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Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013

Namoro à distância.

namoro

 

Como contornar as dificuldades quando a paixão se instala por alguém que vive a muitos quilómetros de distância.

 

A Elsa vive em Portugal mas o namorado vive em França. Conheceram-se em Erasmus e apaixonaram-se, mas ambos seguiram as suas vidas e voltaram para os seus países de origem.

A Tânia vive em Lisboa e o namorado vive em Aveiro. Ambos são de Aveiro mas a Tânia veio trabalhar para Lisboa.

O Rodrigo e a Teresa são do Algarve mas a Teresa está a trabalhar em Lisboa.

Como é que estes casais de namorados conseguem colmatar o facto de viverem separados toda a semana, ou no caso da Elsa e do Nuno, ao longo de todo 1 mês?

 

Como sabemos a paixão nem sempre pede licença para se instalar no nosso coração e por vezes fá-lo de uma forma bastante imprudente.

Se a vida a dois já não é fácil, comunicar apenas por SMS, vídeo conferencia e telemóvel torna-se um fardo bastante pesado para os casais, pois nem todos os sentidos podem estar presentes na comunicação.

A comunicação não verbal, através do olhar e do toque é retirada da equação e surge uma comunicação quase exclusivamente verbal.

A partilha do dia-a-dia e o estabelecimento de rotinas entre o casal apenas não existem dando lugar às saudades e ao sentimento de solidão.

A espera pelo SMS tao desejado ou de ver e/ou ouvir a voz do/a namorado/a, ainda que à distancia, tornam os momentos de comunicação carregados de expectativas e por vezes de algumas exigências.

Os encontros físicos são um misto entre o prazer de estarem juntos e a tristeza da eminente partida.

Que fazer então quando a nossa cara-metade não vive ao alcance de um abraço?

  • Tentem fazer coisas que ambos gostam, mesmo separados, para depois puderem falar sobre as mesmas
  • Falem por skype todos os dias e façam desse momento um ritual obrigatório e prazeroso. Completem com SMS e emails ao longo do dia, como forma de marcar presença e minimizar a ausência
  • Conversem sobre o vosso futuro como casais e sobre as vossas perspetivas de uma vida a dois, onde e quando.
  • Visitem-se frequentemente. O amor carece de proximidade.
  • Tenham confiança um no outro. Lembrem-se que estão numa relação e evitem as tentações
  • Ofereçam objetos pessoais e carinhosos um ao outro, para que o mesmo possa ser gratificante em momentos menos bons.
  • Porque os momentos a dois são raros, quando estão juntos, sejam egoístas para com os amigos e família e fujam do mundo. Aproveitem cada segundo e disfrutem em pleno da intimidade, da excitação e dos sentimentos de paixão que estiveram encarcerados por tantos dias.

 

Veja o Site da Clínica Psicologia Lisboa

publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 10:24
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Quarta-feira, 13 de Março de 2013

Qual a sua Linguagem Afectiva?

Linguagem do amor

 

É a dificuldade em falar a linguagem do outro que causa a maioria dos problemas nas relações amorosas e familiares.

 

Nas relações de proximidade, podemos sentir por vezes uma certa desorientação devido a um desconforto pelas pessoas queridas. Ficamos surpreendidos quando pensamos que estamos a expressar todo o nosso amor, enquanto a outra pessoa diz se sentir não amada.

 

Neste casos podemos mesmo pensar que estamos presos naquela velha máxima "todos nós tendemos a dar amor da mesma maneira que gostamos de receber". Mas, e se a outra pessoa precisa de receber que outra maneira?

 

Existem várias formas pelas quais todos nós expressamos e interpretamos o amor. E apesar de podermos utilizar algumas dessas várias linguagens do amor, todos nós sentimo-nos mais confortáveis expressando na nossa linguagem nativa, naquela que nos é principal. É desta forma que também esperamos e necessitamos receber amor dos outros. De facto, parece que tendemos a ser mais exclusivos na linguagem amorosa junto daqueles que nos são mais importantes. Será que nos passa pela cabeça porque é que muitas das vezes apesar de sentirmos amor, nos sentimos desconectados da outra pessoa?

 

Saiba Mais em Clínica Psicologia Lisboa

 

publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 11:40
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Domingo, 1 de Julho de 2012

Divertir a Dois

divertir a dois amigos casal

 

Os casais costumam ser mais divertidos e brincalhões nas fases iniciais de uma relação. No entanto, esta atitude brincalhona pode por vezes ser esquecida à medida que os desafios da vida ou velhos ressentimentos se atravessam no caminho. Manter um bom sentido de humor pode ajudá-lo a
atravessar alturas difíceis, reduzir o stress e resolver muitos problemas de forma mais fácil.

 

Pense em formas divertidas de surpreender o seu parceiro, como dar-lhe flores ou trazer o filme preferido para casa sem que o espere.

Aprendam juntos com os "peritos na diversão" Brincar com um animal de estimação ou crianças pequenas pode ajudá-lo a ligar-se de novo ao seu lado mais brincalhão. Se é algo que fazem juntos, poderá tamb´mais sobre o seu parceiro e como ele ou ela gosta de se divertir.

Criem o hábito de se rir juntos sempre que possam. A maioria das situações não são tão negras quanto parecem quando as aborda com algum humor.

Aprender a brincar de novo Algum humor e interacções divertidas podem ser significativas no desmantilhar de situações tensas, e podem ajudá-los a ver o lado mais positivo da vida. Se se sente algo enferrujado, aprenda mais sobre como a comunicação didáctica pode melhorar a sua relação, e formas divertidas de praticar esta capacidade.

 

Clínica Psicologia Lisboa

 

publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 09:53
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Domingo, 18 de Março de 2012

Paixão!

Amor - Clínica Psicologia Lisboa

 

Questão colocada: “Sinto-me extremamente apaixonada. Tão apaixonada que temo deixar de me sentir assim. As minhas amigas dizem-me que este é um estado passageiro e que mais cedo ou mais tarde, a paixão dará lugar a um amor mais calmo e sereno. Mas eu não queria perder esta adrenalina e este bem-estar. O que posso fazer para que nem eu nem o meu namorado deixemos de estar apaixonados?”

 

Compreendo a sua preocupação, porque quando estamos bem queremos manter-nos sempre bem mas tenha cuidado não vá essa preocupação prejudicar o seu estado de ânimo e esse mesmo bem-estar. É bem certo que a maioria das relações começa bem, mas muitas das vezes sem nos darmos conta, entramos numa rotina e num aborrecimento permanentes, que nos levam à exaustão e à quebra da relação. Por vezes quando questionados, os casais nem sabem o que lhe aconteceu nem aonde está o sentimento que primariamente os uniu.

 

Eis algumas dicas para manter a paixão, ano após ano:

 

  • Seja carinhosa e simpática; cada critica deve ser compensada com cerca de 5 elogios. Com o decorrer da vida a dois, é necessário que o casal se adapte aos hábitos e diferenças entre cada um e essa adaptação deve ser feita com carinho e gentileza e não apenas com crítica.
  • Preserve os seus momentos de intimidade, não deixando que factores externos, como a televisão e o computador entrem no seu quarto e quebrem a magia tão ansiada.
  • Nunca adormeça zangada com a pessoa que ama. Os conflitos são importantes mas é necessário sair dos mesmos de uma forma positiva e madura.
  • Saiba perdoar erros e não seja demasiado exigente; um casal é composto por pessoas diferentes que se adaptam um ao outro por Amor. Por vezes é necessário algum tempo e alguma paciência para que as pecinhas do puzzle se encaixem.
  • Dê Amor de todas as formas que se lembrar; tente fazer surpresas e ser criativa; a paixão não gosta de rotinas.  
  • Faça planos futuros e planos a curto prazo, sempre com a intenção de agradar. Sonhar em conjunto é também uma forma excelente de Amar.
  • Coloque todos os seus sentidos em activo, em nome da paixão. Olhe diariamente com atenção para o seu Amor; escute-o bem; aprecie o seu cheiro; dê-lhe a mão e toque-lhe no rosto. Sentiu aquele friozinho na barriga e uma sensação de vertigem?Bom trabalho, continua apaixonada!

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 20:00
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Vivo à Seis Meses Com o Meu Namorado

Clínica Psicologia Lisboa Viver Junto

Questão colocada: "Vivo à 6 meses com o meu namorado. As coisas não estão fáceis. Tudo aquilo que nós eramos antes, quando estávamos em casa dos nossos pais está a modificar-se. Estamos sempre a discutir, seja pela limpeza da casa, seja porque não concordamos com os gastos de cada um, seja por causa das nossas famílias se meterem na nossa vida. Até a nossa vida íntima está a correr pior porque basicamente o nosso tempo em conjunto é passado a discutir. Gostava de fazer alguma coisa para não perder esta relação mas sinto-me completamente perdida."

 

Cara Leitora

 

 

A vida a dois é realmente bastante diferente de um namoro. No namoro os tempos passados a dois são única e exclusivamente para namorar e
mesmo assim não existem namoros que não sejam permeáveis ao conflito.

 

Com a vida a dois e a partilha de uma casa, outros fatores não existentes no namoro tomam protagonismo e é necessário um maior ajustamento
de parte a parte.

 

É necessário partilhar as tarefas domésticas, que na maioria das vezes era tarefa inexistente na vida de ambos, principalmente se viviam com os pais. É
necessário gerir com alguma habilidade as finanças, sendo que os ordenados de cada um, deixam de ser apenas para os gastos individuais, para passarem a ter de fazer face à renda da casa, despesas de água, luz, gás, comida e todos os gastos inerentes a uma casa. A vida já é partilhada e é necessário ceder tempos, dinheiros e descansos. O simples facto de dormir requer uma adaptação, já que existem hábitos e horários que por vezes têm que ser modificados.

 

Eis algumas dicas:

 

  • Finanças: coloquem num caderninho todas as vossas despesas fixas e gastos diários. Devem somá-los ao final do mês e somar os vossos salários. O vosso dinheiro (deve ser vosso e não de cada um) deve servir para cobrir as despesas fundamentais, independentemente de quem ganhe mais ou menos. O remanescente deve ser dividido por dois, que cada um aplicará conforme entender, na maior das liberdades.
  • Tarefas domésticas: a cada um devem ser atribuídas determinadas tarefas, mediante prévio acordo, já que ninguém se tem que responsabilizar individualmente pela casa.
  • Famílias: cada um deve respeitar a família do outro, sendo que as famílias não devem ter a possibilidade de gerir a vida do casal, como se ainda fizessem parte da casa da família de origem. Cada membro do casal terá que controlar a sua própria família de modo a não prejudicar a autonomia e
    liberdade do seu cônjuge.
  • Tempos de lazer: os tempos de lazer devem ser utilizados da melhor forma possível, entre o casal e entre os amigos comuns ao casal. Os amigos de cada um e as respetivas famílias também não devem ser esquecidos. É necessária uma gestão inteligente do tempo, de modo a que o casal se possa
    fortalecer enquanto casal sem deixar de lado a sua rede de suporte social.
  • Em casa: procurem estar juntos sem ser só fisicamente. Os horários de descanso devem ser acertados para que ambos se deitem à mesma hora e acordem juntos. Assim poderão tomar o pequeno-almoço em conjunto e conversar e namorar à noite. Os fatores distrativos que levam à não comunicação como a televisão, o computador e as vídeo-consolas devem ser uma exceção e não uma regra. Não se esqueçam do “antes”, em que quando iam namorar, iam mesmo namorar e era isso que vos dava prazer.

Veja ainda a nossa sugestão para construir uma família feliz.

 

Fazer vida a dois deverá ser a continuação do prazer do namoro, mas para isso é necessário que ambos façam cedências no seu estilo de vida individual de
solteiro e se preocupem em construir um “nós”, que será construído na base do diálogo, do amor, da confiança e do respeito mútuo.

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 21:18
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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


CONTACTOS:
Morada: Av. João XXI, nº. 28, 2º.Dir, Lisboa
Telefone: 96 140 49 50
Telefone: 91 437 50 55
Email: clinica.psicologia.lisboa@gmail.com
Site: www.clinicapsicologialisboa.com

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