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Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014

Procurar ajuda: Para a criança ou para os pais?

Procurar ajuda

Muitas vezes surgem no nosso consultório pedidos de consultas para crianças de tenra idade, dois, três anos, onde claramente se percebe apenas pelo pedido telefónico, que algo não está a funcionar na dinâmica familiar.

Pais e mães, têm uma expectativa de um bebé imaginário, que lhes irá preencher o desejo de serem os melhores pais e educadores, mas também muitas das vezes o bebé, à medida que vai crescendo, não corresponde a essa mesma expectativa o que faz nascer dentro dos pais um sentimento de frustração, impotência e desânimo.

Os pais acabam por “desistir” do sonho e rendem-se à incapacidade, gerando uma família pouco assertiva e pouco paciente.

Claramente, existem bebés e crianças mais fáceis, isto é, que dormem melhor, não reclamam para comer, e são sossegados e obedientes, mas nenhuma criança pode crescer saudavelmente, seja mais calma ou mais energética, se não lhe forem impostos, suavemente, à medida que crescem e dentro do seu entendimento infantil, regras e limites bem definidos, e ao mesmo tempo flexíveis.

Os pais “desesperados” porque os seus filhos fazem birras estrondosas na rua, não se querem deitar e dizem que “não” a qualquer ordem, terão que estar atentos para perceberem se este é um comportamento claramente opositor, e portanto se estende a todas as pessoas e locais onde a criança se movimenta, ou se este comportamento é claramente mais acentuado em casa e com os pais.

Se o seu filho apresenta um comportamento opositor, deve procurar ajuda terapêutica o quanto antes, para que este comportamento não se agudize e seja automatizado.

Se pelo contrário, a criança não reconhece a autoridade dos pais e dos seus principais cuidadores, devem ser os pais a procurarem orientação parental para se munirem de ferramentas e competências assertivas e consistentes, para que este bebé real, seja fonte de prazer e de orgulho dos pais, e possa assim partilhar de um bem-estar familiar harmonioso e amistoso, fundamental para o crescimento saudável de uma criança pequena.

 

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Sábado, 23 de Novembro de 2013

O Sono dos Filhos e o Casal

Filhos e Casal 

Muitos casais reportam que a sua vida de casal sofreu uma profunda alteração com o nascimento dos filhos. De uma vida a dois, centrada na relação e com tempo para tudo, passa-se a uma vida totalmente dedicada aos filhos onde o casal passa de apaixonado a amigo, de amoroso a funcional. Tarefas e mais tarefas, horas de sono trocadas e por vezes perdidas tornam a relação entre o casal distante e fria.

Se por um lado aquando do nascimento de um bebé este cansaço é normal e compreensível, é importante que cada membro do casal se continue a preocupar com o conjugue e procure adaptar a criança ao casal e não o contrário.

Desde cedo as crianças devem habituar-se ao seu espaço e a respeitarem o espaço dos pais e os pais não podem esquecer-se que antes de serem pais eram pessoas apaixonadas.

Promover a higiene do sono nas crianças irá permitir que o casal tenha o seu tempo de qualidade, para conversarem, partilharem mimos e amarem-se, sendo que pais felizes gerarão crianças e adolescentes felizes, equilibrados e autónomos. Nem sempre é fácil, mas o sucesso é garantido se houver constância nas rotinas e perseverança.

Homem e mulher deverão revessar-se nas dificuldades do sono das crianças, para permitir que ambos descansem, pois o desejo sexual e a motivação para estarem um com o outro são claramente preteridos quando o cansaço se instala.

O casal que ansiava pela experiência da parentalidade, pode desmembrar-se se o foco “casal” for subestimado.

Assim sendo, você que é pai ou mãe, lembre-se de olhar para o seu conjugue como antes, como um ser com necessidades de afeto, carinho e atenção e promova a relação saudável do casal… como era antes.

 

 

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Terça-feira, 27 de Novembro de 2012

Medos na Infância e na Adolescência

Medo das Crianças

 

Já todos vivemos algum tipo de medo na nossa vida. Por vezes ainda hoje, em determinados circunstâncias continuamos a senti-los.

As crianças sentem uma variedade de medos ao longo do seu crescimento, que podem ser de carácter leve e passageiro ou que podem instalar-se de forma mais duradoura.

Normalmente até ao 1º ano de vida o desconhecido e estranho provoca medo nos bebés.

Na faixa etária dos 2 aos 4 anos surge o receio dos barulhos muito fortes e dos animais.

Entre os 4 e os 6 anos aparece o medo dos fantasmas, das bruxas, do escuro e da separação dos pais.

Pela altura do início das aprendizagens escolares surgem os medos das agressões físicas e do bullying.

A pré-adolescência é marcada pelos conflitos com as figuras de autoridade (pais e professores) e na adolescência surgem as questões e os medos ligados à auto-estima e às relações interpessoais.

 

O que fazer para ajudar as crianças a lidarem com os seus medos:

 

Geralmente quando os pais se vêem e sentem frente a este tipo de problema tendem a procurar convencer os filhos através da racionalidade de que não existe razão válida para sentir tal medo. Invariavelmente a eficácia desta estratégia é nula.

Deve-se procurar:

  • ensinar a identificar e a reconhecer os sinais e as pistas que indicam que o medo pode surgir
  • aprender a conter os medos dando oportunidade à criança de se expressar livremente sobre a situação que a incomoda
  • deixar que a criança alivie a tensão de uma forma adequada e não agressiva
  • ajudar a passagem de um meio conhecido para um meio estranho
  • estimular a comunicação espontânea e divertida para criar um meio confortável para a criança comunicar os seus receios
  • elogiar a criança de uma forma assertiva e reforçar positivamente todos os esforços em enfrentar os seus medos
  • auto-controlar-se ainda que a reacção da criança lhe pareça totalmente disparatada e exagerada
  • procurar ajuda profissional se a criança se começar a afastar de uma vida considerada normal e saudável.

 

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Segunda-feira, 5 de Março de 2012

O Meu Filho Não Me Obedece Em Nada e Desafia-me Constantemente!

Clínica Psicologia Lisboa Crianças Desafiadoras

 

 

Questão colocada: “Tenho um menino de 6 anos que não me obedece em nada e que me desafia constantemente. Já não sei o que fazer. Ontem por exemplo estive até as 2h da manhã para que ele pusesse os brinquedos dentro do quarto e ele ia pondo os brinquedos fora do quarto à medida que eu punha dentro. De manhã, vai à mochila dele e tira o lanche que lhe preparo, faz birra a dizer que não gosta apesar de serem sempre alimentos da sua preferência, espalha o lanche pelo chão e grita. Não se quer vestir e embirra quase todos os dias com a roupa que lhe quero vestir. Estou cansada de tanta luta e temo que daqui a alguns anos este comportamento ainda piore. O que posso fazer?”

 

 

Cara leitora

 

Parece que o seu filho sofre da Perturbação de Oposição, que se caracteriza precisamente por um padrão geral de desobediência, desafio e comportamento hostil. Estas crianças têm dificuldade em aceitar regras e facilmente perdem o controlo face à frustração. São muito resistentes às
figuras de autoridade e são desobedientes e desafiadoras.

 

Uma vez que o seu filho já tem 6 anos, a face das birras e dos desafios já devia ter desaparecido e já devia ter dado lugar ao gosto por agradar aos pais. Era importante saber se ele apenas desafia a si, ou se também desafia outras figuras de autoridade, como pai, avós e professores. Era também importante saber se sempre foi assim ou se existiu ultimamente algum factor que possa ter perturbado a criança.

 

Este tipo de crianças necessita de Psicoterapia Infantil à base de técnicas de modificação de comportamento com implementação de disciplina e reforços positivos face a comportamentos adequados; a par disso os Educadores devem ser orientados para que toda a rede de suporte social da criança funcione numa mesma direcção.

 

Dicas para melhorar a relação:

  • Imponha limites de forma consistente e coesa; não induza culpa mas estabeleça a noção de responsabilidade.
  • Diga "Não"sempre que for necessário e não volte atrás. Estipule prioridades porque também não poderá de um momento para o outro passar a dizer "Não" a tudo.
  • Tenha paciência; justifique os seus motivos e caso seja necessário castigar a criança faça-o, mas nunca recorra à humilhação.
  • Seja afectuosa com o seu filho para que este perceba que está preocupada com ele e que gosta dele.
  • Sempre que o seu filho se portar bem, demonstre-lhe o quanto gostou da sua atitude e reforce-o bastante.
  • Tenha sempre em conta que o que está a fazer é para o bem do seu filho e da vossa relação e não se culpabilize de tomar atitudes mais rigorosas.

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 15:33
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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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Telefone: 96 140 49 50
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