Bem-vindo(a) ao Consultório Psicologia Familiar. Aqui poderá expor as suas questões e obter informações úteis sobre Vida Familiar.
ENVIE A SUA QUESTÃO.
As respostas às suas dúvidas atendem a diversos critérios. Neste serviço, não serão consideradas válidas questões com falta de enquadramento ou situações de emergência que só possam ter encaminhamento imediato. Nenhuma resposta pressupõe um diagnóstico por parte da nossa equipa nem a substituição de um acompanhamento especializado.

POSTS RECENTES

Desconfiança

Ciúme III

Ciúme II

Ciúme

ARQUIVOS

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Setembro 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Setembro 2011

Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2014

Desconfiança

desconfiança 

A desconfiança é um sentimento que existe com bastante frequência nas relações.

O sentimento de desconfiança é diferente do sentimento de ciúme. Não é apenas na intensidade do sofrimento mas acima de tudo no grau de convicção em que se acredita no que se está a sentir e a pensar.

O ciúme dito “normal” acontece quando a pessoa percepciona alguma informação e interpreta-a como podendo haver uma ameaça à relação afectiva com alguém. Nessa altura surgem alguns pensamentos e sentimentos que mesmo podendo parecer ataques são defesas que a pessoa tem para proteger aquilo que é importante para ela. Na desconfiança parece que as coisas também são assim mas a intensidade é muito maior. Os pensamentos ganham uma força de “verdade” que é muito mais difícil de rebater que no ciúme. O sentimento é de que a perda da relação é muito iminente e real, sendo diferente do ciúme em que parece haver uma possibilidade. Na desconfiança parece haver dois registos de pensar, sentir e agir: o normal, no qual a pessoa é carinhosa, cuidadora, atenta, aonde existe serenidade, racionalidade, bom-senso; e o registo de desconfiança, em que tudo aquilo que se acreditava mudou, agora as verdades são outras, a forma de pensar e sentir é exactamente o contrário do registo normal, e as acções, o comportamento e as atitudes são de ruptura, perseguição e tentativa de comprovar que os motivos da desconfiança são verdadeiros.

E como que se no ciúme houvesse um “deixa cá ver se me estão a enganar” e na desconfiança é como um “sei que me está a enganar”.

A desconfiança assemelha-se a uma paranoia acerca de perder alguém que é especial e muito importante. Poderão até existir diferentes tipos de desconfiança consoante o nível de intimidade ou proximidade com os outros, mas a desconfiança que falamos aqui é aquela em relação a quem se tem uma ligação afectiva forte.

A desconfiança é um padrão de pensamento e sentimento aprendido com experiencias de indiferença, rejeição, abandono e troca por parte de alguém do passado da pessoa que foi ou é muito importante.

É um padrão de pensar e sentir que parece fora de controlo e que a pessoa só se apercebe que esteve nele quando já saiu e voltou ao seu padrão “normal”. O que acontece é que os efeitos devastadores, destruidores e aniquiladores do que se faz e diz quando se está no padrão da desconfiança são muito pesados, custosos e a pessoa sofre duas vezes. Durante o padrão da desconfiança e depois.

A outra pessoa, aquela que tem a “sorte” de ser amada por quem tem este padrão de desconfiança também sofre bastante. Porque até aprender a saber como lidar com a desconfiança do outro vai sentir e pensar que todas aquelas coisas são ataques pessoais.

Os padrões de pensamento e sentimento são aprendidos durante toda a nossa vida. E essa coisa de “eu sou assim” não existe. Por isso se se identificou com o que leu neste artigo, se percebeu a mensagem é porque você sabe o que é a desconfiança. Procure ajuda a quem lhe possa ensinar a pensar e a sentir diferente. Se leu este artigo e não percebeu nada, ainda bem é porque a desconfiança não é uma realidade da sua vida.

 

Clínica Psicologia Lisboa

 

Marque Consulta terapia de casal

publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 11:19
link do post | favorito
Sexta-feira, 30 de Março de 2012

Ciúme III

 

Algumas Dicas para o casal reflectir numa situação de ciúmes:

 

  • Confie no seu parceiro; saiba distinguir os factos reais e os factos que são fruto da sua imaginação.
  • Tenha segurança e confiança em si mesma e evite pensamentos destrutivos.
  • Converse com o seu parceiro sobre os seus fantasmas; se falar sobre o assunto a dimensão do mesmo minora.
  • Não justifique os seus ciúmes com factos da sua vida passada ou experiências amorosas anteriores; estará a aumentar o conflito.
  • Avalie a sua relação e veja se realmente tem motivos para ter ciúmes
  • Coloque-se no lugar do outro e tente evitar situações que possam provocar sentimentos negativos ao seu parceiro
  • Procure criar momentos de proximidade e atenção especial para dar confiança ao seu parceiro

 

As mulheres demonstram ciúmes com motivos específicos, saiba quais

Os homens por seu lado geralmente têm ciúmes , saiba quais

 

Quando se ama verdadeiramente o medo de perder é uma constante; é a outra face da moeda.

Saiba lidar com o amor no presente, aproveite o que tem e não se atormente com pensamentos de perda, que lhe poderão levar à destruição
da relação. E seja feliz!

 

 

Clínica Psicologia Lisboa

Marque Consulta Psicologia

publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 18:07
link do post | favorito
Quinta-feira, 29 de Março de 2012

Ciúme II

Clínica Psicologia Lisboa Ciúme

 

Normalmente as relações amorosas são nalgum momento da sua vida abaladas pelo ciúme. Parece ser mais forte do que nós mas na realidade procurar controlar os ciúmes é um esforço bem merecido, já que os mesmos podem provocar o inicio do fim de qualquer relação.

As mulheres demonstram ciúmes com motivos específicos, saiba quais

 

 

Os homens por seu lado geralmente têm ciúmes quando:

  • As mulheres se vestem de forma atraente: para quem é que elas se estão a vestir.
  • As mulheres são alvo da apreciação dos outros homens: os homens gostam de mulheres bonitas mas não gostam que os outros olhem para a sua
    mulher.
  • As mulheres são independentes a nível pessoal, financeiro e profissional: a independência feminina destrói a necessidade ancestral de ter um macho protector, o que pode causar alguma insegurança ao homem.
  • Quando as mulheres têm uma rede de amizades femininas e masculinas com as quais mantém uma relação saudavelmente próxima: a divisão de atenções nem sempre é bem-vinda.
  • Quando a família é muito absorvente e retira tempo à relação e/ou quando surgem os filhos e a atenção é dividida.

 

Sendo certo que o ciúme nasce sempre do amor, nem sempre morre com o amor, será importante que ambos se tentem controlar, para evitar esse “estragar da relação” que refere.

 

Clínica Psicologia Lisboa

Marque Consulta Psicologia

tags: ,
publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 12:43
link do post | favorito
Terça-feira, 27 de Março de 2012

Ciúme

Clínica Psicologia Lisboa Ciúme

 

Questão colocada: “Tenho uma relação perfeita com o homem perfeito, mas os ciúmes estão-nos a atrapalhar um pouco. Ambos somos extremamente ciumentos e temo que possamos estar a estragar a nossa relação. Eu não consigo deixar de querer controlá-lo e ele se por um lado reclama, por outro passa a vida a fazer-me o mesmo. Penso que é legítimo se gostamos um do outro termos ciúmes, mas às vezes gostava de me sentir mais livre e menos controlada e controladora.

Que posso, ou podemos fazer?”

 

 

Normalmente as relações amorosas são nalgum momento da sua vida abaladas pelo ciúme. Parece ser mais forte do que nós mas na realidade procurar controlar os ciúmes é um esforço bem merecido, já que os mesmos podem provocar o inicio do fim de qualquer relação.

 

Importa distinguir se os ciúmes que o casal tem são inocentes e saudáveis ou possessivos e patológicos. Importa ainda saber se os mesmos causam mal-estar e destruição da relação, e se os membros do casal deixam de ser eles próprio para evitarem o ciúme do outro, ou seja, se de alguma forma o ciúme condiciona a vida e aprisiona as pessoas e o seu modo de ser.

 

Normalmente as mulheres demonstram ciúmes com motivos específicos nomeadamente:

  • Saídas com os amigos: foco da atenção sai de si para os outros, possivelmente para outras mulheres.
  • Grupos de mulheres em torno do seu homem: as mulheres não suportam dividir a atenção com outras mulheres e que o seu homem fale, ria, ajude ou toque noutra mulher. Os ambientes de trabalho são locais de grande assédio, pelo que é natural que uma mulher tenha ciúme se o seu homem vive o seu dia-a-dia rodeado de mulheres.
  • Comparações: ser comparada com as outras mulheres da vida dele (mãe, irmã, ex-namoradas e amigas em geral) provoca sentimentos de grande insegurança.
  • Obsessividade no trabalho: trabalhar até tarde e não ter tempo para a mulher, coloca-a sempre numa posição secundária e muito pouco agradável.
  • Súbito interesse no visual: um homem que de repente passa a ir ao ginásio e demonstra uma maior preocupação com o seu visual, poderá fazer com que a mulher se pergunte para quem é que ele se está a produzir.

Os homens por seu lado geralmente têm ciúmes , saiba quais

 

Clínica Psicologia Lisboa

Marque Consulta Psicologia

tags: ,
publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 21:19
link do post | favorito

O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


CONTACTOS:
Morada: Av. João XXI, nº. 28, 2º.Dir, Lisboa
Telefone: 96 140 49 50
Telefone: 91 437 50 55
Email: clinica.psicologia.lisboa@gmail.com
Site: www.clinicapsicologialisboa.com

PESQUISAR NESTE BLOG

 

tags

todas as tags

links

SUBSCREVER FEEDS