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Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2014

Mau Comportamento, Nas Crianças

mau comportamento

Todas as crianças têm fases de mau comportamento, algumas mais que outras e algumas mais mal que outras.

Estes três passos irão diminuir o mau comportamento da criança e reduzir a frequência e intensidade dos problemas de comportamento.

Mau comportamento – A base é a Relação

Uma relação estável e amada entre pais e filhos é a base para um desenvolvimento saudável da criança. Diga ao seu filho/a que que a ama e mostre esse amor com o tempo que lhe dedica a ouvir, brincar e a ensinar. A relação pais-filhos é feita com base nas palavras que se vão dizendo e pelo tom da voz, é fortalecida pelo riso que é partilhado nas brincadeiras e é para sempre circunscrita e definida pelos valores e capacidades que você passa à sua criança todos os dias.

Mau comportamento – Planear é Sempre a Melhor Solução

Planear é o segredo de uma boa parentalidade. Corrija as suas expectativas de forma que elas estejam adequadas a exigir bons resultados mas que sejam alcançáveis pela criança e prepare-se sempre para reforçar os resultados que pretende. A maioria do mau comportamento das crianças ocorre em fases de transição e ajustamento face à mudança. Todas as pessoas estão habituadas a fases de transição e mudança. Todo o crescimento é feito dessa adaptação e as crianças estão no centro dessa aprendizagem. Nesse sentido percebe-se que o mau comportamento é sempre uma reacção negativa, não esperada ou desadaptada da criança a essas transições da vida. O mau comportamento significa que a criança ainda não adquiriu as competências que necessita para ultrapassar essa transição na sua vida. Competências que nós adultos temos que lhes ensinar.

Planear significa que temos que conhecer bem a criança, o seu temperamento, as suas capacidades, as características do seu ambiente e os seus desafios.

Utilize instruções directas, acompanhamento continuo e aproveite todas as oportunidades para ensinar as competências que ela precisa para aprender a lidar com os desafios ao longo da jornada da vida.

Mau comportamento – A Solução está na Sua Resposta

Atenção e respostas são as melhores ferramentas para eliminar o mau comportamento. A compreensão do porque a criança mudou o seu comportamento ajudará a planear a sua resposta e diminuir o mau comportamento. No fundo, sabemos que tudo se resume a acções e consequências. Quando uma criança obtém reforço positivo ela aumenta a frequência de um comportamento adequado. Quando a criança obtém um reforço negativo ou um castigo ela muda o mau comportamento.

Todas as pessoas e as crianças em especial aprendem a fazer uma associação entre um mau comportamento e a sua consequência quando o reforço ou o castigo é logica e imediatamente aplicado. É dessa forma que se muda o mau comportamento da criança.

 

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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014

Como fazer para lidar com o comportamento de oposição?

comportamento de oposição

O comportamento de oposição da criança às regras educativas dos pais e da escola é um problema cada vez mais comum na infância nos dias de hoje.

Como fazer para lidar com o comportamento de oposição?

Lidar com o comportamento de oposição – Responder ser revolta ou zanga

É importante dar resposta ao comportamento da criança mas sem expressar zanga, revolta ou ressentimento, por muito difícil que possa ser, deve antes expressar-se o mais calma possível e restringir-se ao que está a acontecer. Isto é não fazer considerações futuras acerca daquele comportamento futuro. Identifique e reconheça o comportamento de oposição, restrinja a sua observação a esse comportamento, explique, clarifique como esse comportamento de oposição precisa de mudar e deixe-se de argumentos que procure que a criança compreenda a falha moral. Isso será numa outra ocasião.

Lidar com o comportamento de oposição – Seja consistente e Claro

A natureza do comportamento de oposição é deixar os pais tão em baixo acabam por desistir e a criança passa a ditar as suas regras. Você precisa de ser forte, clara e consistente com os seus objectivos de educação. E os seus objectivos não é desafiar e opor-se ao comportamento opositor e desafiante da criança. O seu objectivo é educa-la.

Lidar com o comportamento de oposição – As coisas não são pessoais

Não pode levar a peito o comportamento de oposição. Ou seja, não o encare como uma coisa de ataque pessoal ao seu papel de pai ou mãe. Quando a criança tem um comportamento de oposição e desafiante, por muito que lhe custe, mantenha-se neutro, distanciado e o mais objectivo possível. A pior coisa que pode acontecer é entrar na luta pelo poder. Repare, se você sente ou pensa que tem que entrar na luta pelo poder é porque sente e pensa que não o tem ou tem receio de o perder. Nada disso. A questão fundamental não é a disputa de poder, a questão fundamental é o que a criança precisa de aprender e como ensina-la. Para isso, você por vezes tem que ser uma excelente atriz.

Lidar com o comportamento de oposição – As coisas não são pessoais

Lembre-se sempre que ser pai/mãe não é um concurso de popularidade. Há alturas em que as crianças não pensam o melhor dos pais. Sejam porque acham que são injustos, egoístas, maus, não cooperantes, etc. Mas continue a manter os limites e exerça as consequências adequadas quando os limites são ultrapassados.

 

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Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014

Procurar ajuda: Para a criança ou para os pais?

Procurar ajuda

Muitas vezes surgem no nosso consultório pedidos de consultas para crianças de tenra idade, dois, três anos, onde claramente se percebe apenas pelo pedido telefónico, que algo não está a funcionar na dinâmica familiar.

Pais e mães, têm uma expectativa de um bebé imaginário, que lhes irá preencher o desejo de serem os melhores pais e educadores, mas também muitas das vezes o bebé, à medida que vai crescendo, não corresponde a essa mesma expectativa o que faz nascer dentro dos pais um sentimento de frustração, impotência e desânimo.

Os pais acabam por “desistir” do sonho e rendem-se à incapacidade, gerando uma família pouco assertiva e pouco paciente.

Claramente, existem bebés e crianças mais fáceis, isto é, que dormem melhor, não reclamam para comer, e são sossegados e obedientes, mas nenhuma criança pode crescer saudavelmente, seja mais calma ou mais energética, se não lhe forem impostos, suavemente, à medida que crescem e dentro do seu entendimento infantil, regras e limites bem definidos, e ao mesmo tempo flexíveis.

Os pais “desesperados” porque os seus filhos fazem birras estrondosas na rua, não se querem deitar e dizem que “não” a qualquer ordem, terão que estar atentos para perceberem se este é um comportamento claramente opositor, e portanto se estende a todas as pessoas e locais onde a criança se movimenta, ou se este comportamento é claramente mais acentuado em casa e com os pais.

Se o seu filho apresenta um comportamento opositor, deve procurar ajuda terapêutica o quanto antes, para que este comportamento não se agudize e seja automatizado.

Se pelo contrário, a criança não reconhece a autoridade dos pais e dos seus principais cuidadores, devem ser os pais a procurarem orientação parental para se munirem de ferramentas e competências assertivas e consistentes, para que este bebé real, seja fonte de prazer e de orgulho dos pais, e possa assim partilhar de um bem-estar familiar harmonioso e amistoso, fundamental para o crescimento saudável de uma criança pequena.

 

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Segunda-feira, 30 de Dezembro de 2013

Crianças, Pais na Relação com os Filhos

crianças

O principal preditor de como bem a sua criança se sairá na escola e na vida é a força da relação que estabelece consigo.

Esta relação determina o futuro mental, físico, social e emocional da criança. Este tipo de relação está muito ligada à comunicação não verbal e é conhecida como vínculo.

Porque é tão importante o vínculo dos Pais como as Crianças.

O vínculo dos pais com a criança é uma forma de comunicação que promove o desenvolvimento da criança tanto a nível mental, como físico, emocional e social. Este vínculo com a criança desenvolve-se naturalmente à medida que os pais promovem a satisfação das necessidades da criança, no entanto a qualidade desse vínculo varia podendo ser um vínculo seguro ou inseguro.

Vinculo seguro entre a criança e os pais.

 Um vínculo seguro garante que a criança se sente segura, compreendida e consegue estar calma o suficiente para ter um desenvolvimento óptimo do seu sistema nervoso. Desta forma o cérebro da criança desenvolve-se de uma forma que promove as bases para no futuro ela se sentir um adulto seguro da sua capacidade de aprendizagem, da sua auto-imagem, da sua confiança e da sua capacidade para estabelecer relações com outras pessoas.

Vínculo inseguro entre a criança e os pais.

Um vínculo inseguro falha no sentido de conseguir promover as necessidades de segurança, compreensão e calma da criança, não conseguindo conduzir a um desenvolvimento cerebral organizado e inibindo o futuro adolescente e adulto das suas melhores capacidades mentais, emocionais e de aprendizagem.

Para que se estabeleça um bom vinculo com a criança não tem que se ser uma mãe ou pai perfeito. Só precisa de ter atenção à comunicação não verbal. Gestos, tom de voz, olhares, toques, carinhos, tudo o que não seja linguagem com letras.

 

 

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Sábado, 23 de Novembro de 2013

O Sono dos Filhos e o Casal

Filhos e Casal 

Muitos casais reportam que a sua vida de casal sofreu uma profunda alteração com o nascimento dos filhos. De uma vida a dois, centrada na relação e com tempo para tudo, passa-se a uma vida totalmente dedicada aos filhos onde o casal passa de apaixonado a amigo, de amoroso a funcional. Tarefas e mais tarefas, horas de sono trocadas e por vezes perdidas tornam a relação entre o casal distante e fria.

Se por um lado aquando do nascimento de um bebé este cansaço é normal e compreensível, é importante que cada membro do casal se continue a preocupar com o conjugue e procure adaptar a criança ao casal e não o contrário.

Desde cedo as crianças devem habituar-se ao seu espaço e a respeitarem o espaço dos pais e os pais não podem esquecer-se que antes de serem pais eram pessoas apaixonadas.

Promover a higiene do sono nas crianças irá permitir que o casal tenha o seu tempo de qualidade, para conversarem, partilharem mimos e amarem-se, sendo que pais felizes gerarão crianças e adolescentes felizes, equilibrados e autónomos. Nem sempre é fácil, mas o sucesso é garantido se houver constância nas rotinas e perseverança.

Homem e mulher deverão revessar-se nas dificuldades do sono das crianças, para permitir que ambos descansem, pois o desejo sexual e a motivação para estarem um com o outro são claramente preteridos quando o cansaço se instala.

O casal que ansiava pela experiência da parentalidade, pode desmembrar-se se o foco “casal” for subestimado.

Assim sendo, você que é pai ou mãe, lembre-se de olhar para o seu conjugue como antes, como um ser com necessidades de afeto, carinho e atenção e promova a relação saudável do casal… como era antes.

 

 

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Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

O casal e os filhos

casal e filhos 

Nada mais aceitável na nossa sociedade que um casal ter filhos. Os filhos são o fruto de um amor adulto e saudável e uma bênção para os pais e para toda a família.

Mas é importante que os jovens pais se consciencializem, quando a nova vida entra no seu seio familiar, que a vida de casal se vai alterar e muito, e que o sonho de consolidarem o seu amor com um filho pode tornar-se numa realidade em que marido e mulher passam apenas a ser pai e mãe, e em que o espaço de intimidade física e psicológica do casal diminui drasticamente podendo mesmo tornar-se inexistente.

 

Como evitar que esta situação se torne definitiva no tempo e que possa inclusive acabar com a relação?

 

É compreensível que um bebé ocupe toda atenção e energia de uma jovem mãe, mas também é compreensível que se o pai também se ocupar do bebé, deixará mais espaço e tempo para que a sua mulher tenha tempo para ela e para o casal.

 

Dicas para integrar um bebé na família sem beliscar a relação do casal:

 

  • Pai, ajude a mãe nas tarefas que lhe for possível, desde os banhos, as refeições, o acordar durante a noite e as tarefas domésticas, e não brinque apenas com o bebé. Brincar é ótimo, mas é a tarefa menos cansativa e é preciso ser mais activo no processo. Seja carinhoso e compreensivo com a sua mulher e faça-a lembrar-se de que está lá para ela.
  • Mãe, deixe o pai fazer as coisas à maneira dele e não critique tudo o que ele faz, senão este irá desistir rápido e será você quem vai arcar com a pesada consequência. Tome conta de si como antes, arranje-se e procure sair de casa. Tenha sempre um restinho de energia para dar afeto ao seu marido, que continua a precisar de si.
  • Avós, familiares e amigos, este casal precisa de espaço e tempo para garantir uma união duradoura e saudável. Ajudem com o bebé, proporcionando que o casal se escape de vez em quando para um tempo a dois, tão necessário para o bem-estar familiar.

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Domingo, 10 de Novembro de 2013

Sono nas crianças

Problemas de Sono nas Crianças

As crianças e os adolescentes precisam de pelo menos nove horas de sono por noite. Os problemas e a falta de sono podem ter efeitos negativos sobre o desempenho escolar das crianças na escola bem como afectar as suas relações sociais. Por consequência afetam a vida familiar e a relação do casal.

 

A diminuição da qualidade e quantidade de horas de sono podem provocar problemas comportamentais e de estabilização do humor, e comprometer a memória, a concentração e a aprendizagem no geral.

 

Dicas para melhorar a qualidade e quantidade de sono das crianças:

  • Estabelecer rotinas com um horário de deitar mais ou menos fixo. Essas rotinas não se devem alterar mais do que uma hora durante o fim-de-semana para evitar mudanças bruscas no ritmo biológico da criança.
  • Promover uma hora de deitar calma e relaxante, que pode ter como rotina um banho quente e/ou a leitura de uma história.
  • As refeições antes do deitar devem ser de fácil digestão e aconchegantes.
  • Depois do jantar não criar actividades excitantes e promover brincadeiras calmas.
  • Criar um ambiente relaxante no quarto da criança, com uma temperatura agradável e com pouca luminosidade.
  • Não fazer ruídos elevados nem demasiado bruscos após o deitar das crianças.
  • Os bebés e as crianças devem ir para a cama ainda acordados, para o seu próprio quarto.
  • É de evitar adormecer as crianças ao colo, num outro quarto ou na cama dos pais. Também não se aconselha que os pais se deitem com a criança até esta estar a dormir, pois estarão a comprometer a sua autonomia no adormecer.

 

 

 

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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013

Educar Filhos: Consequências que Funcionam

Educar Filhos: Castigos e Recompensas

Por vezes os pais sentem que por muito que tentem, as consequências (ou castigos) não são eficazes. A primeira coisa a lembrar é que as mudanças demoram tempo. A consequência pode não mudar um comportamento logo após ser aplicada. Enquanto pai ou mãe você tem que ser paciente e ver ou escutar pequenos melhoramentos, dando desta forma tempo para a consequência funcionar.

Em alguns casos, os pais dão muitas consequências negativaspensando que dessa forma a aprendizagem será mais eficaz. Noutros casos, dão consequências positivas para fazerem extinguir o comportamento que querem parar. Provavelmente nenhuma das estratégias estará correta tendo em conta que na primeira a criança poderá achar que perdido por cem perdido por mil e continuar a ter o comportamento e na segunda pode resultar em que a criança aprenda a ter muito merecendo menos.

A minha opinião é, consequências positivas moderadas em intensidade e duradouras para promover o comportamento que se pretende que surja. Consequência negativa, aplicada muito poucas vezes e circunscrita ao comportamento que se pretende extinguir.

As consequências que promovem mais mudanças na personalidade, temperamento, atitudes e formas de pensar nas pessoas são as de natureza emocional. As que provocam menos mudança são as consequências físicas.

As consequências terão de ser dadas imediatamente e consistentemente para fazerem o efeito pretendido. Se forem espaçadas no tempo ou não tiverem consistência, ou seja, umas vezes a criança tem consequência noutras vezes para a mesma coisa tem uma consequência diferente ou não tem consequência então não se verifica associação entre a consequência e o comportamento.

Os pais devem antes de tudo acordar no que consideram consequências positivas e negativas e em que circunstâncias aplicá-las. 

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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

Dê a Volta ao Insucesso Escolar do Seu Filho

Sucesso Escolar Apoio Pais

 

Independentemente da forma ou da maneira que a sua criança diga ou demostre que não se importa com o insucesso escolar, você tem que acreditar que bem no fundo ela importa-se.

Essa atitude da criança servirá na maioria das vezes de capa para proteger a debilitada auto-estima.

Uma vez que a criança com insucesso já se sente mal, apesar de poder não o demonstrar, não há qualquer necessidade para o fazer sentir pior. Lembre-se sempre que o que você mais quer é que o seu filho(a) tenha sucesso. Nunca se esqueça disso. Oriente as suas acções para o que você mais quer.

 

Também não existe qualquer necessidade de criar castigos - o insucesso é castigo suficiente.

Meta a mão na sua boca, ou morda a lingua antes de dizer algo como "Trabalho imenso para te ter naquela escola e tu fazes-me isto?".

Em vez disso, partilhe o que sente. "Sinto-me desapontado e triste com estas notas. Sei que consegues mais se quiseres."

 

Está tudo bem quando os pais partilham que sentem tristeza, desapontamento, frustração e preocupação perante uma situação específica. O que não está bem é quando os pais fazem apontamentos humilhantes e abusivos. Dessa situação é mais difícil saír.

 

Qualquer um de nós tem a necessidade de agradar o outro, sendo essa necessidade mais forte quando o outro é afectivamente mais importante. As crianças têm muito essa necessidade, o que pode ser limitador quando a criança se sente humilhada e vê que não há nada que possa fazer para alterar a situação, ou pode ser motivador quando a criança vê que as acções que teve deixam o outro triste e desapontado e com isso pretender melhorar o seu empenho.

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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013

Insucesso Escolar - Oriente-se Para o Futuro

Insucesso Escolar Olhar o Futuro

 

Esteja orientado para o futuro.

Por um lado, deve perguntar "O que é que correu mal?", mas por outro lado deve perguntar "Como é que vais mudar os próximos resultados?".

Explore os possíveis factores que levaram ao insucesso, tais como a baixa motivação, a pouca capacidades de gestão de tempo de estudo, os bloqueios mentais, o stress emocional, o receio de falhar e outros assuntos.

Veja que ajustamentos devem ser feitos.

Se necessário procure o apoio de explicações, terapeutas ou outras pessoas.

Na maioria das situações tudo o que a criança necessita para perseverar e ser bem sucedida é saber que os pais darão sempre uma mão e que farão tudo para facilitar o esforço que ela tem que fazer.

No entanto, deixe bem claro e perceptivel que o esforço último é dela, que a vontade tem que ser dela acima da dos pais. Esta é a mensagem que os pais têm que saber passar.

 

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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013

Dar a Volta ao Insucesso Escolar

Sucesso Escolar

 

Os miúdos não gostam de receber negativas. Isso leva-os a sentirem-se inadequados, incompetentes, frustrados, desapontados e desmotivados. É muito mais satisfatório ser bem sucedido!

Felizmente, há maneiras dos pais ajudarem os seus filhos a dar a volta ao insucesso escolar.

 

Trabalhar Muito/Trabalhar Eficientemente vs. Ser Inteligente

É importante ajudar os miúdos a compreenderem que o insucesso é o resultado de muitos factores, sendo a inteligencia apenas um deles, e frequentemente o menos importante!

Partindo do princípio que a criança está num contexto académico apropriado, ele/ela deverá ser capaz de atingir o nível necessário para passar de ano e até mesmo um nível de excelência escolar. Isso é possível.

As crianças não deverão estar em classes desadequadas ao seu nível intelectual e académico. Veja se o seu/sua filho(a) está no centexto escolar adequado e se não estiver resolva isso primeiro.

 

Contudo, mas assumir por agora que a criança está no local mais indicado para aprender, está aonde pertence. Nesse caso o insucesso escolar é o resultado do esforço insuficiente. Esse esforço insuficiente pode ser o resultado de circunstâncias stressantes que estejam a ser vividas, tais como, no seguimento de um divórcio um dos pais querer assumir a totalidade da responsabilidade parental colocando de lado o outro pai e originando desentendimentos relativamente à orientação pedagógica e educativa dos filhos. As crianças sentem essa perda forçada, que se originou não por motivo do divórcio, mas por motivos de interesse dos pais em seguimento de um divórcio. Outro motivo é a perda afectiva por falecimento de alguém querido à criança. Outro motivo é o interesse da criança estar focalizado unicamente em fontes de prazer imediato como a socialização e não em fontes de prazer a longo prazo como o estudar para ter um bom desempenho escolar.

 

Toda a gente sabe o segredo para o sucesso: estudo regular, com concentração propriada conduz a passagem de ano e mesmo a notas boas.

 

É importante que ajude a sua criança a não atribuir o insucesso à falta de capacidade, ou de inteligencia ou de motivação. O insucesso tem que ser atribuido à falta de empenho, falta de esforço. Só dessa forma a criança tem uma alternativa para melhorar. Qualquer um de nós consegue melhorar o desempenho se acreditar que o pode fazer e se souber com o fazer.

Tal como cada um de nós, quando as crianças internalizam o insucesso, as hipóteses, de repetirem o que estavam a fazer, de não tentar de forma diferente, de não se esforçarem mais. As vozes interiores começam a dizer que não vale a pena porque eles são uns falhados e nunca conseguirão. No fim continuem a ter os mesmos resultados.

Por outro lado, quando atribuimos o insucesso a uma causa externa, o problema pode ser trabalhado. Uma causa externa pode ser o método de estudo, a atenção dedicada, o tempo atribuído ao estudo, a compensação imediata por cumprir os objectivos. Afinal de contas todos sabemos que é mais fácil mudarmos um hábito ou um comportamento do que mudarmos um cerebro disfuncional, desmotivado e com falta de inteligência.

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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012

Hoje é dia de quê?

Natal das Crianças

 

À medida que o dia de Natal se aproxima a ansiedade e a agitação crescem nos corações dos mais pequeninos da casa.

A chegada do Pai Natal, o nascimento do menino Jesus, a reunião da família, os doces que não se podem comer livremente ao longo do ano e claro os presentes, aquele momento tão esperado em que debaixo da árvore de Natal ou dentro do Sapatinho surgem embrulhos coloridos com fitas vistosas que escondem sonhos e desejos inconscientes.
 
Por vezes os pais ficam nervosos com esta quadra, já que nas carteiras os euros não abundam e os pedidos dos pequeninos são vastos e caros.
Não se preocupe. Aquilo que as crianças gostam realmente é de abrir presentes, da cor, da alegria e da magia que circunda o momento.
 
Neste Natal, seja prático e criativo.
Eis algumas Dicas para que o seu Natal possa ter a magia de sempre e surpreender adultos e crianças.
  • Faça bolachinhas e envolva-as em chocolate. Embrulhe-as em papel apelativo.
  • Aproveite fotos que tenha tirado ao longo do ano para fazer quadros, albuns e agendas personalizadas.
  • Visite e surpreenda-se com os preços apelativos das feiras e das lojas de artesanato português.
  • Envolva toda a família em busca do presente certo para cada pessoa, com um orçamento limitado e fixo.
  • Peça aos mais pequenos para fazerem as suas "obras de arte" e ofereça-as.
  • Visite os sotãos e caves da família: por vezes existem verdadeiras relíquias guardadas que farão as delícias de quem tiver o previlégio das receber.
  • O seu quarto, o seu mundo: não acha que o seu filho ou filha gostariam de ter algum objecto especial seu?

 

Muito mais que uma troca de presentes,o Natal é uma troca de afectos e partilha de corações que se interpenetram.

Este Natal dê AMOR!

 

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Terça-feira, 27 de Novembro de 2012

Medos na Infância e na Adolescência

Medo das Crianças

 

Já todos vivemos algum tipo de medo na nossa vida. Por vezes ainda hoje, em determinados circunstâncias continuamos a senti-los.

As crianças sentem uma variedade de medos ao longo do seu crescimento, que podem ser de carácter leve e passageiro ou que podem instalar-se de forma mais duradoura.

Normalmente até ao 1º ano de vida o desconhecido e estranho provoca medo nos bebés.

Na faixa etária dos 2 aos 4 anos surge o receio dos barulhos muito fortes e dos animais.

Entre os 4 e os 6 anos aparece o medo dos fantasmas, das bruxas, do escuro e da separação dos pais.

Pela altura do início das aprendizagens escolares surgem os medos das agressões físicas e do bullying.

A pré-adolescência é marcada pelos conflitos com as figuras de autoridade (pais e professores) e na adolescência surgem as questões e os medos ligados à auto-estima e às relações interpessoais.

 

O que fazer para ajudar as crianças a lidarem com os seus medos:

 

Geralmente quando os pais se vêem e sentem frente a este tipo de problema tendem a procurar convencer os filhos através da racionalidade de que não existe razão válida para sentir tal medo. Invariavelmente a eficácia desta estratégia é nula.

Deve-se procurar:

  • ensinar a identificar e a reconhecer os sinais e as pistas que indicam que o medo pode surgir
  • aprender a conter os medos dando oportunidade à criança de se expressar livremente sobre a situação que a incomoda
  • deixar que a criança alivie a tensão de uma forma adequada e não agressiva
  • ajudar a passagem de um meio conhecido para um meio estranho
  • estimular a comunicação espontânea e divertida para criar um meio confortável para a criança comunicar os seus receios
  • elogiar a criança de uma forma assertiva e reforçar positivamente todos os esforços em enfrentar os seus medos
  • auto-controlar-se ainda que a reacção da criança lhe pareça totalmente disparatada e exagerada
  • procurar ajuda profissional se a criança se começar a afastar de uma vida considerada normal e saudável.

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 11:00
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2012

Disciplinar com Amor

Clínica Psicologia Lisboa Disciplinar Amor

 

 

Tal como um aspirante a condutor, antes de se fazer à estrada, precisa de conhecer, compreender e ter em mente, o “código da estrada”, de modo a que não ponha a sua vida e a dos restantes em risco, circulando em segurança, uma criança cresce em equilíbrio quando no seu caminho existe um código explícito e claro de regras para o seu comportamento, bem como o conhecimento das consequências inequívocas para os seus actos.

 

As crianças e os adolescentes aprendem o autocontrolo, a responsabilização e a autonomia com os adultos que as educam. Para tal, os pais, com todo o seu amor, sabedoria e experiência devem estabelecer - se possível com negociação -, de forma clara e empática, limites razoáveis, o que ajuda os seus filhos a se nortearem, a construírem uma perceção mais realista e objetiva do mundo e da sua autoimagem, tornando-os mais seguros, capazes e cooperativos.

 

Por conseguinte, a família deve ser um meio previsível, com uma estrutura clara e constância, para que as nossas crianças e jovens saibam o que se espera deles e o que acontecerá se cumprirem ou faltarem ao pré-estabelecido.

Como disciplinar com amor?

  • Estipule as regras de forma clara - aquilo que se espera que a criança faça e porquê, formulando-as preferencialmente pela positiva.
  • Sempre que possível tente incluir ativamente a criança na construção das regras e respetivos castigos quando não cumpridas - estimulamos a confiança, responsabilidade, poder de decisão e comprometimento da criança.
  • Escolha bem as consequências negativas a utilizar face ao incumprimento - relacionadas com o problema, respeitadoras da criança, razoáveis (proporcionais à dimensão do erro) e consistentes no tempo.
  • Evite um clima negativo dentro da família - o erro também é fonte de aprendizagem, crianças mais pequenas tendem mais ao erro, é preciso tolerar e respeitar, para que não se implante o medo, a ansiedade, ressentimentos, auto-estima baixa e outras emoções negativas.

Disciplinar com amor é no fundo ensinar quais os limites seguros para o comportamento, sem desrespeitar e violentar, deixando uma margem para o erro, e para a contestação saudável… porque uma personalidade sã constrói-se assim.

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 21:42
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Segunda-feira, 5 de Março de 2012

O Meu Filho Não Me Obedece Em Nada e Desafia-me Constantemente!

Clínica Psicologia Lisboa Crianças Desafiadoras

 

 

Questão colocada: “Tenho um menino de 6 anos que não me obedece em nada e que me desafia constantemente. Já não sei o que fazer. Ontem por exemplo estive até as 2h da manhã para que ele pusesse os brinquedos dentro do quarto e ele ia pondo os brinquedos fora do quarto à medida que eu punha dentro. De manhã, vai à mochila dele e tira o lanche que lhe preparo, faz birra a dizer que não gosta apesar de serem sempre alimentos da sua preferência, espalha o lanche pelo chão e grita. Não se quer vestir e embirra quase todos os dias com a roupa que lhe quero vestir. Estou cansada de tanta luta e temo que daqui a alguns anos este comportamento ainda piore. O que posso fazer?”

 

 

Cara leitora

 

Parece que o seu filho sofre da Perturbação de Oposição, que se caracteriza precisamente por um padrão geral de desobediência, desafio e comportamento hostil. Estas crianças têm dificuldade em aceitar regras e facilmente perdem o controlo face à frustração. São muito resistentes às
figuras de autoridade e são desobedientes e desafiadoras.

 

Uma vez que o seu filho já tem 6 anos, a face das birras e dos desafios já devia ter desaparecido e já devia ter dado lugar ao gosto por agradar aos pais. Era importante saber se ele apenas desafia a si, ou se também desafia outras figuras de autoridade, como pai, avós e professores. Era também importante saber se sempre foi assim ou se existiu ultimamente algum factor que possa ter perturbado a criança.

 

Este tipo de crianças necessita de Psicoterapia Infantil à base de técnicas de modificação de comportamento com implementação de disciplina e reforços positivos face a comportamentos adequados; a par disso os Educadores devem ser orientados para que toda a rede de suporte social da criança funcione numa mesma direcção.

 

Dicas para melhorar a relação:

  • Imponha limites de forma consistente e coesa; não induza culpa mas estabeleça a noção de responsabilidade.
  • Diga "Não"sempre que for necessário e não volte atrás. Estipule prioridades porque também não poderá de um momento para o outro passar a dizer "Não" a tudo.
  • Tenha paciência; justifique os seus motivos e caso seja necessário castigar a criança faça-o, mas nunca recorra à humilhação.
  • Seja afectuosa com o seu filho para que este perceba que está preocupada com ele e que gosta dele.
  • Sempre que o seu filho se portar bem, demonstre-lhe o quanto gostou da sua atitude e reforce-o bastante.
  • Tenha sempre em conta que o que está a fazer é para o bem do seu filho e da vossa relação e não se culpabilize de tomar atitudes mais rigorosas.

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 15:33
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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


CONTACTOS:
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Telefone: 96 140 49 50
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