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Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2014

Mau Comportamento, Nas Crianças

mau comportamento

Todas as crianças têm fases de mau comportamento, algumas mais que outras e algumas mais mal que outras.

Estes três passos irão diminuir o mau comportamento da criança e reduzir a frequência e intensidade dos problemas de comportamento.

Mau comportamento – A base é a Relação

Uma relação estável e amada entre pais e filhos é a base para um desenvolvimento saudável da criança. Diga ao seu filho/a que que a ama e mostre esse amor com o tempo que lhe dedica a ouvir, brincar e a ensinar. A relação pais-filhos é feita com base nas palavras que se vão dizendo e pelo tom da voz, é fortalecida pelo riso que é partilhado nas brincadeiras e é para sempre circunscrita e definida pelos valores e capacidades que você passa à sua criança todos os dias.

Mau comportamento – Planear é Sempre a Melhor Solução

Planear é o segredo de uma boa parentalidade. Corrija as suas expectativas de forma que elas estejam adequadas a exigir bons resultados mas que sejam alcançáveis pela criança e prepare-se sempre para reforçar os resultados que pretende. A maioria do mau comportamento das crianças ocorre em fases de transição e ajustamento face à mudança. Todas as pessoas estão habituadas a fases de transição e mudança. Todo o crescimento é feito dessa adaptação e as crianças estão no centro dessa aprendizagem. Nesse sentido percebe-se que o mau comportamento é sempre uma reacção negativa, não esperada ou desadaptada da criança a essas transições da vida. O mau comportamento significa que a criança ainda não adquiriu as competências que necessita para ultrapassar essa transição na sua vida. Competências que nós adultos temos que lhes ensinar.

Planear significa que temos que conhecer bem a criança, o seu temperamento, as suas capacidades, as características do seu ambiente e os seus desafios.

Utilize instruções directas, acompanhamento continuo e aproveite todas as oportunidades para ensinar as competências que ela precisa para aprender a lidar com os desafios ao longo da jornada da vida.

Mau comportamento – A Solução está na Sua Resposta

Atenção e respostas são as melhores ferramentas para eliminar o mau comportamento. A compreensão do porque a criança mudou o seu comportamento ajudará a planear a sua resposta e diminuir o mau comportamento. No fundo, sabemos que tudo se resume a acções e consequências. Quando uma criança obtém reforço positivo ela aumenta a frequência de um comportamento adequado. Quando a criança obtém um reforço negativo ou um castigo ela muda o mau comportamento.

Todas as pessoas e as crianças em especial aprendem a fazer uma associação entre um mau comportamento e a sua consequência quando o reforço ou o castigo é logica e imediatamente aplicado. É dessa forma que se muda o mau comportamento da criança.

 

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Sábado, 23 de Novembro de 2013

O Sono dos Filhos e o Casal

Filhos e Casal 

Muitos casais reportam que a sua vida de casal sofreu uma profunda alteração com o nascimento dos filhos. De uma vida a dois, centrada na relação e com tempo para tudo, passa-se a uma vida totalmente dedicada aos filhos onde o casal passa de apaixonado a amigo, de amoroso a funcional. Tarefas e mais tarefas, horas de sono trocadas e por vezes perdidas tornam a relação entre o casal distante e fria.

Se por um lado aquando do nascimento de um bebé este cansaço é normal e compreensível, é importante que cada membro do casal se continue a preocupar com o conjugue e procure adaptar a criança ao casal e não o contrário.

Desde cedo as crianças devem habituar-se ao seu espaço e a respeitarem o espaço dos pais e os pais não podem esquecer-se que antes de serem pais eram pessoas apaixonadas.

Promover a higiene do sono nas crianças irá permitir que o casal tenha o seu tempo de qualidade, para conversarem, partilharem mimos e amarem-se, sendo que pais felizes gerarão crianças e adolescentes felizes, equilibrados e autónomos. Nem sempre é fácil, mas o sucesso é garantido se houver constância nas rotinas e perseverança.

Homem e mulher deverão revessar-se nas dificuldades do sono das crianças, para permitir que ambos descansem, pois o desejo sexual e a motivação para estarem um com o outro são claramente preteridos quando o cansaço se instala.

O casal que ansiava pela experiência da parentalidade, pode desmembrar-se se o foco “casal” for subestimado.

Assim sendo, você que é pai ou mãe, lembre-se de olhar para o seu conjugue como antes, como um ser com necessidades de afeto, carinho e atenção e promova a relação saudável do casal… como era antes.

 

 

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Domingo, 10 de Novembro de 2013

Sono nas crianças

Problemas de Sono nas Crianças

As crianças e os adolescentes precisam de pelo menos nove horas de sono por noite. Os problemas e a falta de sono podem ter efeitos negativos sobre o desempenho escolar das crianças na escola bem como afectar as suas relações sociais. Por consequência afetam a vida familiar e a relação do casal.

 

A diminuição da qualidade e quantidade de horas de sono podem provocar problemas comportamentais e de estabilização do humor, e comprometer a memória, a concentração e a aprendizagem no geral.

 

Dicas para melhorar a qualidade e quantidade de sono das crianças:

  • Estabelecer rotinas com um horário de deitar mais ou menos fixo. Essas rotinas não se devem alterar mais do que uma hora durante o fim-de-semana para evitar mudanças bruscas no ritmo biológico da criança.
  • Promover uma hora de deitar calma e relaxante, que pode ter como rotina um banho quente e/ou a leitura de uma história.
  • As refeições antes do deitar devem ser de fácil digestão e aconchegantes.
  • Depois do jantar não criar actividades excitantes e promover brincadeiras calmas.
  • Criar um ambiente relaxante no quarto da criança, com uma temperatura agradável e com pouca luminosidade.
  • Não fazer ruídos elevados nem demasiado bruscos após o deitar das crianças.
  • Os bebés e as crianças devem ir para a cama ainda acordados, para o seu próprio quarto.
  • É de evitar adormecer as crianças ao colo, num outro quarto ou na cama dos pais. Também não se aconselha que os pais se deitem com a criança até esta estar a dormir, pois estarão a comprometer a sua autonomia no adormecer.

 

 

 

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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013

Educar Filhos: Consequências que Funcionam

Educar Filhos: Castigos e Recompensas

Por vezes os pais sentem que por muito que tentem, as consequências (ou castigos) não são eficazes. A primeira coisa a lembrar é que as mudanças demoram tempo. A consequência pode não mudar um comportamento logo após ser aplicada. Enquanto pai ou mãe você tem que ser paciente e ver ou escutar pequenos melhoramentos, dando desta forma tempo para a consequência funcionar.

Em alguns casos, os pais dão muitas consequências negativaspensando que dessa forma a aprendizagem será mais eficaz. Noutros casos, dão consequências positivas para fazerem extinguir o comportamento que querem parar. Provavelmente nenhuma das estratégias estará correta tendo em conta que na primeira a criança poderá achar que perdido por cem perdido por mil e continuar a ter o comportamento e na segunda pode resultar em que a criança aprenda a ter muito merecendo menos.

A minha opinião é, consequências positivas moderadas em intensidade e duradouras para promover o comportamento que se pretende que surja. Consequência negativa, aplicada muito poucas vezes e circunscrita ao comportamento que se pretende extinguir.

As consequências que promovem mais mudanças na personalidade, temperamento, atitudes e formas de pensar nas pessoas são as de natureza emocional. As que provocam menos mudança são as consequências físicas.

As consequências terão de ser dadas imediatamente e consistentemente para fazerem o efeito pretendido. Se forem espaçadas no tempo ou não tiverem consistência, ou seja, umas vezes a criança tem consequência noutras vezes para a mesma coisa tem uma consequência diferente ou não tem consequência então não se verifica associação entre a consequência e o comportamento.

Os pais devem antes de tudo acordar no que consideram consequências positivas e negativas e em que circunstâncias aplicá-las. 

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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

Dê a Volta ao Insucesso Escolar do Seu Filho

Sucesso Escolar Apoio Pais

 

Independentemente da forma ou da maneira que a sua criança diga ou demostre que não se importa com o insucesso escolar, você tem que acreditar que bem no fundo ela importa-se.

Essa atitude da criança servirá na maioria das vezes de capa para proteger a debilitada auto-estima.

Uma vez que a criança com insucesso já se sente mal, apesar de poder não o demonstrar, não há qualquer necessidade para o fazer sentir pior. Lembre-se sempre que o que você mais quer é que o seu filho(a) tenha sucesso. Nunca se esqueça disso. Oriente as suas acções para o que você mais quer.

 

Também não existe qualquer necessidade de criar castigos - o insucesso é castigo suficiente.

Meta a mão na sua boca, ou morda a lingua antes de dizer algo como "Trabalho imenso para te ter naquela escola e tu fazes-me isto?".

Em vez disso, partilhe o que sente. "Sinto-me desapontado e triste com estas notas. Sei que consegues mais se quiseres."

 

Está tudo bem quando os pais partilham que sentem tristeza, desapontamento, frustração e preocupação perante uma situação específica. O que não está bem é quando os pais fazem apontamentos humilhantes e abusivos. Dessa situação é mais difícil saír.

 

Qualquer um de nós tem a necessidade de agradar o outro, sendo essa necessidade mais forte quando o outro é afectivamente mais importante. As crianças têm muito essa necessidade, o que pode ser limitador quando a criança se sente humilhada e vê que não há nada que possa fazer para alterar a situação, ou pode ser motivador quando a criança vê que as acções que teve deixam o outro triste e desapontado e com isso pretender melhorar o seu empenho.

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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013

Insucesso Escolar - Oriente-se Para o Futuro

Insucesso Escolar Olhar o Futuro

 

Esteja orientado para o futuro.

Por um lado, deve perguntar "O que é que correu mal?", mas por outro lado deve perguntar "Como é que vais mudar os próximos resultados?".

Explore os possíveis factores que levaram ao insucesso, tais como a baixa motivação, a pouca capacidades de gestão de tempo de estudo, os bloqueios mentais, o stress emocional, o receio de falhar e outros assuntos.

Veja que ajustamentos devem ser feitos.

Se necessário procure o apoio de explicações, terapeutas ou outras pessoas.

Na maioria das situações tudo o que a criança necessita para perseverar e ser bem sucedida é saber que os pais darão sempre uma mão e que farão tudo para facilitar o esforço que ela tem que fazer.

No entanto, deixe bem claro e perceptivel que o esforço último é dela, que a vontade tem que ser dela acima da dos pais. Esta é a mensagem que os pais têm que saber passar.

 

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Quarta-feira, 16 de Maio de 2012

Disciplinar com Amor

Clínica Psicologia Lisboa Disciplinar Amor

 

 

Tal como um aspirante a condutor, antes de se fazer à estrada, precisa de conhecer, compreender e ter em mente, o “código da estrada”, de modo a que não ponha a sua vida e a dos restantes em risco, circulando em segurança, uma criança cresce em equilíbrio quando no seu caminho existe um código explícito e claro de regras para o seu comportamento, bem como o conhecimento das consequências inequívocas para os seus actos.

 

As crianças e os adolescentes aprendem o autocontrolo, a responsabilização e a autonomia com os adultos que as educam. Para tal, os pais, com todo o seu amor, sabedoria e experiência devem estabelecer - se possível com negociação -, de forma clara e empática, limites razoáveis, o que ajuda os seus filhos a se nortearem, a construírem uma perceção mais realista e objetiva do mundo e da sua autoimagem, tornando-os mais seguros, capazes e cooperativos.

 

Por conseguinte, a família deve ser um meio previsível, com uma estrutura clara e constância, para que as nossas crianças e jovens saibam o que se espera deles e o que acontecerá se cumprirem ou faltarem ao pré-estabelecido.

Como disciplinar com amor?

  • Estipule as regras de forma clara - aquilo que se espera que a criança faça e porquê, formulando-as preferencialmente pela positiva.
  • Sempre que possível tente incluir ativamente a criança na construção das regras e respetivos castigos quando não cumpridas - estimulamos a confiança, responsabilidade, poder de decisão e comprometimento da criança.
  • Escolha bem as consequências negativas a utilizar face ao incumprimento - relacionadas com o problema, respeitadoras da criança, razoáveis (proporcionais à dimensão do erro) e consistentes no tempo.
  • Evite um clima negativo dentro da família - o erro também é fonte de aprendizagem, crianças mais pequenas tendem mais ao erro, é preciso tolerar e respeitar, para que não se implante o medo, a ansiedade, ressentimentos, auto-estima baixa e outras emoções negativas.

Disciplinar com amor é no fundo ensinar quais os limites seguros para o comportamento, sem desrespeitar e violentar, deixando uma margem para o erro, e para a contestação saudável… porque uma personalidade sã constrói-se assim.

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Segunda-feira, 5 de Março de 2012

O Meu Filho Não Me Obedece Em Nada e Desafia-me Constantemente!

Clínica Psicologia Lisboa Crianças Desafiadoras

 

 

Questão colocada: “Tenho um menino de 6 anos que não me obedece em nada e que me desafia constantemente. Já não sei o que fazer. Ontem por exemplo estive até as 2h da manhã para que ele pusesse os brinquedos dentro do quarto e ele ia pondo os brinquedos fora do quarto à medida que eu punha dentro. De manhã, vai à mochila dele e tira o lanche que lhe preparo, faz birra a dizer que não gosta apesar de serem sempre alimentos da sua preferência, espalha o lanche pelo chão e grita. Não se quer vestir e embirra quase todos os dias com a roupa que lhe quero vestir. Estou cansada de tanta luta e temo que daqui a alguns anos este comportamento ainda piore. O que posso fazer?”

 

 

Cara leitora

 

Parece que o seu filho sofre da Perturbação de Oposição, que se caracteriza precisamente por um padrão geral de desobediência, desafio e comportamento hostil. Estas crianças têm dificuldade em aceitar regras e facilmente perdem o controlo face à frustração. São muito resistentes às
figuras de autoridade e são desobedientes e desafiadoras.

 

Uma vez que o seu filho já tem 6 anos, a face das birras e dos desafios já devia ter desaparecido e já devia ter dado lugar ao gosto por agradar aos pais. Era importante saber se ele apenas desafia a si, ou se também desafia outras figuras de autoridade, como pai, avós e professores. Era também importante saber se sempre foi assim ou se existiu ultimamente algum factor que possa ter perturbado a criança.

 

Este tipo de crianças necessita de Psicoterapia Infantil à base de técnicas de modificação de comportamento com implementação de disciplina e reforços positivos face a comportamentos adequados; a par disso os Educadores devem ser orientados para que toda a rede de suporte social da criança funcione numa mesma direcção.

 

Dicas para melhorar a relação:

  • Imponha limites de forma consistente e coesa; não induza culpa mas estabeleça a noção de responsabilidade.
  • Diga "Não"sempre que for necessário e não volte atrás. Estipule prioridades porque também não poderá de um momento para o outro passar a dizer "Não" a tudo.
  • Tenha paciência; justifique os seus motivos e caso seja necessário castigar a criança faça-o, mas nunca recorra à humilhação.
  • Seja afectuosa com o seu filho para que este perceba que está preocupada com ele e que gosta dele.
  • Sempre que o seu filho se portar bem, demonstre-lhe o quanto gostou da sua atitude e reforce-o bastante.
  • Tenha sempre em conta que o que está a fazer é para o bem do seu filho e da vossa relação e não se culpabilize de tomar atitudes mais rigorosas.

 

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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


CONTACTOS:
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