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Terça-feira, 25 de Agosto de 2015

Casal Feliz, Como ser?

casal feliz

Você sabe tudo o que há para saber sobre como o casal feliz lida com as situações difíceis, comunicam, têm projectos em comum, alimentam o romance, etc.

Mas se tiver curiosidade em saber mais, leia a seguir e talvez descubra alguma dica.

Casal Feliz – Querem saber como foi o dia do outro.

É tão fácil ficar apanhado na rotina do cansaço do dia que esquecemos como terá sido o da outra pessoa que já chamamos amor. Antes de começar o final do dia a falar de como lhe correu mal e como o seu patrão não valoriza, quando chegar a casa dê um abraço aquela pessoa e dê-lhe um beijo.

Casal Feliz – Aproximar da Confiança e Afastar do Ciúme.

Felizmente o local aonde trabalhamos e vivemos não é local de segregação de género. Por isso, não é possível não trabalhar com pessoas de sexo diferente. Para que se aproxime da confiança e afaste o ciúme deve ter em mente o corolário “Inocente até prova em contrário”. Deve também colocar-se “nos sapatos” da outra pessoa e pensar que incentivo está a dar à outra pessoa para ter fidelidade se a está a acusar sem razão. Por outro lado, deve procurar esclarecer quaisquer dúvidas, inseguranças ou incertezas que lhe possam surgir pelo caminho,

Casal Feliz – encontram caminhos comuns.

Aquela chama inicial que aproxima as pessoas, as deslumbra, as faz vibrar, as faz sentir especiais, tende a afrouxar com o tempo. Todos sabemos isso. Mas não se trata de uma inevitabilidade, de um fado, de um pesadelo no fim de uma noite de sossego. Muito pelo contrário, o desafio não é apaixonar-se, é manter-se apaixonada(o). Para manter a relação interessante encontre fazeres e interesses comuns. Se as pessoas se aproximam é porque têm algo em comum.

Casal Feliz – Compromisso é a chave.

Sabemos que não podemos ter imediatamente tudo o que queremos. Podemos tentar ter com o tempo, trabalho e investimento. O compromisso é o investimento que a relação precisa. Compromisso que o caminho é feito a dois – mais os filhos e o resto da família – norteado pelo desejo de viver bem no presente e ainda melhor no futuro.

Casal Feliz – Aqueles de se ouvem.

Precisamos de falar, de ser compreendidos, de sentirmos apoio, suporte e que alguém nos cuida. Quer saber uma coisa? O outro também precisa disso. Claro que passados um anos todos temos razões válidas e dadas pelo outro para não lhe prestarmos essa atenção. Mas como em tudo na vida as nossas escolhas são nossas não são do outro e se escolhemos trata-lo dessa forma escolhemos ser tratados de igual maneira.

Casal Feliz – Crescimento é coisa que se faz com o outro e não sozinho.

Os sonhos, espectativas e desejos de um devem ser do outro também. O empenho que uma pessoa tem em conseguir coisas, superar dificuldades e procurar uma vida melhor devem ser partilhados num casal feliz.

Casal Feliz – Não guardar ressentimentos.

Você é humano. A outra pessoa também. Todos fazem disparates, erros, falhas ou omissões graves. Por vezes quando menos se espera ou não vem nada a calhar. No entanto, sabemos que um casal feliz ultrapassa essas questões falando delas, debatendo intenções, subtraindo ao sentimento as razões que estavam na origem. Ressentimentos fazem rugas e criam cabelos brancos. Minam a disposição e toldam o discernimento. Por isso, encha o peito de ar, eleve-se aquela posição de aceitação da condição humana do outro e desculpe.

 

 

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2015

Casal e os Filhos de outra Relação

 

Casal e os Filhos de outra Relação

O casal que se junta e tem filhos de outra relação enfrenta desafios por vezes difíceis de resolver.

Quando o Amor acontece, um casal apaixonado enfrenta tudo e todos para puder ficar junto. De início tudo são rosas, mas quando se trata de um casal onde já existem filhos de outras relações, se não tivermos muita sensatez e paciência, as pétalas da rosa podem cair e ficamos apenas com os espinhos.

É o caso do João e da Rita, casal apaixonado que se juntou há 4 alguns anos. A Rita foi viver com o João e com uma bebé de 2 anos, a Matilde, o João já vivia com os seus dois filhos, o Manuel e a Paula.

A Matilde a bebé de 2 anos, por enquanto está bem adaptada à família recomposta, já que ganhou mimos de mais 3 pessoas, do João e dos seus filhos.

A Rita está com imensa dificuldade em lidar com os filhos do João, que têm 18 e 14 anos, pois acha que estes não a amam como amam a mãe deles, não a respeitam e não a ajudam nas tarefas domésticas.

O Manuel e a Paula, os filhos do João, são jovens equilibrados e bons estudantes, mas têm o comportamento típico dos adolescentes, isto é, fecham-se no quarto, jogam consola e computador, falam muito ao telemóvel e querem sair com os amigos.

O João, esse, está ensanduichado entre gerir a relação com os seus filhos, com a namorada Rita e entre estes.

O resultado divido às dificuldades em gerir tudo: o João e a Rita estão neste momento separados enquanto casal.

O que pode esta casal fazer?

Será importante que as regras da família sejam ditadas pelo casal, sendo que as mesmas não devem diferir muito das regras impostas pelo João antes de a Rita surgir na sua vida, caso contrário os adolescentes tenderão a recusá-las.

O João tem de criar um espaço para o casal, já que os filhos de ambos estavam habituados a terem o pai só para eles e agora a atenção dos pais não incide apenas nos próprios filhos.

É bom que a Rita entenda que não tem o papel de mãe e que surgiu na vida destes jovens quando o seu crescimento já ia a meio caminho, mas pode começar por ser uma boa amiga e uma pessoa de confiança, e até mesmo mediadora entre pai e filhos, quando se justificar.

Paciência e calma estão na ordem do dia, pois se o João e a Rita se apaixonaram, têm de compreender que os filhos de um e de outro não se apaixonaram por ninguém, mas as suas vidas alteraram-se drasticamente com a introdução de membros desconhecidos na família.

É preciso dar tempo ao tempo, permitir uma adaptação equilibrada de cada um dos 5 membros da família aos outros 4, e perceber ao mesmo tempo quais as necessidades de cada jovem para que esta adaptação seja saudável e enriquecedora para o seu crescimento individual, para o crescimento da relação do casal e para o florescer desta família recomposta, onde todos importam individualmente e onde queremos que todos se entrelacem familiarmente.

 

 

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Terça-feira, 1 de Abril de 2014

Psicologia da Família, O que é?

psicologia da família

 

Psicologia da Família é uma especialidade da psicologia que está focalizada nas emoções, pensamentos e comportamentos das pessoas em contexto familiar.

 

A Psicologia da Família é uma especialidade fundada nos princípios da teoria sistémica, encarando a família como um sistema dinâmico, vivo e em constante desenvolvimento.

 

Já são muitos os contributos científicos para o entendimento da psicologia da família. Assim como são bastante alargadas as formas de intervenção neste grupo especial de pessoas. A psicologia da família é um mundo emocionante e complexo que muitas vezes escapa à racionalidade directa do comum mortal. É de facto necessário ter um entendimento intelectual e uma experiencia pessoal com a psicologia da família e para isso muito enriquece a vida e o conhecimento do terapeuta. Não existe uma forma correcta ou errada de entender a psicologia da família, existe sim a facilidade ou dificuldade em desbloquear enredos familiares.

 

Por princípio a psicologia da família fundamenta-se na premissa que a dinâmica da família desempenha um papel vital no funcionamento psicológico dos membros que a constituem.

 

As consultas em psicologia da família levam em consideração a história da família nuclear e da família alargada, o ambiente actual, a forma de comunicação e o projecto comum.

 

Os terapeutas são psicólogos especializados em psicologia da família que mantêm o seu foco, entendimento e empatia na dinâmica familiar e traduzem as necessidades e dificuldades relacionais em questões práticas passiveis de serem resolvidas.

 

A psicologia da família está especialmente indicada para as situações de:

  • Problemas de comunicação
  • Problemas relacionados com os filhos
  • Sexualidade
  • Problemas relacionados com as prioridades familiares versus outras prioridades de algum membro da família
  • Problemas de gestão de relações entre as diferentes famílias, do origem e actual
  • Dificuldade na gestão dos conflitos depois da separação ou divórcio

 

 

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Terça-feira, 18 de Março de 2014

Bom relacionamento

Bom relacionamento 

 

Um bom relacionamento não sobrevive se for deixado ao sabor do vento.

Um bom relacionamento precisa de cuidados e carinho que as duas pessoas vão dando um ao outro de forma a criar uma ligação reciprocamente benéfica.

Para promover um bom relacionamento, profundo e intimo, é preciso que a relação tenha determinadas que as pessoas não se podem esquecer.

Um bom relacionamento implica que haja uma comunicação carinhosa, constante e honesta.

Se não houver conversa, comunicação e diálogo é difícil haver um bom relacionamento. Quanto mais se comunicar, o mais ligação se vai sentir, mesmo que alguns temas possam ser desagradáveis. Não pare de comunicar.

Um bom relacionamento implica que haja uma verdadeira e sincera vontade de trabalhar os desentendimentos e as diferenças.

Tenha consciência que se desistir de resolver as diferenças e de encontrar as semelhanças você estará a desistir de ter um bom relacionamento. As situações até podem ser tensas, desconfortáveis e frustrantes, mas tem que acreditar que o afecto positivo – o amor - está do outro lado da moeda. A dificuldade nestas alturas é virar a moeda

Um bom relacionamento implica que haja sentido de humor, diversão e distração das obrigações da vida.

Um bom relacionamento precisa de ar fresco para respirar. Esse ar fresco é a capacidade que as pessoas têm de implicar bom humor, diversão, novidade e distração, nas rotinas do dia-a-dia. Traga a outra pessoa para as coisas que você gosta de fazer, não faça sozinho, mesmo que precise daquele tempo só para si. Inclua a outra pessoa. Faça-a tornar-se parte dessa parte da sua vida.

Um bom relacionamento implica que você partilhe as lições que a vida vai ensinando.

Quem está na vida para viver percebe rapidamente que existem muitas lições a aprender. Porque existem muitos erros que se fazem e muitas falhas que se cometem, também existe muita oportunidade para aprender. Para um bom relacionamento, partilhe com a outra pessoa essas aprendizagens e perceberá o quanto a outra pessoa fica gratificada por lhe estar a proporcionar esse enriquecimento.

Um bom relacionamento implica que você dê e receba apoio emocional, validação e valorização incondicional e exclusiva.

Um bom relacionamento tem por base a troca reciproca de necessidades. Algo que um precisa é provido pelo outro. Todas as pessoas têm as suas necessidade pessoais, no entanto é unanime considerar que todas as pessoas precisam de valorização, apoio emocional e validação como sinal de unicidade e consistência da relação.

 

 

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Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2014

Confiança na Relação, É preciso Intimidade Emocional

Confiança na Relação

Muitos casais procuram saber como podem construir ou reconstruir confiança na relação.

Quando estamos a conhecer alguém não fazemos a mínima ideia se aquela pessoa nos tratará com honestidade e integridade. À medida que o tempo passa, a confiança desenvolve-se, mas nem sempre. Mesmo nas relações mais longas pode haver uma quebra de confiança se houver falta de intimidade emocional. No entanto, se as duas pessoas na relação conseguirem aprender a serem honestas na comunicação das suas necessidades, desejos, espectativas e receios, existe uma boa hipótese dessa comunicação ser sentida como amor e respeito pela outra pessoa e isso salva muitas relações do seu fim.

A intimidade emocional é um aspecto importantíssimo na construção de se ter confiança na relação com outra pessoa.

Algumas pessoas passam muito tempo e energia a preocuparem-se com o que a outra pessoa irá pensar se elas comunicarem o que querem verdadeiramente, outras pessoas desligaram-se dessa preocupação. Tanto umas como outras enviesam a comunicação verdadeira e genuína. Começa a surgir muito “ruido” e passado pouco tempo a comunicação é difícil.

 

É surpreendente como a relação muda para melhor quando se muda a comunicação. Quando se tem a oportunidade para dizer o que verdadeiramente se pensa e sente, o que se quer e deseja. E apesar dessa comunicação poder ser interpretada de outra forma pela outra pessoa, o facto é que a transparência na comunicação dissipa receios, resistências e desconfianças.

 

Estar sintonizado com a comunicação da outra pessoa é um processo que se aprende. Não é algo inato. Por vezes, em algumas fases da relação as pessoas entendem-se melhor, compreendem-se melhor e estão mais sintonizadas. Acontece quando os sonhos, aspirações e vontades são semelhantes. Mas quando são diferentes o que faz a diferença é se as pessoas conseguem manter a intimidade emocional e isso é feito através da forma e modo como comunicam.

 

A confiança e a intimidade emocional são mantidas através da ferramenta que é a comunicação. 

 

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Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2014

Mau Comportamento, Nas Crianças

mau comportamento

Todas as crianças têm fases de mau comportamento, algumas mais que outras e algumas mais mal que outras.

Estes três passos irão diminuir o mau comportamento da criança e reduzir a frequência e intensidade dos problemas de comportamento.

Mau comportamento – A base é a Relação

Uma relação estável e amada entre pais e filhos é a base para um desenvolvimento saudável da criança. Diga ao seu filho/a que que a ama e mostre esse amor com o tempo que lhe dedica a ouvir, brincar e a ensinar. A relação pais-filhos é feita com base nas palavras que se vão dizendo e pelo tom da voz, é fortalecida pelo riso que é partilhado nas brincadeiras e é para sempre circunscrita e definida pelos valores e capacidades que você passa à sua criança todos os dias.

Mau comportamento – Planear é Sempre a Melhor Solução

Planear é o segredo de uma boa parentalidade. Corrija as suas expectativas de forma que elas estejam adequadas a exigir bons resultados mas que sejam alcançáveis pela criança e prepare-se sempre para reforçar os resultados que pretende. A maioria do mau comportamento das crianças ocorre em fases de transição e ajustamento face à mudança. Todas as pessoas estão habituadas a fases de transição e mudança. Todo o crescimento é feito dessa adaptação e as crianças estão no centro dessa aprendizagem. Nesse sentido percebe-se que o mau comportamento é sempre uma reacção negativa, não esperada ou desadaptada da criança a essas transições da vida. O mau comportamento significa que a criança ainda não adquiriu as competências que necessita para ultrapassar essa transição na sua vida. Competências que nós adultos temos que lhes ensinar.

Planear significa que temos que conhecer bem a criança, o seu temperamento, as suas capacidades, as características do seu ambiente e os seus desafios.

Utilize instruções directas, acompanhamento continuo e aproveite todas as oportunidades para ensinar as competências que ela precisa para aprender a lidar com os desafios ao longo da jornada da vida.

Mau comportamento – A Solução está na Sua Resposta

Atenção e respostas são as melhores ferramentas para eliminar o mau comportamento. A compreensão do porque a criança mudou o seu comportamento ajudará a planear a sua resposta e diminuir o mau comportamento. No fundo, sabemos que tudo se resume a acções e consequências. Quando uma criança obtém reforço positivo ela aumenta a frequência de um comportamento adequado. Quando a criança obtém um reforço negativo ou um castigo ela muda o mau comportamento.

Todas as pessoas e as crianças em especial aprendem a fazer uma associação entre um mau comportamento e a sua consequência quando o reforço ou o castigo é logica e imediatamente aplicado. É dessa forma que se muda o mau comportamento da criança.

 

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Segunda-feira, 30 de Dezembro de 2013

Crianças, Pais na Relação com os Filhos

crianças

O principal preditor de como bem a sua criança se sairá na escola e na vida é a força da relação que estabelece consigo.

Esta relação determina o futuro mental, físico, social e emocional da criança. Este tipo de relação está muito ligada à comunicação não verbal e é conhecida como vínculo.

Porque é tão importante o vínculo dos Pais como as Crianças.

O vínculo dos pais com a criança é uma forma de comunicação que promove o desenvolvimento da criança tanto a nível mental, como físico, emocional e social. Este vínculo com a criança desenvolve-se naturalmente à medida que os pais promovem a satisfação das necessidades da criança, no entanto a qualidade desse vínculo varia podendo ser um vínculo seguro ou inseguro.

Vinculo seguro entre a criança e os pais.

 Um vínculo seguro garante que a criança se sente segura, compreendida e consegue estar calma o suficiente para ter um desenvolvimento óptimo do seu sistema nervoso. Desta forma o cérebro da criança desenvolve-se de uma forma que promove as bases para no futuro ela se sentir um adulto seguro da sua capacidade de aprendizagem, da sua auto-imagem, da sua confiança e da sua capacidade para estabelecer relações com outras pessoas.

Vínculo inseguro entre a criança e os pais.

Um vínculo inseguro falha no sentido de conseguir promover as necessidades de segurança, compreensão e calma da criança, não conseguindo conduzir a um desenvolvimento cerebral organizado e inibindo o futuro adolescente e adulto das suas melhores capacidades mentais, emocionais e de aprendizagem.

Para que se estabeleça um bom vinculo com a criança não tem que se ser uma mãe ou pai perfeito. Só precisa de ter atenção à comunicação não verbal. Gestos, tom de voz, olhares, toques, carinhos, tudo o que não seja linguagem com letras.

 

 

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Quarta-feira, 18 de Dezembro de 2013

Oiça a Família

oiça a família

Sem dúvida que a sua família é uma das mais importantes relações que alguma vez terá na sua vida. Para ter uma boa relação com a sua família deve estar disponível para ouvir o que cada membro tem para dizer. Em ocasiões diferentes, em posições diferentes, consuante seja pai, mãe, filho ou filha terá sempre um papel muito importante na vida dessas pessoas.

Por isso oiça a família…

Coloque-se numa boa posição na qual seja apropriado ouvir o que se passa com cada membro. Qual a realidade que estão a viver neste momento? Quais os motivos que os motivam a agir de determinada maneira? Que expectativas têm face à vida e a si?

É igualmente importante respeitar também a relação que as pessoas têm entre si. As diferentes formas de percepcionar a mesma coisa, que gera diferentes opiniões e comportamentos. Coloque-se primeiro numa posição de observador e retire o máximo informação possível sobre o mundo interior das pessoas da sua família e depois poderá avaliar as situações e os contextos com os seus próprios valores.

Quando estiver a falar com alguém da sua família, olhe directamente para ela, sem haver intrusão, o contacto ocular e a proximidade física é o indicador que muitas pessoas têm para perceber que alguém lhes presta atenção.

Dê feedback sobre o que está a ouvir. Não precisa de expressar a sua opinião se não a tiver. Por vezes as pessoas nem precisam da opinião dos outros, até porque à coisas que estão fora de controlo e não se pode fazer nada, mas o que realmente aas pessoas precisam é de serem ouvidas.

Se a pessoa da sua família está com dificuldade em tomar decisões, diga-lhe para ela ver mais à frente as diferentes opções. Repare que você não lhe está a dizer o que fazer. Está-lhe a dizer para ela ver o que ela já tem na cabeça dela e o seu papel não é resolver o problema dela é facilitar essa resolução.

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Terça-feira, 17 de Dezembro de 2013

Casal e os Filhos de outra Relação

casalO casal que se junta e tem filhos de outra relação enfrenta desafios por vezes difíceis de resolver.

Quando o Amor acontece, um casal apaixonado enfrenta tudo e todos para puder ficar junto. De início tudo são rosas, mas quando se trata de um casal onde já existem filhos de outras relações, se não tivermos muita sensatez e paciência, as pétalas da rosa podem cair e ficamos apenas com os espinhos.

É o caso do João e da Rita, casal apaixonado que se juntou há 4 alguns anos. A Rita foi viver com o João e com uma bebé de 2 anos, a Matilde, o João já vivia com os seus dois filhos, o Manuel e a Paula.

A Matilde a bebé de 2 anos, por enquanto está bem adaptada à família recomposta, já que ganhou mimos de mais 3 pessoas, do João e dos seus filhos.

A Rita está com imensa dificuldade em lidar com os filhos do João, que têm 18 e 14 anos, pois acha que estes não a amam como amam a mãe deles, não a respeitam e não a ajudam nas tarefas domésticas.

O Manuel e a Paula, os filhos do João, são jovens equilibrados e bons estudantes, mas têm o comportamento típico dos adolescentes, isto é, fecham-se no quarto, jogam consola e computador, falam muito ao telemóvel e querem sair com os amigos.

O João, esse, está ensanduichado entre gerir a relação com os seus filhos, com a namorada Rita e entre estes.

O resultado divido às dificuldades em gerir tudo: o João e a Rita estão neste momento separados enquanto casal.

casal em familiaO que pode esta casal fazer?

Será importante que as regras da família sejam ditadas pelo casal, sendo que as mesmas não devem diferir muito das regras impostas pelo João antes de a Rita surgir na sua vida, caso contrário os adolescentes tenderão a recusá-las.

O João tem de criar um espaço para o casal, já que os filhos de ambos estavam habituados a terem o pai só para eles e agora a atenção dos pais não incide apenas nos próprios filhos.

É bom que a Rita entenda que não tem o papel de mãe e que surgiu na vida destes jovens quando o seu crescimento já ia a meio caminho, mas pode começar por ser uma boa amiga e uma pessoa de confiança, e até mesmo mediadora entre pai e filhos, quando se justificar.

Paciência e calma estão na ordem do dia, pois se o João e a Rita se apaixonaram, têm de compreender que os filhos de um e de outro não se apaixonaram por ninguém, mas as suas vidas alteraram-se drasticamente com a introdução de membros desconhecidos na família.

É preciso dar tempo ao tempo, permitir uma adaptação equilibrada de cada um dos 5 membros da família aos outros 4, e perceber ao mesmo tempo quais as necessidades de cada jovem para que esta adaptação seja saudável e enriquecedora para o seu crescimento individual, para o crescimento da relação do casal e para o florescer desta família recomposta, onde todos importam individualmente e onde queremos que todos se entrelacem familiarmente.

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Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013

Casal Feliz, Como ser?

 

Você sabe sabe tudo o que há para saber sobre como o casal feliz lida com as situações difíceis, comunicam, têm projectos em comum, alimentam o romance, etc.

Mas se tiver curiosidade em saber mais, leia a seguir e talvez descubra alguma dica

Casal Feliz – Querem saber como foi o dia do outro.

É tão fácil ficar apanhado na rotina do cansaço do dia que esquecemos como terá sido o da outra pessoa que já chamamos amor. Antes de começar o final do dia a falar de como lhe correu mal e como o seu patrão não valoriza, quando chegar a casa dê um abraço aquela pessoa e dê-lhe um beijo.

Casal Feliz – Aproximar da Confiança e Afastar do Ciúme.

Felizmente o local aonde trabalhamos e vivemos não é local de segregação de género. Por isso, não é possível não trabalhar com pessoas de sexo diferente. Para que se aproxime da confiança e afaste o ciúme deve ter em mente o corolário “Inocente até prova em contrário”. Deve também colocar-se “nos sapatos” da outra pessoa e pensar que incentivo está a dar à outra pessoa para ter fidelidade se a está a acusar sem razão. Por outro lado, deve procurar esclarecer quaisquer dúvidas, inseguranças ou incertezas que lhe possam surgir pelo caminho,

Casal Feliz – encontram caminhos comuns.

Aquela chama inicial que aproxima as pessoas, as deslumbra, as faz vibrar, as faz sentir especiais, tende a afrouxar com o tempo. Todos sabemos isso. Mas não se trata de uma inevitabilidade, de um fado, de um pesadelo no fim de uma noite de sossego. Muito pelo contrário, o desafio não é apaixonar-se, é manter-se apaixonada(o). Para manter a relação interessante encontre fazeres e interesses comuns. Se as pessoas se aproximam é porque têm algo em comum.

Casal Feliz – Compromisso é a chave.

Sabemos que não podemos ter imediatamente tudo o que queremos. Podemos tentar ter com o tempo, trabalho e investimento. O compromisso é o investimento que a relação precisa. Compromisso que o caminho é feito a dois – mais os filhos e o resto da família – norteado pelo desejo de viver bem no presente e ainda melhor no futuro.

Casal Feliz – Aqueles de se ouvem.

Precisamos de falar, de ser compreendidos, de sentirmos apoio, suporte e que alguém nos cuida. Quer saber uma coisa? O outro também precisa disso. Claro que passados um anos todos temos razões válidas e dadas pelo outro para não lhe prestarmos essa atenção. Mas como em tudo na vida as nossas escolhas são nossas não são do outro e se escolhemos trata-lo dessa forma escolhemos ser tratados de igual maneira.

Casal Feliz – Crescimento é coisa que se faz com o outro e não sozinho.

Os sonhos, espectativas e desejos de um devem ser do outro também. O empenho que uma pessoa tem em conseguir coisas, superar dificuldades e procurar uma vida melhor devem ser partilhados num casal feliz.

Casal Feliz – Não guardar ressentimentos.

Você é humano. A outra pessoa também. Todos fazem disparates, erros, falhas ou omissões graves. Por vezes quando menos se espera ou não vem nada a calhar. No entanto, sabemos que um casal feliz ultrapassa essas questões falando delas, debatendo intenções, subtraindo ao sentimento as razões que estavam na origem. Ressentimentos fazem rugas e criam cabelos brancos. Minam a disposição e toldam o discernimento. Por isso, encha o peito de ar, eleve-se aquela posição de aceitação da condição humana do outro e desculpe.

 

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Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2013

Família Unida

Família Unida

Podemos sempre escolher os amigos e por vezes até os colegas de trabalho, mas não podemos nunca escolher quem é a nossa família. Estamos ligados a eles para sempre, no melhor e no pior.

 

Enquanto indivíduos, somos todos e cada um de nós únicos e diferentes. Devido a isso os membros de uma família nem sempre se dão bem e os desacordos chegam quando menos se espera. De qualquer das formas ter alguém como familiar não precisa de ser sempre um pesadelo.

Um passo atrás, Reflectir na situação que trouxe conflito

 

Esta é uma das formas de começar a reparar na riqueza que é o facto dos outros serem diferentes de si. É com semelhantes a si que você se dá bem, mas é com diferentes que você aprende mais. Repare um pouco melhor e pode ainda ver algumas diferenças que até aprecia, ou de todo odeia e quer ser diferente. Já está a aprender. A enriquecer o seu reportório. Se não tiver cuidado ainda pode começar a gostar dessa pessoa mesmo que não a compreenda e ela a deixe em nervos.

 

Repare na dinâmica familiar. Como os elementos se atraem ou repelem, como se juntam ou se afastam, como se acalmam ou exaltam. Pode até começar a achar divertida como aquela loucura e agitação.

 

Pode até reparar que já não sente tanto desconforto como antigamente, ou que o desconforto é muito suportável. Repare um pouco melhor como se fosse observador de uma peça de teatro. Veja e ouça as personagens e o papel que elas representam. Repare que por vezes representam um papel quando outra pessoa esta presente, representando  outro quando não está. Talvez comece a notar que as pessoas não são somente aquilo que são connosco. Também são algo diferentes com os outros. Claro que existem sempre traços ou papeis mais fixos, mais rígidos e transversais a todas as pessoas com quem estão. Mas talvez, apenas talvez, possa começar a reparar na riqueza dessa massa de gente que de alguma forma está ligada a si.

 

Pense também naqueles que já não estão, mas estiveram e deixaram a sua herança. Umas vezes uma herança rechiada de tesouros, outras uma herança de dividas emocionais difíceis de pagar.

Seja como for é essa a pessoa maravilhosa que você é. Perfeita na imperfeição das relações.

 

 

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Sábado, 23 de Novembro de 2013

O Sono dos Filhos e o Casal

Filhos e Casal 

Muitos casais reportam que a sua vida de casal sofreu uma profunda alteração com o nascimento dos filhos. De uma vida a dois, centrada na relação e com tempo para tudo, passa-se a uma vida totalmente dedicada aos filhos onde o casal passa de apaixonado a amigo, de amoroso a funcional. Tarefas e mais tarefas, horas de sono trocadas e por vezes perdidas tornam a relação entre o casal distante e fria.

Se por um lado aquando do nascimento de um bebé este cansaço é normal e compreensível, é importante que cada membro do casal se continue a preocupar com o conjugue e procure adaptar a criança ao casal e não o contrário.

Desde cedo as crianças devem habituar-se ao seu espaço e a respeitarem o espaço dos pais e os pais não podem esquecer-se que antes de serem pais eram pessoas apaixonadas.

Promover a higiene do sono nas crianças irá permitir que o casal tenha o seu tempo de qualidade, para conversarem, partilharem mimos e amarem-se, sendo que pais felizes gerarão crianças e adolescentes felizes, equilibrados e autónomos. Nem sempre é fácil, mas o sucesso é garantido se houver constância nas rotinas e perseverança.

Homem e mulher deverão revessar-se nas dificuldades do sono das crianças, para permitir que ambos descansem, pois o desejo sexual e a motivação para estarem um com o outro são claramente preteridos quando o cansaço se instala.

O casal que ansiava pela experiência da parentalidade, pode desmembrar-se se o foco “casal” for subestimado.

Assim sendo, você que é pai ou mãe, lembre-se de olhar para o seu conjugue como antes, como um ser com necessidades de afeto, carinho e atenção e promova a relação saudável do casal… como era antes.

 

 

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Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

O casal e os filhos

casal e filhos 

Nada mais aceitável na nossa sociedade que um casal ter filhos. Os filhos são o fruto de um amor adulto e saudável e uma bênção para os pais e para toda a família.

Mas é importante que os jovens pais se consciencializem, quando a nova vida entra no seu seio familiar, que a vida de casal se vai alterar e muito, e que o sonho de consolidarem o seu amor com um filho pode tornar-se numa realidade em que marido e mulher passam apenas a ser pai e mãe, e em que o espaço de intimidade física e psicológica do casal diminui drasticamente podendo mesmo tornar-se inexistente.

 

Como evitar que esta situação se torne definitiva no tempo e que possa inclusive acabar com a relação?

 

É compreensível que um bebé ocupe toda atenção e energia de uma jovem mãe, mas também é compreensível que se o pai também se ocupar do bebé, deixará mais espaço e tempo para que a sua mulher tenha tempo para ela e para o casal.

 

Dicas para integrar um bebé na família sem beliscar a relação do casal:

 

  • Pai, ajude a mãe nas tarefas que lhe for possível, desde os banhos, as refeições, o acordar durante a noite e as tarefas domésticas, e não brinque apenas com o bebé. Brincar é ótimo, mas é a tarefa menos cansativa e é preciso ser mais activo no processo. Seja carinhoso e compreensivo com a sua mulher e faça-a lembrar-se de que está lá para ela.
  • Mãe, deixe o pai fazer as coisas à maneira dele e não critique tudo o que ele faz, senão este irá desistir rápido e será você quem vai arcar com a pesada consequência. Tome conta de si como antes, arranje-se e procure sair de casa. Tenha sempre um restinho de energia para dar afeto ao seu marido, que continua a precisar de si.
  • Avós, familiares e amigos, este casal precisa de espaço e tempo para garantir uma união duradoura e saudável. Ajudem com o bebé, proporcionando que o casal se escape de vez em quando para um tempo a dois, tão necessário para o bem-estar familiar.

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Domingo, 10 de Novembro de 2013

Sono nas crianças

Problemas de Sono nas Crianças

As crianças e os adolescentes precisam de pelo menos nove horas de sono por noite. Os problemas e a falta de sono podem ter efeitos negativos sobre o desempenho escolar das crianças na escola bem como afectar as suas relações sociais. Por consequência afetam a vida familiar e a relação do casal.

 

A diminuição da qualidade e quantidade de horas de sono podem provocar problemas comportamentais e de estabilização do humor, e comprometer a memória, a concentração e a aprendizagem no geral.

 

Dicas para melhorar a qualidade e quantidade de sono das crianças:

  • Estabelecer rotinas com um horário de deitar mais ou menos fixo. Essas rotinas não se devem alterar mais do que uma hora durante o fim-de-semana para evitar mudanças bruscas no ritmo biológico da criança.
  • Promover uma hora de deitar calma e relaxante, que pode ter como rotina um banho quente e/ou a leitura de uma história.
  • As refeições antes do deitar devem ser de fácil digestão e aconchegantes.
  • Depois do jantar não criar actividades excitantes e promover brincadeiras calmas.
  • Criar um ambiente relaxante no quarto da criança, com uma temperatura agradável e com pouca luminosidade.
  • Não fazer ruídos elevados nem demasiado bruscos após o deitar das crianças.
  • Os bebés e as crianças devem ir para a cama ainda acordados, para o seu próprio quarto.
  • É de evitar adormecer as crianças ao colo, num outro quarto ou na cama dos pais. Também não se aconselha que os pais se deitem com a criança até esta estar a dormir, pois estarão a comprometer a sua autonomia no adormecer.

 

 

 

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Domingo, 28 de Julho de 2013

Beneficíos da Terapia de Casal

terapia de casal

Todas as relações requerem trabalho e investimento – trabalho de comunicação, de compromisso e de compaixão. Quando uma relação parece requerer mais trabalho do que as pessoas podem lidar por si mesmas, seja porque existe o desejo de manter a relação ou o desejo de separação, o casal deve procurar a mediação da terapia de casal.

 

A terapia de casal está especialmente indicada para situações conflituosas antes do casamento, para situações relacionadas com os filhos, para aprenderem a lidar com as alterações da natureza da relação, para situações de divórcio, doença e outras situações

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Terça-feira, 28 de Maio de 2013

Uma Relação Feliz

Uma relação feliz

 

Uma relação forte e saudável pode ser um dos melhores suportes da sua vida.

Uma boa relação melhora todos os aspetos da sua vida, aumentando a sua saúde, a sua mente, e as suas ligações aos outros. contudo, se a relação não está a funcionar bem, pode também ser uma das maiores fontes de problemas.

As relações são investimentos. Quanto mais colocamos nelas, mais temos de volta.
 

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Domingo, 3 de Março de 2013

Divórcio: a única solução?

 

Será o divórvio a verdadeira solução? As pessoas devem procurar ser felizes. Tem aqui a resposta, dada pela Clinica Psicologia Lisboa.

 

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Sábado, 2 de Março de 2013

Tem Vida Pessoal?

 

Com a ansiedade de construir uma carreira profissional bem-sucedida esquecemos que existe muito mais para além do trabalho, existe vida, os amigos e tempo para nós próprios. Afinal, onde está o equilíbrio? A Clinica Psicologia Lisboa responde-lhe.

 

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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013

Como fica o Casamento Depois do Nascimento dos Filhos

 

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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012

Famílias Reorganizadas: Comunique Com a Outra Pessoa

Família Reorganizada

 

A parceria na parentalidade é algo importante em todas as famílias, mas especialmente importante nas famílias reorganizadas.

É vital que chegue a uma compreensão e entendimento com a outra pessoa acerca das estratégias e estilo de parentalidade.

Irá reparar que naturalmente surgem diferenças, deve estar à espera disso, no entanto o que é importante é que todas as crianças sejam tratadas de forma justa e que sintam que são amadas respeitando a sua personalidade.

Chegar a acordo com a outra pessoa em aspectos importantes pode ajudar a antecipar problemas comuns e frequentes que as familias reorganizadas enfrentam.

Recolher informação acerca do assunto de famílias reorganizadas, fazer workshops ou consultar especialistas na área irá ajudar a ganhar recursos para lidar com os problemas.

 

 

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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


CONTACTOS:
Morada: Av. João XXI, nº. 28, 2º.Dir, Lisboa
Telefone: 96 140 49 50
Telefone: 91 437 50 55
Email: clinica.psicologia.lisboa@gmail.com
Site: www.clinicapsicologialisboa.com

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