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Terça-feira, 6 de Outubro de 2015

Problemas de comunicação

Problemas de comunicação

 

Problemas de comunicação

Os problemas de comunicação levam na maioria das vezes a problemas de relacionamento. Se começam a haver problemas de comunicação como é que se pode manter e desenvolver um sentimento de proximidade e afecto?

Problemas de comunicação, dos mais básicos aos mais complexos, levam frequentemente a rupturas afectivas. Passado algum tempo, algumas relações, a pergunta "O que é que está a correr mal?" começa a surgir. Vamos abordar alguns dos problemas de comunicação mais comuns.

Não fazer questões pessoais ou deixar de as levantar

Não há nada de errado na pergunta "Como foi o teu dia?", no entanto, quando repetida com frequencia dá a sensação de haver falta de interesse e de sinceridade no esforço de curiosidade. Muitas relações passam por problemas de comunicação porque não sabem o que dizer e o refugio neste tipo de pergunta é devastador para qualquer relação. Porquê?

Quando as pessoas passam a comunicar através de perguntas chavão, aquilo que estão a transmitir é que estão a cumprir um dever social para evitar problemas de comunicação. Estes chavões são entendidos como uma obrigação e não uma vontade genuína de saber da vida da outra pessoa. E isso é uma coisa que não se quer fazer a alguém que se ama.

Quando a pessoa diz algo único, inesperado, uma nova situação, uma circunstancia, uma curiosidade, está a transmitir que tem atenção pela outra pessoa. Por exemplo, "O que é que foi novo hoje, para ti?" ou "Qual foi a coisa mais divertida que viste ou ouviste hoje?"

Este tipo de questões é percebido como um verdadeiro interesse nos sentimentos e no bem-estar da outra pessoa e isso evita muitos problemas de comunicação.

Não comunicar um problema ou uma verdade difícil

As relações que têm mais força são construídas numa base em que se pode e deve falar de tudo e qualquer coisa. Quanto mais difíceis e privadas forem as conversas mais intimidade emocional e menos problemas de comunicação.

Problemas de comunicação

 

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Terça-feira, 25 de Agosto de 2015

Casal Feliz, Como ser?

casal feliz

Você sabe tudo o que há para saber sobre como o casal feliz lida com as situações difíceis, comunicam, têm projectos em comum, alimentam o romance, etc.

Mas se tiver curiosidade em saber mais, leia a seguir e talvez descubra alguma dica.

Casal Feliz – Querem saber como foi o dia do outro.

É tão fácil ficar apanhado na rotina do cansaço do dia que esquecemos como terá sido o da outra pessoa que já chamamos amor. Antes de começar o final do dia a falar de como lhe correu mal e como o seu patrão não valoriza, quando chegar a casa dê um abraço aquela pessoa e dê-lhe um beijo.

Casal Feliz – Aproximar da Confiança e Afastar do Ciúme.

Felizmente o local aonde trabalhamos e vivemos não é local de segregação de género. Por isso, não é possível não trabalhar com pessoas de sexo diferente. Para que se aproxime da confiança e afaste o ciúme deve ter em mente o corolário “Inocente até prova em contrário”. Deve também colocar-se “nos sapatos” da outra pessoa e pensar que incentivo está a dar à outra pessoa para ter fidelidade se a está a acusar sem razão. Por outro lado, deve procurar esclarecer quaisquer dúvidas, inseguranças ou incertezas que lhe possam surgir pelo caminho,

Casal Feliz – encontram caminhos comuns.

Aquela chama inicial que aproxima as pessoas, as deslumbra, as faz vibrar, as faz sentir especiais, tende a afrouxar com o tempo. Todos sabemos isso. Mas não se trata de uma inevitabilidade, de um fado, de um pesadelo no fim de uma noite de sossego. Muito pelo contrário, o desafio não é apaixonar-se, é manter-se apaixonada(o). Para manter a relação interessante encontre fazeres e interesses comuns. Se as pessoas se aproximam é porque têm algo em comum.

Casal Feliz – Compromisso é a chave.

Sabemos que não podemos ter imediatamente tudo o que queremos. Podemos tentar ter com o tempo, trabalho e investimento. O compromisso é o investimento que a relação precisa. Compromisso que o caminho é feito a dois – mais os filhos e o resto da família – norteado pelo desejo de viver bem no presente e ainda melhor no futuro.

Casal Feliz – Aqueles de se ouvem.

Precisamos de falar, de ser compreendidos, de sentirmos apoio, suporte e que alguém nos cuida. Quer saber uma coisa? O outro também precisa disso. Claro que passados um anos todos temos razões válidas e dadas pelo outro para não lhe prestarmos essa atenção. Mas como em tudo na vida as nossas escolhas são nossas não são do outro e se escolhemos trata-lo dessa forma escolhemos ser tratados de igual maneira.

Casal Feliz – Crescimento é coisa que se faz com o outro e não sozinho.

Os sonhos, espectativas e desejos de um devem ser do outro também. O empenho que uma pessoa tem em conseguir coisas, superar dificuldades e procurar uma vida melhor devem ser partilhados num casal feliz.

Casal Feliz – Não guardar ressentimentos.

Você é humano. A outra pessoa também. Todos fazem disparates, erros, falhas ou omissões graves. Por vezes quando menos se espera ou não vem nada a calhar. No entanto, sabemos que um casal feliz ultrapassa essas questões falando delas, debatendo intenções, subtraindo ao sentimento as razões que estavam na origem. Ressentimentos fazem rugas e criam cabelos brancos. Minam a disposição e toldam o discernimento. Por isso, encha o peito de ar, eleve-se aquela posição de aceitação da condição humana do outro e desculpe.

 

 

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2015

Casal e os Filhos de outra Relação

 

Casal e os Filhos de outra Relação

O casal que se junta e tem filhos de outra relação enfrenta desafios por vezes difíceis de resolver.

Quando o Amor acontece, um casal apaixonado enfrenta tudo e todos para puder ficar junto. De início tudo são rosas, mas quando se trata de um casal onde já existem filhos de outras relações, se não tivermos muita sensatez e paciência, as pétalas da rosa podem cair e ficamos apenas com os espinhos.

É o caso do João e da Rita, casal apaixonado que se juntou há 4 alguns anos. A Rita foi viver com o João e com uma bebé de 2 anos, a Matilde, o João já vivia com os seus dois filhos, o Manuel e a Paula.

A Matilde a bebé de 2 anos, por enquanto está bem adaptada à família recomposta, já que ganhou mimos de mais 3 pessoas, do João e dos seus filhos.

A Rita está com imensa dificuldade em lidar com os filhos do João, que têm 18 e 14 anos, pois acha que estes não a amam como amam a mãe deles, não a respeitam e não a ajudam nas tarefas domésticas.

O Manuel e a Paula, os filhos do João, são jovens equilibrados e bons estudantes, mas têm o comportamento típico dos adolescentes, isto é, fecham-se no quarto, jogam consola e computador, falam muito ao telemóvel e querem sair com os amigos.

O João, esse, está ensanduichado entre gerir a relação com os seus filhos, com a namorada Rita e entre estes.

O resultado divido às dificuldades em gerir tudo: o João e a Rita estão neste momento separados enquanto casal.

O que pode esta casal fazer?

Será importante que as regras da família sejam ditadas pelo casal, sendo que as mesmas não devem diferir muito das regras impostas pelo João antes de a Rita surgir na sua vida, caso contrário os adolescentes tenderão a recusá-las.

O João tem de criar um espaço para o casal, já que os filhos de ambos estavam habituados a terem o pai só para eles e agora a atenção dos pais não incide apenas nos próprios filhos.

É bom que a Rita entenda que não tem o papel de mãe e que surgiu na vida destes jovens quando o seu crescimento já ia a meio caminho, mas pode começar por ser uma boa amiga e uma pessoa de confiança, e até mesmo mediadora entre pai e filhos, quando se justificar.

Paciência e calma estão na ordem do dia, pois se o João e a Rita se apaixonaram, têm de compreender que os filhos de um e de outro não se apaixonaram por ninguém, mas as suas vidas alteraram-se drasticamente com a introdução de membros desconhecidos na família.

É preciso dar tempo ao tempo, permitir uma adaptação equilibrada de cada um dos 5 membros da família aos outros 4, e perceber ao mesmo tempo quais as necessidades de cada jovem para que esta adaptação seja saudável e enriquecedora para o seu crescimento individual, para o crescimento da relação do casal e para o florescer desta família recomposta, onde todos importam individualmente e onde queremos que todos se entrelacem familiarmente.

 

 

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Terça-feira, 11 de Agosto de 2015

Bom relacionamento

bom relacionamento

Um bom relacionamento não sobrevive se for deixado ao sabor do vento.

Um bom relacionamento precisa de cuidados e carinho que as duas pessoas vão dando um ao outro de forma a criar uma ligação reciprocamente benéfica.

Para promover um bom relacionamento, profundo e intimo, é preciso que a relação tenha determinadas que as pessoas não se podem esquecer.

Um bom relacionamento implica que haja uma comunicação carinhosa, constante e honesta.

Se não houver conversa, comunicação e diálogo é difícil haver um bom relacionamento. Quanto mais se comunicar, o mais ligação se vai sentir, mesmo que alguns temas possam ser desagradáveis. Não pare de comunicar.

Um bom relacionamento implica que haja uma verdadeira e sincera vontade de trabalhar os desentendimentos e as diferenças.

Tenha consciência que se desistir de resolver as diferenças e de encontrar as semelhanças você estará a desistir de ter um bom relacionamento. As situações até podem ser tensas, desconfortáveis e frustrantes, mas tem que acreditar que o afecto positivo – o amor – está do outro lado da moeda. A dificuldade nestas alturas é virar a moeda

Um bom relacionamento implica que haja sentido de humor, diversão e distração das obrigações da vida.

Um bom relacionamento precisa de ar fresco para respirar. Esse ar fresco é a capacidade que as pessoas têm de implicar bom humor, diversão, novidade e distração, nas rotinas do dia-a-dia. Traga a outra pessoa para as coisas que você gosta de fazer, não faça sozinho, mesmo que precise daquele tempo só para si. Inclua a outra pessoa. Faça-a tornar-se parte dessa parte da sua vida.

Um bom relacionamento implica que você partilhe as lições que a vida vai ensinando.

Quem está na vida para viver percebe rapidamente que existem muitas lições a aprender. Porque existem muitos erros que se fazem e muitas falhas que se cometem, também existe muita oportunidade para aprender. Para um bom relacionamento, partilhe com a outra pessoa essas aprendizagens e perceberá o quanto a outra pessoa fica gratificada por lhe estar a proporcionar esse enriquecimento.

Um bom relacionamento implica que você dê e receba apoio emocional, validação e valorização incondicional e exclusiva.

Um bom relacionamento tem por base a troca reciproca de necessidades. Algo que um precisa é provido pelo outro. Todas as pessoas têm as suas necessidade pessoais, no entanto é unanime considerar que todas as pessoas precisam de valorização, apoio emocional e validação como sinal de unicidade e consistência da relação.

 

 

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Terça-feira, 4 de Agosto de 2015

Boa Relação Intima

boa relação intima

Provavelmente uma das necessidades que tem é desenvolver e manter uma boa relação intima. Infelizmente todas as relações passam por altos e baixos, e por vezes os baixos parecem não dar lugar a tempos para uma boa relação intima. É a altura em que se questionam as coisas, em que se pondera o futuro, em que se faz um balanço do passado.

Acompanhe alguns tópicos que fazem e mantém uma boa relação intima.

Boa Relação Intima - Compreensão e Sensibilidade pelas Necessidades do Outro e Suas

Necessidades é algo que existe em todas as pessoas. Elas expressam-se sobre a forma de expectativas, desejos, fantasias, reacções e comportamentos. Algumas dessas formas não são totalmente conscientes, ou são mesmo totalmente inconscientes. Por exemplo, existem reacções de desconfiança, ciúme e controlo que são movidas pela necessidade de exclusividade e de se sentir único e especial. Existem reacções de submissão à vontade do outro, ou dificuldade em estabelecer limites e dizer não que são movidas pela necessidade de receber amor. Existem reacções de afastamento da intimidade e do fortalecimento da relação pela necessidade de independência. São apenas alguns exemplos de necessidades inconscientes que são expressas com o outro e que colocam em causa uma boa relação intima. Compreender conscientemente necessidades inconscientes é um trabalho que não é acessível através da racionalidade. Tem que se fazer de outra maneira. E essa maneira é a psicoterapia.

Boa Relação Intima - Tome consciência dos receios e medos que motivam as suas reacções

Todas as pessoas receiam alguma coisa. Faz parte da natureza humana. E é quase certo que a maioria das pessoas desconhece os verdadeiros receios que prejudicam uma boa relação intima. Por exemplo, o receio de falhar que é expresso em quase todas as situações que envolvem dificuldades na relação sexual. O receio do compromisso que se revela cada vez que a relação entra num nível de maior profundidade emocional. O receio de estar só, que pode levar a ter relação que estão longe de uma boa relação intima. O receio de perder a independência que pode levar a reacções de ser controlado pelas outras pessoas. O receio de sofrer, que geralmente ocorre depois de experiencias anteriores mal sucedidas e que leva a precauções nomeadamente a uma dificuldade na entrega emocional e na abertura a uma boa relação intima. Ter consciência desses receios inconscientes é a forma mais eficaz de saber mudar as reacções e os comportamentos. Para isso serve a psicoterapia.

Boa Relação Intima - Verifique se as suas expectativas são realistas

É fundamental ter expectativas. É natural e desejável ter expectativas face à outra pessoa, pois esse é o ingrediente que tempera uma boa relação intima. A expectativa de amor incondicional. A expectativa de compreensão. A expectativa de atenção. A expectativa de suscitar desejo na outra pessoa.

Se perceber ou sentir que as suas expectativas não estão a ser correspondidas, isso pode geral sentimentos de desilusão, desapontamento, reacções de frustração e comportamentos de zanga que contaminam uma boa relação intima. Procure saber se as expectativas são realistas e atingíveis naquela altura. Essa tomada de consciência é difícil de fazer porque você está a "ver o problema por dentro". A psicoterapia tem métodos para que você perceba as expectativas de outro ponto de vista, adaptando-as à realidade. O resultado deverá ser a possibilidade de ser feliz, passo a passo.

 

 

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Quinta-feira, 15 de Maio de 2014

Boa Relação, Como ter uma?

Boa relação

O que é preciso para ter uma boa relação?

As pessoas que têm uma boa relação fazem isto:

Boa relação – Dar e Receber

As pessoas que têm uma boa relação valorizam mais o que a outra pessoa faz bem do que falha. Todas as pessoas falham, ninguém é perfeito e ajustar as expectativas pessoais à capacidade da outra pessoa fazer e dar de si à relação é uma das mais fortes características de uma boa relação.

Boa relação – Cuidado e Carinho

Numa boa relação as pessoas têm um cuidado permanente com o outro. Uma atenção especial. Tratam o outro com carinho e dedicação. Claro que se pode ser exigente quando a outra pessoa não está a corresponder às necessidades do próprio, mas esta exigência tem que ser equilibrada através de uma comunicação assertiva e suportada pelo dar ao outro, cuidado, protecção, segurança e carinho. Se não, como ter legitimidade para reclamar o que quer que seja?

Boa relação – Abraçar e Beijar

Todos temos memória. Memória visual, auditiva e do que sentimos. As pessoas que têm uma boa relação abraçam-se e beijam-se frequentemente e isso cria-lhes memórias afectivas positivas em todos sentidos. Funciona muito melhor do que aquele “amo-te muito” escrito num cartão de aniversário e oferecido uma vez por ano.

Boa relação – “Tem um bom dia” pela manhã e “Dorme bem” pela noite

As pessoas que estão numa boa relação têm por hábito tomar o pequeno almoço juntas e desejar um bom dia quando cada uma vai para o seu trabalho. Quando isto acontece com frequência as pessoas levam uma memória positiva do outro durante pelo menos grande parte da manha. Ao fim da tarde cumprimentam-se sempre com um beijo, deitam-se juntas e desejam uma boa noite à outra pessoa. Desta forma, a ligação afectiva está sempre mantida e é garantido que apesar dos altos e baixos existe sempre uma boa relação.

Boa relação – Mantenha contacto durante o dia

Numa boa relação as pessoas mantêm algum tipo de contacto durante o dia. Por SMS, mail ou facebook as pessoas vão trocando palavras que expressam como está a decorrer o seu dia-a-dia. Claro que quando estes contactos são intrusivos e sufocantes são mal recebidos e rejeitados. Mantenha a proporção e o equilíbrio.

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Quinta-feira, 8 de Maio de 2014

Relacionamento, O que é preciso para ter um bom

relacionamento

O que é preciso para ter um bom relacionamento?

Está empenhado(a) em ter um bom relacionamento ou melhorar o relacionamento que já tem e quer saber como?

Relacionamento - Vão para a cama ao mesmo tempo

Lembra-se de como era no início do relacionamento. Você não podia esperar para ir para a cama para fazer amor com pessoa amada. Um relacionamento feliz é aquele que resiste à tentação de não irem para a cama ao mesmo tempo. As pessoas que estão num relacionamento feliz deitam-se ao mesmo tempo. Passam esse tempo de intimidade juntos. É um tempo só para eles, sem tarefas e afazeres. Nem precisa de haver sexo todos os dias. Basta que haja intimidade, aproximação e partilha emocional. Isso acontece mesmo que um das pessoas se levante depois porque não tem sono ou porque quer ver um filme.

Relacionamento – Partilhar de interesses comuns

Quando as pessoas estão apaixonadas o relacionamento é sempre bom. Não porque as coisas corram sempre bem, mas porque a intensidade do interesse mútuo é elevada. Quando a paixão passa e dá lugar a um sentimento mais tranquilo e menos intenso é necessário cultivar esse interesse comum no relacionamento. Os interesses comuns até podem mudar. Numa fase é conhecer a outra pessoa em todos os aspectos, outra fase é a companhia, outra fase é o desenvolvimento do projecto comum que pode ser a casa, os filhos, as viagens, etc. Seja que fase for, o importante saber que a ligação emocional à outra pessoa é feita através de interesse comum e partilhado no relacionamento.

Relacionamento – Toque, mãos dadas e lado a lado

As pessoas que dizem ter um bom relacionamento têm uma relação de igual para igual, caminham na vida lado a lado e dão a mão ao outro quando ele precisa. O que é que isto quer dizer? Quer dizer que as pessoas que têm um relacionamento feliz sabem que podem contar com a outra pessoa, confiam nela, sentem-se emocionalmente protegidas e seguras. Existem duas formas de transmitir esse sentimento no relacionamento. Uma é quando uma pessoa está numa situação difícil e precisa muito da outra pessoa. Felizmente essas situações são pouco frequentes na vida, mas acontecem sempre. A outra forma é todos os dias através do toque carinhoso, do dar a mão na rua, do sentar lado a lado, etc.

 

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Sexta-feira, 21 de Março de 2014

Má Relação, como evitar

má relação

 

Existem algumas regras para evitar cair numa má relação.

Para evitar uma má relação tem que haver amor, intimidade emocional e sexual e romance.

Estes são os pilares de um relacionamento amoroso e a forma de evitar uma má relação. Haver uma grande sintonia na cama não basta, tem que haver o desejo de estar junto e partilhar a vida com a outra pessoa. Esse desejo é o combustível para o amor.

Para evitar uma má relação tem que haver partilha de objectivos, metas e desejos mútuos.

Acredite que para evitar uma má relação você vai ter que tornar os seus sonhos como objectivos do casal. Vai ter que ter um projecto comum que é a soma dos sonhos individuais de cada um. O compromisso é trabalharem juntos. A desvantagem é que a liberdade está mais condicionada. A vantagem é que o trabalho de equipa – a dois – é mais gratificante que o trabalho solitário.

Para evitar uma má relação tem que haver compaixão, aceitação e perdão.

São muitos os erros, as falhas e as omissões que as pessoas cometem umas com as outras quando estão numa relação. É quase impossível evitar isso. Por isso é imprescindível que haja compaixão pelas dificuldades do outro, aceitação pelas insuficiências e perdão com os erros.

Para evitar uma má relação tem que haver um desejo mutuo de intensificar a relação com coisas fora da relação.

As relações que se tornam pouco gratificantes são aquelas que habitualmente as pessoas se fecham sobre elas próprias ou sobre as questões da relação. É necessário que a relação esteja aberta ao mundo que rodeia cada uma das pessoas. Mas suficientemente protegida para que não haja influencia que coloque em perigo a consistência e a unicidade do casal.

Para evitar uma má relação tem que haver a capacidade para admitir erros e falar sobre eles.

Tem que se ter uma boa capacidade para se colocar no lugar do outro. Estar aberto a outras perspectivas. Ter a capacidade para não abdicar das suas convicções mas ter a flexibilidade para mudar de ideias. Estar numa relação implica que se tenha essa postura. Apesar da outra pessoa poder ter uma forma de ser e pensar diferente da sua ela não é o inimigo. É suposto que existam diferenças entre os dois e é suposto admitir que por vezes você está errado e aprender com isso.

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Terça-feira, 18 de Março de 2014

Bom relacionamento

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Um bom relacionamento não sobrevive se for deixado ao sabor do vento.

Um bom relacionamento precisa de cuidados e carinho que as duas pessoas vão dando um ao outro de forma a criar uma ligação reciprocamente benéfica.

Para promover um bom relacionamento, profundo e intimo, é preciso que a relação tenha determinadas que as pessoas não se podem esquecer.

Um bom relacionamento implica que haja uma comunicação carinhosa, constante e honesta.

Se não houver conversa, comunicação e diálogo é difícil haver um bom relacionamento. Quanto mais se comunicar, o mais ligação se vai sentir, mesmo que alguns temas possam ser desagradáveis. Não pare de comunicar.

Um bom relacionamento implica que haja uma verdadeira e sincera vontade de trabalhar os desentendimentos e as diferenças.

Tenha consciência que se desistir de resolver as diferenças e de encontrar as semelhanças você estará a desistir de ter um bom relacionamento. As situações até podem ser tensas, desconfortáveis e frustrantes, mas tem que acreditar que o afecto positivo – o amor - está do outro lado da moeda. A dificuldade nestas alturas é virar a moeda

Um bom relacionamento implica que haja sentido de humor, diversão e distração das obrigações da vida.

Um bom relacionamento precisa de ar fresco para respirar. Esse ar fresco é a capacidade que as pessoas têm de implicar bom humor, diversão, novidade e distração, nas rotinas do dia-a-dia. Traga a outra pessoa para as coisas que você gosta de fazer, não faça sozinho, mesmo que precise daquele tempo só para si. Inclua a outra pessoa. Faça-a tornar-se parte dessa parte da sua vida.

Um bom relacionamento implica que você partilhe as lições que a vida vai ensinando.

Quem está na vida para viver percebe rapidamente que existem muitas lições a aprender. Porque existem muitos erros que se fazem e muitas falhas que se cometem, também existe muita oportunidade para aprender. Para um bom relacionamento, partilhe com a outra pessoa essas aprendizagens e perceberá o quanto a outra pessoa fica gratificada por lhe estar a proporcionar esse enriquecimento.

Um bom relacionamento implica que você dê e receba apoio emocional, validação e valorização incondicional e exclusiva.

Um bom relacionamento tem por base a troca reciproca de necessidades. Algo que um precisa é provido pelo outro. Todas as pessoas têm as suas necessidade pessoais, no entanto é unanime considerar que todas as pessoas precisam de valorização, apoio emocional e validação como sinal de unicidade e consistência da relação.

 

 

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Quarta-feira, 12 de Março de 2014

Para uma Relação Fantástica

relação fantástica

Qual a diferença entre uma relação fantástica e uma relação assim-assim?

Na verdade, as diferenças são muito pequenas. Não são necessárias coisas inacessíveis, difíceis ou estranhas para transformar a uma relação numa relação fantástica.

Relação Fantástica – Compreender e Conhecer as Necessidades do Outro

A principal razão pela qual as relação podem não resultar bem não é tanto por existirem conflitos, falta de comunicação ou diferenças na dinâmica sexual. A principal razão tem a ver com a frustração, com o desapontamento diário, pelo vazio de entendimento entre as duas pessoas face às necessidades uma da outra.

Para limpar essa frustração tem que começar a falar das necessidades, desejos e objectivos que não estão a ser realizados. A outra pessoa tem que ter a capacidade para ouvir, compreender e indicar alternativas para que se consiga atingir o que a pessoa quer se for humanamente possível.

Relação Fantástica – Dar e Receber Carinho Amoroso

Os homens que recebem mais reconhecimento das suas mulheres dizem sentir-se mais felizes. Reconhecimento como palavras e gestos que demonstram apreço, respeito e amor. E é provável que os homens precisem de mais reconhecimento que as mulheres, uma vez que as mulheres obtêm de outras formas e mais frequentemente, através de amigas, conhecidos ou desconhecidos, reconhecimento. É extremamente raro que os homens obtenham esse reconhecimento por parte dos outros, por isso precisarem tanto do das suas mulheres. Por outro lado, os homens também estão mais disponíveis a responder com reconhecimento, atenção e valorização quando são reconhecidos ou apreciados.

Relação Fantástica – Falar e Estar um com o Outro

É importante para uma relação fantástica que as pessoas possam e consigam estar uma com a outra a falar sobre assuntos que não tenham a ver com os filhos, contas e responsabilidades. Falar do dia-a-dia, dos objectivos, das vontades, dos desejos. Falar de banalidades, frivolidades e coisas menos sérias.

 

 

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Terça-feira, 4 de Março de 2014

Relação Amorosa...Duas Verdades, Duas Realidades

Relação Amorosa

 

A relação amorosa tem a ver com o envolvimento de duas pessoas, são o equivalente a “estradas afectivas” de dois sentidos. Por isso, quando as coisas não estiverem a correr bem não se coloque o extremo que o problema é exclusivamente da outra pessoa, nem se coloque no outro extremo em que a culpa é só sua.

A relação amorosa são duas pessoas, duas verdades, duas realidades.

Na relação amorosa ambas as pessoas têm que participar activamente na relação mantendo-a positiva, construtiva e saudável. Como em qualquer organismo dinâmico, com vida, existem momentos em que a relação amorosa não está saudável, isso não é grave. Sabemos que quando um sistema dinâmico sobrevive a uma ameaça ou crise, ele fortalece-se, torna-se imune a essa ameaça. Na relação amorosa é a mesma coisa, quando as pessoas conseguem ultrapassar a crise a relação amorosa fica mais forte, mais resistente. O problema é conseguir ultrapassar a crise, a ameaça.

 

Toda a relação amorosa é diferente. Não existe a forma certa para que uma relação funcione bem ou funcione mal. Existem indicações acerca do que costuma ser importante na relação amorosa, mas no fim cada casal tem as suas próprias regras, hábitos, rotinas e verdades. A questão é se conseguem comunicar isso um ao outro dentro da relação amorosa e manter a dinâmica viva.

 

Neste sentido é importante compreender que toda a relação amorosa é diferente de outra. Não é útil comparar a sua relação amorosa com a dos seus pais, amigos, colegas, familiares ou mesmo com relações amorosas passadas, nem mesmo com aquela relação amorosa que parece perfeita.

 

A sua relação amorosa é única e se precisa ser melhorada então tem que se perceber o que lhe falta.

 

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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014

Trabalho a Mais, Relação a Menos

trabalho e relação

 

No clima de economia actual, quando falamos de trabalhos geralmente referimo-nos à falta de emprego, ou de oportunidades, ou às baixas remunerações. Mas começa a existir um fenómeno cada vez mais frequente que é o impacto que o trabalho tem nas relações e na família.

O aumento das exigências, da precariedade, da fraca economia e as questões de personalidade contribui para que se coloque o trabalho como factor prioritário face às relações. O trabalho está em risco de se torna um dos principais factores de ruptura nas relações. Seja pelo tempo que consome, seja pela proximidade com os colegas e o afastamento da relação, seja pela necessidade de sobreviver num ambiente competitivo e incerto, o trabalho está neste momento a roubar a energia, a atenção e a paciência da relação de casal.

 

Queiramos ou não, somos muito influenciados pelo ambiente que vivemos. Vivemos num ambiente altamente tecnológico, de decisões rápidas, instantâneas, em que os resultados são esperados com prontidão e diligencia. Neste ambiente é difícil estabelecer barreiras apropriadas entre a vida profissional e a vida pessoal.

 

É esperado que as pessoas trabalhem mais, cumpram prazos, por vezes remetam para ultimo lugar o contacto com a família e os amigos. E o mais curioso é que isto é muito bem aceite e valorizado pela sociedade, ou seja todos nós. Rapidamente e consoante as oportunidades que as pessoas têm, começam a sentir que através do trabalho as pessoas aumentam a sua auto-estima, tornam-se respeitadas e consideradas, vêm-se como importantes, especiais e imprescindíveis. Isso é bom. Muito bom mesmo.

 

Mas quando a prioridade do trabalho se sobrepõem à relação pode acontecer um pesadelo. Esta visão do mundo e de si mesmo pode levar a outra pessoa a sentir-se ignorada, sem importância na sua vida.

 

Então o que fazer se sentir que a outra pessoa está a colocar o trabalho à frente da relação?

 

  • Explique à outra pessoa que para si uma relação faz sentido quando é possível confiar a satisfação de necessidades de uma forma reciproca. Ou seja, você tem determinadas necessidades afectivas e amorosas que espera que sejam satisfeitas pela outra pessoa. Se isso não acontecer é muito provável que surja um vazio emocional, um vácuo afectivo.
  • Lembre-se sempre que uma relação tem sempre duas perspectivas. Tende perceber qual a necessidade que a outra pessoa tem para trabalhar daquela maneira.
  • Ajude a outra pessoa a trabalhar menos uma hora por dia. É uma hora que a vossa relação precisa. Ajude a outra pessoa a perceber que aquela hora é um ganho, um investimento que está a fazer na vida dela, cuidando da relação.
  • Tenha interesses, actividades, prazeres fora do trabalho. Procure ter coisas para fazer que estimulem a criatividade, a evasão  e a espontaneidade.
  • Construa uma vida interessante para si. Aprenda, cresça, cultive-se e use o tempo que não está com a outra pessoa para ser melhor, ter mais, fazer mais, conhecer mais e preencher a sua vida. Isto irá fazer com que você sinta mais sentido e menos ressentimento em relação à incapacidade da outra pessoa em lhe dar o que você está a precisar. 

 

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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Alimentar o Amor, Exercício para alimentar uma boa relação

Amor no Casal

Apesar de ser muito agradável sentir amor e apreço por parte da outra pessoa, a maioria de nós confessa que se sente desconfortável e estranho quando lhe fazem um elogio. Na verdade, quase conseguimos ouvir-nos a negar, contradizer e a recusar os elogios como sendo verdadeiros, genuínos e honestos.

Faça o seguinte exercício:

  1. Escreva as coisas que gosta, aprecia e acarinha na outra pessoa. Pensa nos aspectos físicos, emocionais, personalidade, nos comportamentos e atitudes da outra pessoa que lhe inspiram em si a admiração, confiança, segurança e vontade de ser melhor.
  2. Com essa lista à sua frente, façam algum contacto físico, como darem as mãos, estarem muito próximos e olhos nos olhos. Um de cada vez diz ao outro, cada um dos itens da lista, referindo todas as coisas que aprecia e gosta no outro. Enquanto uma das pessoas está a dizer o elogio, o outro tem que ouvir com atenção e receber de coração, não deve analisar ou questionar a verdade do que está a ser dito. Lembre-se que este é um exercício de como receber amor.
  3. Quando ambos acabarem de dizer tudo o que está nas listas, partilhem quaisquer sentimentos ou pensamentos que ocorreram enquanto estavam a receber esse elogio.
  4. Agora individualmente completem pelo menos 5 comportamentos da sentença seguinte: Eu senti-me amada(o) quando tu …. (ou) Eu apreciei muito quando tu … . Um de cada vez diz ao outro uma sentença.
  5. Pense em que comportamentos ou atitudes referidas pela outra pessoa estará você disposta(o) a repetir mais frequentemente.

 

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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

Intimidade Emocional, Como desenvolver

intimidade emocional

A Intimidade Emocional não deve ser confundida com intimidade sexual.

A intimidade emocional é a capacidade para aceitar o outro tal como é e não o que ele se pode tornar. É a capacidade para se sentir confortável um com o outro até ao ponto em que não sente avaliação ou julgamento na relação.

A intimidade emocional é o sentimento de aceitação, respeito, admiração e reconhecimento que existe um lugar em que se pode recolher quando esta mal.

 

É exigente para ambas as pessoas desenvolver essa relação tão enriquecedora. Implica que você e a outra pessoa mude aspectos da personalidade o que implica que tem que reconhecer primeiro o que sente e pensa, o que acredita ser importante e ver, ouvir e sentir a “verdade” da outra pessoa.

 

É importante que reconheça os padrões de comportamento e sentimento. Precisa de estar consciente do seu verdadeiro Eu.

Intimidade emocional é o contrário de ter dificuldade em “abrir o jogo” com a outra pessoa, porque receia ou “sabe” que vai receber criticas?

Intimidade emocional é o contrário de ter receio ou de “saber” que os seus sentimentos, desejos, vontades e expectativas são diferentes e inconciliáveis com os da outra pessoa.

 

A intimidade emocional é algo que se consegue com o tempo e com o conhecimento de si próprio e da outra pessoa.

Para isso é necessário que haja tempo em comum, que haja coisas comuns para fazer, que haja situações vividas em comum. O desafio é manter este interesse comum conciliado com as exigências das rotinas diárias.

 

A intimidade emocional implica aproximação e toque.

Gestos amorosos, carinhosos, que expressem afecto. Se existem crianças na relação é importante para elas que vejam os pais a ter gestos de afecto um para com o outro. Apesar dos ciúmes que naturalmente os miúdos possam expressar por essa aproximação entre os pais, os pais têm que compreender que é importante que as crianças percebam, entendam e sintam que são únicas e exclusivas em determinados contextos da vida e noutros contextos existem outras pessoas que também o são. Quando os pais expressam esse carinho e afecto através de gestos estão a ensinar que a intimidade emocional não é garantida é construída e mantida. Que o amor é um processo de manutenção e não uma dádiva espontânea que encontramos por sorte.

 

A intimidade emocional implica ouvir o outro.

Mesmo com o cansaço da rotina das tarefas diárias ou do trabalho e mesmo que a vontade seja abstrair, descansar e isolar, ter o tempo merecido para si, é importante ouvir a outra pessoa, estar junto a ela. Mesmo que a conversa seja a mesma, mesmo que não haja novidades, alterações, mudanças significativas na vida. Mesmo que seja um dia “normal”, habitual e nada extraordinário. Esses são os dias em que tem que se aproximar e ouvir a outra pessoa. Os homens precisam perceber que as mulheres precisam de atenção, tempo para falar das suas coisas. Diz-se que os homens são de Marte e as mulheres são de Venos. Bem o que isso quer dizer é que os homens dão mais atenção às grandes coisas, às grandes mudanças, às viagens uma vez por ano, ao dia de aniversário, aos grandes presentes, aquelas coisas que são raras e grandes. As mulheres dão importância à continuidade, à constância, à permanência, às pequenas coisas mas frequentes. A pequena lembrança muito frequente é muito mais importante que o grande presente uma vez por ano.

Os homens têm que se esforçar para corresponderem a esta diferença e meter na consciência que pouco e frequente é mais importante que muito e raro. Desta forma a intimidade emocional cresce na relação.

 

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Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2014

Confiança na Relação, É preciso Intimidade Emocional

Confiança na Relação

Muitos casais procuram saber como podem construir ou reconstruir confiança na relação.

Quando estamos a conhecer alguém não fazemos a mínima ideia se aquela pessoa nos tratará com honestidade e integridade. À medida que o tempo passa, a confiança desenvolve-se, mas nem sempre. Mesmo nas relações mais longas pode haver uma quebra de confiança se houver falta de intimidade emocional. No entanto, se as duas pessoas na relação conseguirem aprender a serem honestas na comunicação das suas necessidades, desejos, espectativas e receios, existe uma boa hipótese dessa comunicação ser sentida como amor e respeito pela outra pessoa e isso salva muitas relações do seu fim.

A intimidade emocional é um aspecto importantíssimo na construção de se ter confiança na relação com outra pessoa.

Algumas pessoas passam muito tempo e energia a preocuparem-se com o que a outra pessoa irá pensar se elas comunicarem o que querem verdadeiramente, outras pessoas desligaram-se dessa preocupação. Tanto umas como outras enviesam a comunicação verdadeira e genuína. Começa a surgir muito “ruido” e passado pouco tempo a comunicação é difícil.

 

É surpreendente como a relação muda para melhor quando se muda a comunicação. Quando se tem a oportunidade para dizer o que verdadeiramente se pensa e sente, o que se quer e deseja. E apesar dessa comunicação poder ser interpretada de outra forma pela outra pessoa, o facto é que a transparência na comunicação dissipa receios, resistências e desconfianças.

 

Estar sintonizado com a comunicação da outra pessoa é um processo que se aprende. Não é algo inato. Por vezes, em algumas fases da relação as pessoas entendem-se melhor, compreendem-se melhor e estão mais sintonizadas. Acontece quando os sonhos, aspirações e vontades são semelhantes. Mas quando são diferentes o que faz a diferença é se as pessoas conseguem manter a intimidade emocional e isso é feito através da forma e modo como comunicam.

 

A confiança e a intimidade emocional são mantidas através da ferramenta que é a comunicação. 

 

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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014

Nunca Pare de Comunicar

nunca pare comunicar

 

Uma relação saudável assenta sobre uma boa comunicação. Quando as pessoas deixam de comunicar, deixam de se relacionar e nas alturas de mudança ou de stress pode surgir a sensação de caminhos diferentes. Desde que o casal continue a comunicar podem sempre enfrentar quaisquer problemas que surjam.

 

Cada um de nós é diferente do outro no modo como recebe e dá informação. Algumas pessoas respondem melhor ao que veem, outras ao que ouvem e outras ao que sentem. A forma do cérebro da outra pessoa perceber a informação pode muito bem ser diferente da sua e as dificuldades de comunicação podem começar por esse simples facto.

 

Repare a que é que a outra pessoa dá mais importância. Se dá mais importância aos gestos, expressões faciais, posturas, aproximação ou afastamento. Ou se dá mais importância ao tom de voz, ao volume e à velocidade daquilo que está a ser dito. Ou ainda se dá mais importância ao que sente e ao toque. Por exemplo para uma pessoa que é mais visual, a comunicação passa pelo que ela vê… por isso se você quer que ela o entenda procure “mostrar” de forma que ela veja. Se a pessoa for mais auditiva na forma de comunicar então ela dará mais importância ao modo como as palavras saem da sua boca. Não é o conteúdo. É o modo. Se a pessoa for mais sensorial dará mais importância ao que sente e a forma de comunicar deverá passar mais pelo toque.

 

Por isso, uma grande parte da nossa comunicação é não verbal. É uma comunicação corporal que temos que dominar tanto para as relações emocionais como para as profissionais.

 

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Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2014

Desconfiança

desconfiança 

A desconfiança é um sentimento que existe com bastante frequência nas relações.

O sentimento de desconfiança é diferente do sentimento de ciúme. Não é apenas na intensidade do sofrimento mas acima de tudo no grau de convicção em que se acredita no que se está a sentir e a pensar.

O ciúme dito “normal” acontece quando a pessoa percepciona alguma informação e interpreta-a como podendo haver uma ameaça à relação afectiva com alguém. Nessa altura surgem alguns pensamentos e sentimentos que mesmo podendo parecer ataques são defesas que a pessoa tem para proteger aquilo que é importante para ela. Na desconfiança parece que as coisas também são assim mas a intensidade é muito maior. Os pensamentos ganham uma força de “verdade” que é muito mais difícil de rebater que no ciúme. O sentimento é de que a perda da relação é muito iminente e real, sendo diferente do ciúme em que parece haver uma possibilidade. Na desconfiança parece haver dois registos de pensar, sentir e agir: o normal, no qual a pessoa é carinhosa, cuidadora, atenta, aonde existe serenidade, racionalidade, bom-senso; e o registo de desconfiança, em que tudo aquilo que se acreditava mudou, agora as verdades são outras, a forma de pensar e sentir é exactamente o contrário do registo normal, e as acções, o comportamento e as atitudes são de ruptura, perseguição e tentativa de comprovar que os motivos da desconfiança são verdadeiros.

E como que se no ciúme houvesse um “deixa cá ver se me estão a enganar” e na desconfiança é como um “sei que me está a enganar”.

A desconfiança assemelha-se a uma paranoia acerca de perder alguém que é especial e muito importante. Poderão até existir diferentes tipos de desconfiança consoante o nível de intimidade ou proximidade com os outros, mas a desconfiança que falamos aqui é aquela em relação a quem se tem uma ligação afectiva forte.

A desconfiança é um padrão de pensamento e sentimento aprendido com experiencias de indiferença, rejeição, abandono e troca por parte de alguém do passado da pessoa que foi ou é muito importante.

É um padrão de pensar e sentir que parece fora de controlo e que a pessoa só se apercebe que esteve nele quando já saiu e voltou ao seu padrão “normal”. O que acontece é que os efeitos devastadores, destruidores e aniquiladores do que se faz e diz quando se está no padrão da desconfiança são muito pesados, custosos e a pessoa sofre duas vezes. Durante o padrão da desconfiança e depois.

A outra pessoa, aquela que tem a “sorte” de ser amada por quem tem este padrão de desconfiança também sofre bastante. Porque até aprender a saber como lidar com a desconfiança do outro vai sentir e pensar que todas aquelas coisas são ataques pessoais.

Os padrões de pensamento e sentimento são aprendidos durante toda a nossa vida. E essa coisa de “eu sou assim” não existe. Por isso se se identificou com o que leu neste artigo, se percebeu a mensagem é porque você sabe o que é a desconfiança. Procure ajuda a quem lhe possa ensinar a pensar e a sentir diferente. Se leu este artigo e não percebeu nada, ainda bem é porque a desconfiança não é uma realidade da sua vida.

 

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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014

Desentendimentos no Casal

desentendimentos no casal

Desentendimentos no casal são algo que qualquer relação significativa passa de quando em quando.

Quando o casal tem o primado do respeito e da compreensão podem-se resolver todas as diferenças de uma forma positiva que importa aprendizagem e aprofundamento à própria relação. Quando não são lidados com eficácia os desentendimentos no casal podem desencadear rupturas emocionais sucessivas.

Perceber a forma com você e a outra pessoa respondem aos conflitos ajuda a compreender como se deve expor argumentos, ideias e razões.

Desentendimentos no casal devido a argumentos subtis de subversão.

Nesta situação tende-se a evitar a confrontação e os temas de conflito são abordados através do silencio, do acenar, e do murmúrio. O problema é a frequente construção de frustração que se desenvolve antes que o argumento seja comunicado.

 

Desentendimentos no casal devido a argumentos de elevado nível de ataque.

Nesta situação a pessoa tende a utilizar um tom de voz dominante durante a comunicação do argumento ou ideia. Acontece mais em pessoas nas quais no ambiente familiar os argumentos eram discutidos em tom alto e muito frequentemente, como se isso fosse a normal forma da pessoa comunicar.

Desentendimentos no casal devido a argumentos de ataque preventivo.desentendimentos no casal

São pessoas que não gostam nada de conflitos e evitam-nos a todo o custo atacando de uma forma repentina com argumentos as ideias da outra pessoa, para que esta fique desarmada na contenda.

Desentendimentos no casal devido a argumentos de amortecimento.

São pessoas que têm receio de argumentos. Recusam-se determinantemente no envolvimento de conflitos, sendo que por baixo dessa aparente calma e compreensão coexiste bastante ressentimento e amargura.

Desentendimentos no casal devido a argumentos de missão de paz.

São pessoas que detestam desentendimentos no casal e procuram terminar qualquer conflito assim que seja possível, o que impede muitas vezes de resolver a questão que gerou conflito.

 

Quando existem desentendimentos no casal e estes têm estilos de argumentar diferentes, é difícil manter a comunicação eficiente. Pode parecer trivial, mas a questão é muito simples… perspectiva… em vez de se verem como inimigos, terão que se ver como companheiros de luta que têm pontos de vista diferentes para a mesma coisa.

Sabe aquando é que você ou a outra pessoa começam a verem-se como inimigos?

Quando evitar olhar um para o outro, evitam contacto físico e sexo. Quando questionam tudo e mais alguma coisa que o outro faz. Quando se responde de forma curta às tentativas de comunicação do outro. Quando os pensamentos, observações e referências se focalizam nos aspectos negativos do outro.

Se der conta destas coisas deve antes de mais respirar fundo e meter a mão na boca antes que o próximo argumento seja disparatado. Reconheça o que está a sentir e descubra o que lhe deu origem. Comunique isso à outra pessoa. Lembre-se que você não está a falar da realidade do que aconteceu. Você está a falar da realidade do que sente sobre o que aconteceu.

Por isso diga “eu vi que aconteceu isto…, ouvi que disseste isto e isso fez-me sentir ou pensar assim…”

Não diga “tu fizeste isto… tu disseste isto… e eu senti isto… porque tu…”

 

 

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Terça-feira, 17 de Dezembro de 2013

Casal e os Filhos de outra Relação

casalO casal que se junta e tem filhos de outra relação enfrenta desafios por vezes difíceis de resolver.

Quando o Amor acontece, um casal apaixonado enfrenta tudo e todos para puder ficar junto. De início tudo são rosas, mas quando se trata de um casal onde já existem filhos de outras relações, se não tivermos muita sensatez e paciência, as pétalas da rosa podem cair e ficamos apenas com os espinhos.

É o caso do João e da Rita, casal apaixonado que se juntou há 4 alguns anos. A Rita foi viver com o João e com uma bebé de 2 anos, a Matilde, o João já vivia com os seus dois filhos, o Manuel e a Paula.

A Matilde a bebé de 2 anos, por enquanto está bem adaptada à família recomposta, já que ganhou mimos de mais 3 pessoas, do João e dos seus filhos.

A Rita está com imensa dificuldade em lidar com os filhos do João, que têm 18 e 14 anos, pois acha que estes não a amam como amam a mãe deles, não a respeitam e não a ajudam nas tarefas domésticas.

O Manuel e a Paula, os filhos do João, são jovens equilibrados e bons estudantes, mas têm o comportamento típico dos adolescentes, isto é, fecham-se no quarto, jogam consola e computador, falam muito ao telemóvel e querem sair com os amigos.

O João, esse, está ensanduichado entre gerir a relação com os seus filhos, com a namorada Rita e entre estes.

O resultado divido às dificuldades em gerir tudo: o João e a Rita estão neste momento separados enquanto casal.

casal em familiaO que pode esta casal fazer?

Será importante que as regras da família sejam ditadas pelo casal, sendo que as mesmas não devem diferir muito das regras impostas pelo João antes de a Rita surgir na sua vida, caso contrário os adolescentes tenderão a recusá-las.

O João tem de criar um espaço para o casal, já que os filhos de ambos estavam habituados a terem o pai só para eles e agora a atenção dos pais não incide apenas nos próprios filhos.

É bom que a Rita entenda que não tem o papel de mãe e que surgiu na vida destes jovens quando o seu crescimento já ia a meio caminho, mas pode começar por ser uma boa amiga e uma pessoa de confiança, e até mesmo mediadora entre pai e filhos, quando se justificar.

Paciência e calma estão na ordem do dia, pois se o João e a Rita se apaixonaram, têm de compreender que os filhos de um e de outro não se apaixonaram por ninguém, mas as suas vidas alteraram-se drasticamente com a introdução de membros desconhecidos na família.

É preciso dar tempo ao tempo, permitir uma adaptação equilibrada de cada um dos 5 membros da família aos outros 4, e perceber ao mesmo tempo quais as necessidades de cada jovem para que esta adaptação seja saudável e enriquecedora para o seu crescimento individual, para o crescimento da relação do casal e para o florescer desta família recomposta, onde todos importam individualmente e onde queremos que todos se entrelacem familiarmente.

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Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013

Casal Feliz, Como ser?

 

Você sabe sabe tudo o que há para saber sobre como o casal feliz lida com as situações difíceis, comunicam, têm projectos em comum, alimentam o romance, etc.

Mas se tiver curiosidade em saber mais, leia a seguir e talvez descubra alguma dica

Casal Feliz – Querem saber como foi o dia do outro.

É tão fácil ficar apanhado na rotina do cansaço do dia que esquecemos como terá sido o da outra pessoa que já chamamos amor. Antes de começar o final do dia a falar de como lhe correu mal e como o seu patrão não valoriza, quando chegar a casa dê um abraço aquela pessoa e dê-lhe um beijo.

Casal Feliz – Aproximar da Confiança e Afastar do Ciúme.

Felizmente o local aonde trabalhamos e vivemos não é local de segregação de género. Por isso, não é possível não trabalhar com pessoas de sexo diferente. Para que se aproxime da confiança e afaste o ciúme deve ter em mente o corolário “Inocente até prova em contrário”. Deve também colocar-se “nos sapatos” da outra pessoa e pensar que incentivo está a dar à outra pessoa para ter fidelidade se a está a acusar sem razão. Por outro lado, deve procurar esclarecer quaisquer dúvidas, inseguranças ou incertezas que lhe possam surgir pelo caminho,

Casal Feliz – encontram caminhos comuns.

Aquela chama inicial que aproxima as pessoas, as deslumbra, as faz vibrar, as faz sentir especiais, tende a afrouxar com o tempo. Todos sabemos isso. Mas não se trata de uma inevitabilidade, de um fado, de um pesadelo no fim de uma noite de sossego. Muito pelo contrário, o desafio não é apaixonar-se, é manter-se apaixonada(o). Para manter a relação interessante encontre fazeres e interesses comuns. Se as pessoas se aproximam é porque têm algo em comum.

Casal Feliz – Compromisso é a chave.

Sabemos que não podemos ter imediatamente tudo o que queremos. Podemos tentar ter com o tempo, trabalho e investimento. O compromisso é o investimento que a relação precisa. Compromisso que o caminho é feito a dois – mais os filhos e o resto da família – norteado pelo desejo de viver bem no presente e ainda melhor no futuro.

Casal Feliz – Aqueles de se ouvem.

Precisamos de falar, de ser compreendidos, de sentirmos apoio, suporte e que alguém nos cuida. Quer saber uma coisa? O outro também precisa disso. Claro que passados um anos todos temos razões válidas e dadas pelo outro para não lhe prestarmos essa atenção. Mas como em tudo na vida as nossas escolhas são nossas não são do outro e se escolhemos trata-lo dessa forma escolhemos ser tratados de igual maneira.

Casal Feliz – Crescimento é coisa que se faz com o outro e não sozinho.

Os sonhos, espectativas e desejos de um devem ser do outro também. O empenho que uma pessoa tem em conseguir coisas, superar dificuldades e procurar uma vida melhor devem ser partilhados num casal feliz.

Casal Feliz – Não guardar ressentimentos.

Você é humano. A outra pessoa também. Todos fazem disparates, erros, falhas ou omissões graves. Por vezes quando menos se espera ou não vem nada a calhar. No entanto, sabemos que um casal feliz ultrapassa essas questões falando delas, debatendo intenções, subtraindo ao sentimento as razões que estavam na origem. Ressentimentos fazem rugas e criam cabelos brancos. Minam a disposição e toldam o discernimento. Por isso, encha o peito de ar, eleve-se aquela posição de aceitação da condição humana do outro e desculpe.

 

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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


CONTACTOS:
Morada: Av. João XXI, nº. 28, 2º.Dir, Lisboa
Telefone: 96 140 49 50
Telefone: 91 437 50 55
Email: clinica.psicologia.lisboa@gmail.com
Site: www.clinicapsicologialisboa.com

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