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Terça-feira, 4 de Agosto de 2015

Boa Relação Intima

boa relação intima

Provavelmente uma das necessidades que tem é desenvolver e manter uma boa relação intima. Infelizmente todas as relações passam por altos e baixos, e por vezes os baixos parecem não dar lugar a tempos para uma boa relação intima. É a altura em que se questionam as coisas, em que se pondera o futuro, em que se faz um balanço do passado.

Acompanhe alguns tópicos que fazem e mantém uma boa relação intima.

Boa Relação Intima - Compreensão e Sensibilidade pelas Necessidades do Outro e Suas

Necessidades é algo que existe em todas as pessoas. Elas expressam-se sobre a forma de expectativas, desejos, fantasias, reacções e comportamentos. Algumas dessas formas não são totalmente conscientes, ou são mesmo totalmente inconscientes. Por exemplo, existem reacções de desconfiança, ciúme e controlo que são movidas pela necessidade de exclusividade e de se sentir único e especial. Existem reacções de submissão à vontade do outro, ou dificuldade em estabelecer limites e dizer não que são movidas pela necessidade de receber amor. Existem reacções de afastamento da intimidade e do fortalecimento da relação pela necessidade de independência. São apenas alguns exemplos de necessidades inconscientes que são expressas com o outro e que colocam em causa uma boa relação intima. Compreender conscientemente necessidades inconscientes é um trabalho que não é acessível através da racionalidade. Tem que se fazer de outra maneira. E essa maneira é a psicoterapia.

Boa Relação Intima - Tome consciência dos receios e medos que motivam as suas reacções

Todas as pessoas receiam alguma coisa. Faz parte da natureza humana. E é quase certo que a maioria das pessoas desconhece os verdadeiros receios que prejudicam uma boa relação intima. Por exemplo, o receio de falhar que é expresso em quase todas as situações que envolvem dificuldades na relação sexual. O receio do compromisso que se revela cada vez que a relação entra num nível de maior profundidade emocional. O receio de estar só, que pode levar a ter relação que estão longe de uma boa relação intima. O receio de perder a independência que pode levar a reacções de ser controlado pelas outras pessoas. O receio de sofrer, que geralmente ocorre depois de experiencias anteriores mal sucedidas e que leva a precauções nomeadamente a uma dificuldade na entrega emocional e na abertura a uma boa relação intima. Ter consciência desses receios inconscientes é a forma mais eficaz de saber mudar as reacções e os comportamentos. Para isso serve a psicoterapia.

Boa Relação Intima - Verifique se as suas expectativas são realistas

É fundamental ter expectativas. É natural e desejável ter expectativas face à outra pessoa, pois esse é o ingrediente que tempera uma boa relação intima. A expectativa de amor incondicional. A expectativa de compreensão. A expectativa de atenção. A expectativa de suscitar desejo na outra pessoa.

Se perceber ou sentir que as suas expectativas não estão a ser correspondidas, isso pode geral sentimentos de desilusão, desapontamento, reacções de frustração e comportamentos de zanga que contaminam uma boa relação intima. Procure saber se as expectativas são realistas e atingíveis naquela altura. Essa tomada de consciência é difícil de fazer porque você está a "ver o problema por dentro". A psicoterapia tem métodos para que você perceba as expectativas de outro ponto de vista, adaptando-as à realidade. O resultado deverá ser a possibilidade de ser feliz, passo a passo.

 

 

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Terça-feira, 9 de Junho de 2015

Perturbação Bipolar

Perturbação Bipolar

 

Perturbação Bipolar - Quem está em risco?

A perturbação bipolar afecta tanto homens como as mulheres.

Na maioria dos casos os sintomas surgem entre os 15 e os 30 anos.

As pessoas que têm familiares em primeiro grau têm maior risco de ter Perturbação Bipolar. Mas a perturbação bipolar não tem unicamente uma base genética para se manifestar.

Acontecimentos de vida stressantes, abuso de substâncias e instabilidade emocional são factores que podem desencadear perturbação bipolar em pessoas com pré-disposição

 

A vida dia a dia com Perturbação Bipolar

A perturbação bipolar é uma condição psiquiátrica e psicologia que provoca grandes alterações no trabalho, na vida familiar e social. Quase 90% das pessoas com perturbação bipolar não consegue manter uma estabilidade financeira e profissional. As alterações de humor criam igualmente uma forte instabilidade na família e colegas das pessoas com perturbação bipolar. Principalmente quando as pessoas estão numa fase de humor maníaco em que as famílias e colegas ficam assustados com os comportamentos desadequados e exagerados característicos da perturbação bipolar nesta fase.

 

Perturbação Bipolar e o Consumo de Substâncias

Mais de metade das pessoas com perturbação bipolar que não estão a receber o tratamento médico e a fazer psicoterapia têm problemas com o consumo de álcool ou outras substâncias. Habitualmente o padrão de consumos tem como função a regulação e o alivio do estado do humor. Estes comportamentos são especialmente danosos durante a fase maníaca.

 

Diagnostico na Perturbação Bipolar

Um passo fundamental para diagnosticar perturbação bipolar é a exclusão de outras causas que provoquem alterações de humor. Outras causas como abuso de substâncias, problemas da tiroide, HIV, Hiperactividade, efeitos secundários de medicação e outras complicações psiquiátricas.

Apesar de não haver nenhum meio auxiliar de diagnóstico para a perturbação bipolar, o psiquiatra é o elemento mais bem qualificado para fazer essa avaliação e diagnóstico.

 

Psicoterapia para a Perturbação Bipolar

A psicoterapia para a perturbação bipolar ajuda as pessoas a manterem uma adesão à medicação e a lidarem com as situações da vida que lhes provoca alterações do humor, que por sua vez influencia a forma como as pessoas se relacionam com ela.

A Psicoterapia Cognitivo Comportamental dá conta da prioridade em alterar os pensamentos e comportamentos que derivam das alterações do humor.

 

A Psicoterapia Interpessoal dá conta da complexidade das relações que se estabelecem entre as pessoas e que influenciam as alterações de humor.

 

Familiares, Amigos e Colegas

Os familiares, amigos e colegas podem não compreender a perturbação bipolar. Os periodos depressivos são habitualmente longos e causam frustração por as outras pessoas sentirem impotencia em não conseguir ajudar a pessoa com perturbação bipolar. Nos episódios maníacos as outras pessoas ficam muito assustadas pois os comportamentos exagerados e desadequados são resistentes à racionalidade e neste sentido as outras pessoas não os conseguem fazer mudar. Ter um ambiente social e familiar que compreenda as fases da perturbação bipolar é fundamental. É fundamental saber quando e como conduzir a pessoa com perturbação bipolar ao médico e à psicoterapia.

 

Quando é que é necessário ajuda na Perturbação Bipolar

A maioria das pessoas com perturbação bipolar não se dá conta da necessidade do problema que têm e evitam receber tratamento médico e psicológico. Se é um familiar ou amigo, não evidencie que a perturbação bipolar é uma falha no carácter, na personalidade ou no mau feitio da pessoa, mas antes refira que as alterações de humor são bastantes frequentes e que afectam a maioria das pessoas, no entanto, essas alterações de humor estão a trazer problemas de relação com os outros. Se a pessoa achar que tem toda a razão do mundo para fazer o que faz, não tente chama-la à "razão" pois não vai funcionar. Chame a atenção para o facto de apesar de a pessoa poder ter razão existem formas diferentes de explicar isso às pessoas porque nem sempre elas entendem à primeira. Coloque como objectivo levar a pessoa com perturbação bipolar ao psiquiatra e seguidamente à consulta de psicologia.

 

 

 

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2015

Auto-Estima. O que é?

Auto-estima exprime o conceito que cada um tem de si mesmo.

A pessoa auto avalia-se em função das suas qualidades subjectivas e susceptíveis de avaliação que podem ser consideradas positivas ou negativas, mediante as suas experiências de vida.

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auto-estima é o grau de satisfação pessoal da pessoa consigo mesma…

a eficácia do seu próprio funcionamento e a atitude de aprovação que sente por si próprio. Baseia-se em todos os pensamentos que vamos recolhendo sobre nós ao longo das nossas vidas.

auto-estima tem 3 componentes: cognitiva, afectiva e comportamental.

A componente cognitiva é a opinião que se tem da própria personalidade e conduta; a componente afectiva é a valorização do que há em nós de positivo e negativo e a componente comportamental é a intenção e decisão de actuar.

auto-estima expressa-se através da razão entre o nível de sucesso obtido e as pretensões de cada pessoa. Se não existir equilíbrio entre as pretensões e o sucesso a pessoa tende a baixar a sua auto-estima e a sua auto-confiança.

Você tem uma boa auto-estima?

Faça um TESTE a si próprio.

- tem apreço por si próprio como pessoa, independentemente do que possa fazer ou ter, de tal forma que se considera igual, embora diferente, a qualquer outra pessoa?

- aceita as suas limitações, fraquezas, erros e fracassos e reconhece com tranquilidade os aspectos desagradáveis da sua personalidade?

- está bem consigo mesmo e sente-se bem na sua pele?

- tem em atenção as suas necessidades reais, físicas e psicológicas?

- escuta-se a si próprio e toma consciência do seu mundo interno com um sentimento de amizade?

-tem uma atitude aberta e atenta face ao outro, e reconhece que não podemos viver isolados nem independentes uns dos outros?

Se obteve menos de 4 respostas afirmativas deve procurar melhorar a sua auto-estima.

Muitos problemas psicológicos, como a depressão, a anorexia, os medos, a timidez entre outros, podem surgir numa determinada fase da vida, como consequência de um défice de auto-estima

auto-estima é simultaneamente causa e efeito de um crescimento saudável em todas as dimensões.

 

 

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Quarta-feira, 29 de Abril de 2015

Aumentar Motivação pelo Trabalho

Aumentar motivação pelo trabalho é um dos maiores desafios que frequentemente enfrenta na sua carreira profissional.

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Seja pelo tipo de trabalho que faz, seja pelo tipo de pessoas que lida, seja pelo tipo de recompensas que recebe pelo que faz. Aumentar a motivação é uma tarefa exigente, árdua e constante.

Será que existe alguma coisa que possa fazer para aumentar motivação pelo seu trabalho? Considere o seguinte:

Aumentar Motivação desenvolvendo convicção.

Convicção é acreditar fortemente no que quer fazer. Acreditar fortemente dá a coragem, a vontade e a energia para dirigir-se para os objectivos. Pergunte-se quais são os seus objectivos de carreira? Como é que esses objectivos de carreira se cruzam com os objectivos da sua empresa? Se quer aumentar motivação pelo seu trabalho tem que acreditar nos objectivos da empresa e para ter um maior sentido e propósito de vida tem que alinhar os seus objectivos de carreira com os objectivos da empresa.

Aumentar Motivação desenvolvendo uma atitude positiva.

Aitude quer dizer a maneira como pensa e a forma como faz as coisas na sua vida. Qualquer que seja a tarefa que tem que fazer encare-a com uma atitude positiva. Uma atitude positiva quer dizer que você tem orgulho e paixão no que faz. Dar o seu melhor para superar a tarefa é uma atitude positiva. E se a tarefa for negativa para si, porque é entediante, stressante, aborrecida, rotineira ou outra coisa qualquer, então a sua atitude de orgulho e paixão é ainda mais positiva. Por que é que isto faz aumentar motivação? Porque isso vai fazer com que você se aproxime dos seus objectivos e dos objectivos da sua empresa. Por incrível que pareça aumentar motivação não tem a ver com a natureza agradável da tarefa mas antes com a sua atitude perante ela.

Aumentar Motivação desenvolvendo admiração.

Admire as qualidades e conquistas das pessoas. Principalmente se forem difíceis de conseguir. Para aumentar motivação comece por mostrar admiração pelas suas qualidades e conquistas. Se pretende que as outras pessoas vejam as suas qualidades e reconheçam as suas conquistas tem que começar você por vê-las e reconhecê-las. Tente perceber a importância do seu trabalho na empresa. Admire as qualidades e as conquistas das outras pessoas e mostre reconhecimento quando apropriado. Todos gostamos de reconhecimento e as pessoas estão mais dispostas retribuir reconhecimento quando o recebem.

Aumentar Motivação desenvolvendo empatia.

Empatia é a capacidade para imaginar e partilhar dos sentimentos e da experiencia de outra pessoa. No trabalho e ao longo da carreira irá conhecer pessoas que não cooperam, que são irrazoáveis, que têm sentimentos negativos perante si, como a inveja, o receio, o excesso de ego, a desconfiança, etc. Essas pessoas são aquelas que mais facilmente a irão desmotivar. Para ultrapassar isso, procure empatizar com as dificuldades dessa pessoa. As dificuldades que a fazem ser negativa perante si. A sua maior capacidade é a compreensão com a incapacidade dos outros. Senão porque estariam a reagir assim? Não será?

Aumentar Motivação mostrando sinceridade.

Sinceridade é dizer e fazer apenas as coisas que realmente acredita. Quando faz o que lhe compete, faça-o com sinceridade. Agradeça quando recebe ajuda. Conteste quando algo lhe desagrada. Diga sinceramente o que pensa. E não diga nada se achar que sinceramente não vai adiantar coisa nenhuma. Seja como for, agir com sinceridade aumenta motivação porque aumenta a coerência da si enquanto pessoa.

 

 

 

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

Aumentar Autoestima

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Aumentar Autoestima – Diga PARAR à Auto-Crítica

Uma boa maneira para começar a aumentar autoestima é aprender a lidar e a substituir a voz crítica interior.

Todos temos uma voz crítica. Para alguns ela está sempre presente, para outros só em certas circunstâncias.

Essa voz critica interior serve muito bem para nos empurrar a fazer as coisas, ou para fazermos as coisas para termos uma certa aceitação, ou evitarmos a reprovação ou avaliação negativa dos outros. No entanto, essa mesma voz interior faz o contrário de aumentar autoestima.

Esta voz crítica interior dispara pensamentos destrutivos do tipo “Se não ficares a trabalhar até mais tarde vão pensar que és preguiçoso e descuidado”, “Os outros fariam isto muito melhor e mais rápido”, “Não és tão interessante como aquela colega”.

A primeira coisa a fazer para aumentar autoestima é perceber que estes pensamentos parecem ser verdades para si, mas poderão não corresponder à realidade. Poderão de facto ser a forma como pensa. Mas quantas vezes já deu por si a mudar de ideias, a ter outros pontos de vista, a perceber que numa altura aquilo que parece verdade não o é numa outra ocasião.

A segunda coisa a fazer para aumentar autoestima é simplesmente dizer PARA à sua mente sempre que ela começar a dar-lhe estes pensamentos críticos. Pode até dizer “Não, não, não vás por aí”.

A terceira coisa a fazer para aumentar autoestima é pensar alguma coisa construtiva, que traga um resultado positivo à situação ou a outra situação se não poder fazer nada quanto aquela.

Aumentar Autoestima – Hábitos Saudáveis são Fundamentais

Para tornar a voz critica menos intensa e menos frequente e ao mesmo tempo conseguir motivar-se para os seus objectivos e aumentar autoestima é muito importante que comece a tornar os seus hábitos o mais saudáveis possível.

Uma das formas para começar a ter hábitos de melhorar autoestima e substituir essa voz interior critica é lembrar-se dos benefícios. Escreva diariamente os benefícios de sentirá quando um dia mais tarde tiver muito boa autoestima. Que tipo de pessoa será? O que conseguirá fazer melhor? Que resultados práticos acontecerão na sua vida? Escreva isso todos os dias em 5 minutos. Irá encontrar neste hábito de se lembrar de aumentar autoestima uma forte ferramenta motivacional. Por exemplo, Quando perder peso a sua auto-imagem irá melhorar e sentir-se-á melhor. Quando não fumar irá sentir-se mais forte, seguro e capaz, para além que irá gastar esse dinheiro em roupa ou viagens. Quando ganhar mais dinheiro irá viajar mais, conhecer outras pessoas e realidades diferentes.

Outra das formas para começar a ter hábitos de melhorar autoestima é pensar no que realmente gostaria de fazer. Quando você gosta realmente de alguma coisa a sua motivação dispara como um foguete e fazer essas coisas torna-se fácil e prazeroso. Quando gosta realmente de alguma coisa você puxa por si a ter e ultrapassa com facilidade qualquer resistência. Com base nisso, quando acontecer perder a motivação uma coisa na sua vida pergunte-se “Estou a fazer o que gosto realmente?” Se não está e se for possível mudar então comece a pensar como muda o carril, o caminho. Não será imediato, mas será uma viagem que irá aumentar autoestima quando o conseguir.

 

 

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Sexta-feira, 27 de Março de 2015

Ansiedade Social

Ansiedade Social

 

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Ansiedade Social é o receio de que em situações sociais e de relação com outras pessoas possam surgir sentimentos de julgamento, avaliação ou crítica negativa por parte dos outros.

Colocando de outra forma, ansiedade social é o medo e a ansiedade de ser julgado e de causar uma impressão negativa nos outros. Este medo conduz a sentimentos de inadequação, embaraço, humilhação e depressão. Se habitualmente uma pessoa fica ansiosa em situações sociais, mas está bem quando sozinha, então pode estar com um problema de ansiedade social.

ansiedade social é um problema de ansiedade que é muito mais comum do que habitualmente as pessoas acreditam. Milhões de pessoas em todo o mundo sofrem todos os dias as consequências deste problema devastador e traumático, seja devido à ansiedade perante uma situação social específica, seja perante uma situação de desempenho ou seja perante múltiplas e generalizadas situações sociais.

Sabe-se hoje, que a ansiedade social é o terceiro problema psicológico mais frequente que afecta as pessoas.

Quando as situações de relação social são muito específicas, as pessoas facilmente identificam a causa da ansiedade social, tornando-se mais claro a sua resolução.

Um tipo de ansiedade social específica é o receio de falar na presença de outras pessoas, por exemplo em reuniões de trabalho ou familiares, em jantares ou almoços, em esperar para ser atendido nas filas, entre muitas outras.

Quando a ansiedade social é mais generalizada, torna-se muito difícil para as pessoas identificarem as causas que lhes provocam ansiedade, o que gera mais confusão perante a resolução da ansiedade. Na maioria das vezes, só passados anos de evitamento e fuga de situações, é que se entende que este problema de ansiedade não passa com o tempo e não passa com o evitamento. Não se trata de um problema de fraqueza pessoal, ou de falhanço perante as dificuldades. A única coisa necessária é tomar consciência sobre como a ansiedade social funciona, o que leva a pessoa a pensar e a sentir, e o que a obriga a fazer.

O controlo que as pessoas precisam vem com esta tomada de consciência e com a alteração de uma forma de se verem a si mesmos e à relação com os outros. Na grande maioria das vezes este trabalho de mudança só pode ser feito em psicoterapia. Aliás a psicoterapia é isto mesmo, mudar formas habituais de pensar, sentir e agir, que foram erroneamente moldadas durante anos de más experiências. Tudo isto feito num curto período de tempo.

Situações que levam a sentir Ansiedade Social

As pessoas com ansiedade social sentem habitualmente um desconforto muito grande nas seguintes situações:

  • Ser apresentado(a) a outras pessoas.
  • Ser apontado(a) ou criticado(a) por outras pessoas.
  • Ser o centro das atenções.
  • Ser observado(a) enquanto faz qualquer coisa.
  • Ter de enfrentar pessoas que são consideradas autoridade ou que são pessoas avaliadas como importantes.
  • Na maioria dos encontros com outras pessoas, principalmente com pessoas pouco conhecidas ou que sentem pouca proximidade.
  • Na maioria das situações em que têm que fazer conversa de circunstancia.
  • Na maioria das situações em que se sentem obrigadas a marcar uma imagem positiva perante as outras pessoas.

As sensações físicas que acompanham a ansiedade social incluem um receio muito aumentado, muitas vezes inexplicável, como se a pessoa se sentisse em perigo sem saber porquê, o corar, a boca seca, os tremores, a dificuldade em engolir, e a tensão nos músculos.

As pessoas que sentem ansiedade social sabem que o que sentem é irracional, sem sentido e sem explicação (ou seja, não têm ainda a consciência dos “porquês” de isso estar a acontecer). Contudo, “saber” uma coisa, nomeadamente, que não faz sentido é muito diferente de “acreditar” ou de sentir. É por isso, que os sentimentos, pensamentos e a ansiedade não desaparecem, o que aumenta o estado de confusão e alimenta a ideia errada de que se a pessoa não consegue livrar-se desses pensamentos e sentimentos então deve ser fraca.

As boas notícias são que a psicoterapia para a ansiedade social tem sido alvo de evolução científica nos últimos anos, sendo unânime a ideia de que hoje a psicoterapia é de facto eficaz na resolução deste tipo de problema. As pessoas que sofrem com este tipo de ansiedade desde à muitos anos, restringiram muito a sua qualidade de vida. As pessoas referem que depois da terapia as suas vidas mudaram, no sentido de que a mesma já não é controlada pelo receio e pela ansiedade.

ansiedade social, assim como outros problemas de ansiedade, pode ser tratada com sucesso, e hoje não se justifica a afirmação “Aprender a viver desta maneira”. Não tem que viver assim e dessa maneira. Existem coisas para mudar em si e na relação com os outros, não sabe o quê, então procure um psicólogo especialista nesta área que lhe diga, alguém que compreenda bem o problema e saiba como ajudar a resolver.

Certifique-se que o psicólogo compreende quando você diz que é muito auto-consciente, que sente que os outros estão a observar ou que estão a formar opiniões negativas de si. Certifique-se que o psicólogo não minimiza ou desvaloriza o que lhe está a dizer, dizendo que você está a exagerar. As pessoas com ansiedade social já sabem que estão a exagerar, no entanto, sentem na mesma que os outros as estão a observar e a avaliar. A consciência de si mesmo está muito aumentada e é real.

Se o psicólogo não entender isto deve questionar-se se o mesmo consegue ajudar a resolver o problema.

Lembre-se ainda de que um profissional de psicoterapia recebe sempre bem as suas dúvidas e questões. Se lhe parecer que o psicólogo está contra a sua visão do mundo pode não ser a sua escolha. O psicólogo pode devolver-lhe os paradoxos e contradições acerca da sua forma de ver a si e as relações, mas sempre envolvido em compreensão, empatia e respeito por si.

As pessoas com ansiedade social precisam de suporte, encorajamento e de um ambiente de terapia relaxante.

Vencer a ansiedade social não é fácil, contudo milhares de pessoas já o conseguiram. Enquanto está no centro do problema, a vivê-lo, sente desespero e sem esperança de ficar bem. A vida passa a ter como objectivo vencer a ansiedade, que ora é de uma maneira, ora é de outra. Mas isto pode terminar.

O que precisa para vencer a Ansiedade Social

As coisas principais que precisa para vencer a ansiedade social são:

  • Compreender e ter consciência acerca do que é verdadeiramente a ansiedade social
  • Compromisso de levar em frente a sua mudança mesmo que por vezes seja um pouco difícil.
  • Insistência, insistência, insistência para que a nova informação fique bem gravada no seu cérebro e se torne automática.
  • Procurar terapias que funcionam. Numa primeira fase a psicoterapia individual depois a psicoterapia de grupo. A terapia com medicamentos é muitas das vezes necessária quando a ansiedade é muito elevada e incapacitante.
  • A psicoterapia deverá servir sempre para encorajar a mudança, trazer algo positivo à vida da pessoa e deverá ser acolhedora.

Que situações aumentam a Ansiedade Social?

  • Estar, conversar e participar nas actividades de um grupo.
  • Comer ou beber em público (p.ex. restaurantes, festas, reuniões familiares).
  • Ser o centro das atenções num grupo de pessoas.
  • Levantar-se e fazer um pequeno discurso, sem preparação prévia, numa festa.
  • Representar, agir ou falar perante outras pessoas.
  • Estar com num grupo de amigos (principalmente se no grupo “existir” alguém que domine a situação).
  • Trabalhar enquanto se está a ser observado/a.
  • Escrever enquanto se está a ser observado/a (p.ex. nas repartições públicas, na escola, no trabalho).
  • Atender o telefone a alguém que não conhece bem.
  • Falar com alguém que não conhece bem ou ser apresentado a alguém.
  • Voltar a encontrar-se com pessoas que não conhece bem.
  • Conduzir (devido à vergonha antecipada de fazer alguma coisa “errada”).
  • Fazer um teste às suas capacidades, competências ou conhecimentos.
  • Expressar desacordo ou reprovação (p.ex. dizer não).
  • Olhar directamente para alguém que não conhece muito bem.
  • Apresentar oralmente um trabalho.
  • Conhecer alguém para um relacionamento romântico/sexual.
  • Reclamar uma compra, produto ou serviço.
  • Entrar numa sala aonde os outros já estão presentes.

O que as pessoas fazem para evitar a Ansiedade Social?

  • Desviar ou evitar o olhar perante as pessoas (p.ex. usar óculos para evitar que as pessoas saibam que olhou para elas; usar MP3 para dissuadir as pessoas de lhe falar).
  • Falar rápido e sem pausas.
  • Falar devagar, baixo e com um tom inseguro, reduzindo ao mínimo o que tem para dizer.
  • Evitar atrair atenções, evitando estar com pessoas que puxam para si a atenção.
  • Manter o distanciamento do que se está a passar.
  • Parar o que estava a fazer quando se sente observado.
  • Rir para esconder que está nervoso.
  • Verificar repetidamente se está apresentável (p.ex. pentear, ajeitar a roupa).
  • Pensar muito no que vai dizer ao ponto de passar a oportunidade de o fazer.
  • Aumentar a distância entre si e a outra pessoa.
  • Esforçar-se por parecer à vontade junto de alguém.
  • Observar passivamente o que se está a passar.
  • Na interacção com alguém, estar irrequieto com os braços e mãos, não sabendo como os colocar.
  • Tentar disfarçar o tremor e o rubor (corar).
  • Ficar no lugar mais escondido possível.
  • Ao andar na rua, estar sempre à procura de pessoas que possa conhecer para poder desviar o olhar e fingir que não as viu.

O que pensa uma pessoa com Ansiedade Social quando está na relação com outras pessoas?

  • Não vou dizer nada de jeito, vão achar que só digo banalidades e que não percebo nada disto.
  • Vou ficar embaraçado e vão notar que não me sinto à vontade.
  • Tenho que me acalmar.
  • Tenho que prestar atenção ao que digo.
  • Vão pensar que sou ridículo.
  • Não estou a ser natural e vão notar que estou ansioso.
  • Estou a corar, a voz está a tremer.
  • Vão achar que sou inseguro e está toda a gente a olhar para mim.
  • Vou bloquear, não sei o que hei-de dizer e vão-me gozar.
  • Vão notar que estou a suar.
  • Tenho que causar boa impressão.
  • É melhor calar-me antes que diga asneira.
  • Tenho que dizer alguma coisa de interesse.
  • Vou ser o centro das atenções.

 

 

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Terça-feira, 24 de Março de 2015

Ansiedade Generalizada

Ansiedade Generalizada

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A principal característica da ansiedade generalizada

que é o tipo mais comum de ansiedade, é a preocupação excessiva, incontrolável e persistente acerca de coisas do dia-a-dia, sejam muito ou pouco importantes. Para uma pessoa com ansiedade generalizada tudo assume proporções catastróficas, tudo é muito negativo, o resultado final ou o desfecho das situações é sempre o pior que pode acontecer.

Como a ansiedade generalizada se confunde com a preocupação normal, a pessoa que tem ansiedade generalizada desvaloriza quando as outras pessoas lhe dizem para não ser tão negativa, para não ser assim, para parar de ver sempre o lado pior das coisas. A pessoa que se preocupa desta maneira acredita inclusive que a sua preocupação é muito legitima e que irá prevenir que algo mau aconteça. No entanto, as pessoas que têm

Ansiedade generalizada

apresentam outros sintomas que as fazem pensar duas vezes. Queixas como cansaço, dificuldade em dormir, desregulação hormonal com alterações no peso ou na libido, dores musculares, dores gástricas (muito frequente a ocorrência de síndrome do Cólon Irritável).

É importante que a pessoa faça uma consulta de psicologia mesmo quando apresenta todos estes sintomas físicos e depois de ter consultado o médico.

A psicoterapia para a ansiedade generalizada utilizada na Clínica Psicologia Lisboa assume uma forma especialmente eficaz, uma vez que os nossos psicólogos têm uma formação diversificada.

A psicoterapia para a ansiedade generalizada

é uma forma de psicoterapia ansiedade que trabalha os pensamentos ansiosos da pessoa utilizando uma variedade de técnicas para alterar esses pensamentos. A base da psicoterapia ansiedade é aprender a controlar e a modificar esses pensamentos ansiosos. Fazendo isso altera-se o modo de ver o mundo e o que se sente.

É dada uma especial importância ao “como” se aprender a pensar. As influências de uma vida de experiências que ensinou que preocupar, mesmo que excessivamente é melhor do que não se preocupar de todo. Na psicoterapia ansiedade aprende-se a encontrar o meio caminho este estes dois pólos.

 

 

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Sábado, 21 de Março de 2015

Ansiedade Desnecessária

Ansiedade Desnecessária

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É importante reduzir ansiedade desnecessária?…

Com certeza… a ansiedade é normal mas quando é em excesso tem que ser reduzida.

A ansiedade é uma disposição natural de toda a espécie humana. Assim ditou a lei da sobrevivência e da adaptação. Aqueles que têm ansiedade foram outrora os mais aptados a lidar com os perigos e as incertezas…

Mas nos tempos de hoje torna-se imprescindível reduzir a ansiedade desnecessária.

O cérebro humano adaptou-se a reagir automaticamente às situações que eram percebidas como perigosas. Adaptou-se ainda por criar mecanismos automáticos de memória para as situações temidas. Esse foi uma das maiores defesas psico-biológicas da nossa espécie. Mas esse mesmo mecanismo funciona hoje de um modo muito exagerado e automático de forma que se torna necessário reduzir a ansiedade desnecessária.

A ansiedade desnecessária de hoje serviu outrora como mecanismo de alarme…

de chamada de atenção para perigos que eram percebidos ou antecipados. Hoje esse alarme e essa antecipação que gera ansiedade desnecessária tem que evoluir e adaptar-se novamente às exigências dos tempos modernos. O cérebro não parou de evoluir. Aquilo que se faz em psicoterapia é uma forma de evolução mais rápida. Não existem quaisquer duvidas que um futuro passa por uma humanidade mais clama, tranquila e baseada na certeza das coisas. O presente parece desmentir esse futuro, no entanto a necessidade do homem é ter cada vez menos ansiedade desnecessária.

É importante que aprenda a utilizar outros mecanismos para reduzir a ansiedade desnecessária….

nomeadamente, mecanismos como a respiração profunda, o relaxamento instantâneo ou o relaxamento progressivo, alterar padrões automáticos de pensamento, como o pensamento negativo, a preocupação excessiva, o perfeccionismo.

Reduzir a ansiedade desnecessária é importante porque mantém os níveis e cortisol e adrenalina num balanço químico ideal ao bom funcionamento…

Nem muito baixo, nem muito alto. Ótimo funcionamento intelectual e emocional.

 

 

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Quinta-feira, 19 de Março de 2015

Agravar Depressão

Agravar Depressão

Agravar Depressão.jpg

 

Quando uma pessoa esta deprimida tem a tendência para fazer algumas coisas que vão agravar depressão.

Esses comportamentos que vão agravar depressão, não são instantâneos ou imediatos mas instalam-se de uma forma gradual e insidiosa, sendo na maioria das vezes difíceis de mudar.

Que comportamentos promovem o agravar depressão e que devem ser gradualmente dar lugar a outros mais saudáveis?

Agravar depressão - Abuso de álcool

Recorrer ao álcool ou drogas para fugir à realidade da tristeza, da perda, da falta de interesse ou de motivação, é um padrão que surge muitas vezes na depressão. Apesar de o álcool aliviar ligeiramente a ansiedade (principalmente a ansiedade social), tem um efeito depressivo do sistema nervoso central que provoca alterações no sono acabando por geral para além de habituação orgânica uma habituação psicológica ao alivio artificial e temporário do mal-estar depressivo.

O que fazer para não agravar depressão: não deve guardar para si esse problema. Se notar que existe uma alteração no padrão de consumo, ou se esse padrão estiver a alterar o seu funcionamento na vida social, familiar e laboral, deve falar com o médico ou com o psicólogo. O álcool interfere sempre com a medicação para  a depressão e ansiedade.

Agravar depressão - Fugir ao exercício físico

Se gosta de ir ao ginásio ou praticar alguma atividade física com frequência, a falta de vontade de as praticar pode ser um sinal de que pode existir um agravar depressão a caminho. Quando se está deprimido há alguma dificuldade em manter as atividades físicas que costumava fazer apesar de saber que isso seria positivo. O exercício físico é um dos tratamentos de eleição para a depressão e promove o contrário do agravar depressão, isto porque aumenta os níveis de serotonina e dopamina que são dois químicos cerebrais que estão em falta na depressão. Apesar de o corpo estar apto para praticar exercício físico, o cérebro parece não ser capaz de começar e nestes casos é necessário fazer psicoterapia para "convencer" o cérebro a tomar as acções necessárias para melhorar.

Agravar depressão - Refugiar-se no açúcar

Quando se sente mais deprimido pode dar por si a desejar doces ou comida menos saudável. Os doces tem propriedade que elevam o humor mas é apenas temporário e uma vez passado esse efeito, volta o sentimento depressivo.

Agravar depressão - Pensamento negativo

Quando está deprimido é mais comum surgirem pensamentos negativos que o levam a não tentar coisas novas e isto faz agravar depressão. Os pensamentos negativos são o resultado da depressão e que fazem entrar num ciclo que promove o agravar depressão tornando-se cada vez mais difícil sair desse estado.

O que fazer para não agravar depressão: não se agarrar a expetativas tão rigorosas e elevadas. Controlar mais o que faz em vez de tentar controlar os resultados que as ações poderão ter.

 

 

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Quarta-feira, 18 de Março de 2015

Acabar com Stress

Acabar com Stress

acabar com stress.jpg

 

Acabar com Stress – Elimine a desorganização

É natural haver algum nível de desorganização na vida de todos nós. Mesmo que se esforce muito e implemente um sistema de controlo altamente eficaz assegurar a organização e acabar com stress é garantido que o sistema tenda para a desorganização, para o caos. Mas a desorganização é um poluente visual muito forte e tornar-se cada vez mais difícil acabar com stress quando começamos a ter dificuldade em fazer opções. Disponha de algum tempo para organizar, limpar e colocar em ordem as coisas. Mas perceba os limites e se a organização das coisas o estiver a stress, tem que acabar com stress da organização e arrumação.

Acabar com Stress – Chegue a horas

O tempo é um dos fatores de maior stress. Chegar atrasado ou não corresponder um prazo é algo que tem que desaparecer para acabar com stress. Estamos sempre à pressa com qualquer coisa. É para chegar lá, é para fazer aquilo, é para ter isto. Aprenda o hábito de se antecipar. De chegar mais cedo. O hábito de não colocar tantas coisas na lista de fazeres. Repare bem no tempo que as coisas levam a fazer. Não subestime o tempo das coisas e não sobrestime o seu tempo disponível. Repare que não existe falta de tempo. Todos temos o mesmo tempo, podemos é ter mais coisas que achamos importantes fazer naquele tempo. Acabar com stress é encontrar prioridades para as coisas no tempo que existe e respeitando o tempo que cada coisa precisa para ser cumprida.

Acabar com Stress – Acabar com o controlo

 Tentar controlar as situações, pessoas e até o que sente, só serve para aumentar a ansiedade e o stress. Acabar com stress é deixar ir. É aceitar as coisas tal como elas são quando não podem ser alteradas. Acabar com stress começa por aprender a distinguir o que pode ser alterado por si, do que não pode ser modificado na vida.

 

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Quinta-feira, 15 de Maio de 2014

Boa Relação, Como ter uma?

Boa relação

O que é preciso para ter uma boa relação?

As pessoas que têm uma boa relação fazem isto:

Boa relação – Dar e Receber

As pessoas que têm uma boa relação valorizam mais o que a outra pessoa faz bem do que falha. Todas as pessoas falham, ninguém é perfeito e ajustar as expectativas pessoais à capacidade da outra pessoa fazer e dar de si à relação é uma das mais fortes características de uma boa relação.

Boa relação – Cuidado e Carinho

Numa boa relação as pessoas têm um cuidado permanente com o outro. Uma atenção especial. Tratam o outro com carinho e dedicação. Claro que se pode ser exigente quando a outra pessoa não está a corresponder às necessidades do próprio, mas esta exigência tem que ser equilibrada através de uma comunicação assertiva e suportada pelo dar ao outro, cuidado, protecção, segurança e carinho. Se não, como ter legitimidade para reclamar o que quer que seja?

Boa relação – Abraçar e Beijar

Todos temos memória. Memória visual, auditiva e do que sentimos. As pessoas que têm uma boa relação abraçam-se e beijam-se frequentemente e isso cria-lhes memórias afectivas positivas em todos sentidos. Funciona muito melhor do que aquele “amo-te muito” escrito num cartão de aniversário e oferecido uma vez por ano.

Boa relação – “Tem um bom dia” pela manhã e “Dorme bem” pela noite

As pessoas que estão numa boa relação têm por hábito tomar o pequeno almoço juntas e desejar um bom dia quando cada uma vai para o seu trabalho. Quando isto acontece com frequência as pessoas levam uma memória positiva do outro durante pelo menos grande parte da manha. Ao fim da tarde cumprimentam-se sempre com um beijo, deitam-se juntas e desejam uma boa noite à outra pessoa. Desta forma, a ligação afectiva está sempre mantida e é garantido que apesar dos altos e baixos existe sempre uma boa relação.

Boa relação – Mantenha contacto durante o dia

Numa boa relação as pessoas mantêm algum tipo de contacto durante o dia. Por SMS, mail ou facebook as pessoas vão trocando palavras que expressam como está a decorrer o seu dia-a-dia. Claro que quando estes contactos são intrusivos e sufocantes são mal recebidos e rejeitados. Mantenha a proporção e o equilíbrio.

 

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Boa relação

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Quinta-feira, 8 de Maio de 2014

Relacionamento, O que é preciso para ter um bom

relacionamento

O que é preciso para ter um bom relacionamento?

Está empenhado(a) em ter um bom relacionamento ou melhorar o relacionamento que já tem e quer saber como?

Relacionamento - Vão para a cama ao mesmo tempo

Lembra-se de como era no início do relacionamento. Você não podia esperar para ir para a cama para fazer amor com pessoa amada. Um relacionamento feliz é aquele que resiste à tentação de não irem para a cama ao mesmo tempo. As pessoas que estão num relacionamento feliz deitam-se ao mesmo tempo. Passam esse tempo de intimidade juntos. É um tempo só para eles, sem tarefas e afazeres. Nem precisa de haver sexo todos os dias. Basta que haja intimidade, aproximação e partilha emocional. Isso acontece mesmo que um das pessoas se levante depois porque não tem sono ou porque quer ver um filme.

Relacionamento – Partilhar de interesses comuns

Quando as pessoas estão apaixonadas o relacionamento é sempre bom. Não porque as coisas corram sempre bem, mas porque a intensidade do interesse mútuo é elevada. Quando a paixão passa e dá lugar a um sentimento mais tranquilo e menos intenso é necessário cultivar esse interesse comum no relacionamento. Os interesses comuns até podem mudar. Numa fase é conhecer a outra pessoa em todos os aspectos, outra fase é a companhia, outra fase é o desenvolvimento do projecto comum que pode ser a casa, os filhos, as viagens, etc. Seja que fase for, o importante saber que a ligação emocional à outra pessoa é feita através de interesse comum e partilhado no relacionamento.

Relacionamento – Toque, mãos dadas e lado a lado

As pessoas que dizem ter um bom relacionamento têm uma relação de igual para igual, caminham na vida lado a lado e dão a mão ao outro quando ele precisa. O que é que isto quer dizer? Quer dizer que as pessoas que têm um relacionamento feliz sabem que podem contar com a outra pessoa, confiam nela, sentem-se emocionalmente protegidas e seguras. Existem duas formas de transmitir esse sentimento no relacionamento. Uma é quando uma pessoa está numa situação difícil e precisa muito da outra pessoa. Felizmente essas situações são pouco frequentes na vida, mas acontecem sempre. A outra forma é todos os dias através do toque carinhoso, do dar a mão na rua, do sentar lado a lado, etc.

 

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Sexta-feira, 21 de Março de 2014

Má Relação, como evitar

má relação

 

Existem algumas regras para evitar cair numa má relação.

Para evitar uma má relação tem que haver amor, intimidade emocional e sexual e romance.

Estes são os pilares de um relacionamento amoroso e a forma de evitar uma má relação. Haver uma grande sintonia na cama não basta, tem que haver o desejo de estar junto e partilhar a vida com a outra pessoa. Esse desejo é o combustível para o amor.

Para evitar uma má relação tem que haver partilha de objectivos, metas e desejos mútuos.

Acredite que para evitar uma má relação você vai ter que tornar os seus sonhos como objectivos do casal. Vai ter que ter um projecto comum que é a soma dos sonhos individuais de cada um. O compromisso é trabalharem juntos. A desvantagem é que a liberdade está mais condicionada. A vantagem é que o trabalho de equipa – a dois – é mais gratificante que o trabalho solitário.

Para evitar uma má relação tem que haver compaixão, aceitação e perdão.

São muitos os erros, as falhas e as omissões que as pessoas cometem umas com as outras quando estão numa relação. É quase impossível evitar isso. Por isso é imprescindível que haja compaixão pelas dificuldades do outro, aceitação pelas insuficiências e perdão com os erros.

Para evitar uma má relação tem que haver um desejo mutuo de intensificar a relação com coisas fora da relação.

As relações que se tornam pouco gratificantes são aquelas que habitualmente as pessoas se fecham sobre elas próprias ou sobre as questões da relação. É necessário que a relação esteja aberta ao mundo que rodeia cada uma das pessoas. Mas suficientemente protegida para que não haja influencia que coloque em perigo a consistência e a unicidade do casal.

Para evitar uma má relação tem que haver a capacidade para admitir erros e falar sobre eles.

Tem que se ter uma boa capacidade para se colocar no lugar do outro. Estar aberto a outras perspectivas. Ter a capacidade para não abdicar das suas convicções mas ter a flexibilidade para mudar de ideias. Estar numa relação implica que se tenha essa postura. Apesar da outra pessoa poder ter uma forma de ser e pensar diferente da sua ela não é o inimigo. É suposto que existam diferenças entre os dois e é suposto admitir que por vezes você está errado e aprender com isso.

 

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Quarta-feira, 12 de Março de 2014

Para uma Relação Fantástica

relação fantástica

Qual a diferença entre uma relação fantástica e uma relação assim-assim?

Na verdade, as diferenças são muito pequenas. Não são necessárias coisas inacessíveis, difíceis ou estranhas para transformar a uma relação numa relação fantástica.

Relação Fantástica – Compreender e Conhecer as Necessidades do Outro

A principal razão pela qual as relação podem não resultar bem não é tanto por existirem conflitos, falta de comunicação ou diferenças na dinâmica sexual. A principal razão tem a ver com a frustração, com o desapontamento diário, pelo vazio de entendimento entre as duas pessoas face às necessidades uma da outra.

Para limpar essa frustração tem que começar a falar das necessidades, desejos e objectivos que não estão a ser realizados. A outra pessoa tem que ter a capacidade para ouvir, compreender e indicar alternativas para que se consiga atingir o que a pessoa quer se for humanamente possível.

Relação Fantástica – Dar e Receber Carinho Amoroso

Os homens que recebem mais reconhecimento das suas mulheres dizem sentir-se mais felizes. Reconhecimento como palavras e gestos que demonstram apreço, respeito e amor. E é provável que os homens precisem de mais reconhecimento que as mulheres, uma vez que as mulheres obtêm de outras formas e mais frequentemente, através de amigas, conhecidos ou desconhecidos, reconhecimento. É extremamente raro que os homens obtenham esse reconhecimento por parte dos outros, por isso precisarem tanto do das suas mulheres. Por outro lado, os homens também estão mais disponíveis a responder com reconhecimento, atenção e valorização quando são reconhecidos ou apreciados.

Relação Fantástica – Falar e Estar um com o Outro

É importante para uma relação fantástica que as pessoas possam e consigam estar uma com a outra a falar sobre assuntos que não tenham a ver com os filhos, contas e responsabilidades. Falar do dia-a-dia, dos objectivos, das vontades, dos desejos. Falar de banalidades, frivolidades e coisas menos sérias.

 

 

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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014

Trabalho a Mais, Relação a Menos

trabalho e relação

 

No clima de economia actual, quando falamos de trabalhos geralmente referimo-nos à falta de emprego, ou de oportunidades, ou às baixas remunerações. Mas começa a existir um fenómeno cada vez mais frequente que é o impacto que o trabalho tem nas relações e na família.

O aumento das exigências, da precariedade, da fraca economia e as questões de personalidade contribui para que se coloque o trabalho como factor prioritário face às relações. O trabalho está em risco de se torna um dos principais factores de ruptura nas relações. Seja pelo tempo que consome, seja pela proximidade com os colegas e o afastamento da relação, seja pela necessidade de sobreviver num ambiente competitivo e incerto, o trabalho está neste momento a roubar a energia, a atenção e a paciência da relação de casal.

 

Queiramos ou não, somos muito influenciados pelo ambiente que vivemos. Vivemos num ambiente altamente tecnológico, de decisões rápidas, instantâneas, em que os resultados são esperados com prontidão e diligencia. Neste ambiente é difícil estabelecer barreiras apropriadas entre a vida profissional e a vida pessoal.

 

É esperado que as pessoas trabalhem mais, cumpram prazos, por vezes remetam para ultimo lugar o contacto com a família e os amigos. E o mais curioso é que isto é muito bem aceite e valorizado pela sociedade, ou seja todos nós. Rapidamente e consoante as oportunidades que as pessoas têm, começam a sentir que através do trabalho as pessoas aumentam a sua auto-estima, tornam-se respeitadas e consideradas, vêm-se como importantes, especiais e imprescindíveis. Isso é bom. Muito bom mesmo.

 

Mas quando a prioridade do trabalho se sobrepõem à relação pode acontecer um pesadelo. Esta visão do mundo e de si mesmo pode levar a outra pessoa a sentir-se ignorada, sem importância na sua vida.

 

Então o que fazer se sentir que a outra pessoa está a colocar o trabalho à frente da relação?

 

  • Explique à outra pessoa que para si uma relação faz sentido quando é possível confiar a satisfação de necessidades de uma forma reciproca. Ou seja, você tem determinadas necessidades afectivas e amorosas que espera que sejam satisfeitas pela outra pessoa. Se isso não acontecer é muito provável que surja um vazio emocional, um vácuo afectivo.
  • Lembre-se sempre que uma relação tem sempre duas perspectivas. Tende perceber qual a necessidade que a outra pessoa tem para trabalhar daquela maneira.
  • Ajude a outra pessoa a trabalhar menos uma hora por dia. É uma hora que a vossa relação precisa. Ajude a outra pessoa a perceber que aquela hora é um ganho, um investimento que está a fazer na vida dela, cuidando da relação.
  • Tenha interesses, actividades, prazeres fora do trabalho. Procure ter coisas para fazer que estimulem a criatividade, a evasão  e a espontaneidade.
  • Construa uma vida interessante para si. Aprenda, cresça, cultive-se e use o tempo que não está com a outra pessoa para ser melhor, ter mais, fazer mais, conhecer mais e preencher a sua vida. Isto irá fazer com que você sinta mais sentido e menos ressentimento em relação à incapacidade da outra pessoa em lhe dar o que você está a precisar. 

 

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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Alimentar o Amor, Exercício para alimentar uma boa relação

Amor no Casal

Apesar de ser muito agradável sentir amor e apreço por parte da outra pessoa, a maioria de nós confessa que se sente desconfortável e estranho quando lhe fazem um elogio. Na verdade, quase conseguimos ouvir-nos a negar, contradizer e a recusar os elogios como sendo verdadeiros, genuínos e honestos.

Faça o seguinte exercício:

  1. Escreva as coisas que gosta, aprecia e acarinha na outra pessoa. Pensa nos aspectos físicos, emocionais, personalidade, nos comportamentos e atitudes da outra pessoa que lhe inspiram em si a admiração, confiança, segurança e vontade de ser melhor.
  2. Com essa lista à sua frente, façam algum contacto físico, como darem as mãos, estarem muito próximos e olhos nos olhos. Um de cada vez diz ao outro, cada um dos itens da lista, referindo todas as coisas que aprecia e gosta no outro. Enquanto uma das pessoas está a dizer o elogio, o outro tem que ouvir com atenção e receber de coração, não deve analisar ou questionar a verdade do que está a ser dito. Lembre-se que este é um exercício de como receber amor.
  3. Quando ambos acabarem de dizer tudo o que está nas listas, partilhem quaisquer sentimentos ou pensamentos que ocorreram enquanto estavam a receber esse elogio.
  4. Agora individualmente completem pelo menos 5 comportamentos da sentença seguinte: Eu senti-me amada(o) quando tu …. (ou) Eu apreciei muito quando tu … . Um de cada vez diz ao outro uma sentença.
  5. Pense em que comportamentos ou atitudes referidas pela outra pessoa estará você disposta(o) a repetir mais frequentemente.

FIM

 

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Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2014

Mau Comportamento, Nas Crianças

mau comportamento

Todas as crianças têm fases de mau comportamento, algumas mais que outras e algumas mais mal que outras.

Estes três passos irão diminuir o mau comportamento da criança e reduzir a frequência e intensidade dos problemas de comportamento.

Mau comportamento – A base é a Relação

Uma relação estável e amada entre pais e filhos é a base para um desenvolvimento saudável da criança. Diga ao seu filho/a que que a ama e mostre esse amor com o tempo que lhe dedica a ouvir, brincar e a ensinar. A relação pais-filhos é feita com base nas palavras que se vão dizendo e pelo tom da voz, é fortalecida pelo riso que é partilhado nas brincadeiras e é para sempre circunscrita e definida pelos valores e capacidades que você passa à sua criança todos os dias.

Mau comportamento – Planear é Sempre a Melhor Solução

Planear é o segredo de uma boa parentalidade. Corrija as suas expectativas de forma que elas estejam adequadas a exigir bons resultados mas que sejam alcançáveis pela criança e prepare-se sempre para reforçar os resultados que pretende. A maioria do mau comportamento das crianças ocorre em fases de transição e ajustamento face à mudança. Todas as pessoas estão habituadas a fases de transição e mudança. Todo o crescimento é feito dessa adaptação e as crianças estão no centro dessa aprendizagem. Nesse sentido percebe-se que o mau comportamento é sempre uma reacção negativa, não esperada ou desadaptada da criança a essas transições da vida. O mau comportamento significa que a criança ainda não adquiriu as competências que necessita para ultrapassar essa transição na sua vida. Competências que nós adultos temos que lhes ensinar.

Planear significa que temos que conhecer bem a criança, o seu temperamento, as suas capacidades, as características do seu ambiente e os seus desafios.

Utilize instruções directas, acompanhamento continuo e aproveite todas as oportunidades para ensinar as competências que ela precisa para aprender a lidar com os desafios ao longo da jornada da vida.

Mau comportamento – A Solução está na Sua Resposta

Atenção e respostas são as melhores ferramentas para eliminar o mau comportamento. A compreensão do porque a criança mudou o seu comportamento ajudará a planear a sua resposta e diminuir o mau comportamento. No fundo, sabemos que tudo se resume a acções e consequências. Quando uma criança obtém reforço positivo ela aumenta a frequência de um comportamento adequado. Quando a criança obtém um reforço negativo ou um castigo ela muda o mau comportamento.

Todas as pessoas e as crianças em especial aprendem a fazer uma associação entre um mau comportamento e a sua consequência quando o reforço ou o castigo é logica e imediatamente aplicado. É dessa forma que se muda o mau comportamento da criança.

 

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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014

Como fazer para lidar com o comportamento de oposição?

comportamento de oposição

O comportamento de oposição da criança às regras educativas dos pais e da escola é um problema cada vez mais comum na infância nos dias de hoje.

Como fazer para lidar com o comportamento de oposição?

Lidar com o comportamento de oposição – Responder ser revolta ou zanga

É importante dar resposta ao comportamento da criança mas sem expressar zanga, revolta ou ressentimento, por muito difícil que possa ser, deve antes expressar-se o mais calma possível e restringir-se ao que está a acontecer. Isto é não fazer considerações futuras acerca daquele comportamento futuro. Identifique e reconheça o comportamento de oposição, restrinja a sua observação a esse comportamento, explique, clarifique como esse comportamento de oposição precisa de mudar e deixe-se de argumentos que procure que a criança compreenda a falha moral. Isso será numa outra ocasião.

Lidar com o comportamento de oposição – Seja consistente e Claro

A natureza do comportamento de oposição é deixar os pais tão em baixo acabam por desistir e a criança passa a ditar as suas regras. Você precisa de ser forte, clara e consistente com os seus objectivos de educação. E os seus objectivos não é desafiar e opor-se ao comportamento opositor e desafiante da criança. O seu objectivo é educa-la.

Lidar com o comportamento de oposição – As coisas não são pessoais

Não pode levar a peito o comportamento de oposição. Ou seja, não o encare como uma coisa de ataque pessoal ao seu papel de pai ou mãe. Quando a criança tem um comportamento de oposição e desafiante, por muito que lhe custe, mantenha-se neutro, distanciado e o mais objectivo possível. A pior coisa que pode acontecer é entrar na luta pelo poder. Repare, se você sente ou pensa que tem que entrar na luta pelo poder é porque sente e pensa que não o tem ou tem receio de o perder. Nada disso. A questão fundamental não é a disputa de poder, a questão fundamental é o que a criança precisa de aprender e como ensina-la. Para isso, você por vezes tem que ser uma excelente atriz.

Lidar com o comportamento de oposição – As coisas não são pessoais

Lembre-se sempre que ser pai/mãe não é um concurso de popularidade. Há alturas em que as crianças não pensam o melhor dos pais. Sejam porque acham que são injustos, egoístas, maus, não cooperantes, etc. Mas continue a manter os limites e exerça as consequências adequadas quando os limites são ultrapassados.

 

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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014

Nunca Pare de Comunicar

nunca pare comunicar

 

Uma relação saudável assenta sobre uma boa comunicação. Quando as pessoas deixam de comunicar, deixam de se relacionar e nas alturas de mudança ou de stress pode surgir a sensação de caminhos diferentes. Desde que o casal continue a comunicar podem sempre enfrentar quaisquer problemas que surjam.

 

Cada um de nós é diferente do outro no modo como recebe e dá informação. Algumas pessoas respondem melhor ao que veem, outras ao que ouvem e outras ao que sentem. A forma do cérebro da outra pessoa perceber a informação pode muito bem ser diferente da sua e as dificuldades de comunicação podem começar por esse simples facto.

 

Repare a que é que a outra pessoa dá mais importância. Se dá mais importância aos gestos, expressões faciais, posturas, aproximação ou afastamento. Ou se dá mais importância ao tom de voz, ao volume e à velocidade daquilo que está a ser dito. Ou ainda se dá mais importância ao que sente e ao toque. Por exemplo para uma pessoa que é mais visual, a comunicação passa pelo que ela vê… por isso se você quer que ela o entenda procure “mostrar” de forma que ela veja. Se a pessoa for mais auditiva na forma de comunicar então ela dará mais importância ao modo como as palavras saem da sua boca. Não é o conteúdo. É o modo. Se a pessoa for mais sensorial dará mais importância ao que sente e a forma de comunicar deverá passar mais pelo toque.

 

Por isso, uma grande parte da nossa comunicação é não verbal. É uma comunicação corporal que temos que dominar tanto para as relações emocionais como para as profissionais.

 

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Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014

Procurar ajuda: Para a criança ou para os pais?

Procurar ajuda

Muitas vezes surgem no nosso consultório pedidos de consultas para crianças de tenra idade, dois, três anos, onde claramente se percebe apenas pelo pedido telefónico, que algo não está a funcionar na dinâmica familiar.

Pais e mães, têm uma expectativa de um bebé imaginário, que lhes irá preencher o desejo de serem os melhores pais e educadores, mas também muitas das vezes o bebé, à medida que vai crescendo, não corresponde a essa mesma expectativa o que faz nascer dentro dos pais um sentimento de frustração, impotência e desânimo.

Os pais acabam por “desistir” do sonho e rendem-se à incapacidade, gerando uma família pouco assertiva e pouco paciente.

Claramente, existem bebés e crianças mais fáceis, isto é, que dormem melhor, não reclamam para comer, e são sossegados e obedientes, mas nenhuma criança pode crescer saudavelmente, seja mais calma ou mais energética, se não lhe forem impostos, suavemente, à medida que crescem e dentro do seu entendimento infantil, regras e limites bem definidos, e ao mesmo tempo flexíveis.

Os pais “desesperados” porque os seus filhos fazem birras estrondosas na rua, não se querem deitar e dizem que “não” a qualquer ordem, terão que estar atentos para perceberem se este é um comportamento claramente opositor, e portanto se estende a todas as pessoas e locais onde a criança se movimenta, ou se este comportamento é claramente mais acentuado em casa e com os pais.

Se o seu filho apresenta um comportamento opositor, deve procurar ajuda terapêutica o quanto antes, para que este comportamento não se agudize e seja automatizado.

Se pelo contrário, a criança não reconhece a autoridade dos pais e dos seus principais cuidadores, devem ser os pais a procurarem orientação parental para se munirem de ferramentas e competências assertivas e consistentes, para que este bebé real, seja fonte de prazer e de orgulho dos pais, e possa assim partilhar de um bem-estar familiar harmonioso e amistoso, fundamental para o crescimento saudável de uma criança pequena.

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 11:24
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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


CONTACTOS:
Morada: Av. João XXI, nº. 28, 2º.Dir, Lisboa
Telefone: 96 140 49 50
Telefone: 91 437 50 55
Email: clinica.psicologia.lisboa@gmail.com
Site: www.clinicapsicologialisboa.com

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