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Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013

Problemas de relação no casal?

 

Desequilíbrios de poder é um problema que se instala entre os casais quando um dos parceiros adquire mais poder de decisão que o outro, sobre as actividades, os amigos, as questões financeiras, questões de família, de férias, e assim por diante, o relacionamento pode se tornar instável. Se um senso de igualdade não existe, uma relação não poderia ser o resultado.

Aceitação de estereótipos. mitos de gênero Mistaken inclui crenças tais como "Os homens gostam mais de sexo do que as mulheres" ou "As mulheres são passivas" ou "Os homens fazem mais dinheiro do que as mulheres." Se um dos parceiros acredita que esses estereótipos, são criadas falsas expectativas - o que resulta em maiores chances de um relacionamento fracassado. Um equilíbrio de poder pode salvar seu casamento.

Isolamento. Um problema comum os casais enfrentam quando está recém no amor é o isolamento de amigos e familiares. relações de amor baseado no medo e insegurança (é por isso que os casais se isolam) não são estáveis, e agravar outros problemas - o que pode levar ao rompimento de um relacionamento romântico.

Falta de auto-conhecimento. Se um ou ambos os parceiros não estão em sintonia com seus interesses, necessidades, desejos, planos futuros, metas, valores, atitudes sexuais e preferências -, então é difícil para eles se envolver em um relacionamento saudável. O auto-conhecimento ajuda os parceiros comunicar quem são eo que eles querem - o que pode impedir o rompimento de um relacionamento romântico. Isso pode ser um problema comum os casais enfrentam quando se reuniam quando eram jovens.

Baixa auto-estima, insegurança e falta de auto-confiança. Uma razão comum terminar relacionamentos é porque um dos parceiros se sente indigno de ser amado. Esta insegurança pode levar à possessividade e dependência excessiva, que não é saudável para um relacionamento amoroso. Construindo a auto-estima e auto-confiança é uma forma de construir um relacionamento saudável (mas cada parceiro deve fazer isso para ele ou ela própria).

Ciúme excessivo. "Ciúme é apontado como uma das causas mais freqüentes do rompimento de relações amorosas", diz Roger Hock em Sexualidade Humana. o ciúme delirante pode desencadear o abuso ea violência, que pode (e deve) ser por isso que relacionamentos acabam. o ciúme delirante não é um problema comum face casal - mas o ciúme normal pode ser.

A comunicação ineficaz. Se ambos os parceiros não podem compartilhar seus pensamentos, sentimentos, opiniões, valores, necessidades, frustrações, ou mesmo as suas alegrias, de um relacionamento fracassado poderia resultar. Se esta foi a causa de uma separação, então aprender a amar de novo poderia envolver aprender a se comunicar de forma eficaz. Este é um problema comum face casais, por vários motivos.

Controle. Se um dos parceiros está a tentar controlar ou manipular o outro, o relacionamento amoroso pode tornar-se fraco - ou mesmo perigoso. Esta razão final relacionamentos podem ser vistos de formas diferentes, como verificar-se sobre o parceiro, chamar nomes, ameaçar o companheiro, requerendo a seleção de parceiros em todo o tempo, ou não permitir que eventuais desvios da programação do parceiro. Isso não é comportamento amoroso, e isso resulta em relacionamentos fracassados.

Violência. Esta é a maneira mais óbvia, infalível para destruir um relacionamento romântico. O abuso físico, abuso sexual e abuso emocional são tentativas de obter o controle total sobre o parceiro. Embora as relações como este deve terminar imediatamente, muitos parceiros permanecer por várias razões complicadas. Aprender a amar de novo pode ser difícil se a violência é a razão para o rompimento do relacionamento romântico.

Conflito e estresse fazem parte da maioria dos casamentos e relacionamentos amorosos - mas aprendendo sobre as razões comuns para relações não podem ajudar os casais a trabalhar no sentido de um relacionamento saudável.

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 12:00
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Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

Comunicar e Sexualidade

saber falar de sexo

Pense antes de falar

Antes de falar de sexualidade com a outra pessoa, esteja certo(a) das suas intenções. A sua motivação deverá ser a de melhorar a sua vida sexual e desfrutar a sexualidade e não punir a outra pessoa por qualquer coisa que ela fez ou não fez. Uma vez certo(a) que as suas intenções são boas e genuínas, faça um plano mental acerca do que quer dizer à outra pessoa. Tenha em consideração os sentimentos da outra pessoa e pense especificamente "Como quer que a sua vida sexual seja?"

Reforce positivamente o outro

Quando durante o sexo a outra pessoa fizer algo que você gosta, diga-lhe. Toda a comunicação não verbal (os gestos, os gemidos, os movimentos) como a verbal ("Foi fantástico...", "Adoro quando fazes isso...") incentiva a outra pessoa a continuar. Desta forma está a promover um aumento da auto-estima da outra pessoa ao mesmo tempo que obtem a satisfação de desejos e necessidades.

Mantenha uma comunicação positiva

Transmita à outra pessoa as coisas que você gosta que ele/ela faça durante o sexo. Diga-lhe o que lhe dá prazer. Se continuar a transmitir o que gosta, a outra pessoa passará a adquirir esse comportamento.

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publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 10:15
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Sexta-feira, 27 de Abril de 2012

Os Homens e os Seus Erros na Sexualidade com Mulheres (Parte I)

Clínica Psicologia Lisboa Sexualidade

 

Imagine que está a aprender a conduzir pela primeira vez. Alguém lhe dá livro de instruções do carro para ler, e entrega-lhe as chaves. Acha que se os condutores aprendessem dessa maneira, alguém andaria seguro na estrada? Todos sabemos que não é assim.

 

Nas questões da sexualidade também não é diferente.

 

Durante uma fase da vida os homens veem alguns factos básicos da sexualidade, e depois procuram decifrar as peças da sua sexualidade e da companheira, de forma a conseguir montar o grande puzzle do prazer. E acredite-se ou não, tudo isto é feito por tentativa e erro. Tal como aprender a
conduzir. Tentativa…Erro…Tentativa…Acerto.

Claro que a experiencia é muito importante, mas não é tudo. Existem alguns erros que os homens cometem apesar de terem experiencia. Porquê?

 

Nas próximas linhas tentaremos desvendar alguns desses mistérios.

 

Creio que na base se deve a ideias pré-concebidas que os homens têm acerca da sexualidade e que tentarei expô-las.

 

1ª Ideia pré-concebida “Eu sei como satisfazer uma mulher”

Os homens assumem que a maneira como eles aprenderam para agradar uma mulher funciona com todas as mulheres. Não é assim.

Cada vez que existe relação sexual, o conhecimento do homem acerca do corpo e do prazer feminino cresce. No entanto a sexualidade feminina é altamente individualizada e nesse sentido é complicado fazer generalizações.

O corpo feminino responde de maneiras diferentes a estimulações diferentes porque as sensações são sentidas de forma diferente. As anatomias são
diferentes. O que pode ser fantástico para uma mulher, pode noutras situações não dizer nada ou ser mesmo desconfortável.

Há quem diga que descobrir a sexualidade feminina é um trabalho de detetive à procura da impressão digital sexual da mulher. Nesse
sentido partir da ideia pré-concebida “Eu sei como satisfazer uma mulher” é como um detetive saber quem é o culposo sem ainda ter visto o caso.

 

2ª Ideia pré-concebida “Há sexo se houver vontade sexual”

Muitas vezes os homens esquecem-se que para as mulheres o sexo é uma extensão da sua vida emocional e relacional. Este esquecimento claramente que não se deve a qualquer deformação de caracter ou maldade masculina. Simplesmente aqui parece imperar muito a diferença de géneros.

A relação sexual é um culminar de sentimentos, emoções, expectativas, desejos e fantasias que se vão vivendo muito antes da intimidade corporal propriamente dita. E nesse sentido é necessário que o homem se lembre sempre que a sexualidade feminina é uma extensão do que a mulher pensa, sente, vê e ouve fora da cama. No fundo, o homem pode considerar que se quiser realmente dar prazer à mulher deve ter em atenção o antes, o durante e o depois.

 

Todo o comportamento do homem, antes, vai estar ele na cama, durante.

 

Clínica Psicologia Lisboa

 

publicado por Clínica Psicologia Lisboa às 11:42
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TORNE-SE FÃ DA NOSSA PÁGINA
psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


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