
  • Falar devagar, baixo e com um tom inseguro, reduzindo ao mínimo o que tem para dizer.
  • Evitar atrair atenções, evitando estar com pessoas que puxam para si a atenção.
  • Manter o distanciamento do que se está a passar.
  • Parar o que estava a fazer quando se sente observado.
  • Rir para esconder que está nervoso.
  • Verificar repetidamente se está apresentável (p.ex. pentear, ajeitar a roupa).
  • Pensar muito no que vai dizer ao ponto de passar a oportunidade de o fazer.
  • Aumentar a distância entre si e a outra pessoa.
  • Esforçar-se por parecer à vontade junto de alguém.
  • Observar passivamente o que se está a passar.
  • Na interacção com alguém, estar irrequieto com os braços e mãos, não sabendo como os colocar.
  • Tentar disfarçar o tremor e o rubor (corar).
  • Ficar no lugar mais escondido possível.
  • Ao andar na rua, estar sempre à procura de pessoas que possa conhecer para poder desviar o olhar e fingir que não as viu.

O que pensa uma pessoa com Ansiedade Social quando está na relação com outras pessoas?

  • Não vou dizer nada de jeito, vão achar que só digo banalidades e que não percebo nada disto.
  • Vou ficar embaraçado e vão notar que não me sinto à vontade.
  • Tenho que me acalmar.
  • Tenho que prestar atenção ao que digo.
  • Vão pensar que sou ridículo.
  • Não estou a ser natural e vão notar que estou ansioso.
  • Estou a corar, a voz está a tremer.
  • Vão achar que sou inseguro e está toda a gente a olhar para mim.
  • Vou bloquear, não sei o que hei-de dizer e vão-me gozar.
  • Vão notar que estou a suar.
  • Tenho que causar boa impressão.
  • É melhor calar-me antes que diga asneira.
  • Tenho que dizer alguma coisa de interesse.
  • Vou ser o centro das atenções.

 

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 16:45
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Terça-feira, 24 de Março de 2015

Ansiedade Generalizada

Ansiedade Generalizada

Ansiedade Generalizada.jpg

 

A principal característica da ansiedade generalizada

que é o tipo mais comum de ansiedade, é a preocupação excessiva, incontrolável e persistente acerca de coisas do dia-a-dia, sejam muito ou pouco importantes. Para uma pessoa com ansiedade generalizada tudo assume proporções catastróficas, tudo é muito negativo, o resultado final ou o desfecho das situações é sempre o pior que pode acontecer.

Como a ansiedade generalizada se confunde com a preocupação normal, a pessoa que tem ansiedade generalizada desvaloriza quando as outras pessoas lhe dizem para não ser tão negativa, para não ser assim, para parar de ver sempre o lado pior das coisas. A pessoa que se preocupa desta maneira acredita inclusive que a sua preocupação é muito legitima e que irá prevenir que algo mau aconteça. No entanto, as pessoas que têm

Ansiedade generalizada

apresentam outros sintomas que as fazem pensar duas vezes. Queixas como cansaço, dificuldade em dormir, desregulação hormonal com alterações no peso ou na libido, dores musculares, dores gástricas (muito frequente a ocorrência de síndrome do Cólon Irritável).

É importante que a pessoa faça uma consulta de psicologia mesmo quando apresenta todos estes sintomas físicos e depois de ter consultado o médico.

A psicoterapia para a ansiedade generalizada utilizada na Clínica Psicologia Lisboa assume uma forma especialmente eficaz, uma vez que os nossos psicólogos têm uma formação diversificada.

A psicoterapia para a ansiedade generalizada

é uma forma de psicoterapia ansiedade que trabalha os pensamentos ansiosos da pessoa utilizando uma variedade de técnicas para alterar esses pensamentos. A base da psicoterapia ansiedade é aprender a controlar e a modificar esses pensamentos ansiosos. Fazendo isso altera-se o modo de ver o mundo e o que se sente.

É dada uma especial importância ao “como” se aprender a pensar. As influências de uma vida de experiências que ensinou que preocupar, mesmo que excessivamente é melhor do que não se preocupar de todo. Na psicoterapia ansiedade aprende-se a encontrar o meio caminho este estes dois pólos.

 

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 16:40
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Sábado, 21 de Março de 2015

Ansiedade Desnecessária

Ansiedade Desnecessária

Ansiedade Desnecessária.jpg

 

É importante reduzir ansiedade desnecessária?…

Com certeza… a ansiedade é normal mas quando é em excesso tem que ser reduzida.

A ansiedade é uma disposição natural de toda a espécie humana. Assim ditou a lei da sobrevivência e da adaptação. Aqueles que têm ansiedade foram outrora os mais aptados a lidar com os perigos e as incertezas…

Mas nos tempos de hoje torna-se imprescindível reduzir a ansiedade desnecessária.

O cérebro humano adaptou-se a reagir automaticamente às situações que eram percebidas como perigosas. Adaptou-se ainda por criar mecanismos automáticos de memória para as situações temidas. Esse foi uma das maiores defesas psico-biológicas da nossa espécie. Mas esse mesmo mecanismo funciona hoje de um modo muito exagerado e automático de forma que se torna necessário reduzir a ansiedade desnecessária.

A ansiedade desnecessária de hoje serviu outrora como mecanismo de alarme…

de chamada de atenção para perigos que eram percebidos ou antecipados. Hoje esse alarme e essa antecipação que gera ansiedade desnecessária tem que evoluir e adaptar-se novamente às exigências dos tempos modernos. O cérebro não parou de evoluir. Aquilo que se faz em psicoterapia é uma forma de evolução mais rápida. Não existem quaisquer duvidas que um futuro passa por uma humanidade mais clama, tranquila e baseada na certeza das coisas. O presente parece desmentir esse futuro, no entanto a necessidade do homem é ter cada vez menos ansiedade desnecessária.

É importante que aprenda a utilizar outros mecanismos para reduzir a ansiedade desnecessária….

nomeadamente, mecanismos como a respiração profunda, o relaxamento instantâneo ou o relaxamento progressivo, alterar padrões automáticos de pensamento, como o pensamento negativo, a preocupação excessiva, o perfeccionismo.

Reduzir a ansiedade desnecessária é importante porque mantém os níveis e cortisol e adrenalina num balanço químico ideal ao bom funcionamento…

Nem muito baixo, nem muito alto. Ótimo funcionamento intelectual e emocional.

 

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 16:36
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TORNE-SE FÃ DA NOSSA PÁGINA
psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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