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Terça-feira, 6 de Outubro de 2015

Problemas de comunicação

Problemas de comunicação

 

Problemas de comunicação

Os problemas de comunicação levam na maioria das vezes a problemas de relacionamento. Se começam a haver problemas de comunicação como é que se pode manter e desenvolver um sentimento de proximidade e afecto?

Problemas de comunicação, dos mais básicos aos mais complexos, levam frequentemente a rupturas afectivas. Passado algum tempo, algumas relações, a pergunta "O que é que está a correr mal?" começa a surgir. Vamos abordar alguns dos problemas de comunicação mais comuns.

Não fazer questões pessoais ou deixar de as levantar

Não há nada de errado na pergunta "Como foi o teu dia?", no entanto, quando repetida com frequencia dá a sensação de haver falta de interesse e de sinceridade no esforço de curiosidade. Muitas relações passam por problemas de comunicação porque não sabem o que dizer e o refugio neste tipo de pergunta é devastador para qualquer relação. Porquê?

Quando as pessoas passam a comunicar através de perguntas chavão, aquilo que estão a transmitir é que estão a cumprir um dever social para evitar problemas de comunicação. Estes chavões são entendidos como uma obrigação e não uma vontade genuína de saber da vida da outra pessoa. E isso é uma coisa que não se quer fazer a alguém que se ama.

Quando a pessoa diz algo único, inesperado, uma nova situação, uma circunstancia, uma curiosidade, está a transmitir que tem atenção pela outra pessoa. Por exemplo, "O que é que foi novo hoje, para ti?" ou "Qual foi a coisa mais divertida que viste ou ouviste hoje?"

Este tipo de questões é percebido como um verdadeiro interesse nos sentimentos e no bem-estar da outra pessoa e isso evita muitos problemas de comunicação.

Não comunicar um problema ou uma verdade difícil

As relações que têm mais força são construídas numa base em que se pode e deve falar de tudo e qualquer coisa. Quanto mais difíceis e privadas forem as conversas mais intimidade emocional e menos problemas de comunicação.

Problemas de comunicação

 

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Terça-feira, 25 de Agosto de 2015

Casal Feliz, Como ser?

casal feliz

Você sabe tudo o que há para saber sobre como o casal feliz lida com as situações difíceis, comunicam, têm projectos em comum, alimentam o romance, etc.

Mas se tiver curiosidade em saber mais, leia a seguir e talvez descubra alguma dica.

Casal Feliz – Querem saber como foi o dia do outro.

É tão fácil ficar apanhado na rotina do cansaço do dia que esquecemos como terá sido o da outra pessoa que já chamamos amor. Antes de começar o final do dia a falar de como lhe correu mal e como o seu patrão não valoriza, quando chegar a casa dê um abraço aquela pessoa e dê-lhe um beijo.

Casal Feliz – Aproximar da Confiança e Afastar do Ciúme.

Felizmente o local aonde trabalhamos e vivemos não é local de segregação de género. Por isso, não é possível não trabalhar com pessoas de sexo diferente. Para que se aproxime da confiança e afaste o ciúme deve ter em mente o corolário “Inocente até prova em contrário”. Deve também colocar-se “nos sapatos” da outra pessoa e pensar que incentivo está a dar à outra pessoa para ter fidelidade se a está a acusar sem razão. Por outro lado, deve procurar esclarecer quaisquer dúvidas, inseguranças ou incertezas que lhe possam surgir pelo caminho,

Casal Feliz – encontram caminhos comuns.

Aquela chama inicial que aproxima as pessoas, as deslumbra, as faz vibrar, as faz sentir especiais, tende a afrouxar com o tempo. Todos sabemos isso. Mas não se trata de uma inevitabilidade, de um fado, de um pesadelo no fim de uma noite de sossego. Muito pelo contrário, o desafio não é apaixonar-se, é manter-se apaixonada(o). Para manter a relação interessante encontre fazeres e interesses comuns. Se as pessoas se aproximam é porque têm algo em comum.

Casal Feliz – Compromisso é a chave.

Sabemos que não podemos ter imediatamente tudo o que queremos. Podemos tentar ter com o tempo, trabalho e investimento. O compromisso é o investimento que a relação precisa. Compromisso que o caminho é feito a dois – mais os filhos e o resto da família – norteado pelo desejo de viver bem no presente e ainda melhor no futuro.

Casal Feliz – Aqueles de se ouvem.

Precisamos de falar, de ser compreendidos, de sentirmos apoio, suporte e que alguém nos cuida. Quer saber uma coisa? O outro também precisa disso. Claro que passados um anos todos temos razões válidas e dadas pelo outro para não lhe prestarmos essa atenção. Mas como em tudo na vida as nossas escolhas são nossas não são do outro e se escolhemos trata-lo dessa forma escolhemos ser tratados de igual maneira.

Casal Feliz – Crescimento é coisa que se faz com o outro e não sozinho.

Os sonhos, espectativas e desejos de um devem ser do outro também. O empenho que uma pessoa tem em conseguir coisas, superar dificuldades e procurar uma vida melhor devem ser partilhados num casal feliz.

Casal Feliz – Não guardar ressentimentos.

Você é humano. A outra pessoa também. Todos fazem disparates, erros, falhas ou omissões graves. Por vezes quando menos se espera ou não vem nada a calhar. No entanto, sabemos que um casal feliz ultrapassa essas questões falando delas, debatendo intenções, subtraindo ao sentimento as razões que estavam na origem. Ressentimentos fazem rugas e criam cabelos brancos. Minam a disposição e toldam o discernimento. Por isso, encha o peito de ar, eleve-se aquela posição de aceitação da condição humana do outro e desculpe.

 

 

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2015

Casal e os Filhos de outra Relação

Casal e os Filhos de outra Relação

O casal que se junta e tem filhos de outra relação enfrenta desafios por vezes difíceis de resolver.

Quando o Amor acontece, um casal apaixonado enfrenta tudo e todos para puder ficar junto. De início tudo são rosas, mas quando se trata de um casal onde já existem filhos de outras relações, se não tivermos muita sensatez e paciência, as pétalas da rosa podem cair e ficamos apenas com os espinhos.

É o caso do João e da Rita, casal apaixonado que se juntou há 4 alguns anos. A Rita foi viver com o João e com uma bebé de 2 anos, a Matilde, o João já vivia com os seus dois filhos, o Manuel e a Paula.

A Matilde a bebé de 2 anos, por enquanto está bem adaptada à família recomposta, já que ganhou mimos de mais 3 pessoas, do João e dos seus filhos.

A Rita está com imensa dificuldade em lidar com os filhos do João, que têm 18 e 14 anos, pois acha que estes não a amam como amam a mãe deles, não a respeitam e não a ajudam nas tarefas domésticas.

O Manuel e a Paula, os filhos do João, são jovens equilibrados e bons estudantes, mas têm o comportamento típico dos adolescentes, isto é, fecham-se no quarto, jogam consola e computador, falam muito ao telemóvel e querem sair com os amigos.

O João, esse, está ensanduichado entre gerir a relação com os seus filhos, com a namorada Rita e entre estes.

O resultado divido às dificuldades em gerir tudo: o João e a Rita estão neste momento separados enquanto casal.

O que pode esta casal fazer?

Será importante que as regras da família sejam ditadas pelo casal, sendo que as mesmas não devem diferir muito das regras impostas pelo João antes de a Rita surgir na sua vida, caso contrário os adolescentes tenderão a recusá-las.

O João tem de criar um espaço para o casal, já que os filhos de ambos estavam habituados a terem o pai só para eles e agora a atenção dos pais não incide apenas nos próprios filhos.

É bom que a Rita entenda que não tem o papel de mãe e que surgiu na vida destes jovens quando o seu crescimento já ia a meio caminho, mas pode começar por ser uma boa amiga e uma pessoa de confiança, e até mesmo mediadora entre pai e filhos, quando se justificar.

Paciência e calma estão na ordem do dia, pois se o João e a Rita se apaixonaram, têm de compreender que os filhos de um e de outro não se apaixonaram por ninguém, mas as suas vidas alteraram-se drasticamente com a introdução de membros desconhecidos na família.

É preciso dar tempo ao tempo, permitir uma adaptação equilibrada de cada um dos 5 membros da família aos outros 4, e perceber ao mesmo tempo quais as necessidades de cada jovem para que esta adaptação seja saudável e enriquecedora para o seu crescimento individual, para o crescimento da relação do casal e para o florescer desta família recomposta, onde todos importam individualmente e onde queremos que todos se entrelacem familiarmente.

 

 

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Terça-feira, 11 de Agosto de 2015

Bom relacionamento

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Um bom relacionamento não sobrevive se for deixado ao sabor do vento.

Um bom relacionamento precisa de cuidados e carinho que as duas pessoas vão dando um ao outro de forma a criar uma ligação reciprocamente benéfica.

Para promover um bom relacionamento, profundo e intimo, é preciso que a relação tenha determinadas que as pessoas não se podem esquecer.

Um bom relacionamento implica que haja uma comunicação carinhosa, constante e honesta.

Se não houver conversa, comunicação e diálogo é difícil haver um bom relacionamento. Quanto mais se comunicar, o mais ligação se vai sentir, mesmo que alguns temas possam ser desagradáveis. Não pare de comunicar.

Um bom relacionamento implica que haja uma verdadeira e sincera vontade de trabalhar os desentendimentos e as diferenças.

Tenha consciência que se desistir de resolver as diferenças e de encontrar as semelhanças você estará a desistir de ter um bom relacionamento. As situações até podem ser tensas, desconfortáveis e frustrantes, mas tem que acreditar que o afecto positivo – o amor – está do outro lado da moeda. A dificuldade nestas alturas é virar a moeda

Um bom relacionamento implica que haja sentido de humor, diversão e distração das obrigações da vida.

Um bom relacionamento precisa de ar fresco para respirar. Esse ar fresco é a capacidade que as pessoas têm de implicar bom humor, diversão, novidade e distração, nas rotinas do dia-a-dia. Traga a outra pessoa para as coisas que você gosta de fazer, não faça sozinho, mesmo que precise daquele tempo só para si. Inclua a outra pessoa. Faça-a tornar-se parte dessa parte da sua vida.

Um bom relacionamento implica que você partilhe as lições que a vida vai ensinando.

Quem está na vida para viver percebe rapidamente que existem muitas lições a aprender. Porque existem muitos erros que se fazem e muitas falhas que se cometem, também existe muita oportunidade para aprender. Para um bom relacionamento, partilhe com a outra pessoa essas aprendizagens e perceberá o quanto a outra pessoa fica gratificada por lhe estar a proporcionar esse enriquecimento.

Um bom relacionamento implica que você dê e receba apoio emocional, validação e valorização incondicional e exclusiva.

Um bom relacionamento tem por base a troca reciproca de necessidades. Algo que um precisa é provido pelo outro. Todas as pessoas têm as suas necessidade pessoais, no entanto é unanime considerar que todas as pessoas precisam de valorização, apoio emocional e validação como sinal de unicidade e consistência da relação.

 

 

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Terça-feira, 4 de Agosto de 2015

Boa Relação Intima

boa relação intima

Provavelmente uma das necessidades que tem é desenvolver e manter uma boa relação intima. Infelizmente todas as relações passam por altos e baixos, e por vezes os baixos parecem não dar lugar a tempos para uma boa relação intima. É a altura em que se questionam as coisas, em que se pondera o futuro, em que se faz um balanço do passado.

Acompanhe alguns tópicos que fazem e mantém uma boa relação intima.

Boa Relação Intima - Compreensão e Sensibilidade pelas Necessidades do Outro e Suas

Necessidades é algo que existe em todas as pessoas. Elas expressam-se sobre a forma de expectativas, desejos, fantasias, reacções e comportamentos. Algumas dessas formas não são totalmente conscientes, ou são mesmo totalmente inconscientes. Por exemplo, existem reacções de desconfiança, ciúme e controlo que são movidas pela necessidade de exclusividade e de se sentir único e especial. Existem reacções de submissão à vontade do outro, ou dificuldade em estabelecer limites e dizer não que são movidas pela necessidade de receber amor. Existem reacções de afastamento da intimidade e do fortalecimento da relação pela necessidade de independência. São apenas alguns exemplos de necessidades inconscientes que são expressas com o outro e que colocam em causa uma boa relação intima. Compreender conscientemente necessidades inconscientes é um trabalho que não é acessível através da racionalidade. Tem que se fazer de outra maneira. E essa maneira é a psicoterapia.

Boa Relação Intima - Tome consciência dos receios e medos que motivam as suas reacções

Todas as pessoas receiam alguma coisa. Faz parte da natureza humana. E é quase certo que a maioria das pessoas desconhece os verdadeiros receios que prejudicam uma boa relação intima. Por exemplo, o receio de falhar que é expresso em quase todas as situações que envolvem dificuldades na relação sexual. O receio do compromisso que se revela cada vez que a relação entra num nível de maior profundidade emocional. O receio de estar só, que pode levar a ter relação que estão longe de uma boa relação intima. O receio de perder a independência que pode levar a reacções de ser controlado pelas outras pessoas. O receio de sofrer, que geralmente ocorre depois de experiencias anteriores mal sucedidas e que leva a precauções nomeadamente a uma dificuldade na entrega emocional e na abertura a uma boa relação intima. Ter consciência desses receios inconscientes é a forma mais eficaz de saber mudar as reacções e os comportamentos. Para isso serve a psicoterapia.

Boa Relação Intima - Verifique se as suas expectativas são realistas

É fundamental ter expectativas. É natural e desejável ter expectativas face à outra pessoa, pois esse é o ingrediente que tempera uma boa relação intima. A expectativa de amor incondicional. A expectativa de compreensão. A expectativa de atenção. A expectativa de suscitar desejo na outra pessoa.

Se perceber ou sentir que as suas expectativas não estão a ser correspondidas, isso pode geral sentimentos de desilusão, desapontamento, reacções de frustração e comportamentos de zanga que contaminam uma boa relação intima. Procure saber se as expectativas são realistas e atingíveis naquela altura. Essa tomada de consciência é difícil de fazer porque você está a "ver o problema por dentro". A psicoterapia tem métodos para que você perceba as expectativas de outro ponto de vista, adaptando-as à realidade. O resultado deverá ser a possibilidade de ser feliz, passo a passo.

 

 

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Segunda-feira, 25 de Maio de 2015

Auto-motivação

perfeccionismo

 

Auto-motivação é o caminho pelo qual enfrentamos as dificuldades, agarramos a vida e prosseguimos os nossos objectivos.

 Auto-motivação – Divirta-se

Decida que o que quer que esteja a fazer é para se divertir. É um jogo que precisa de empenho, dedicação mas também de distanciamento. Só o facto de tomar esta decisão estará já a fazer auto-motivação.

Auto-motivação – Desempenhe um papel

O papel que desempenhar é aquilo que se tornará. Não tente ser o que se quer tornar. Simplesmente seja. Em breve e sem dar conta você tornou-se a pessoa que queria ser.

Auto-motivação – Esteja consigo

Por breves momentos, não faça nada. Respire e esteja somente consigo, enquanto observa os seus pensamentos e sentimentos. Observe-os como fenómenos que acontecem dentro da sua mente. Que não existem fora. Que não são matéria palpável. Que não são física. Apesar de poderosos, eles só existem na realidade da sua mente. Faça isto especialmente quando estiver a passar por situações difíceis, por sentimentos negativos e pensamentos de desistência. Desta forma estará a distanciar-se desses fenómenos e em breve sentirá algo mais positivo.

Auto-motivação – Mantenha-se aprumado

Limpe e arrume o seu ecossistema. O seu meio envolvente tem uma influência enorme na auto-motivação. Quando menos poluído estiver visualmente e auditivamente melhor se sentirá.

Auto-motivação – Use a Imaginação

Utilize ao máximo a imaginação para se ver, ouvir e sentir como se estivesse motivado. É um exercício poderoso que todas as pessoas que procuram auto-motivação fazem. Você imagina o que faz, o que diz e o que sente como se sentisse elevada auto-motivação.

Auto-motivação – Seja você mesmo

Se quer manter e aumentar a auto-motivação, então têm que existir momentos em que você se permite a não querer saber sobre o que os outros pensam de si naquele momento em que está a fazer o que é mais importante para si.

Vire a sua atenção para fazer com que os outros se sintam bem com eles próprios e não se preocupe com o que pensam de si.

A sua vida muda radicalmente quando você tiver este ideal como um dos prioritários.

 Auto-motivação – Pense diferente

Habitualmente você pensa “Todo o problema tem que ter uma solução”, pense antes “Cada solução tem um problema”.

Cada problema tem uma serie de soluções e oportunidades de aprendizagem e escolha. Na realidade você só é verdadeiramente livre e goza do direito de escolha quando tem problemas.

Auto-motivação – Passos pequenos é o segredo

Partir o seu grande objectivo em pequenos passos. Passos tão pequenos que é impossível não conseguir atingir.

Os passos são tão pequenos que será mais fácil começar a andar na direcção desse objectivo.

Qualquer grande objectivo requer que sejam feitos muitos pequenos passos. Por um lado, parece que não estará a fazer nada para conseguir o objectivo, porque os passos são muito pequenos, por outro não lhe custará absolutamente nada começar e continuar. Passado algum tempo você notará a diferença e irá reparar o quando se afastou do inicio e está mais perto do que quer.

Auto-motivação – Faça alguma coisa mal

Não espere até ser perfeito para começar a dar o passo seguinte, para assumir um grande ou pequeno desafio.

Ache graça de haver coisas na vida em que você realmente é um zero. Quando você fizer isso estará a desistir de trabalhar a sua perfeição e começará a trabalhar o seu objectivo.

 

 

 

 

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

Aumentar Autoestima

Aumentar Autoestima.jpg

 

Aumentar Autoestima – Diga PARAR à Auto-Crítica

Uma boa maneira para começar a aumentar autoestima é aprender a lidar e a substituir a voz crítica interior.

Todos temos uma voz crítica. Para alguns ela está sempre presente, para outros só em certas circunstâncias.

Essa voz critica interior serve muito bem para nos empurrar a fazer as coisas, ou para fazermos as coisas para termos uma certa aceitação, ou evitarmos a reprovação ou avaliação negativa dos outros. No entanto, essa mesma voz interior faz o contrário de aumentar autoestima.

Esta voz crítica interior dispara pensamentos destrutivos do tipo “Se não ficares a trabalhar até mais tarde vão pensar que és preguiçoso e descuidado”, “Os outros fariam isto muito melhor e mais rápido”, “Não és tão interessante como aquela colega”.

A primeira coisa a fazer para aumentar autoestima é perceber que estes pensamentos parecem ser verdades para si, mas poderão não corresponder à realidade. Poderão de facto ser a forma como pensa. Mas quantas vezes já deu por si a mudar de ideias, a ter outros pontos de vista, a perceber que numa altura aquilo que parece verdade não o é numa outra ocasião.

A segunda coisa a fazer para aumentar autoestima é simplesmente dizer PARA à sua mente sempre que ela começar a dar-lhe estes pensamentos críticos. Pode até dizer “Não, não, não vás por aí”.

A terceira coisa a fazer para aumentar autoestima é pensar alguma coisa construtiva, que traga um resultado positivo à situação ou a outra situação se não poder fazer nada quanto aquela.

Aumentar Autoestima – Hábitos Saudáveis são Fundamentais

Para tornar a voz critica menos intensa e menos frequente e ao mesmo tempo conseguir motivar-se para os seus objectivos e aumentar autoestima é muito importante que comece a tornar os seus hábitos o mais saudáveis possível.

Uma das formas para começar a ter hábitos de melhorar autoestima e substituir essa voz interior critica é lembrar-se dos benefícios. Escreva diariamente os benefícios de sentirá quando um dia mais tarde tiver muito boa autoestima. Que tipo de pessoa será? O que conseguirá fazer melhor? Que resultados práticos acontecerão na sua vida? Escreva isso todos os dias em 5 minutos. Irá encontrar neste hábito de se lembrar de aumentar autoestima uma forte ferramenta motivacional. Por exemplo, Quando perder peso a sua auto-imagem irá melhorar e sentir-se-á melhor. Quando não fumar irá sentir-se mais forte, seguro e capaz, para além que irá gastar esse dinheiro em roupa ou viagens. Quando ganhar mais dinheiro irá viajar mais, conhecer outras pessoas e realidades diferentes.

Outra das formas para começar a ter hábitos de melhorar autoestima é pensar no que realmente gostaria de fazer. Quando você gosta realmente de alguma coisa a sua motivação dispara como um foguete e fazer essas coisas torna-se fácil e prazeroso. Quando gosta realmente de alguma coisa você puxa por si a ter e ultrapassa com facilidade qualquer resistência. Com base nisso, quando acontecer perder a motivação uma coisa na sua vida pergunte-se “Estou a fazer o que gosto realmente?” Se não está e se for possível mudar então comece a pensar como muda o carril, o caminho. Não será imediato, mas será uma viagem que irá aumentar autoestima quando o conseguir.

 

 

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Quinta-feira, 15 de Maio de 2014

Boa Relação, Como ter uma?

Boa relação

O que é preciso para ter uma boa relação?

As pessoas que têm uma boa relação fazem isto:

Boa relação – Dar e Receber

As pessoas que têm uma boa relação valorizam mais o que a outra pessoa faz bem do que falha. Todas as pessoas falham, ninguém é perfeito e ajustar as expectativas pessoais à capacidade da outra pessoa fazer e dar de si à relação é uma das mais fortes características de uma boa relação.

Boa relação – Cuidado e Carinho

Numa boa relação as pessoas têm um cuidado permanente com o outro. Uma atenção especial. Tratam o outro com carinho e dedicação. Claro que se pode ser exigente quando a outra pessoa não está a corresponder às necessidades do próprio, mas esta exigência tem que ser equilibrada através de uma comunicação assertiva e suportada pelo dar ao outro, cuidado, protecção, segurança e carinho. Se não, como ter legitimidade para reclamar o que quer que seja?

Boa relação – Abraçar e Beijar

Todos temos memória. Memória visual, auditiva e do que sentimos. As pessoas que têm uma boa relação abraçam-se e beijam-se frequentemente e isso cria-lhes memórias afectivas positivas em todos sentidos. Funciona muito melhor do que aquele “amo-te muito” escrito num cartão de aniversário e oferecido uma vez por ano.

Boa relação – “Tem um bom dia” pela manhã e “Dorme bem” pela noite

As pessoas que estão numa boa relação têm por hábito tomar o pequeno almoço juntas e desejar um bom dia quando cada uma vai para o seu trabalho. Quando isto acontece com frequência as pessoas levam uma memória positiva do outro durante pelo menos grande parte da manha. Ao fim da tarde cumprimentam-se sempre com um beijo, deitam-se juntas e desejam uma boa noite à outra pessoa. Desta forma, a ligação afectiva está sempre mantida e é garantido que apesar dos altos e baixos existe sempre uma boa relação.

Boa relação – Mantenha contacto durante o dia

Numa boa relação as pessoas mantêm algum tipo de contacto durante o dia. Por SMS, mail ou facebook as pessoas vão trocando palavras que expressam como está a decorrer o seu dia-a-dia. Claro que quando estes contactos são intrusivos e sufocantes são mal recebidos e rejeitados. Mantenha a proporção e o equilíbrio.

 

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Boa relação

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Quinta-feira, 8 de Maio de 2014

Relacionamento, O que é preciso para ter um bom

relacionamento

O que é preciso para ter um bom relacionamento?

Está empenhado(a) em ter um bom relacionamento ou melhorar o relacionamento que já tem e quer saber como?

Relacionamento - Vão para a cama ao mesmo tempo

Lembra-se de como era no início do relacionamento. Você não podia esperar para ir para a cama para fazer amor com pessoa amada. Um relacionamento feliz é aquele que resiste à tentação de não irem para a cama ao mesmo tempo. As pessoas que estão num relacionamento feliz deitam-se ao mesmo tempo. Passam esse tempo de intimidade juntos. É um tempo só para eles, sem tarefas e afazeres. Nem precisa de haver sexo todos os dias. Basta que haja intimidade, aproximação e partilha emocional. Isso acontece mesmo que um das pessoas se levante depois porque não tem sono ou porque quer ver um filme.

Relacionamento – Partilhar de interesses comuns

Quando as pessoas estão apaixonadas o relacionamento é sempre bom. Não porque as coisas corram sempre bem, mas porque a intensidade do interesse mútuo é elevada. Quando a paixão passa e dá lugar a um sentimento mais tranquilo e menos intenso é necessário cultivar esse interesse comum no relacionamento. Os interesses comuns até podem mudar. Numa fase é conhecer a outra pessoa em todos os aspectos, outra fase é a companhia, outra fase é o desenvolvimento do projecto comum que pode ser a casa, os filhos, as viagens, etc. Seja que fase for, o importante saber que a ligação emocional à outra pessoa é feita através de interesse comum e partilhado no relacionamento.

Relacionamento – Toque, mãos dadas e lado a lado

As pessoas que dizem ter um bom relacionamento têm uma relação de igual para igual, caminham na vida lado a lado e dão a mão ao outro quando ele precisa. O que é que isto quer dizer? Quer dizer que as pessoas que têm um relacionamento feliz sabem que podem contar com a outra pessoa, confiam nela, sentem-se emocionalmente protegidas e seguras. Existem duas formas de transmitir esse sentimento no relacionamento. Uma é quando uma pessoa está numa situação difícil e precisa muito da outra pessoa. Felizmente essas situações são pouco frequentes na vida, mas acontecem sempre. A outra forma é todos os dias através do toque carinhoso, do dar a mão na rua, do sentar lado a lado, etc.

 

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Sexta-feira, 21 de Março de 2014

Má Relação, como evitar

má relação

 

Existem algumas regras para evitar cair numa má relação.

Para evitar uma má relação tem que haver amor, intimidade emocional e sexual e romance.

Estes são os pilares de um relacionamento amoroso e a forma de evitar uma má relação. Haver uma grande sintonia na cama não basta, tem que haver o desejo de estar junto e partilhar a vida com a outra pessoa. Esse desejo é o combustível para o amor.

Para evitar uma má relação tem que haver partilha de objectivos, metas e desejos mútuos.

Acredite que para evitar uma má relação você vai ter que tornar os seus sonhos como objectivos do casal. Vai ter que ter um projecto comum que é a soma dos sonhos individuais de cada um. O compromisso é trabalharem juntos. A desvantagem é que a liberdade está mais condicionada. A vantagem é que o trabalho de equipa – a dois – é mais gratificante que o trabalho solitário.

Para evitar uma má relação tem que haver compaixão, aceitação e perdão.

São muitos os erros, as falhas e as omissões que as pessoas cometem umas com as outras quando estão numa relação. É quase impossível evitar isso. Por isso é imprescindível que haja compaixão pelas dificuldades do outro, aceitação pelas insuficiências e perdão com os erros.

Para evitar uma má relação tem que haver um desejo mutuo de intensificar a relação com coisas fora da relação.

As relações que se tornam pouco gratificantes são aquelas que habitualmente as pessoas se fecham sobre elas próprias ou sobre as questões da relação. É necessário que a relação esteja aberta ao mundo que rodeia cada uma das pessoas. Mas suficientemente protegida para que não haja influencia que coloque em perigo a consistência e a unicidade do casal.

Para evitar uma má relação tem que haver a capacidade para admitir erros e falar sobre eles.

Tem que se ter uma boa capacidade para se colocar no lugar do outro. Estar aberto a outras perspectivas. Ter a capacidade para não abdicar das suas convicções mas ter a flexibilidade para mudar de ideias. Estar numa relação implica que se tenha essa postura. Apesar da outra pessoa poder ter uma forma de ser e pensar diferente da sua ela não é o inimigo. É suposto que existam diferenças entre os dois e é suposto admitir que por vezes você está errado e aprender com isso.

 

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Terça-feira, 18 de Março de 2014

Bom relacionamento

Bom relacionamento 

 

Um bom relacionamento não sobrevive se for deixado ao sabor do vento.

Um bom relacionamento precisa de cuidados e carinho que as duas pessoas vão dando um ao outro de forma a criar uma ligação reciprocamente benéfica.

Para promover um bom relacionamento, profundo e intimo, é preciso que a relação tenha determinadas que as pessoas não se podem esquecer.

Um bom relacionamento implica que haja uma comunicação carinhosa, constante e honesta.

Se não houver conversa, comunicação e diálogo é difícil haver um bom relacionamento. Quanto mais se comunicar, o mais ligação se vai sentir, mesmo que alguns temas possam ser desagradáveis. Não pare de comunicar.

Um bom relacionamento implica que haja uma verdadeira e sincera vontade de trabalhar os desentendimentos e as diferenças.

Tenha consciência que se desistir de resolver as diferenças e de encontrar as semelhanças você estará a desistir de ter um bom relacionamento. As situações até podem ser tensas, desconfortáveis e frustrantes, mas tem que acreditar que o afecto positivo – o amor - está do outro lado da moeda. A dificuldade nestas alturas é virar a moeda

Um bom relacionamento implica que haja sentido de humor, diversão e distração das obrigações da vida.

Um bom relacionamento precisa de ar fresco para respirar. Esse ar fresco é a capacidade que as pessoas têm de implicar bom humor, diversão, novidade e distração, nas rotinas do dia-a-dia. Traga a outra pessoa para as coisas que você gosta de fazer, não faça sozinho, mesmo que precise daquele tempo só para si. Inclua a outra pessoa. Faça-a tornar-se parte dessa parte da sua vida.

Um bom relacionamento implica que você partilhe as lições que a vida vai ensinando.

Quem está na vida para viver percebe rapidamente que existem muitas lições a aprender. Porque existem muitos erros que se fazem e muitas falhas que se cometem, também existe muita oportunidade para aprender. Para um bom relacionamento, partilhe com a outra pessoa essas aprendizagens e perceberá o quanto a outra pessoa fica gratificada por lhe estar a proporcionar esse enriquecimento.

Um bom relacionamento implica que você dê e receba apoio emocional, validação e valorização incondicional e exclusiva.

Um bom relacionamento tem por base a troca reciproca de necessidades. Algo que um precisa é provido pelo outro. Todas as pessoas têm as suas necessidade pessoais, no entanto é unanime considerar que todas as pessoas precisam de valorização, apoio emocional e validação como sinal de unicidade e consistência da relação.

 

 

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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Alimentar o Amor, Exercício para alimentar uma boa relação

Amor no Casal

Apesar de ser muito agradável sentir amor e apreço por parte da outra pessoa, a maioria de nós confessa que se sente desconfortável e estranho quando lhe fazem um elogio. Na verdade, quase conseguimos ouvir-nos a negar, contradizer e a recusar os elogios como sendo verdadeiros, genuínos e honestos.

Faça o seguinte exercício:

  1. Escreva as coisas que gosta, aprecia e acarinha na outra pessoa. Pensa nos aspectos físicos, emocionais, personalidade, nos comportamentos e atitudes da outra pessoa que lhe inspiram em si a admiração, confiança, segurança e vontade de ser melhor.
  2. Com essa lista à sua frente, façam algum contacto físico, como darem as mãos, estarem muito próximos e olhos nos olhos. Um de cada vez diz ao outro, cada um dos itens da lista, referindo todas as coisas que aprecia e gosta no outro. Enquanto uma das pessoas está a dizer o elogio, o outro tem que ouvir com atenção e receber de coração, não deve analisar ou questionar a verdade do que está a ser dito. Lembre-se que este é um exercício de como receber amor.
  3. Quando ambos acabarem de dizer tudo o que está nas listas, partilhem quaisquer sentimentos ou pensamentos que ocorreram enquanto estavam a receber esse elogio.
  4. Agora individualmente completem pelo menos 5 comportamentos da sentença seguinte: Eu senti-me amada(o) quando tu …. (ou) Eu apreciei muito quando tu … . Um de cada vez diz ao outro uma sentença.
  5. Pense em que comportamentos ou atitudes referidas pela outra pessoa estará você disposta(o) a repetir mais frequentemente.

FIM

 

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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

Intimidade Emocional, Como desenvolver

intimidade emocional

A Intimidade Emocional não deve ser confundida com intimidade sexual.

A intimidade emocional é a capacidade para aceitar o outro tal como é e não o que ele se pode tornar. É a capacidade para se sentir confortável um com o outro até ao ponto em que não sente avaliação ou julgamento na relação.

A intimidade emocional é o sentimento de aceitação, respeito, admiração e reconhecimento que existe um lugar em que se pode recolher quando esta mal.

 

É exigente para ambas as pessoas desenvolver essa relação tão enriquecedora. Implica que você e a outra pessoa mude aspectos da personalidade o que implica que tem que reconhecer primeiro o que sente e pensa, o que acredita ser importante e ver, ouvir e sentir a “verdade” da outra pessoa.

 

É importante que reconheça os padrões de comportamento e sentimento. Precisa de estar consciente do seu verdadeiro Eu.

Intimidade emocional é o contrário de ter dificuldade em “abrir o jogo” com a outra pessoa, porque receia ou “sabe” que vai receber criticas?

Intimidade emocional é o contrário de ter receio ou de “saber” que os seus sentimentos, desejos, vontades e expectativas são diferentes e inconciliáveis com os da outra pessoa.

 

A intimidade emocional é algo que se consegue com o tempo e com o conhecimento de si próprio e da outra pessoa.

Para isso é necessário que haja tempo em comum, que haja coisas comuns para fazer, que haja situações vividas em comum. O desafio é manter este interesse comum conciliado com as exigências das rotinas diárias.

 

A intimidade emocional implica aproximação e toque.

Gestos amorosos, carinhosos, que expressem afecto. Se existem crianças na relação é importante para elas que vejam os pais a ter gestos de afecto um para com o outro. Apesar dos ciúmes que naturalmente os miúdos possam expressar por essa aproximação entre os pais, os pais têm que compreender que é importante que as crianças percebam, entendam e sintam que são únicas e exclusivas em determinados contextos da vida e noutros contextos existem outras pessoas que também o são. Quando os pais expressam esse carinho e afecto através de gestos estão a ensinar que a intimidade emocional não é garantida é construída e mantida. Que o amor é um processo de manutenção e não uma dádiva espontânea que encontramos por sorte.

 

A intimidade emocional implica ouvir o outro.

Mesmo com o cansaço da rotina das tarefas diárias ou do trabalho e mesmo que a vontade seja abstrair, descansar e isolar, ter o tempo merecido para si, é importante ouvir a outra pessoa, estar junto a ela. Mesmo que a conversa seja a mesma, mesmo que não haja novidades, alterações, mudanças significativas na vida. Mesmo que seja um dia “normal”, habitual e nada extraordinário. Esses são os dias em que tem que se aproximar e ouvir a outra pessoa. Os homens precisam perceber que as mulheres precisam de atenção, tempo para falar das suas coisas. Diz-se que os homens são de Marte e as mulheres são de Venos. Bem o que isso quer dizer é que os homens dão mais atenção às grandes coisas, às grandes mudanças, às viagens uma vez por ano, ao dia de aniversário, aos grandes presentes, aquelas coisas que são raras e grandes. As mulheres dão importância à continuidade, à constância, à permanência, às pequenas coisas mas frequentes. A pequena lembrança muito frequente é muito mais importante que o grande presente uma vez por ano.

Os homens têm que se esforçar para corresponderem a esta diferença e meter na consciência que pouco e frequente é mais importante que muito e raro. Desta forma a intimidade emocional cresce na relação.

 

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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

Acabar uma Relação, Sem (muito) sofrimento

Acabar uma Relação

O acabar uma relação é uma coisa que vai acontecendo em diferentes alturas.

 

Primeiro repara-se numa vaga sensação de descontentamento, de paragem ou estagnamento na relação e por vezes de solidão. Sente-se que as coisas estão diferentes, mas na maioria das vezes aceita-se como pertencendo aos baixos “normais” de uma relação. Por vezes justifica-se essa sensação com o facto da outra pessoa “ser assim”.

 

Depois torna-se mais consciência de que não se está feliz. Podem começar as primeiras tentativas para mudar a situação. E as primeiras resistências da relação à mudança.

 

Se alguma coisa não muda na relação, com o tempo o sentimento aumenta e começa-se a imaginar como seria se houvesse uma separação. Como seriam as vossas vidas e as dos filhos. E o resto da família.

 

E finalmente, ou encontra outra pessoa ou dá por si a fazer as contas e a procurar uma casa para viver. Entretanto, fica sempre a questão se o que está prestes a decidir é de facto a melhor opção.

 

Neste momento, vou presumir que tem uma certeza absoluta quanto a separar-se. Que dissipou as suas dúvidas, as suas incertezas. Que tem a certeza que o que está a decidir tem mais a ver com a escolha de vida que procura ter e não com o facto de ter encontrado outra pessoa que lhe preenche uma parte que precisa.

 

Partindo desse princípio, vem o princípio de aceitar que as coisas acabam, por muito triste e difícil que seja terminar um projecto que já foi comum, quando você tem essa decisão tomada a questão é, como o fazer com a maior dignidade possível, de forma que a ruptura seja o mais “limpa” e a recuperação o mais rápida possível.

 

A razão para querer que seja assim é porque dessa forma você limita a argumentação e as discussões, porque protege os seus filhos das reacções face à separação, porque evita danos maiores e sofrimento para além daquele que é necessário, porque não gasta uma fortuna em processos judiciais e porque poupa a sua energia para encarar a mudança como algo positivo na sua vida e da outra pessoa.

 

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Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2014

Desconfiança

desconfiança 

A desconfiança é um sentimento que existe com bastante frequência nas relações.

O sentimento de desconfiança é diferente do sentimento de ciúme. Não é apenas na intensidade do sofrimento mas acima de tudo no grau de convicção em que se acredita no que se está a sentir e a pensar.

O ciúme dito “normal” acontece quando a pessoa percepciona alguma informação e interpreta-a como podendo haver uma ameaça à relação afectiva com alguém. Nessa altura surgem alguns pensamentos e sentimentos que mesmo podendo parecer ataques são defesas que a pessoa tem para proteger aquilo que é importante para ela. Na desconfiança parece que as coisas também são assim mas a intensidade é muito maior. Os pensamentos ganham uma força de “verdade” que é muito mais difícil de rebater que no ciúme. O sentimento é de que a perda da relação é muito iminente e real, sendo diferente do ciúme em que parece haver uma possibilidade. Na desconfiança parece haver dois registos de pensar, sentir e agir: o normal, no qual a pessoa é carinhosa, cuidadora, atenta, aonde existe serenidade, racionalidade, bom-senso; e o registo de desconfiança, em que tudo aquilo que se acreditava mudou, agora as verdades são outras, a forma de pensar e sentir é exactamente o contrário do registo normal, e as acções, o comportamento e as atitudes são de ruptura, perseguição e tentativa de comprovar que os motivos da desconfiança são verdadeiros.

E como que se no ciúme houvesse um “deixa cá ver se me estão a enganar” e na desconfiança é como um “sei que me está a enganar”.

A desconfiança assemelha-se a uma paranoia acerca de perder alguém que é especial e muito importante. Poderão até existir diferentes tipos de desconfiança consoante o nível de intimidade ou proximidade com os outros, mas a desconfiança que falamos aqui é aquela em relação a quem se tem uma ligação afectiva forte.

A desconfiança é um padrão de pensamento e sentimento aprendido com experiencias de indiferença, rejeição, abandono e troca por parte de alguém do passado da pessoa que foi ou é muito importante.

É um padrão de pensar e sentir que parece fora de controlo e que a pessoa só se apercebe que esteve nele quando já saiu e voltou ao seu padrão “normal”. O que acontece é que os efeitos devastadores, destruidores e aniquiladores do que se faz e diz quando se está no padrão da desconfiança são muito pesados, custosos e a pessoa sofre duas vezes. Durante o padrão da desconfiança e depois.

A outra pessoa, aquela que tem a “sorte” de ser amada por quem tem este padrão de desconfiança também sofre bastante. Porque até aprender a saber como lidar com a desconfiança do outro vai sentir e pensar que todas aquelas coisas são ataques pessoais.

Os padrões de pensamento e sentimento são aprendidos durante toda a nossa vida. E essa coisa de “eu sou assim” não existe. Por isso se se identificou com o que leu neste artigo, se percebeu a mensagem é porque você sabe o que é a desconfiança. Procure ajuda a quem lhe possa ensinar a pensar e a sentir diferente. Se leu este artigo e não percebeu nada, ainda bem é porque a desconfiança não é uma realidade da sua vida.

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 11:19
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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014

Desentendimentos no Casal

desentendimentos no casal

Desentendimentos no casal são algo que qualquer relação significativa passa de quando em quando.

Quando o casal tem o primado do respeito e da compreensão podem-se resolver todas as diferenças de uma forma positiva que importa aprendizagem e aprofundamento à própria relação. Quando não são lidados com eficácia os desentendimentos no casal podem desencadear rupturas emocionais sucessivas.

Perceber a forma com você e a outra pessoa respondem aos conflitos ajuda a compreender como se deve expor argumentos, ideias e razões.

Desentendimentos no casal devido a argumentos subtis de subversão.

Nesta situação tende-se a evitar a confrontação e os temas de conflito são abordados através do silencio, do acenar, e do murmúrio. O problema é a frequente construção de frustração que se desenvolve antes que o argumento seja comunicado.

 

Desentendimentos no casal devido a argumentos de elevado nível de ataque.

Nesta situação a pessoa tende a utilizar um tom de voz dominante durante a comunicação do argumento ou ideia. Acontece mais em pessoas nas quais no ambiente familiar os argumentos eram discutidos em tom alto e muito frequentemente, como se isso fosse a normal forma da pessoa comunicar.

Desentendimentos no casal devido a argumentos de ataque preventivo.desentendimentos no casal

São pessoas que não gostam nada de conflitos e evitam-nos a todo o custo atacando de uma forma repentina com argumentos as ideias da outra pessoa, para que esta fique desarmada na contenda.

Desentendimentos no casal devido a argumentos de amortecimento.

São pessoas que têm receio de argumentos. Recusam-se determinantemente no envolvimento de conflitos, sendo que por baixo dessa aparente calma e compreensão coexiste bastante ressentimento e amargura.

Desentendimentos no casal devido a argumentos de missão de paz.

São pessoas que detestam desentendimentos no casal e procuram terminar qualquer conflito assim que seja possível, o que impede muitas vezes de resolver a questão que gerou conflito.

 

Quando existem desentendimentos no casal e estes têm estilos de argumentar diferentes, é difícil manter a comunicação eficiente. Pode parecer trivial, mas a questão é muito simples… perspectiva… em vez de se verem como inimigos, terão que se ver como companheiros de luta que têm pontos de vista diferentes para a mesma coisa.

Sabe aquando é que você ou a outra pessoa começam a verem-se como inimigos?

Quando evitar olhar um para o outro, evitam contacto físico e sexo. Quando questionam tudo e mais alguma coisa que o outro faz. Quando se responde de forma curta às tentativas de comunicação do outro. Quando os pensamentos, observações e referências se focalizam nos aspectos negativos do outro.

Se der conta destas coisas deve antes de mais respirar fundo e meter a mão na boca antes que o próximo argumento seja disparatado. Reconheça o que está a sentir e descubra o que lhe deu origem. Comunique isso à outra pessoa. Lembre-se que você não está a falar da realidade do que aconteceu. Você está a falar da realidade do que sente sobre o que aconteceu.

Por isso diga “eu vi que aconteceu isto…, ouvi que disseste isto e isso fez-me sentir ou pensar assim…”

Não diga “tu fizeste isto… tu disseste isto… e eu senti isto… porque tu…”

 

 

 

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Segunda-feira, 30 de Dezembro de 2013

Crianças, Pais na Relação com os Filhos

crianças

O principal preditor de como bem a sua criança se sairá na escola e na vida é a força da relação que estabelece consigo.

Esta relação determina o futuro mental, físico, social e emocional da criança. Este tipo de relação está muito ligada à comunicação não verbal e é conhecida como vínculo.

Porque é tão importante o vínculo dos Pais como as Crianças.

O vínculo dos pais com a criança é uma forma de comunicação que promove o desenvolvimento da criança tanto a nível mental, como físico, emocional e social. Este vínculo com a criança desenvolve-se naturalmente à medida que os pais promovem a satisfação das necessidades da criança, no entanto a qualidade desse vínculo varia podendo ser um vínculo seguro ou inseguro.

Vinculo seguro entre a criança e os pais.

 Um vínculo seguro garante que a criança se sente segura, compreendida e consegue estar calma o suficiente para ter um desenvolvimento óptimo do seu sistema nervoso. Desta forma o cérebro da criança desenvolve-se de uma forma que promove as bases para no futuro ela se sentir um adulto seguro da sua capacidade de aprendizagem, da sua auto-imagem, da sua confiança e da sua capacidade para estabelecer relações com outras pessoas.

Vínculo inseguro entre a criança e os pais.

Um vínculo inseguro falha no sentido de conseguir promover as necessidades de segurança, compreensão e calma da criança, não conseguindo conduzir a um desenvolvimento cerebral organizado e inibindo o futuro adolescente e adulto das suas melhores capacidades mentais, emocionais e de aprendizagem.

Para que se estabeleça um bom vinculo com a criança não tem que se ser uma mãe ou pai perfeito. Só precisa de ter atenção à comunicação não verbal. Gestos, tom de voz, olhares, toques, carinhos, tudo o que não seja linguagem com letras.

 

 

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Quarta-feira, 18 de Dezembro de 2013

Oiça a Família

oiça a família

Sem dúvida que a sua família é uma das mais importantes relações que alguma vez terá na sua vida. Para ter uma boa relação com a sua família deve estar disponível para ouvir o que cada membro tem para dizer. Em ocasiões diferentes, em posições diferentes, consuante seja pai, mãe, filho ou filha terá sempre um papel muito importante na vida dessas pessoas.

Por isso oiça a família…

Coloque-se numa boa posição na qual seja apropriado ouvir o que se passa com cada membro. Qual a realidade que estão a viver neste momento? Quais os motivos que os motivam a agir de determinada maneira? Que expectativas têm face à vida e a si?

É igualmente importante respeitar também a relação que as pessoas têm entre si. As diferentes formas de percepcionar a mesma coisa, que gera diferentes opiniões e comportamentos. Coloque-se primeiro numa posição de observador e retire o máximo informação possível sobre o mundo interior das pessoas da sua família e depois poderá avaliar as situações e os contextos com os seus próprios valores.

Quando estiver a falar com alguém da sua família, olhe directamente para ela, sem haver intrusão, o contacto ocular e a proximidade física é o indicador que muitas pessoas têm para perceber que alguém lhes presta atenção.

Dê feedback sobre o que está a ouvir. Não precisa de expressar a sua opinião se não a tiver. Por vezes as pessoas nem precisam da opinião dos outros, até porque à coisas que estão fora de controlo e não se pode fazer nada, mas o que realmente aas pessoas precisam é de serem ouvidas.

Se a pessoa da sua família está com dificuldade em tomar decisões, diga-lhe para ela ver mais à frente as diferentes opções. Repare que você não lhe está a dizer o que fazer. Está-lhe a dizer para ela ver o que ela já tem na cabeça dela e o seu papel não é resolver o problema dela é facilitar essa resolução.

 

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Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013

Casal Feliz, Como ser?

 

Você sabe sabe tudo o que há para saber sobre como o casal feliz lida com as situações difíceis, comunicam, têm projectos em comum, alimentam o romance, etc.

Mas se tiver curiosidade em saber mais, leia a seguir e talvez descubra alguma dica

Casal Feliz – Querem saber como foi o dia do outro.

É tão fácil ficar apanhado na rotina do cansaço do dia que esquecemos como terá sido o da outra pessoa que já chamamos amor. Antes de começar o final do dia a falar de como lhe correu mal e como o seu patrão não valoriza, quando chegar a casa dê um abraço aquela pessoa e dê-lhe um beijo.

Casal Feliz – Aproximar da Confiança e Afastar do Ciúme.

Felizmente o local aonde trabalhamos e vivemos não é local de segregação de género. Por isso, não é possível não trabalhar com pessoas de sexo diferente. Para que se aproxime da confiança e afaste o ciúme deve ter em mente o corolário “Inocente até prova em contrário”. Deve também colocar-se “nos sapatos” da outra pessoa e pensar que incentivo está a dar à outra pessoa para ter fidelidade se a está a acusar sem razão. Por outro lado, deve procurar esclarecer quaisquer dúvidas, inseguranças ou incertezas que lhe possam surgir pelo caminho,

Casal Feliz – encontram caminhos comuns.

Aquela chama inicial que aproxima as pessoas, as deslumbra, as faz vibrar, as faz sentir especiais, tende a afrouxar com o tempo. Todos sabemos isso. Mas não se trata de uma inevitabilidade, de um fado, de um pesadelo no fim de uma noite de sossego. Muito pelo contrário, o desafio não é apaixonar-se, é manter-se apaixonada(o). Para manter a relação interessante encontre fazeres e interesses comuns. Se as pessoas se aproximam é porque têm algo em comum.

Casal Feliz – Compromisso é a chave.

Sabemos que não podemos ter imediatamente tudo o que queremos. Podemos tentar ter com o tempo, trabalho e investimento. O compromisso é o investimento que a relação precisa. Compromisso que o caminho é feito a dois – mais os filhos e o resto da família – norteado pelo desejo de viver bem no presente e ainda melhor no futuro.

Casal Feliz – Aqueles de se ouvem.

Precisamos de falar, de ser compreendidos, de sentirmos apoio, suporte e que alguém nos cuida. Quer saber uma coisa? O outro também precisa disso. Claro que passados um anos todos temos razões válidas e dadas pelo outro para não lhe prestarmos essa atenção. Mas como em tudo na vida as nossas escolhas são nossas não são do outro e se escolhemos trata-lo dessa forma escolhemos ser tratados de igual maneira.

Casal Feliz – Crescimento é coisa que se faz com o outro e não sozinho.

Os sonhos, espectativas e desejos de um devem ser do outro também. O empenho que uma pessoa tem em conseguir coisas, superar dificuldades e procurar uma vida melhor devem ser partilhados num casal feliz.

Casal Feliz – Não guardar ressentimentos.

Você é humano. A outra pessoa também. Todos fazem disparates, erros, falhas ou omissões graves. Por vezes quando menos se espera ou não vem nada a calhar. No entanto, sabemos que um casal feliz ultrapassa essas questões falando delas, debatendo intenções, subtraindo ao sentimento as razões que estavam na origem. Ressentimentos fazem rugas e criam cabelos brancos. Minam a disposição e toldam o discernimento. Por isso, encha o peito de ar, eleve-se aquela posição de aceitação da condição humana do outro e desculpe.

 

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Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2013

Família Unida

Família Unida

Podemos sempre escolher os amigos e por vezes até os colegas de trabalho, mas não podemos nunca escolher quem é a nossa família. Estamos ligados a eles para sempre, no melhor e no pior.

 

Enquanto indivíduos, somos todos e cada um de nós únicos e diferentes. Devido a isso os membros de uma família nem sempre se dão bem e os desacordos chegam quando menos se espera. De qualquer das formas ter alguém como familiar não precisa de ser sempre um pesadelo.

Um passo atrás, Reflectir na situação que trouxe conflito

 

Esta é uma das formas de começar a reparar na riqueza que é o facto dos outros serem diferentes de si. É com semelhantes a si que você se dá bem, mas é com diferentes que você aprende mais. Repare um pouco melhor e pode ainda ver algumas diferenças que até aprecia, ou de todo odeia e quer ser diferente. Já está a aprender. A enriquecer o seu reportório. Se não tiver cuidado ainda pode começar a gostar dessa pessoa mesmo que não a compreenda e ela a deixe em nervos.

 

Repare na dinâmica familiar. Como os elementos se atraem ou repelem, como se juntam ou se afastam, como se acalmam ou exaltam. Pode até começar a achar divertida como aquela loucura e agitação.

 

Pode até reparar que já não sente tanto desconforto como antigamente, ou que o desconforto é muito suportável. Repare um pouco melhor como se fosse observador de uma peça de teatro. Veja e ouça as personagens e o papel que elas representam. Repare que por vezes representam um papel quando outra pessoa esta presente, representando  outro quando não está. Talvez comece a notar que as pessoas não são somente aquilo que são connosco. Também são algo diferentes com os outros. Claro que existem sempre traços ou papeis mais fixos, mais rígidos e transversais a todas as pessoas com quem estão. Mas talvez, apenas talvez, possa começar a reparar na riqueza dessa massa de gente que de alguma forma está ligada a si.

 

Pense também naqueles que já não estão, mas estiveram e deixaram a sua herança. Umas vezes uma herança rechiada de tesouros, outras uma herança de dividas emocionais difíceis de pagar.

Seja como for é essa a pessoa maravilhosa que você é. Perfeita na imperfeição das relações.

 

 

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 16:08
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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

TORNE-SE FÃ DA NOSSA PÁGINA
psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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