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Terça-feira, 29 de Setembro de 2015

Auto-Estima

Porque é a Auto-Estima tão importante?

Auto-Estima é a maneira ou forma como as pessoas vêem o seu valor e importância.

A auto-estima tem muito a ver com os sentimentos que as pessoas vão tendo quanto ao seu sentido de valerem ou de não valerem a pena. A auto-estima é importante porque influencia grandemente a forma como as pessoas fazem as decisões e as escolhas nas suas vidas. Aquilo que acreditam, o que sentem em relação às pessoas e como reagem aos acontecimentos e relações. Por outras palavras, a auto-estima é um factor de motivação para as pessoas desenvolverem o seu potencial ou reprimir em agonia emocional.

As pessoas com elevada auto-estima também são pessoas motivadas para cuidarem de si mesmas e para persistentemente avançarem na concretização dos seus objectivos e aspirações.

As pessoas com baixa auto-estima tendem a não considerar o seu valor pessoal como capaz de atingir resultados positivos e por isso tendem a deixar passar coisas importantes e a serem menos persistentes e resilientes para ultrapassar as adversidades. As pessoas com baixa auto-estima até poderão ter os mesmos objectivos que as pessoas de elevada auto-estima, mas geralmente são menos motivadas para os perseguir até à conclusão.

De alguma forma o conceito de auto-estima é um tanto ou quanto abstracto, no sentido que é difícil explicar a alguém que tem baixa auto-estima as implicações de não a ter elevada. Uma das maneiras de explicar a importância de uma elevada auto-estima é a pessoa começar a considerar como se sentiria se conseguisse obter aquilo que valoriza na vida.

Por exemplo, algumas pessoas valorizam a sua casa. E porque a sua casa é importante, elas cuidam muito bem desse bem. Tomam boas decisões quanto à forma como cuidam e preservam a casa, ao modo como a decoram e a protegem, à maneira como ela está apresentada para receber pessoas ou para permitir acolhimento.

A auto-estima funciona da mesma maneira, mas no que diz respeito à própria pessoa. Auto-estima é o cuidado, a atenção, o amor, a protecção e o desenvolvimento desse bem precioso que é a própria pessoa.

Auto-Estima.jpg

 

Dimensões da Auto-Estima

Elevada Auto-Estima e Baixa Auto-Estima

A auto-estima decorre num continuo que vai de baixa auto-estima a elevada auto-estima. É como a temperatura. Existe sempre. Mas existe em quantidade adequada ou insuficiente. Nesse continuo, a auto-estima varia de pessoa para pessoa e na mesma pessoa tende a variar consoante os acontecimentos da vida se aproximam ou afastam daquilo que a pessoa valoriza. Por isso não se pode concluir se uma pessoa tem elevada auto-estima ou baixa auto-estima através do que ela faz ou consegue da vida, mas antes do que ela sente e pensa acerca de si propria com essa conquistas ou não conquistas.

Auto-Estima e Personalidade.

A Auto-Estima também é um forte pilar da construção da personalidade. Crê-se que a Auto-Estima varia em proporcionalidade e razoabilidade. Algumas pessoas que sentem ter uma elevada auto-estima não a obtêm através dos seus feitos e desenvolvimentos. Antes dão credito a si mesmas independentemente de conseguirem atingir objectivos e ultrapassar desafios, até porque não os colocam. O seu sentido de elevada auto-estima deriva mais de um auto-reconhecimento do que a conquistas realizadas. Não é negativo, mas frequentemente são rejeitadas pelos outros porque não existe a correspondência entre o que a pessoa faz e a aquilo que se pensa dela.

O contrário também se verifica e até é mais frequente. Ou seja, pessoas que realizam objectivos, conseguem ultrapassar dificuldades e apesar de terem o reconhecimento de outras pessoas, não fazem elas próprias esse auto-reconhecimento, não se dando o crédito dos feitos.

Uma elevada Auto-Estima é fundamental para uma boa saúde mental e qualidade de vida, felicidade, optimismo e segurança em si mesmo, mas precisa de ser proporcional às realizações da pessoa.

 

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Terça-feira, 25 de Agosto de 2015

Casal Feliz, Como ser?

casal feliz

Você sabe tudo o que há para saber sobre como o casal feliz lida com as situações difíceis, comunicam, têm projectos em comum, alimentam o romance, etc.

Mas se tiver curiosidade em saber mais, leia a seguir e talvez descubra alguma dica.

Casal Feliz – Querem saber como foi o dia do outro.

É tão fácil ficar apanhado na rotina do cansaço do dia que esquecemos como terá sido o da outra pessoa que já chamamos amor. Antes de começar o final do dia a falar de como lhe correu mal e como o seu patrão não valoriza, quando chegar a casa dê um abraço aquela pessoa e dê-lhe um beijo.

Casal Feliz – Aproximar da Confiança e Afastar do Ciúme.

Felizmente o local aonde trabalhamos e vivemos não é local de segregação de género. Por isso, não é possível não trabalhar com pessoas de sexo diferente. Para que se aproxime da confiança e afaste o ciúme deve ter em mente o corolário “Inocente até prova em contrário”. Deve também colocar-se “nos sapatos” da outra pessoa e pensar que incentivo está a dar à outra pessoa para ter fidelidade se a está a acusar sem razão. Por outro lado, deve procurar esclarecer quaisquer dúvidas, inseguranças ou incertezas que lhe possam surgir pelo caminho,

Casal Feliz – encontram caminhos comuns.

Aquela chama inicial que aproxima as pessoas, as deslumbra, as faz vibrar, as faz sentir especiais, tende a afrouxar com o tempo. Todos sabemos isso. Mas não se trata de uma inevitabilidade, de um fado, de um pesadelo no fim de uma noite de sossego. Muito pelo contrário, o desafio não é apaixonar-se, é manter-se apaixonada(o). Para manter a relação interessante encontre fazeres e interesses comuns. Se as pessoas se aproximam é porque têm algo em comum.

Casal Feliz – Compromisso é a chave.

Sabemos que não podemos ter imediatamente tudo o que queremos. Podemos tentar ter com o tempo, trabalho e investimento. O compromisso é o investimento que a relação precisa. Compromisso que o caminho é feito a dois – mais os filhos e o resto da família – norteado pelo desejo de viver bem no presente e ainda melhor no futuro.

Casal Feliz – Aqueles de se ouvem.

Precisamos de falar, de ser compreendidos, de sentirmos apoio, suporte e que alguém nos cuida. Quer saber uma coisa? O outro também precisa disso. Claro que passados um anos todos temos razões válidas e dadas pelo outro para não lhe prestarmos essa atenção. Mas como em tudo na vida as nossas escolhas são nossas não são do outro e se escolhemos trata-lo dessa forma escolhemos ser tratados de igual maneira.

Casal Feliz – Crescimento é coisa que se faz com o outro e não sozinho.

Os sonhos, espectativas e desejos de um devem ser do outro também. O empenho que uma pessoa tem em conseguir coisas, superar dificuldades e procurar uma vida melhor devem ser partilhados num casal feliz.

Casal Feliz – Não guardar ressentimentos.

Você é humano. A outra pessoa também. Todos fazem disparates, erros, falhas ou omissões graves. Por vezes quando menos se espera ou não vem nada a calhar. No entanto, sabemos que um casal feliz ultrapassa essas questões falando delas, debatendo intenções, subtraindo ao sentimento as razões que estavam na origem. Ressentimentos fazem rugas e criam cabelos brancos. Minam a disposição e toldam o discernimento. Por isso, encha o peito de ar, eleve-se aquela posição de aceitação da condição humana do outro e desculpe.

 

 

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2015

Casal e os Filhos de outra Relação

 

Casal e os Filhos de outra Relação

O casal que se junta e tem filhos de outra relação enfrenta desafios por vezes difíceis de resolver.

Quando o Amor acontece, um casal apaixonado enfrenta tudo e todos para puder ficar junto. De início tudo são rosas, mas quando se trata de um casal onde já existem filhos de outras relações, se não tivermos muita sensatez e paciência, as pétalas da rosa podem cair e ficamos apenas com os espinhos.

É o caso do João e da Rita, casal apaixonado que se juntou há 4 alguns anos. A Rita foi viver com o João e com uma bebé de 2 anos, a Matilde, o João já vivia com os seus dois filhos, o Manuel e a Paula.

A Matilde a bebé de 2 anos, por enquanto está bem adaptada à família recomposta, já que ganhou mimos de mais 3 pessoas, do João e dos seus filhos.

A Rita está com imensa dificuldade em lidar com os filhos do João, que têm 18 e 14 anos, pois acha que estes não a amam como amam a mãe deles, não a respeitam e não a ajudam nas tarefas domésticas.

O Manuel e a Paula, os filhos do João, são jovens equilibrados e bons estudantes, mas têm o comportamento típico dos adolescentes, isto é, fecham-se no quarto, jogam consola e computador, falam muito ao telemóvel e querem sair com os amigos.

O João, esse, está ensanduichado entre gerir a relação com os seus filhos, com a namorada Rita e entre estes.

O resultado divido às dificuldades em gerir tudo: o João e a Rita estão neste momento separados enquanto casal.

O que pode esta casal fazer?

Será importante que as regras da família sejam ditadas pelo casal, sendo que as mesmas não devem diferir muito das regras impostas pelo João antes de a Rita surgir na sua vida, caso contrário os adolescentes tenderão a recusá-las.

O João tem de criar um espaço para o casal, já que os filhos de ambos estavam habituados a terem o pai só para eles e agora a atenção dos pais não incide apenas nos próprios filhos.

É bom que a Rita entenda que não tem o papel de mãe e que surgiu na vida destes jovens quando o seu crescimento já ia a meio caminho, mas pode começar por ser uma boa amiga e uma pessoa de confiança, e até mesmo mediadora entre pai e filhos, quando se justificar.

Paciência e calma estão na ordem do dia, pois se o João e a Rita se apaixonaram, têm de compreender que os filhos de um e de outro não se apaixonaram por ninguém, mas as suas vidas alteraram-se drasticamente com a introdução de membros desconhecidos na família.

É preciso dar tempo ao tempo, permitir uma adaptação equilibrada de cada um dos 5 membros da família aos outros 4, e perceber ao mesmo tempo quais as necessidades de cada jovem para que esta adaptação seja saudável e enriquecedora para o seu crescimento individual, para o crescimento da relação do casal e para o florescer desta família recomposta, onde todos importam individualmente e onde queremos que todos se entrelacem familiarmente.

 

 

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Terça-feira, 11 de Agosto de 2015

Bom relacionamento

bom relacionamento

Um bom relacionamento não sobrevive se for deixado ao sabor do vento.

Um bom relacionamento precisa de cuidados e carinho que as duas pessoas vão dando um ao outro de forma a criar uma ligação reciprocamente benéfica.

Para promover um bom relacionamento, profundo e intimo, é preciso que a relação tenha determinadas que as pessoas não se podem esquecer.

Um bom relacionamento implica que haja uma comunicação carinhosa, constante e honesta.

Se não houver conversa, comunicação e diálogo é difícil haver um bom relacionamento. Quanto mais se comunicar, o mais ligação se vai sentir, mesmo que alguns temas possam ser desagradáveis. Não pare de comunicar.

Um bom relacionamento implica que haja uma verdadeira e sincera vontade de trabalhar os desentendimentos e as diferenças.

Tenha consciência que se desistir de resolver as diferenças e de encontrar as semelhanças você estará a desistir de ter um bom relacionamento. As situações até podem ser tensas, desconfortáveis e frustrantes, mas tem que acreditar que o afecto positivo – o amor – está do outro lado da moeda. A dificuldade nestas alturas é virar a moeda

Um bom relacionamento implica que haja sentido de humor, diversão e distração das obrigações da vida.

Um bom relacionamento precisa de ar fresco para respirar. Esse ar fresco é a capacidade que as pessoas têm de implicar bom humor, diversão, novidade e distração, nas rotinas do dia-a-dia. Traga a outra pessoa para as coisas que você gosta de fazer, não faça sozinho, mesmo que precise daquele tempo só para si. Inclua a outra pessoa. Faça-a tornar-se parte dessa parte da sua vida.

Um bom relacionamento implica que você partilhe as lições que a vida vai ensinando.

Quem está na vida para viver percebe rapidamente que existem muitas lições a aprender. Porque existem muitos erros que se fazem e muitas falhas que se cometem, também existe muita oportunidade para aprender. Para um bom relacionamento, partilhe com a outra pessoa essas aprendizagens e perceberá o quanto a outra pessoa fica gratificada por lhe estar a proporcionar esse enriquecimento.

Um bom relacionamento implica que você dê e receba apoio emocional, validação e valorização incondicional e exclusiva.

Um bom relacionamento tem por base a troca reciproca de necessidades. Algo que um precisa é provido pelo outro. Todas as pessoas têm as suas necessidade pessoais, no entanto é unanime considerar que todas as pessoas precisam de valorização, apoio emocional e validação como sinal de unicidade e consistência da relação.

 

 

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Terça-feira, 4 de Agosto de 2015

Boa Relação Intima

boa relação intima

Provavelmente uma das necessidades que tem é desenvolver e manter uma boa relação intima. Infelizmente todas as relações passam por altos e baixos, e por vezes os baixos parecem não dar lugar a tempos para uma boa relação intima. É a altura em que se questionam as coisas, em que se pondera o futuro, em que se faz um balanço do passado.

Acompanhe alguns tópicos que fazem e mantém uma boa relação intima.

Boa Relação Intima - Compreensão e Sensibilidade pelas Necessidades do Outro e Suas

Necessidades é algo que existe em todas as pessoas. Elas expressam-se sobre a forma de expectativas, desejos, fantasias, reacções e comportamentos. Algumas dessas formas não são totalmente conscientes, ou são mesmo totalmente inconscientes. Por exemplo, existem reacções de desconfiança, ciúme e controlo que são movidas pela necessidade de exclusividade e de se sentir único e especial. Existem reacções de submissão à vontade do outro, ou dificuldade em estabelecer limites e dizer não que são movidas pela necessidade de receber amor. Existem reacções de afastamento da intimidade e do fortalecimento da relação pela necessidade de independência. São apenas alguns exemplos de necessidades inconscientes que são expressas com o outro e que colocam em causa uma boa relação intima. Compreender conscientemente necessidades inconscientes é um trabalho que não é acessível através da racionalidade. Tem que se fazer de outra maneira. E essa maneira é a psicoterapia.

Boa Relação Intima - Tome consciência dos receios e medos que motivam as suas reacções

Todas as pessoas receiam alguma coisa. Faz parte da natureza humana. E é quase certo que a maioria das pessoas desconhece os verdadeiros receios que prejudicam uma boa relação intima. Por exemplo, o receio de falhar que é expresso em quase todas as situações que envolvem dificuldades na relação sexual. O receio do compromisso que se revela cada vez que a relação entra num nível de maior profundidade emocional. O receio de estar só, que pode levar a ter relação que estão longe de uma boa relação intima. O receio de perder a independência que pode levar a reacções de ser controlado pelas outras pessoas. O receio de sofrer, que geralmente ocorre depois de experiencias anteriores mal sucedidas e que leva a precauções nomeadamente a uma dificuldade na entrega emocional e na abertura a uma boa relação intima. Ter consciência desses receios inconscientes é a forma mais eficaz de saber mudar as reacções e os comportamentos. Para isso serve a psicoterapia.

Boa Relação Intima - Verifique se as suas expectativas são realistas

É fundamental ter expectativas. É natural e desejável ter expectativas face à outra pessoa, pois esse é o ingrediente que tempera uma boa relação intima. A expectativa de amor incondicional. A expectativa de compreensão. A expectativa de atenção. A expectativa de suscitar desejo na outra pessoa.

Se perceber ou sentir que as suas expectativas não estão a ser correspondidas, isso pode geral sentimentos de desilusão, desapontamento, reacções de frustração e comportamentos de zanga que contaminam uma boa relação intima. Procure saber se as expectativas são realistas e atingíveis naquela altura. Essa tomada de consciência é difícil de fazer porque você está a "ver o problema por dentro". A psicoterapia tem métodos para que você perceba as expectativas de outro ponto de vista, adaptando-as à realidade. O resultado deverá ser a possibilidade de ser feliz, passo a passo.

 

 

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Sexta-feira, 29 de Maio de 2015

Baixar Stress, Equilíbrio Físico Psíquico

baixar stress

 

Baixar Stress é muito importante para um regular e bom funcionamento físico e psíquico.

Quando pratica determinados exercícios para baixar stress o seu organismo vai ter menos cortisol, vai baixar o ritmo cardíaco e vai regular a pressão arterial.

Baixar Stress – Respire profundamente

  1. Sente-se calmamente com uma mão em seu estômago, o outro em seu peito.
  2. Respire lenta e profundamente pelo nariz, enchendo seus pulmões.
  3. Prenda a respiração por alguns segundos.
  4. Expire lentamente pela boca até que todo o ar está fora de seus pulmões.
  5. Repita mais quatro vezes.

Baixar Stress – Meditar

É uma prática muito antiga e por alguma razão ainda é utilizada hoje para baixar stress.

Durante alguns minutos por dia, sente-se calma e confortavelmente. Enquanto você faz isso, preste atenção a uma das seguintes coisas: à sua respiração, a um objeto, ao som de uma palavra ou frase (mantra). Quando surgirem pensamento, sensações ou outras distracções, não há qualquer problema, o objectivo não é não pensar ou não sentir, o objectivo é prestar atenção, por isso volte com a atenção para aquela coisa inicial.

Baixar Stress – Exercício

Apenas a 30 minutos de caminhada, natação ou ginástica em casa, por dia vai acalmar sua mente, diminuir a hormona do stress, gastar a adrenalina e libertar endorfinas as substancias químicas que melhoram o humor. No final do dia você sentirá o cansaço, mas dormirá melhor.

Baixar Stress – Imaginação Guiada

Esta técnica tem as mesmas vantagens de relaxamento que a respiração profunda. Funciona assim:

  1. Sente-se num lugar tranquilo e imagine-se num lugar calmo e tranquilo, como uma praia. Imagine-se andar por esse lugar, imaginando todas as cores, cheiros, sensações e sons.
  2. Enquanto esta a imaginar esse lugar calmo faça uma respiração profunda e lenta.
  3. Continue até que se sinta completamente relaxado.
  4. A sensação será tão boa que não lhe irá apetecer voltar lentamente para o mundo real.

 

 

 

 

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Segunda-feira, 25 de Maio de 2015

Auto-motivação

perfeccionismo

 

Auto-motivação é o caminho pelo qual enfrentamos as dificuldades, agarramos a vida e prosseguimos os nossos objectivos.

 Auto-motivação – Divirta-se

Decida que o que quer que esteja a fazer é para se divertir. É um jogo que precisa de empenho, dedicação mas também de distanciamento. Só o facto de tomar esta decisão estará já a fazer auto-motivação.

Auto-motivação – Desempenhe um papel

O papel que desempenhar é aquilo que se tornará. Não tente ser o que se quer tornar. Simplesmente seja. Em breve e sem dar conta você tornou-se a pessoa que queria ser.

Auto-motivação – Esteja consigo

Por breves momentos, não faça nada. Respire e esteja somente consigo, enquanto observa os seus pensamentos e sentimentos. Observe-os como fenómenos que acontecem dentro da sua mente. Que não existem fora. Que não são matéria palpável. Que não são física. Apesar de poderosos, eles só existem na realidade da sua mente. Faça isto especialmente quando estiver a passar por situações difíceis, por sentimentos negativos e pensamentos de desistência. Desta forma estará a distanciar-se desses fenómenos e em breve sentirá algo mais positivo.

Auto-motivação – Mantenha-se aprumado

Limpe e arrume o seu ecossistema. O seu meio envolvente tem uma influência enorme na auto-motivação. Quando menos poluído estiver visualmente e auditivamente melhor se sentirá.

Auto-motivação – Use a Imaginação

Utilize ao máximo a imaginação para se ver, ouvir e sentir como se estivesse motivado. É um exercício poderoso que todas as pessoas que procuram auto-motivação fazem. Você imagina o que faz, o que diz e o que sente como se sentisse elevada auto-motivação.

Auto-motivação – Seja você mesmo

Se quer manter e aumentar a auto-motivação, então têm que existir momentos em que você se permite a não querer saber sobre o que os outros pensam de si naquele momento em que está a fazer o que é mais importante para si.

Vire a sua atenção para fazer com que os outros se sintam bem com eles próprios e não se preocupe com o que pensam de si.

A sua vida muda radicalmente quando você tiver este ideal como um dos prioritários.

 Auto-motivação – Pense diferente

Habitualmente você pensa “Todo o problema tem que ter uma solução”, pense antes “Cada solução tem um problema”.

Cada problema tem uma serie de soluções e oportunidades de aprendizagem e escolha. Na realidade você só é verdadeiramente livre e goza do direito de escolha quando tem problemas.

Auto-motivação – Passos pequenos é o segredo

Partir o seu grande objectivo em pequenos passos. Passos tão pequenos que é impossível não conseguir atingir.

Os passos são tão pequenos que será mais fácil começar a andar na direcção desse objectivo.

Qualquer grande objectivo requer que sejam feitos muitos pequenos passos. Por um lado, parece que não estará a fazer nada para conseguir o objectivo, porque os passos são muito pequenos, por outro não lhe custará absolutamente nada começar e continuar. Passado algum tempo você notará a diferença e irá reparar o quando se afastou do inicio e está mais perto do que quer.

Auto-motivação – Faça alguma coisa mal

Não espere até ser perfeito para começar a dar o passo seguinte, para assumir um grande ou pequeno desafio.

Ache graça de haver coisas na vida em que você realmente é um zero. Quando você fizer isso estará a desistir de trabalhar a sua perfeição e começará a trabalhar o seu objectivo.

 

 

 

 

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Sexta-feira, 22 de Maio de 2015

Auto-Estima, Porque é tão importante?

Auto Estima

 

Nada é tão importante como a forma ou o modo como sente e pensa acerca de si mesma – Auto-Estima.

Uma opinião favorável acerca de si, acerca do que faz e do amor que tem por si própria, ou seja uma elevada auto-estima, é algo que a maioria das pessoas sente que precisava.

Todas as pessoas sabem que ter uma auto-estima mais elevada melhora a forma como se vive. Mas porquê? Que efeito espetacular é esse que torna a auto-estima tão importante na vida de todas as pessoas?

Com uma auto-estima elevada a vida torna-se mais simples e leve.

Quando gosta de si as coisas tornam-se mais fáceis. Você não faz tempestades em copos de água, pelo menos não tão frequente. Você não se deita abaixo e não se chicoteia simplesmente porque errou, falhou ou não atingiu aquele patamar sobre-humano da perfeição.

Com uma auto-estima elevada você tem mais estabilidade emocional.

Quando a auto-estima é mais elevada, quando a opinião que tem de si é mais favorável, não tem tanta necessidade de tentar a aprovação e a valorização das outras pessoas. Claro que todos precisamos de alguma aprovação e valorização dos outros, essa necessidade é saudável, mas em excesso é difícil de conseguir seguir o seu caminho e o da aprovação ao mesmo tempo. Se a auto-estima for mais elevada, você sente menos necessidade de validação positiva e aprovação e a sua vida emocional deixa de ser uma montanha russa e passa a ser um campo verdejante num dia de primavera.

Com uma auto-estima elevada você tem mais foco para o que lhe é importante e desvia-se menos do acessório.

Se reparar bem, para a maioria das pessoas o pior inimigo são elas próprias, ou seja a forma e o modo como sentem e pensam acerca de si mesmas – baixa auto-estima. Quando se eleva a auto-estima começa-se a sentir que se merece mais da vida e dessa forma irá atrás dessas coisas. Irá empenhar-se e motivar-se em consegui-las, porque sente e pensa que as merece ter. Dessa forma é muito provável que tenha mais êxito em conseguir o que pretende o que faz aumentar a auto-estima. É um ciclo que se auto-alimenta.

Com uma auto-estima elevada você sente que tem mais poder atractivo nas relações.

Quando a auto-estima é mais elevada você tem todos os benefícios descritos o que faz com que seja apetecível estar consigo, conviver consigo. Todas as pessoas gostam de alguém que lhes pareça genuinamente seguro, confiante e com elevada auto-estima. As pessoas que você quer ter na sua vida também querem isso. Estar consigo passa a ser mais fácil. Menos ciúmes, menos desconfiança. Mais motivação, objectivos e dedicação.

 

 

 

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Quarta-feira, 29 de Abril de 2015

Aumentar Motivação pelo Trabalho

Aumentar motivação pelo trabalho é um dos maiores desafios que frequentemente enfrenta na sua carreira profissional.

Aumentar Motivação.jpg

 

 

Seja pelo tipo de trabalho que faz, seja pelo tipo de pessoas que lida, seja pelo tipo de recompensas que recebe pelo que faz. Aumentar a motivação é uma tarefa exigente, árdua e constante.

Será que existe alguma coisa que possa fazer para aumentar motivação pelo seu trabalho? Considere o seguinte:

Aumentar Motivação desenvolvendo convicção.

Convicção é acreditar fortemente no que quer fazer. Acreditar fortemente dá a coragem, a vontade e a energia para dirigir-se para os objectivos. Pergunte-se quais são os seus objectivos de carreira? Como é que esses objectivos de carreira se cruzam com os objectivos da sua empresa? Se quer aumentar motivação pelo seu trabalho tem que acreditar nos objectivos da empresa e para ter um maior sentido e propósito de vida tem que alinhar os seus objectivos de carreira com os objectivos da empresa.

Aumentar Motivação desenvolvendo uma atitude positiva.

Aitude quer dizer a maneira como pensa e a forma como faz as coisas na sua vida. Qualquer que seja a tarefa que tem que fazer encare-a com uma atitude positiva. Uma atitude positiva quer dizer que você tem orgulho e paixão no que faz. Dar o seu melhor para superar a tarefa é uma atitude positiva. E se a tarefa for negativa para si, porque é entediante, stressante, aborrecida, rotineira ou outra coisa qualquer, então a sua atitude de orgulho e paixão é ainda mais positiva. Por que é que isto faz aumentar motivação? Porque isso vai fazer com que você se aproxime dos seus objectivos e dos objectivos da sua empresa. Por incrível que pareça aumentar motivação não tem a ver com a natureza agradável da tarefa mas antes com a sua atitude perante ela.

Aumentar Motivação desenvolvendo admiração.

Admire as qualidades e conquistas das pessoas. Principalmente se forem difíceis de conseguir. Para aumentar motivação comece por mostrar admiração pelas suas qualidades e conquistas. Se pretende que as outras pessoas vejam as suas qualidades e reconheçam as suas conquistas tem que começar você por vê-las e reconhecê-las. Tente perceber a importância do seu trabalho na empresa. Admire as qualidades e as conquistas das outras pessoas e mostre reconhecimento quando apropriado. Todos gostamos de reconhecimento e as pessoas estão mais dispostas retribuir reconhecimento quando o recebem.

Aumentar Motivação desenvolvendo empatia.

Empatia é a capacidade para imaginar e partilhar dos sentimentos e da experiencia de outra pessoa. No trabalho e ao longo da carreira irá conhecer pessoas que não cooperam, que são irrazoáveis, que têm sentimentos negativos perante si, como a inveja, o receio, o excesso de ego, a desconfiança, etc. Essas pessoas são aquelas que mais facilmente a irão desmotivar. Para ultrapassar isso, procure empatizar com as dificuldades dessa pessoa. As dificuldades que a fazem ser negativa perante si. A sua maior capacidade é a compreensão com a incapacidade dos outros. Senão porque estariam a reagir assim? Não será?

Aumentar Motivação mostrando sinceridade.

Sinceridade é dizer e fazer apenas as coisas que realmente acredita. Quando faz o que lhe compete, faça-o com sinceridade. Agradeça quando recebe ajuda. Conteste quando algo lhe desagrada. Diga sinceramente o que pensa. E não diga nada se achar que sinceramente não vai adiantar coisa nenhuma. Seja como for, agir com sinceridade aumenta motivação porque aumenta a coerência da si enquanto pessoa.

 

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Quinta-feira, 15 de Maio de 2014

Boa Relação, Como ter uma?

Boa relação

O que é preciso para ter uma boa relação?

As pessoas que têm uma boa relação fazem isto:

Boa relação – Dar e Receber

As pessoas que têm uma boa relação valorizam mais o que a outra pessoa faz bem do que falha. Todas as pessoas falham, ninguém é perfeito e ajustar as expectativas pessoais à capacidade da outra pessoa fazer e dar de si à relação é uma das mais fortes características de uma boa relação.

Boa relação – Cuidado e Carinho

Numa boa relação as pessoas têm um cuidado permanente com o outro. Uma atenção especial. Tratam o outro com carinho e dedicação. Claro que se pode ser exigente quando a outra pessoa não está a corresponder às necessidades do próprio, mas esta exigência tem que ser equilibrada através de uma comunicação assertiva e suportada pelo dar ao outro, cuidado, protecção, segurança e carinho. Se não, como ter legitimidade para reclamar o que quer que seja?

Boa relação – Abraçar e Beijar

Todos temos memória. Memória visual, auditiva e do que sentimos. As pessoas que têm uma boa relação abraçam-se e beijam-se frequentemente e isso cria-lhes memórias afectivas positivas em todos sentidos. Funciona muito melhor do que aquele “amo-te muito” escrito num cartão de aniversário e oferecido uma vez por ano.

Boa relação – “Tem um bom dia” pela manhã e “Dorme bem” pela noite

As pessoas que estão numa boa relação têm por hábito tomar o pequeno almoço juntas e desejar um bom dia quando cada uma vai para o seu trabalho. Quando isto acontece com frequência as pessoas levam uma memória positiva do outro durante pelo menos grande parte da manha. Ao fim da tarde cumprimentam-se sempre com um beijo, deitam-se juntas e desejam uma boa noite à outra pessoa. Desta forma, a ligação afectiva está sempre mantida e é garantido que apesar dos altos e baixos existe sempre uma boa relação.

Boa relação – Mantenha contacto durante o dia

Numa boa relação as pessoas mantêm algum tipo de contacto durante o dia. Por SMS, mail ou facebook as pessoas vão trocando palavras que expressam como está a decorrer o seu dia-a-dia. Claro que quando estes contactos são intrusivos e sufocantes são mal recebidos e rejeitados. Mantenha a proporção e o equilíbrio.

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Boa relação

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Terça-feira, 1 de Abril de 2014

Psicologia da Família, O que é?

psicologia da família

 

Psicologia da Família é uma especialidade da psicologia que está focalizada nas emoções, pensamentos e comportamentos das pessoas em contexto familiar.

 

A Psicologia da Família é uma especialidade fundada nos princípios da teoria sistémica, encarando a família como um sistema dinâmico, vivo e em constante desenvolvimento.

 

Já são muitos os contributos científicos para o entendimento da psicologia da família. Assim como são bastante alargadas as formas de intervenção neste grupo especial de pessoas. A psicologia da família é um mundo emocionante e complexo que muitas vezes escapa à racionalidade directa do comum mortal. É de facto necessário ter um entendimento intelectual e uma experiencia pessoal com a psicologia da família e para isso muito enriquece a vida e o conhecimento do terapeuta. Não existe uma forma correcta ou errada de entender a psicologia da família, existe sim a facilidade ou dificuldade em desbloquear enredos familiares.

 

Por princípio a psicologia da família fundamenta-se na premissa que a dinâmica da família desempenha um papel vital no funcionamento psicológico dos membros que a constituem.

 

As consultas em psicologia da família levam em consideração a história da família nuclear e da família alargada, o ambiente actual, a forma de comunicação e o projecto comum.

 

Os terapeutas são psicólogos especializados em psicologia da família que mantêm o seu foco, entendimento e empatia na dinâmica familiar e traduzem as necessidades e dificuldades relacionais em questões práticas passiveis de serem resolvidas.

 

A psicologia da família está especialmente indicada para as situações de:

  • Problemas de comunicação
  • Problemas relacionados com os filhos
  • Sexualidade
  • Problemas relacionados com as prioridades familiares versus outras prioridades de algum membro da família
  • Problemas de gestão de relações entre as diferentes famílias, do origem e actual
  • Dificuldade na gestão dos conflitos depois da separação ou divórcio

 

 

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Terça-feira, 18 de Março de 2014

Bom relacionamento

Bom relacionamento 

 

Um bom relacionamento não sobrevive se for deixado ao sabor do vento.

Um bom relacionamento precisa de cuidados e carinho que as duas pessoas vão dando um ao outro de forma a criar uma ligação reciprocamente benéfica.

Para promover um bom relacionamento, profundo e intimo, é preciso que a relação tenha determinadas que as pessoas não se podem esquecer.

Um bom relacionamento implica que haja uma comunicação carinhosa, constante e honesta.

Se não houver conversa, comunicação e diálogo é difícil haver um bom relacionamento. Quanto mais se comunicar, o mais ligação se vai sentir, mesmo que alguns temas possam ser desagradáveis. Não pare de comunicar.

Um bom relacionamento implica que haja uma verdadeira e sincera vontade de trabalhar os desentendimentos e as diferenças.

Tenha consciência que se desistir de resolver as diferenças e de encontrar as semelhanças você estará a desistir de ter um bom relacionamento. As situações até podem ser tensas, desconfortáveis e frustrantes, mas tem que acreditar que o afecto positivo – o amor - está do outro lado da moeda. A dificuldade nestas alturas é virar a moeda

Um bom relacionamento implica que haja sentido de humor, diversão e distração das obrigações da vida.

Um bom relacionamento precisa de ar fresco para respirar. Esse ar fresco é a capacidade que as pessoas têm de implicar bom humor, diversão, novidade e distração, nas rotinas do dia-a-dia. Traga a outra pessoa para as coisas que você gosta de fazer, não faça sozinho, mesmo que precise daquele tempo só para si. Inclua a outra pessoa. Faça-a tornar-se parte dessa parte da sua vida.

Um bom relacionamento implica que você partilhe as lições que a vida vai ensinando.

Quem está na vida para viver percebe rapidamente que existem muitas lições a aprender. Porque existem muitos erros que se fazem e muitas falhas que se cometem, também existe muita oportunidade para aprender. Para um bom relacionamento, partilhe com a outra pessoa essas aprendizagens e perceberá o quanto a outra pessoa fica gratificada por lhe estar a proporcionar esse enriquecimento.

Um bom relacionamento implica que você dê e receba apoio emocional, validação e valorização incondicional e exclusiva.

Um bom relacionamento tem por base a troca reciproca de necessidades. Algo que um precisa é provido pelo outro. Todas as pessoas têm as suas necessidade pessoais, no entanto é unanime considerar que todas as pessoas precisam de valorização, apoio emocional e validação como sinal de unicidade e consistência da relação.

 

 

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Quarta-feira, 12 de Março de 2014

Para uma Relação Fantástica

relação fantástica

Qual a diferença entre uma relação fantástica e uma relação assim-assim?

Na verdade, as diferenças são muito pequenas. Não são necessárias coisas inacessíveis, difíceis ou estranhas para transformar a uma relação numa relação fantástica.

Relação Fantástica – Compreender e Conhecer as Necessidades do Outro

A principal razão pela qual as relação podem não resultar bem não é tanto por existirem conflitos, falta de comunicação ou diferenças na dinâmica sexual. A principal razão tem a ver com a frustração, com o desapontamento diário, pelo vazio de entendimento entre as duas pessoas face às necessidades uma da outra.

Para limpar essa frustração tem que começar a falar das necessidades, desejos e objectivos que não estão a ser realizados. A outra pessoa tem que ter a capacidade para ouvir, compreender e indicar alternativas para que se consiga atingir o que a pessoa quer se for humanamente possível.

Relação Fantástica – Dar e Receber Carinho Amoroso

Os homens que recebem mais reconhecimento das suas mulheres dizem sentir-se mais felizes. Reconhecimento como palavras e gestos que demonstram apreço, respeito e amor. E é provável que os homens precisem de mais reconhecimento que as mulheres, uma vez que as mulheres obtêm de outras formas e mais frequentemente, através de amigas, conhecidos ou desconhecidos, reconhecimento. É extremamente raro que os homens obtenham esse reconhecimento por parte dos outros, por isso precisarem tanto do das suas mulheres. Por outro lado, os homens também estão mais disponíveis a responder com reconhecimento, atenção e valorização quando são reconhecidos ou apreciados.

Relação Fantástica – Falar e Estar um com o Outro

É importante para uma relação fantástica que as pessoas possam e consigam estar uma com a outra a falar sobre assuntos que não tenham a ver com os filhos, contas e responsabilidades. Falar do dia-a-dia, dos objectivos, das vontades, dos desejos. Falar de banalidades, frivolidades e coisas menos sérias.

 

 

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Terça-feira, 4 de Março de 2014

Relação Amorosa...Duas Verdades, Duas Realidades

Relação Amorosa

 

A relação amorosa tem a ver com o envolvimento de duas pessoas, são o equivalente a “estradas afectivas” de dois sentidos. Por isso, quando as coisas não estiverem a correr bem não se coloque o extremo que o problema é exclusivamente da outra pessoa, nem se coloque no outro extremo em que a culpa é só sua.

A relação amorosa são duas pessoas, duas verdades, duas realidades.

Na relação amorosa ambas as pessoas têm que participar activamente na relação mantendo-a positiva, construtiva e saudável. Como em qualquer organismo dinâmico, com vida, existem momentos em que a relação amorosa não está saudável, isso não é grave. Sabemos que quando um sistema dinâmico sobrevive a uma ameaça ou crise, ele fortalece-se, torna-se imune a essa ameaça. Na relação amorosa é a mesma coisa, quando as pessoas conseguem ultrapassar a crise a relação amorosa fica mais forte, mais resistente. O problema é conseguir ultrapassar a crise, a ameaça.

 

Toda a relação amorosa é diferente. Não existe a forma certa para que uma relação funcione bem ou funcione mal. Existem indicações acerca do que costuma ser importante na relação amorosa, mas no fim cada casal tem as suas próprias regras, hábitos, rotinas e verdades. A questão é se conseguem comunicar isso um ao outro dentro da relação amorosa e manter a dinâmica viva.

 

Neste sentido é importante compreender que toda a relação amorosa é diferente de outra. Não é útil comparar a sua relação amorosa com a dos seus pais, amigos, colegas, familiares ou mesmo com relações amorosas passadas, nem mesmo com aquela relação amorosa que parece perfeita.

 

A sua relação amorosa é única e se precisa ser melhorada então tem que se perceber o que lhe falta.

 

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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Alimentar o Amor, Exercício para alimentar uma boa relação

Amor no Casal

Apesar de ser muito agradável sentir amor e apreço por parte da outra pessoa, a maioria de nós confessa que se sente desconfortável e estranho quando lhe fazem um elogio. Na verdade, quase conseguimos ouvir-nos a negar, contradizer e a recusar os elogios como sendo verdadeiros, genuínos e honestos.

Faça o seguinte exercício:

  1. Escreva as coisas que gosta, aprecia e acarinha na outra pessoa. Pensa nos aspectos físicos, emocionais, personalidade, nos comportamentos e atitudes da outra pessoa que lhe inspiram em si a admiração, confiança, segurança e vontade de ser melhor.
  2. Com essa lista à sua frente, façam algum contacto físico, como darem as mãos, estarem muito próximos e olhos nos olhos. Um de cada vez diz ao outro, cada um dos itens da lista, referindo todas as coisas que aprecia e gosta no outro. Enquanto uma das pessoas está a dizer o elogio, o outro tem que ouvir com atenção e receber de coração, não deve analisar ou questionar a verdade do que está a ser dito. Lembre-se que este é um exercício de como receber amor.
  3. Quando ambos acabarem de dizer tudo o que está nas listas, partilhem quaisquer sentimentos ou pensamentos que ocorreram enquanto estavam a receber esse elogio.
  4. Agora individualmente completem pelo menos 5 comportamentos da sentença seguinte: Eu senti-me amada(o) quando tu …. (ou) Eu apreciei muito quando tu … . Um de cada vez diz ao outro uma sentença.
  5. Pense em que comportamentos ou atitudes referidas pela outra pessoa estará você disposta(o) a repetir mais frequentemente.

 

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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

Intimidade Emocional, Como desenvolver

intimidade emocional

A Intimidade Emocional não deve ser confundida com intimidade sexual.

A intimidade emocional é a capacidade para aceitar o outro tal como é e não o que ele se pode tornar. É a capacidade para se sentir confortável um com o outro até ao ponto em que não sente avaliação ou julgamento na relação.

A intimidade emocional é o sentimento de aceitação, respeito, admiração e reconhecimento que existe um lugar em que se pode recolher quando esta mal.

 

É exigente para ambas as pessoas desenvolver essa relação tão enriquecedora. Implica que você e a outra pessoa mude aspectos da personalidade o que implica que tem que reconhecer primeiro o que sente e pensa, o que acredita ser importante e ver, ouvir e sentir a “verdade” da outra pessoa.

 

É importante que reconheça os padrões de comportamento e sentimento. Precisa de estar consciente do seu verdadeiro Eu.

Intimidade emocional é o contrário de ter dificuldade em “abrir o jogo” com a outra pessoa, porque receia ou “sabe” que vai receber criticas?

Intimidade emocional é o contrário de ter receio ou de “saber” que os seus sentimentos, desejos, vontades e expectativas são diferentes e inconciliáveis com os da outra pessoa.

 

A intimidade emocional é algo que se consegue com o tempo e com o conhecimento de si próprio e da outra pessoa.

Para isso é necessário que haja tempo em comum, que haja coisas comuns para fazer, que haja situações vividas em comum. O desafio é manter este interesse comum conciliado com as exigências das rotinas diárias.

 

A intimidade emocional implica aproximação e toque.

Gestos amorosos, carinhosos, que expressem afecto. Se existem crianças na relação é importante para elas que vejam os pais a ter gestos de afecto um para com o outro. Apesar dos ciúmes que naturalmente os miúdos possam expressar por essa aproximação entre os pais, os pais têm que compreender que é importante que as crianças percebam, entendam e sintam que são únicas e exclusivas em determinados contextos da vida e noutros contextos existem outras pessoas que também o são. Quando os pais expressam esse carinho e afecto através de gestos estão a ensinar que a intimidade emocional não é garantida é construída e mantida. Que o amor é um processo de manutenção e não uma dádiva espontânea que encontramos por sorte.

 

A intimidade emocional implica ouvir o outro.

Mesmo com o cansaço da rotina das tarefas diárias ou do trabalho e mesmo que a vontade seja abstrair, descansar e isolar, ter o tempo merecido para si, é importante ouvir a outra pessoa, estar junto a ela. Mesmo que a conversa seja a mesma, mesmo que não haja novidades, alterações, mudanças significativas na vida. Mesmo que seja um dia “normal”, habitual e nada extraordinário. Esses são os dias em que tem que se aproximar e ouvir a outra pessoa. Os homens precisam perceber que as mulheres precisam de atenção, tempo para falar das suas coisas. Diz-se que os homens são de Marte e as mulheres são de Venos. Bem o que isso quer dizer é que os homens dão mais atenção às grandes coisas, às grandes mudanças, às viagens uma vez por ano, ao dia de aniversário, aos grandes presentes, aquelas coisas que são raras e grandes. As mulheres dão importância à continuidade, à constância, à permanência, às pequenas coisas mas frequentes. A pequena lembrança muito frequente é muito mais importante que o grande presente uma vez por ano.

Os homens têm que se esforçar para corresponderem a esta diferença e meter na consciência que pouco e frequente é mais importante que muito e raro. Desta forma a intimidade emocional cresce na relação.

 

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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014

Como fazer para lidar com o comportamento de oposição?

comportamento de oposição

O comportamento de oposição da criança às regras educativas dos pais e da escola é um problema cada vez mais comum na infância nos dias de hoje.

Como fazer para lidar com o comportamento de oposição?

Lidar com o comportamento de oposição – Responder ser revolta ou zanga

É importante dar resposta ao comportamento da criança mas sem expressar zanga, revolta ou ressentimento, por muito difícil que possa ser, deve antes expressar-se o mais calma possível e restringir-se ao que está a acontecer. Isto é não fazer considerações futuras acerca daquele comportamento futuro. Identifique e reconheça o comportamento de oposição, restrinja a sua observação a esse comportamento, explique, clarifique como esse comportamento de oposição precisa de mudar e deixe-se de argumentos que procure que a criança compreenda a falha moral. Isso será numa outra ocasião.

Lidar com o comportamento de oposição – Seja consistente e Claro

A natureza do comportamento de oposição é deixar os pais tão em baixo acabam por desistir e a criança passa a ditar as suas regras. Você precisa de ser forte, clara e consistente com os seus objectivos de educação. E os seus objectivos não é desafiar e opor-se ao comportamento opositor e desafiante da criança. O seu objectivo é educa-la.

Lidar com o comportamento de oposição – As coisas não são pessoais

Não pode levar a peito o comportamento de oposição. Ou seja, não o encare como uma coisa de ataque pessoal ao seu papel de pai ou mãe. Quando a criança tem um comportamento de oposição e desafiante, por muito que lhe custe, mantenha-se neutro, distanciado e o mais objectivo possível. A pior coisa que pode acontecer é entrar na luta pelo poder. Repare, se você sente ou pensa que tem que entrar na luta pelo poder é porque sente e pensa que não o tem ou tem receio de o perder. Nada disso. A questão fundamental não é a disputa de poder, a questão fundamental é o que a criança precisa de aprender e como ensina-la. Para isso, você por vezes tem que ser uma excelente atriz.

Lidar com o comportamento de oposição – As coisas não são pessoais

Lembre-se sempre que ser pai/mãe não é um concurso de popularidade. Há alturas em que as crianças não pensam o melhor dos pais. Sejam porque acham que são injustos, egoístas, maus, não cooperantes, etc. Mas continue a manter os limites e exerça as consequências adequadas quando os limites são ultrapassados.

 

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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014

Nunca Pare de Comunicar

nunca pare comunicar

 

Uma relação saudável assenta sobre uma boa comunicação. Quando as pessoas deixam de comunicar, deixam de se relacionar e nas alturas de mudança ou de stress pode surgir a sensação de caminhos diferentes. Desde que o casal continue a comunicar podem sempre enfrentar quaisquer problemas que surjam.

 

Cada um de nós é diferente do outro no modo como recebe e dá informação. Algumas pessoas respondem melhor ao que veem, outras ao que ouvem e outras ao que sentem. A forma do cérebro da outra pessoa perceber a informação pode muito bem ser diferente da sua e as dificuldades de comunicação podem começar por esse simples facto.

 

Repare a que é que a outra pessoa dá mais importância. Se dá mais importância aos gestos, expressões faciais, posturas, aproximação ou afastamento. Ou se dá mais importância ao tom de voz, ao volume e à velocidade daquilo que está a ser dito. Ou ainda se dá mais importância ao que sente e ao toque. Por exemplo para uma pessoa que é mais visual, a comunicação passa pelo que ela vê… por isso se você quer que ela o entenda procure “mostrar” de forma que ela veja. Se a pessoa for mais auditiva na forma de comunicar então ela dará mais importância ao modo como as palavras saem da sua boca. Não é o conteúdo. É o modo. Se a pessoa for mais sensorial dará mais importância ao que sente e a forma de comunicar deverá passar mais pelo toque.

 

Por isso, uma grande parte da nossa comunicação é não verbal. É uma comunicação corporal que temos que dominar tanto para as relações emocionais como para as profissionais.

 

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Segunda-feira, 30 de Dezembro de 2013

Crianças, Pais na Relação com os Filhos

crianças

O principal preditor de como bem a sua criança se sairá na escola e na vida é a força da relação que estabelece consigo.

Esta relação determina o futuro mental, físico, social e emocional da criança. Este tipo de relação está muito ligada à comunicação não verbal e é conhecida como vínculo.

Porque é tão importante o vínculo dos Pais como as Crianças.

O vínculo dos pais com a criança é uma forma de comunicação que promove o desenvolvimento da criança tanto a nível mental, como físico, emocional e social. Este vínculo com a criança desenvolve-se naturalmente à medida que os pais promovem a satisfação das necessidades da criança, no entanto a qualidade desse vínculo varia podendo ser um vínculo seguro ou inseguro.

Vinculo seguro entre a criança e os pais.

 Um vínculo seguro garante que a criança se sente segura, compreendida e consegue estar calma o suficiente para ter um desenvolvimento óptimo do seu sistema nervoso. Desta forma o cérebro da criança desenvolve-se de uma forma que promove as bases para no futuro ela se sentir um adulto seguro da sua capacidade de aprendizagem, da sua auto-imagem, da sua confiança e da sua capacidade para estabelecer relações com outras pessoas.

Vínculo inseguro entre a criança e os pais.

Um vínculo inseguro falha no sentido de conseguir promover as necessidades de segurança, compreensão e calma da criança, não conseguindo conduzir a um desenvolvimento cerebral organizado e inibindo o futuro adolescente e adulto das suas melhores capacidades mentais, emocionais e de aprendizagem.

Para que se estabeleça um bom vinculo com a criança não tem que se ser uma mãe ou pai perfeito. Só precisa de ter atenção à comunicação não verbal. Gestos, tom de voz, olhares, toques, carinhos, tudo o que não seja linguagem com letras.

 

 

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Quarta-feira, 18 de Dezembro de 2013

Oiça a Família

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Sem dúvida que a sua família é uma das mais importantes relações que alguma vez terá na sua vida. Para ter uma boa relação com a sua família deve estar disponível para ouvir o que cada membro tem para dizer. Em ocasiões diferentes, em posições diferentes, consuante seja pai, mãe, filho ou filha terá sempre um papel muito importante na vida dessas pessoas.

Por isso oiça a família…

Coloque-se numa boa posição na qual seja apropriado ouvir o que se passa com cada membro. Qual a realidade que estão a viver neste momento? Quais os motivos que os motivam a agir de determinada maneira? Que expectativas têm face à vida e a si?

É igualmente importante respeitar também a relação que as pessoas têm entre si. As diferentes formas de percepcionar a mesma coisa, que gera diferentes opiniões e comportamentos. Coloque-se primeiro numa posição de observador e retire o máximo informação possível sobre o mundo interior das pessoas da sua família e depois poderá avaliar as situações e os contextos com os seus próprios valores.

Quando estiver a falar com alguém da sua família, olhe directamente para ela, sem haver intrusão, o contacto ocular e a proximidade física é o indicador que muitas pessoas têm para perceber que alguém lhes presta atenção.

Dê feedback sobre o que está a ouvir. Não precisa de expressar a sua opinião se não a tiver. Por vezes as pessoas nem precisam da opinião dos outros, até porque à coisas que estão fora de controlo e não se pode fazer nada, mas o que realmente aas pessoas precisam é de serem ouvidas.

Se a pessoa da sua família está com dificuldade em tomar decisões, diga-lhe para ela ver mais à frente as diferentes opções. Repare que você não lhe está a dizer o que fazer. Está-lhe a dizer para ela ver o que ela já tem na cabeça dela e o seu papel não é resolver o problema dela é facilitar essa resolução.

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O Consultório Psicologia Familiar é desenvolvido pela Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Pedro Albuquerque licenciou-se em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, especializou-se em Psicoterapia de Grupo, Terapia de Casal e Coaching. Desenvolveu a sua práctica clínica no Hospital Júlio de Matos e em clínicas privadas. Possui estudos de doutoramento em Psicologia Clínica, pela Universidade de Coimbra. Formação em EMDR e Programação Neuro-Linguistica. É membro da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, da Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Construtivistas e da Associação Portuguesa para o Mindfulness. É fundador da Clínica Psicologia Lisboa.

psicoterapiaDr. Ana Teresa Marques licenciou-se em Psicologia Clínica, especializou-se em Psicoterapia Individual, Terapia de Casal e da Familia. Desenvolveu a sua práctica clínica no Instituto de Cardiologia Preventiva e em clínicas privadas. É membro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. É membro fundador da Associação Portuguesa para o Estudo e Prevenção dos Abusos Sexuais de Crianças e da Associação EMDR Portugal. É fundadora e Directora Clínica da Clínica Psicologia Lisboa.


CONTACTOS:
Morada: Av. João XXI, nº. 28, 2º.Dir, Lisboa
Telefone: 96 140 49 50
Telefone: 91 437 50 55
Email: clinica.psicologia.lisboa@gmail.com
Site: www.clinicapsicologialisboa.com

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